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	<title>4x1 &#187; Vancouver</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Tanajura ao resgate no lago esmeralda!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 17:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 18/10/2012 a 20/10/2012 * Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/banff/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Ficha 4&#215;1</strong><strong></strong></h3>
<h4><strong>Data:</strong> 18/10/2012 a 20/10/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Vancouver, British Columbia – Canadá</p>
<p><strong>Distância total: </strong>845 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Irwin’s Mountain Inn.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> Lake Louise e, claro, a nossa heroína Tanajura!</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final: </strong>Banff, Alberta – Canadá</p>
<p><strong>Tempo de viagem: </strong>aprox. 15 horas*</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Um fondue completo!!!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O clima com muita neve e neblina que nos atrapalhou na chegada e na visita ao Columbia Icefields.</p>
</div><div class="clear"></div><p>* Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Vancouver pela Trans-Canada Highway e seguimos, basicamente, por ela até Banff (BC-1 E, BC-3 E, BC-5 N, BC 1 E, AB 1)</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Nossa companheira Tanajura foi mais uma vez colocada à prova e sua força descomunal não desapontou! Dessa vez foi a região dos lagos Canadenses, um dos principais cartões postais do país, que testemunhou o heroísmo da nossa amiga e nos contemplou com uma das mais belas trilhas pela neve da Expedição até aqui.</em></p>
</blockquote>
<div id="attachment_2796" style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30.jpg"><img class=" wp-image-2796" title="30" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30-682x1024.jpg" alt="" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas nevadas ao redor do magnífico Lake Louise, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo e radiador no nível, pneus checados, tanque cheio e café da manhã tomado. Tudo pronto!  Partimos de Vancouver rumo ao Parque Nacional de Banff por volta das 11h, após nos despedirmos do Caio que muito bem nos acolheu e tornou-se grande amigo de todos nós! Após algumas horas na estrada parávamos na pequena cidade de Mittier para o almoço. Para nossa surpresa quase todos os restaurantes eram de culinária japonesa ou chinesa! Não sabíamos até então, mas a proximidade com os países orientais pelo Pacífico trouxe uma grande leva de imigrantes (pós-Segunda Guerra Mundial) fazendo com que a costa oeste do Canadá se tornasse uma grande colônia de japoneses, chineses, tailandeses entre outras descendências orientais. Logo, comer comida japonesa, diferente do Brasil, é algo muito barato! E assim foi nosso almoço: um <em>bento</em> (combinado de comida japonesa que naquele restaurante vinha com misoshiru, tempurá, guioza, califórnia roll, arroz e frango teriaki grelhado! – tudo por menos de 11 dólares!)</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa intenção em Banff era acampar, mas logo na estrada teríamos os primeiros sinais de que isso não seria algo muito agradável. Acontece que, logo após o pôr-do-sol, a neve começava a apertar e pouco mais de 6 horas de estrada, após o almoço, parávamos para nossa segunda e última refeição do dia. A temperatura do nosso termômetro – que compramos lá no Alasca – apontava a temperatura abaixo dos 4 graus Celsius. Entramos numa lanchonete Canadense que não tinha nada de especial, mas que os preços dos sanduíches eram bons – inclusive se comparado com os do Mc Donald’s, que nos EUA e Canadá são praticamente de graça! Aproveitamos a internet do local e confirmamos o que prevíamos: haveria neve nos próximos 2 ou 3 dias e as temperaturas alcançariam mínimas de até -7°C. Não dava para acampar, teríamos que reservar um alojamento. Nossa sorte é que estávamos chegando a Banff justamente no intervalo entre as altas estações e os preços estavam bem negociáveis. Sendo assim, conseguimos um hotel de boa qualidade pelo preço de um motel de beira de estrada dos EUA! Hospedagem resolvida, seguimos para a estrada.</p>
<div id="attachment_2799" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31.jpeg"><img class="size-large wp-image-2799" title="31" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31-1024x768.jpg" alt="" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve pesada nos acompanhou por longos kilômetros nos dias que passeamos pelas Montanhas Rochosas Canadenses!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A neve, no entanto, não perdoava! Carros e caminhões começaram a andar em filas como em um comboio. A neve que batia no para-brisa logo congelava e o limpador deveria estar no máximo para evitar acúmulo de neve no vidro. Nossa velocidade máxima: 65 km/h! E assim, devagarinho, chegávamos a Banff por volta das 2h30 da manhã. Quase 15 horas depois que saímos de Vancouver!</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, claro, acordamos um pouco tarde. Estávamos exaustos de tanta estrada! Tomamos café e por volta das 11h30 saímos para <em>Lake Louise</em> (Lago Louise) – o belíssimo lago cor de esmeralda, cercado por altas montanhas – uma das principais atrações da região do parque de Banff e um dos principais destinos turísticos do Canadá. Lake Louise fica a aproximadamente 40 min (58 km) do centro de Banff.</p>
<div id="attachment_2798" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315.jpg"><img class="size-large wp-image-2798" title="31,5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Saindo de Banff em direção ao Lake Louise. Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2797" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314.jpg"><img class="size-large wp-image-2797" title="31,4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve já dava um tom &quot;natalino&quot; à aconchegante cidade de Banff &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando lá passamos no centro de informações turísticas para ver quais eram as melhores trilhas e o que ainda estava aberto. Mas, se demos sorte com o hotel (por estarmos em baixa estação), não demos a mesma sorte com as atividades a fazer por lá. O que acontece é que, em boa parte do Canadá (e também na região norte dos EUA) a maioria dos parques possuem duas altas estações: o verão – quando se pratica, obviamente, esportes de verão, tais como: trilhas, passeios a cavalo, montanhismo, caiaque, canoagem, etc.; e o inverno, que é quando os esportes mais praticados são esqui, snowboard e o <em>cross-country ski</em> (uma espécie de trilha usando-se esquis para andar longas distâncias pela neve). Dessa forma, no outono, (época em que cruzamos boa parte desses parques) a neve e o frio pesado impedem a prática da maioria dos esportes de verão (as próprias empresas não oferecem mais aquelas atividades) e a quantidade de neve ainda não é suficiente para práticas de esportes de neve. Sendo assim, algumas trilhas que levam a alguns dos lagos na região de <em>Lake Louise </em>já estavam fechadas por conta da neve. E as que se encontravam abertas tinham tanta neve que deveriam ser feitas com cautela. Recomendações ouvidas e mapas em mão, seguimos para o estacionamento próximo à trilha principal, ao redor do famoso lago! Mas não sabíamos o que estava por vir&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2795" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29.jpg"><img class=" wp-image-2795" title="29" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um visual incrível: as altas Montanhas Rrochosas, a neve e as águas cristalinas do Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">&#8230;Uma jovem de Hong Kong que estava com a mãe e a irmã a turismo pelo Canadá vinha descendo uma curva na saída do estacionamento do parque e perdeu o controle do Ford Fiesta que conduzia. Quando passamos por ali vimos o carro caído em uma vala e família preocupada, do lado de fora. Não aconteceu nada a elas, mas o carro ficou inclinado na vala, no meio da neve, e não conseguia sair de jeito nenhum. Saímos para tentar ajudá-las, mas, em um primeiro momento, como não sabíamos direito o que fazer, tentamos o “básico”: tirar o carro empurrando, enquanto alguém acelerava. Entretanto, como o carro não tinha tração por conta da na neve, ele patinava e cada vez caia mais no atoleiro. Além disso, a cada tentativa ele ficava mais próximo de acertar as árvores que estavam ao lado da vala.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi aí que pensamos em usar nossos equipamentos de resgate! A primeira coisa que fizemos foi tentar tirar o carro usando a prancha de desatolamento. Retiramos o excesso de neve embaixo do carro, cavamos um pequeno buraco embaixo das rodas para fincar as pranchas, aceleramos e&#8230; Nada! Sem tração nas rodas traseiras o carro só patinava na neve. Estávamos com muito medo que o carro viesse a tombar de lado com nossas tentativas e, então, decidimos parar. Mas as moças estavam desesperadas, pois o carro era alugado e elas deveriam chegar à noite em uma cidade a 8 horas de Banff para pegar um voo na manhã seguinte.  Já havia se passado mais de 1 hora desde o momento que chegamos ali, os únicos socorros mecânicos disponíveis na cidade estavam ocupados e levariam várias horas para chegar ao local. Elas pediram para tentarmos o que fosse necessário e que não nos importássemos com o que pudesse acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Tínhamos então duas alternativas: puxar o carro usando o guincho ou a cinta de resgate. O problema é que o carro não possuía um gancho de resgate nem na parte traseira, nem na dianteira, muito comum nos carros 4&#215;4. Nem tampouco havia um ponto de apoio para prenderemos o guincho, tornando inviável o seu uso. (Um guarda do parque que passou pelo local 15 minutos antes, nos informou que para usar o guincho nesses tipos de carros era necessário um gancho especial, o qual não possuíamos)</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem. Nossa última opção pra tirar o carro da vala seria usar a cinta de resgate amarrada em algum lugar do carro. Mas antes, decidimos mover o carro um pouco para frente. Queríamos deixá-lo num ponto mais plano para não correr o risco de capotá-lo na hora do tranco. Friozinho na barriga! Bom, com o carro mais ou menos alinhado, amarramos a cinta ao eixo das rodas traseiras do Fiesta e prendemos a outra ponta no nosso gancho – na parte traseira da Tanajura. Com medo da Tanajura também derrapar devido ao excesso de gelo na pista e do peso do outro veículo a ser tracionado, posicionamos ela na parte de subida da pista, que possuía menos gelo. Era a hora da verdade. Tínhamos quase certeza que seria impossível tirar um veículo de quase 1 tonelada da neve, ainda mais com a Tanajura estando numa subida&#8230; com gelo!!!</p>
<div id="attachment_2794" style="width: 528px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg"><img class=" wp-image-2794" title="28" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg" alt="" width="518" height="345" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cinta de segurança amarrada com uma ponta no eixo traseiro do Fiesta e a outra na Tanajura!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2793" style="width: 513px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg"><img class=" wp-image-2793" title="27" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg" alt="" width="503" height="335" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura pronta para a tentativa de rebocar o Fiesta da neve! Nós, com um friozinho na barriga! :)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós para mais um “teste”. Ligamos a tração reduzida, controle de embreagem&#8230;. e&#8230; deu certo!!! Em instantes a Tanajura com sua força “descomunal” arrastava o carro para fora da vala patinando na neve como se fosse um brinquedinho!!! Mais legal ainda foi ver a felicidade das moças que pulavam e nos abraçavam de alegria! Elas vieram até nós e disseram que iriam nos pagar um almoço pelas longas horas que ficamos ali (foram mais ou menos umas 2 horas). Dissemos que não era necessário, pois inclusive estávamos com um pouco de pressa para fazermos a trilha antes que ficasse tarde demais. Depois de muito insistirem aceitamos. O mais engraçado é que a mãe disse que a filha é quem iria pagar, pois era a responsável por elas terem caído na vala! Hahahaha <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_2792" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26.jpg"><img class="size-large wp-image-2792" title="26" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura &quot;salva a pátria&quot;!!! O Fiesta sai pra fora da vala e as moças de Hong Kong celebram conosco!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Comemos, conversamos bastante com elas, tiramos fotos juntos e seguimos finalmente para o Lake Louise. Ou melhor, tentamos seguir, pois antes um Canadense nos abordou para perguntar sobre a Expedição. Ele havia feito uma viagem do Canadá até a Argentina e ficou encantado com nosso roteiro! Tirou foto do carro e tudo mais. Aproveitamos para pedir-lhe para colar o adesivo do Canadá na Tanajura!</p>
<div id="attachment_2790" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25.jpg"><img class="size-large wp-image-2790" title="25" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura toda se achando!! As moças de Hong Kong fizeram questão de tirar uma foto com ela!!! :)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2789" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24.jpg"><img class="size-large wp-image-2789" title="24" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O simpático Canadense que ficou orgulhoso de colar a bandeira de seu país na Tanajura!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando à trilha&#8230; Chegamos ao Lake Louise já mais de 16h30 para iniciarmos uma belíssima trilha ao redor do lago. Com pouco tempo, nos restringimos a fazer metade da subida que atinge o ponto mais alto do lago. Lake Louise recebeu esse nome em homenagem a uma das filhas da Rainha Victória (do Reino Unido): a princesa Louise Caroline Alberta (que também deu nome ao estado o qual o lago faz parte &#8211; Alberta). Circundado por inúmeras montanhas nevadas e pelo elegante “The Fairmont &#8211; Chateau Lake Louise”, o lago é realmente encantador. Ficamos ali imaginando como seria ele com o céu aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a maior ocupação e desenvolvimento dessa região – de Banff e Lake Louise – se deu por conta da construção da <em>Canadian Pacific Railway</em> (<em>CPR</em> &#8211; Companhia Ferroviária Canadense), por volta de 1880, com a intenção de conectar as principais cidades do país à Leste, até a British Columbia, à Oeste. A forte conexão que o país ainda possuía com o Reino Unido fez com que o nome de muitas de suas cidades e paisagens naturais fossem remetidos as daqueles países. Curioso também é que ambas Banff e Lake Louise estão entre as cidades mais altas do país. E, devido a pouca tradição do Canadá para atividades de montanhismo naquela época, alpinistas suiços foram contratados pela Companhia Ferroviária Canadense para estimular (de forma mais segura) o turismo ali nas Montanhas Rochosas! Bom negócio para a Companhia Ferroviária e também para os alojamentos que recebiam tanto os construtores das ferrovias, quanto os turistas que começavam a visitar os parques!</p>
<div id="attachment_2788" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23.jpg"><img class="size-large wp-image-2788" title="23" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel pagando de &quot;fortão&quot; em frente ao Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2787" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22.jpg"><img class="size-large wp-image-2787" title="22" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cor esmeralda do Lake Louise que dá até vontade de pular!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2786" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21.jpg"><img class="size-large wp-image-2786" title="21" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas refletindo no Lake Louise de forma simétrica!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2785" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20.jpg"><img class="size-large wp-image-2785" title="20" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada no congelado Mirror Lake depois de 40 min. subindo pela trilha nevada ao redor do Lake Louise!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2784" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19.jpg"><img class="size-large wp-image-2784" title="19" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19-1024x686.jpg" alt="" width="423" height="283" /></a>
<p class="wp-caption-text">O luxuoso Chateau Lake Louise bem em frente ao lago! Só não é tão confortável quanto nossas barracas!!! hahaha</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2783" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18.jpg"><img class="size-large wp-image-2783" title="18" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mesmo após o por do sol o Lake Louise mostra seu charme refletindo a paisagem ao seu redor!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos para Banff famintos! Aí decidimos “abrir a mão”, né?! Afinal, não havíamos pagado o almoço&#8230; hehehe Fomos jantar em um dos mais típicos restaurantes de fondue de Banff, que inclusive havia sido fortemente recomendado pelo Rodrigo e a Ana (do <a title="Site do casal Rodrigo e Ana da Expedição 1000 dias pelas Américas" href="http://www.1000dias.com/" target="_blank">1000dias</a>): o Grizzly House. Excelente!! O lugar estava lotado. Comemos uma refeição completa que contava com: creme de cebola e fondue de queijo de entrada, fondue de carnes como principal e frutas no chocolate derretido como sobremesa. De longe o melhor fondue que já comemos em nossas vidas!</p>
<div id="attachment_2782" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17.jpg"><img class="size-large wp-image-2782" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17-1024x681.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Abrindo a carteira e tirando a barriga da miséria no delicioso Grizzley House em Banff, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte decidimos explorar um pouco mais ao norte para visitar de perto os glaciares! Acordamos cedo e partimos para um dos principais campos de gelo do país: o <em>Columbia Icefields</em>. Situado há 185 km de Banff e no caminho para o parque de Jasper (mais ao norte) o Columbia alimenta 8 grandes glaciares. Mas logo na saída de Banff a forte neve indicava que a tarefa não seria muito fácil. Pegamos uma forte nevasca nos primeiros 40 km de estrada, mas ela diminuia gradativamente. A neve diminuiu bastante até que o tempo clareou por volta das 13h30. Uma placa na estrada sinalizava que as condições até o <em>Columbia Icefields</em> não eram boas, então reduzimos bastante a velocidade. Era um visual incrível. Lagos e rios, em um tom azul opaco, se misturavam em meio às altas montanhas com seus grandes campos de gelo eterno. Um corvo encarando a Tanajura foi o único animal que vimos por ali.</p>
<div id="attachment_2781" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16.jpg"><img class="size-large wp-image-2781" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura tomando muuuita neve a caminho do Columbia Icefields &#8211; Alberta, Canadá!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2780" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15.jpg"><img class="size-large wp-image-2780" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve deu uma trégua e pudemos contemplar a beleza do caminho rumo aos glaciares! (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2779" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14.jpg"><img class="size-large wp-image-2779" title="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um corvo resolveu &quot;encarar&quot; a Tanajura!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma hora mais a frente, já quase chegando ao Columbia, vimos alguns carros caidos para fora da pista. Haviam patinado na neve que dominava a estrada. Mas dessa vez havia uma equipe de resgate no local! A Tanajura respirou aliviada e seguiu sua tarefa com grande maestria. Chegamos ao principal glaciar do <em>Columbia Icefields, </em>o glaciar Athabasca! Mas, infelizmente, sentimos certa desilusão: mesmo a apenas algumas centenas de metros de distância, a neblina impedia que víssemos o glaciar com maior clareza. Demos uma volta a pé pela neve, na tentativa de chegarmos mais próximo ao glaciar. Mas pouca coisa mudou. Pudemos ao menos sentir na pele que não é brincadeira a realidade de uma região marcada por neves eternas. Devagarinho conduzimos a Tanajura de volta e cruzamos com uma simpática família de caprinos montanheses que ficaram com cara de interrogação, imaginando que bicho era a Tanajura! hahaha</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2777" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13.jpg"><img class="size-large wp-image-2777" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dentre os 4 carros que haviam saído pra fora da pista e caído na vala a caminho do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2776" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12.jpg"><img class="size-large wp-image-2776" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Com os carros sendo rebocados o trânsito ficou um pouco mais lento na região</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2775" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11.jpg"><img class="size-large wp-image-2775" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada ao glaciar Athabasca dentro do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2774" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10.jpg"><img class="size-large wp-image-2774" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neblina e o tempo nublado atrapalharam nosso visual do glaciar Athabasca (ao fundo da Tanajura, entre as montanhas)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2773" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9.jpg"><img class="size-large wp-image-2773" title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhamos 20 min na trilha coberta por neve para uma última tentativa de ver o glaciar Athabasca mais de perto. Sem muito sucesso :(</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2772" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8.jpg"><img class="size-large wp-image-2772" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao menos uma simpática família de caprinos vieram nos dar tchau antes do retorno à Banff! hahaha</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2771" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2770" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6.jpg"><img class="size-large wp-image-2770" title="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Inúmeras placas ao longo do caminho indicavam que muito comércio, postos, áreas de camping, etc. já estavam fechados por conta do inverno!</p>
</div>
<p>Era nossa última noite em Banff e depois de tanta neve e sanduíches de presunto (iguais ao do Chaves!) precisávamos mesmo de um banho quente e um bom vinho canadense! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2769" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5.jpg"><img class="size-large wp-image-2769" title="5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura amanhece com umas &quot;estalagtites&quot; de gelo em manhã de muito frio, antes da partida de Banff (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2768" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4.jpg"><img class=" wp-image-2768" title="4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4-674x1024.jpg" alt="" width="296" height="449" /></a>
<p class="wp-caption-text">O adeus à simpática cidade de Banff em Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>Para ver ainda mais fotos da nossa passagem por Banff e Lake Louise, <a title="Fotos Banff e Lake Louise, Alberta - Canadá" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632135891944/" target="_blank">clique aqui</a></p>
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		<title>Vancouver II &#8211; Encontro de Expedições</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 13:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[1000dias]]></category>
		<category><![CDATA[Boteco Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Challenging Your Dreams]]></category>
		<category><![CDATA[encontro de expedições]]></category>
		<category><![CDATA[Kombianos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Avós no 3º Milênio]]></category>
		<category><![CDATA[Vancouver]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Vancouver, BC &#8211; Encontro de Expedições Quando surgiu essa ideia maluca de pegar o carro e cruzar as Américas, passamos a pesquisar incessantemente outras pessoas &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/encontro_de_expedicoes/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vancouver, BC &#8211; Encontro de Expedições</p>
<p style="text-align: justify;">Quando surgiu essa ideia maluca de pegar o carro e cruzar as Américas, passamos a pesquisar incessantemente outras pessoas que fizeram o mesmo ou estavam fazendo algo parecido. E para nossa surpresa, encontramos diversos viajantes neste caso. Era a comprovação que precisávamos: não éramos malucos e se fossemos, não éramos os únicos! Conhecendo cada canto da América de carro, ou extrapolando a aventura ao mundo inteiro, os aventureiros estão por aí. O céu é o limite!</p>
<p style="text-align: justify;">Encontrar mais pessoas que largaram a segurança de casa para conhecer o mundo nos deu mais coragem para deixar nossos empregos, nossa família e amigos para partir em busca do desconhecido. Toda essa história virou questão de honra, quando encontramos um blog chamado <a href="http://www.vovosmilenio.pro.br/" target="_blank">Projeto Avós no 3º Milênio</a>, da simpática Dona Heloísa, uma mulher de 67 anos que viaja o mundo sem medo em seu Troller. Em 2003, ela fez uma viagem muito parecida com a que pensávamos em fazer para o Alasca, saindo de Fortaleza. Ela foi bastante receptiva às nossas perguntas e deu todo o apoio para também realizarmos este sonho. Foi o empurrãozinho que faltava para decidirmos definitivamente cair na estrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi também pela internet que conhecemos a Grace e o Robert, do <a href="www.challengingyourdreams.com" target="_blank">Challeging Your Dreams</a>. Tivemos o prazer de encontra-los pessoalmente em São Paulo algumas vezes antes da viagem para bater um papo e aprender um pouco das suas inúmeras aventuras ao redor do mundo. As experiências que compartilharam com a gente também deram mais força e vontade para que o projeto saísse do papel, no momento em que ainda estávamos naquele momento de incerteza. Mais uma fonte de inspiração.</p>
<div style="width: 423px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/jantargracerobert-726x484.jpg"><img title="jantargracerobert-726x484" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/jantargracerobert-726x484-300x200.jpg" alt="" width="413" height="292" /></a>
<p class="wp-caption-text">Encontro pré-viagem com a Grace e o Robert, do Challenging Your Dreams</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">De lá para cá, foram diversos os contatos que fazíamos com os viajantes de plantão. Para nossa sorte, alguns deles ainda estavam na estrada e não há pessoa melhor para fornecer dicas gerais do trajeto e da viagem em si como aquelas que estão com tudo fresquinho na cabeça. Trocamos diversos e-mails com o Leo e a Dani, do <a href="www.infinitahighway.com.br/" target="_blank">Infinita Highway</a>, com o Mauro e Marina do <a href="www.projetoanima.com/" target="_blank">Projeto Anima</a>, e também com o Rodrigo e a Ana, do <a href="www.1000dias.com" target="_blank">1000dias</a>. Todos eles foram muito solícitos e amigáveis, ajudando muito nas nossas decisões mais importantes. Até aqui, o contato com eles se limitava ao mundo virtual, mas Vancouver estava à nossa frente para mudar essa história.</p>
<p style="text-align: justify;">Para nossa sorte, nosso caminho se aproximava cada vez mais do casal do 1000dias. O Rodrigo e a Ana já estão na estrada há mais de 2 anos com a Fiona, uma simpática Toyota Hilux prata. O roteiro deles é relativamente parecido com o nosso, do Brasil ao Alasca, do Alasca ao Ushuaia, só que eles passam literalmente por todos os cantos e pretendem completar TODOS os países da Américas, incluindo as ilhas espalhadas pelo continente e até a Antártida! Se já achavam que o nosso caminho era longo, imaginem o deles. Até agora já são mais de 100 mil km rodados e muitos mais ainda por vir.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2662.jpg"><img title="IMG_2662" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2662-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Finalmente Expedição 4&#215;1 e 1000dias se cruzam na estrada!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Sempre que possível atualizávamos nossas posições para tentar marcar um encontro. No Alasca, perdemos eles por questão de um ou dois dias. Mas de Vancouver, não passava! E não passou! Finalmente conseguimos nos encontrar! Seguindo uma sugestão do Caio, o brasileiro que nos recebeu na cidade, encontramos um lugar perfeito para o encontro: o Boteco Brasil, um legítimo bar brasileiro no coração de Vancouver. Samba brasileiro, caipirinha brasileira e comida brasileira, não havia lugar melhor para um encontro de expedições BRASILEIRAS em pleno Canadá!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2641.jpg"><img title="IMG_2641" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2641-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Encontro brasileiro no Boteco Brasil, na companhia da Márcia e do Caio</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A própria dona do Boteco, a Dona Márcia, não podia acreditar que dois carros com placa do Brasil estavam estacionados bem na frente do bar. Ela gentilmente nos convidou para um almoço tipicamente brasileiro alguns dias depois. Picanha, strogonoff, bobó de camarão, difícil era escolher! Isso sem contar as coxinhas e a caipirinha que acompanharam o almoço. Batemos novamente um bom papo, acompanhados da Márcia e também do Caio, que se juntou a nós durante o almoço brasileiro.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2646.jpg"><img title="IMG_2646" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2646-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Comida brasileira e caipirinha&#8230;nada melhor!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2349.jpg"><img title="IMG_2349" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2349-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Picanha com arroz e feijão&#8230;que saudade!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A noite no Boteco ainda guardava surpresas. Não só duas expedições animariam o samba, mas sim três! O Rodrigo e Ana trouxeram com eles os colombianos Meli e Kike, que viajam pela a América de Kombi! Eles se tornaram amigos de estrada e se encontram sempre que podem. Os <a href="http://www.kombianos.com/" target="_blank">Kombianos </a>já tem 4 anos de <em>carretera</em> e não tem perspectiva de parar.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2376.jpg"><img title="IMG_2376" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2376-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Encontro de expedições: 4&#215;1, 1000dias e Kombianos no Boteco Brasil</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O encontro rendeu muita conversa e muitas risadas. O que não faltavam eram histórias para contar e experiências para compartilhar! Era como se nos conhecêssemos o Rodrigo e a Ana há tempos pela proximidade que tínhamos a partir da leitura dos posts do seu blog. E ainda tivemos a oportunidade de conhecer também os colombianos, pessoas igualmente inspiradoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Kombianos seguiram viagem no dia seguinte, mas nós e o casal do 1000dias ainda curtimos mais alguns dias em Vancouver. Passamos uma tarde em seu “apartamento” (um achado do <a href="http://www.priceline.com/" target="_blank">PriceLine </a>– bom e barato) e fomos jantar em um restaurante mongol no dia seguinte. Papo era o que não faltava!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2550.jpg"><img title="IMG_2550" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2550-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Comida mongol em mais um bate-papo divertido com o 1000dias</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Tanajura e a Fiona não podiam mais se separar. Seguiram juntas para passear pelas ruas de Vancouver. Entre outros lugares, foram curtir um belo pôr-do-sol em Wreck Beach.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2713.jpg"><img title="IMG_2713" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2713-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pôr-do-sol em Wreck Beach, Vancouver</p>
</div>
<p>E também um fim de noite gostoso em Gastown, onde as expedições ainda curtiram um divertido show de bourlesque.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2769.jpg"><img title="IMG_2769" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2769-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Show de bourlesque em Gastown, Vancouver</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma das melhores coisas do tipo de viagem que estamos fazendo é sem dúvida, conhecer pessoas, trocar experiências e abrir a cabeça. Desde o princípio, esse era um dos principais motivos que nos levou a decidir tocar o projeto. Para nossa sorte, têm sido diversos os amigos que conhecemos nas nossas idas e vindas pela América. São pessoas que nos inspiram e nos ensinam cada vez mais com o que tem para contar.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Vancouver &#8211; Um Lugar Para Se Viver</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Nov 2012 02:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Canada Place]]></category>
		<category><![CDATA[Gastown]]></category>
		<category><![CDATA[lugar para viver]]></category>
		<category><![CDATA[Lynn Canyon]]></category>
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		<category><![CDATA[Stanley Park]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 12/10/2012 à 17/10/2012 Saímos de: Whistler, BC, Canadá Destino: Vancouver, BC, Canadá Distância: 123 km Tempo de viagem: Cerca de duas horas. &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/vancouver/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>12/10/2012 à 17/10/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Whistler, BC, Canadá</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino:</strong> Vancouver, BC, Canadá</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância:</strong> 123 km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>Cerca de duas horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Whistler pela BC-99, que nos levou direto ao coração de Vancouver</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos: Receptividade e aconchego na casa do Caio. </strong>Tivemos a oportunidade de ficarmos hospedados com um brasileiro em Vancouver. Como fomos parar lá é uma longa história, que começa ainda pela nossa passagem pelo Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente: Comida boa e grátis no templo hindu. </strong>Praticamente uma experiência intercultural.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio: Poucos dias em Vancouver e já se vê o que é qualidade de vida. </strong>São diversos os atrativos da cidade, que frequentemente faz juz ao status de melhor lugar para se viver. Vancouver é charmosa, segura e riquíssima em belezas naturais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho: Chove chuva, chove sem parar! </strong>Se tem um lugar para chover, esse lugar é Vancouver. Praticamente todos os dias que passamos na cidade foram cinzentos e chuvosos. Suspeitamos que Jorge Ben passou por lá para fazer sua música.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vancouver, BC – Um lugar para se viver</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Não é à toa que Vancouver é sempre citada entre as melhores do mundo para se viver. Nem a chuva constante consegue tirar a simpatia, o aconchego e a beleza da cidade. Paisagens especiais e pessoas incríveis fizeram da nossa passagem por lá uma experiência única.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O dia em que chegamos já prenunciava o que viria pela frente: chuva e mais chuva! Vancouver tem um clima seco durante o verão (julho e agosto), e passa o resto do ano inteiro na estação chuvosa, sendo que de outubro a março, as chuvas se intensificam. Devido à sua posição geográfica, os ventos se movem do mar para o continente e se resfriam à medida que são forçados para cima conforme avançam sobre o continente em direção às montanhas que circundam a cidade, condensando-se em forma de chuva. Sentimos na pele porque apelidam carinhosamente a cidade de “Raincouver”. Quase todos os dias que passamos por lá foram cinzentos e chuvosos! Mas, sem problemas, toda essa água não tirou o brilho e a simpatia da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2687.jpg"><img title="IMG_2687" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2687-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tempo chuvoso em Vancouver</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2539.jpg"><img title="IMG_2539" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2539-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O mau tempo não tira o charme da cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Pode-se dizer literalmente que Vancouver é uma cidade verde. Árvores se espalham por todos os lados e parques densamente florestados se encontram a poucos minutos da maioria dos pontos da cidade. É comum observar pessoas caminhando ou passeando em bicicletas nos diversos refúgios de tranquilidade e natureza que a cidade oferece. Sua área natural é muito bem preservada nos seus arredores e proporciona uma gama extremamente variada de atividades <em>outdoor.</em></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2690.jpg"><img title="IMG_2690" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2690-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do Stanley Park</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Assim que chegamos de Whistler, fomos muito bem recebidos pelo Caio, um brasileiro que conhecemos por acaso do destino. A história de como fomos parar na sua casa é curiosa, e começa ainda quando a Expedição passava pela região Norte do Brasil, onde conhecemos a Marjorie numa viagem de barco de Belém a Manaus. Ela e o Caio viajaram o mundo, passando por diversos países. Ótimas companhias para uma boa conversa. O Caio foi um excelente anfitrião e nos deu as melhores dicas de Vancouver na perspectiva de um local.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2311.jpg"><img title="IMG_2311" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2311-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caio, nosso anfitrião em Vancouver, e Expedição 4&#215;1 no Lynn Canyon</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A chuva não foi impedimento para que partíssemos para explorar a cidade. Nossa primeira parada já foi de brilhar os olhos. Depois de um almoço rápido (e barato!) em um dos milhares de restaurantes japoneses espalhados pela cidade, seguimos a sugestão do Caio e fomos para a incrível ponte suspensa no Lynn Canyon. Não confunda esta ponte com a Capilano Suspension Bridge! A última pode até ser mais famosa (um dos principais pontos turísticos da cidade), mais comprida (136m vs. 40m) e mais alta (70m vs. 50m), mas também é definitivamente mais cara! A Capilano cobra cerca de US$30 para entrada, enquanto a ponte do Lynn Canyon é grátis e tão legal quanto. A ponte aparece depois de uma trilha curta ao longo do rio que corta o <em>canyon</em>. Estreita, ela balança vigorosamente a cada passo. A adrenalina sobe conforme avançamos e percebemos a altura em que a ponte está suspensa. A vista é de tirar o fôlego! As árvores compridas circundam a queda d’água que enfeita o cenário. Não pudemos resistir a aumentar a emoção e pular o máximo que conseguíamos. A ponte balançava como nunca enquanto ríamos como crianças.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2281.jpg"><img title="IMG_2281" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2281-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Belas paisagens na trilha que leva à ponte</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2305.jpg"><img title="IMG_2305" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2305-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do alto da Lynn Canyon Suspension Bridge</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2282.jpg"><img title="IMG_2282" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2282-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Árvores gigantes acompanham a trilha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Tiramos um dos dias para passear pelo majestoso Stanley Park. O parque é um mosaico natural composto de diversos cenários à beira-mar, com florestas densas, lagos, pequenas praias, jardins de rosas, tudo colorido pelo amarelo e vermelho do outono e coladinho ao centro urbano. Gostaríamos de ter alugado uma bicicleta para dar uma volta, mas a chuva não dava trégua. Paramos com a Tanajura em pontos específicos e caminhamos por alguns trechos interessantes. Entre eles está um conjunto de totens, que remetem aos antigos habitantes da cidade. Não pudemos deixar de parar nas pequenas praias que aparecem em seu entorno para dar uma olhada na vista. Aliás, em diversos pontos do parque, há uma vista interessante da cidade, até nos dias chuvosos em que estivemos ali.</p>
<div style="width: 417px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2402.jpg"><img title="IMG_2402" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2402-1024x682.jpg" alt="" width="407" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tótens expostos no Stanley Park</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2400.jpg"><img title="IMG_2400" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2400-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">No desenho, uma águia está sobre um urso</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2489.jpg"><img title="IMG_2489" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2489-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel brincando com os patos no parque</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2429.jpg"><img title="IMG_2429" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2429-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Beaver Lake, quase um pântano no meio da floresta do parque</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Sendo o centro originário da cidade, o bairro de Gastown é uma área excelente para um passeio a pé. E foi exatamente o que fizemos com nossos amigos do <a href="http://www.1000dias.com" target="_blank">1000dias</a>, Ana e Rodrigo, dois expedicionários brasileiros com um roteiro relativamente parecido com o nosso, que finalmente tivemos o prazer de encontrar em Vancouver, depois de algumas tentativas ao longo dos nossos trajetos. Em Gastown, a cidade se desenvolveu como um importante entreposto do negócio madeireiro da região em meados do século XIX. O nome do bairro se deve ao capitão &#8220;Gassy&#8221; Jack Deighton, que abriu a primeira taverna da região exatamente ali, no ano de 1867. Ruas de paralelepípedos iluminadas por postes charmosos são envolvidas por edifícios vitorianos que hoje abrigam desde lojas de souvenirs a grifes de roupas elegantes, além de diversos bares e restaurantes. Com placas informativas colocadas estrategicamente ao longo da rua para contar a história por trás de vários edifícios e monumentos, Gastown é um passeio bastante convidativo. Passamos uma noite em um dos seus restaurantes aconchegantes, seguido de um show bastante interessante de bourlesque, regados a muita risada e conversa boa com a Ana e com o Rodrigo. Aliás, nosso encontro com eles foi definitivamente uma dos melhores momentos da nossa passagem pela cidade, mas vamos deixar maiores detalhe para o próximo post.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2618.jpg"><img title="IMG_2618" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2618-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruas charmosas do Gastown</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2769.jpg"><img title="IMG_2769" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2769-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Divertido show de bourlesque, na companhia do casal do 1000dias</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Outra caminhada interessante foi pelo Downtown. Caminhamos a esmo, passando por belos edifícios comerciais e diversas ruas charmosas. O lugar mais interessante foi o Canada Place. No formato de uma série de velas náuticas projetadas para o céu, o prédio chama a atenção de longe. Andar pelos seus arredores é bastante interessante e ainda oferece belas vistas das montanhas ao norte. Há uma exposição a céu aberto que conta um pouco da história da guerra EUA-Canadá durante o processo de independência norte-americana, quando estes queriam anexar os canadenses ao seu território.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2558.jpg"><img title="IMG_2558" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2558-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Prédios pomposos chamam a atenção no downtown</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2612.jpg"><img title="IMG_2612" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2612-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Passeio gostoso pelo centro</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2614.jpg"><img title="IMG_2614" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2614-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Trailers de comida gourmet</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2561.jpg"><img title="IMG_2561" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2561-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada ao Canada Place</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2581.jpg"><img title="IMG_2581" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2581-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bela vista do porto, a partir do Canada Place</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em uma festa de aniversário dos vizinhos do Caio, que gentilmente nos convidaram depois de uma conversa casual, descobrimos um programa interessante para a manhã de domingo: o Science World. Este é um museu de ciências, que para nossa sorte estava aberto ao público naquele dia. O lugar estava completamente cheio. A maioria eram pais levando seus filhos para um pouco de entretenimento educativo, mas algumas atrações eram também interessantes para os que já cresceram e isso talvez inclua alguns de nós. Conseguimos lugares para assistir a uma sessão no Omnitheater, onde passavam o filme “To the Artic” (“Para o Ártico”), que conta a história de sobrevivência de uma mamãe urso e suas crias nas águas geladas do ártico. Cobravam um valor para o ingresso (cerca de US$10), mas definitivamente valeu a pena. O filme e a sala de projeção (tipo planetário) em si eram incríveis! Sentimos como se estivéssemos pulando as geleiras com os ursos.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2346.jpg"><img title="IMG_2346" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2346-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Manhã de domingo no Science World</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_23311.jpg"><img title="IMG_2331" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_23311-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Curiosidades no museu de ciências</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nas nossas idas e vindas, não pudemos deixar de reparar na quantidade de estrangeiros que se encontram espalhados pela cidade. Vancouver é de fato, uma cidade internacionalizada. Orientais e indianos aos montes, inúmeras outras nacionalidades e é claro, brasileiros a cada esquina! Aliás, foi em um bar brasileiro que nos divertimos de verdade na cidade. O Caio nos levou para conhecer o Boteco Brasil, onde ele ia tocar um legítimo samba. Cerveja, coxinha e aquela picanha com arroz e feijão foram acompanhados de muita música e alegria que só o brasileiro tem. Deu para matar um pouco da saudade de casa. Aproveitamos a oportunidade para marcar lá o encontro com a expedição do 1000dias (Rodrigo e Ana), que alegrou ainda mais a noite, com a companhia dos Kombianos (Meli e Kike), casal colombiano que viaja a América há anos. Conversar com eles e conhecer suas histórias foi uma experiência incrível e inspiradora.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2376.jpg"><img title="IMG_2376" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2376-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Encontro de expedições em Vancouver: 4&#215;1, 1000dias e Kombianos, em noite divertida no Boteco Brasil, acompanhados da simpática Márcia e do Caio</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A conversa do bar se extendeu por outros dias, quando novamente encontramos o 1000 dias e a Fiona para um passeio pela cidade. Depois de um almoço no Boteco Brasil, curtimos um fim de tarde e o pôr-do-sol em Wreck Beach, uma praia ao noroeste de Vancouver.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2726.jpg"><img title="IMG_2726" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2726-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O nudismo é permitido na praia, mas parece que o friozinho espantou o pessoal</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2713.jpg"><img title="IMG_2713" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2713-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mais um belo pôr-do-sol na viagem</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Essa mistura de culturas também nos proporcionou uma experiência no mínimo curiosa. Mais uma dica quente do Caio nos levou para um almoço diferente. Fomos almoçar em um templo hindu! Comida indiana, feita diretamente por indianos (ou descendentes de)! E o melhor: era tudo de graça e à vontade! Os hinduístas tem essa cultura de caridade e distribuem comida para aqueles que aparecem na sua porta. A comida é apimentada como toda cozinha indiana, mas é bem gostosa! Qualquer um pode chegar nos horários predefinidos e será servido com muita simpatia. Encontramos jovens, velhos, famílias, tinha todo o tipo de gente no refeitório. E se for um dos últimos a chegar, ainda terá a chance de ser convidado para ajudar na limpeza do salão antes dele ser fechado. Nós fomos!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2317.jpg"><img title="IMG_2317" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2317-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Templo hindu, comida boa e grátis</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Vancouver nos pareceu uma cidade realmente gostosa para se viver. Cultura, natureza, tranquilidade, badalação. A cidade oferece de tudo e mais um pouco, e reúne as melhores coisas que podemos pedir de um lugar para se viver. Ficou aquele gostinho de quero mais e a curiosidade de como seria estar ali fora da época das chuvas.</p>
<p>Para ver mais fotos da nossa passagem por Vancouver, <strong><a title="Galeria de Fotos - Vancouver" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632131458281/with/8230498511/" target="_blank">clique aqui</a></strong>.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br/vancouver/">Vancouver &#8211; Um Lugar Para Se Viver</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br">4x1</a>.</p>
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