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	<title>4x1 &#187; tanajura</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Antígua &#8211; Charme Colonial Cercado por Vulcões</title>
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		<pubDate>Sun, 12 May 2013 14:05:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 21/01/2013 à 23/01/2013 Seguindo estrada, nosso próximo ponto de parada era Antigua, Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1979, e reconhecida &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/antigua/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 21/01/2013 à 23/01/2013</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Cidade da Guatemala</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 40 km.</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas, dentro do pátio da polícia turística de Antigua.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A arquietetura colonial circundada pelos vulcões.</p>
<p><strong>Trajeto:</strong> Panamericana.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Antigua.<b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Aproximadamente 1h.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> As tortas dos cafés ao redor da praça, especialmente o pastel tres leches.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O preço um pouco salgado.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Seguindo estrada, nosso próximo ponto de parada era Antigua, Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1979, e reconhecida pelos seus visitantes por sua charmosa arquitetura renascentista espanhola em meio a um vale cercado por vulcões como o vulcão da água e o vulcão do fogo. </span><span style="text-align: justify;"> Seu valor histórico é enorme para o país, já que na primeira metade do século XVI passou a ser a capital do reino da Guatemala, que compreendia toda a atual América Central continental, com exceção do Panamá. Em pleno desenvolvimento, a cidade foi vítima de um terremoto no ano de 1773, o que gerou uma pausa no seu processo de crescimento. Em função dos graves terremotos que se seguiram, e que destruiram boa parte da cidade, foi tomada a decisão de que a capital precisaria ser reconstruída em um lugar mais seguro. A 40km dali surgiu a cidade da Guatemala, que passou a ser a capital do país, enquanto Antígua foi reconstruída mantendo seu charme colonial apesar de ter perdido sua importância política.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos já era noite, depois de pegar o Gustavo no hospital por volta das 18:30 e passar no Subway para um lanche ainda em Guatemala City. A estrada era boa, mas em função do horário, o trânsito para sair da cidade era intenso, e por isso demorou um pouco mais para fluir. Era uma serra com muitas curvas e ladeiras para baixo bem inclinadas e por isso, havia rampas para caso se perdesse o freio, algo que não havíamos visto antes. Logo na entrada da cidade havia diversos <em>hostels</em>, mas como já estávamos com o MODO POUPADOR acionado, fomos atrás de outras opções e acabamos encontrando no centro de polícia turística um espaço enorme e seguro, onde para nossa surpresa, haviam outros <em>&#8220;campers&#8221;</em>, inclusive um casal que havia ficado no mesmo camping que nós, lá no México (Guanajuato)! Logo depois de montar as barracas, ficamos conversando por horas com os 3 casais americanos, (um era do Alaska e por trabalhar com empresa de óleo, conhecia e admirava profundamente a Petrobras). Foi uma conversa agradável em que falamos das diferenças entre viajar de carro e de mochila (todos eles estavam de carro), sobre roteiro e futuro pós-viagem!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3567.jpg"><img alt="IMG_3567" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3567-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura no pátio da Polícia Turística.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, fomos caminhar pela cidade e logo vimos um McDonalds, numa casa estilo colonial, com um jardim imenso que acabou nos convencendo de comer por lá em uma das noites! Visitamos as ruínas do<em> Convento de los Mercedario</em>s, da igreja <em>Nuestra Señora de las Mercedes</em>, que foi destruída por terremoto no século XVI e reconstruída 50 anos depois.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3586.jpg"><img alt="IMG_3586" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3586-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Mc Donalds mais aconchegante, nem parece fast food!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3736.jpg"><img class=" " alt="IMG_3736" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3736-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igreja Nuestra Señora de las Mercedes</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3603.jpg"><img alt="IMG_3603" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3603-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As ruínas del Convento de los Mercedários</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3662.jpg"><img alt="IMG_3662" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3662-682x1024.jpg" width="423" height="635" /></a>
<p class="wp-caption-text">Por dentro das ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3664.jpg"><img alt="IMG_3664" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3664-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Explorando as ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3616.jpg"><img alt="IMG_3616" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3616-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fonte dentro da ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3776.jpg"><img alt="IMG_3776" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3776-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dos muitos artesanatos de Antígua</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Com uma caminhada de alguns minutos morro acima, chegamos ao <em>Cerro de la Cruz</em>, de onde tivemos uma vista incrível da cidade cercada por montanhas e vulcões!</span></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722f.jpg"><img alt="IMG_3722f" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722f-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do Cerro</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722c.jpg"><img alt="IMG_3722c" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722c-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bruno apreciando a vista</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722g.jpg"><img alt="IMG_3722g" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722g-680x1024.jpg" width="423" height="636" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cruz no alto da montanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da caminhada passamos por um restaurante super tradicional, com músicos que tocavam xilofone (instrumento que os guatemaltecos clamam ser os inventores), e que possuía um jardim impecável. Apesar do lado esquerdo do cardápio ser tentador, o lado direito nos impossibilitava, hahaha!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3836.jpg"><img alt="IMG_3836" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3836-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto no terraço do restaurante</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3817.jpg"><img alt="IMG_3817" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3817-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Carruagem em meio ao jardim</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3840.jpg"><img alt="IMG_3840" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3840-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista superior do jardim</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acabamos comendo num restaurante chamado La cancha, indicado pelo guia. Entramos até o fundo do mercadinho, onde havia uma mesa grande, que dividimos com um casal de senhores turistas e um rapaz que parecia ser local. A comida se chamava &#8220;<em>Pepian de pollo&#8221;</em>, um ensopado com bastante tempero que a simpática senhora nos serviu! Como em diversos lugares ao longo das Américas, não poderia faltar o <em>&#8220;avocado&#8221;</em> (abacate) para acompanhar!!!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3690.jpg"><img alt="IMG_3690" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3690-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rua com o arco ao fundo</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3754.jpg"><img class=" " alt="IMG_3754" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3754-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada pelas ruas com construções de estilo colonial</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com a fome saciada, saímos do restaurante, e na caminhada pelas ruas visitamos uma galeria de fotos super legal nas quais os modelos são pessoas locais! Algumas fotos foram tiradas há quase 20 anos, sendo que hoje algumas das pessoas que trabalham nas lojas estão nas fotografias! Eventualmente pode se reconhecer o rosto dos vendedores nas fotografias, pois algumas fotos são antigas, fruto de uma amizade entre o fotógrafo e alguns locais que dura por mais de 2 gerações! Sentamos na praça central, por quase duas horas, onde ficamos observando os hábitos dos turistas! A grande maioria eram casais, de todas as idades e diferentes lugares do globo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3881.jpg"><img alt="IMG_3881" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3881-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas passeando pela praça central de Antígua</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3855.jpg"><img alt="IMG_3855" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3855-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bruno e Gabriel conversando sobre a arquitetura da cidade</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3863.jpg"><img class=" " alt="IMG_3863" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3863-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André buscando um restaurante para o almoço</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0128.jpg"><img alt="DSC_0128" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0128-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gustavo se divertindo na praça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao lado da praça fica o palácio dos <em>&#8220;Capitanes Generales&#8221;</em>, antiga sede do governo quando Antígua ainda era a capital de toda a América Central, desde Chiapas até Costa Rica! Quando estávamos de saída da praça, encontramos Paulo e Andrea, casal brasileiro mineiro super gente boa, que apesar da elegância, resolveram encarar a América Central por 22 dias de mochila nas costas! Depois de quase 2 horas de conversa, com o sol já tendo se despedido, fomos ao encontro da Tanajura e retornamos para Guatemala city.</p>
<div id="attachment_4523" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3913.jpg"><img class="size-large wp-image-4523" alt="IMG_3913" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3913-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto com o Paulo e Andrea, no por do sol.</p>
</div>
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		<title>Arquitetura, História e Futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 16:14:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 08/12/2012 à 09/12/2012 Trajeto: As principais estradas são carretera &#8220;A Las Palmas&#8221; (80km) e Mascota-Ameca/Mexico 90 (120km). Depois de mais de 20 &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/guadalajara/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 08/12/2012 à 09/12/2012</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de: </b>Puerto Vallarta, Jalisco – México.</p>
<p><b>Distância total: </b>315 km.</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> Hotel La Perla.</p>
<p><b>Pneu Cheio:</b> A arquitetura do centro da cidade, com o palácio nacional e a basílica como destaques.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino: </b>Guadalajara, Jalisco – México.</p>
<p><b>Tempo de viagem: </b>5,5 horas.</p>
<p><b>O que comemos de bom:</b> “<i>Birria de chivo”.</i></p>
<p><b>Pneu murcho:</b> Dificuldade para encontrar um lugar econômico para dormir.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> As principais estradas são carretera <em>&#8220;A Las Palmas&#8221; </em>(80km) e<em> Mascota-Ameca/Mexico 90 </em>(120km).</p>
<p>Depois de mais de 20 dias no litoral mexicano, chegou o dia de partirmos para conhecer o continente, onde tivemos contato com a história e cultura mais típica, com muito menos influência do seu vizinho de cima. Nosso destino era Guadalajara, a segunda maior cidade do México com uma população de mais de 4 milhões de habitantes. Apesar de atualmente ter sua economia fortemente vinculada à indústria de tecnologia, Guadalajara é um centro cultural do México, sendo nomeado como capital americana da cultura em 2005. Apesar de não ser consensual, muitos intitulam Guadalajara como a casa dos <i>Mariachi, </i>estilo musical tipicamente mexicano.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém antes de chegarmos de fato em Guadalajara, tivemos algumas <i>“aventuras” </i>com a polícia mexicana. Saímos de Puerto Vallarta por volta das 2:00 da tarde em direção a Guadalajara, já um pouco atrasados em relação ao que havíamos planejado. Na tentativa de sair rápido da cidade, fomos parados por um policial, que nos deu uma multa por estarmos acima da velocidade permitida. Não que justifique, mas éramos mais um carro dentre vários que seguiam na rodovia acima dos 60km/h permitidos. Ao dar a multa, recebemos a proposta de tentar resolver a situação de “outra forma”, mas optamos por pagar a multa. O processo de pagamento envolvia o retorno à cidade, no departamento de trânsito, para o pagamento imediato da multa. Enquanto isso, o policial ficaria nos aguardando no mesmo lugar que nos deu a multa com a carteiro de motorista de quem dirigia. Em meia hora conseguimos pagar a multa e fomos de encontro à barreira policial, já na saída da cidade, conforme combinado. Mas para nossa surpresa, os dois carros de polícia tinham acabado de sair, no momento em que chegávamos ali. Aceleramos para que pudessem nos ver, e tivemos que “enquadrá-los” para poder recuperar a carteira de motorista. Ao chegar no carro de polícia, um silêncio tomou conta e parecia que eles tinham se surpreendido com nosso retorno e estavam envergonhados. Foi por questão de segundos que não ficamos sem essa carteira. E teria sido pior ainda se tivéssemos deixado a placa do carro, como eles haviam solicitado incialmente e que só depois de muito custo os convencemos de que a placa não deveria ser retirada.</p>
<p style="text-align: justify;">Multa paga, carteira recuperada, seguimos rumo a Guadalajara, onde chegamos por volta das 19:00 horas, quando a noite já havia caído. Com as direções de um hostel no GPS (apelidado carinhosamente de Madalena em função da voz ser português de Portugal), fomos entrando na cidade, seguindo as orientações da Madalena, até que entramos numa rua que era contramão. O pior é que além de ser contramão, a via estava bloqueada pela batalhão de operações especiais da polícia local, provavelmente em função de alguma operação de transporte de dinheiro que estava sendo feita nos bancos localizados naquela rua. Em poucos segundos, o vários homens do “Bope mexicano” estavam ao redor da Tanajura, com fuzis e pistolas apontadas pro carro. Ficamos todos pálidos na hora, e aos berros, recebemos a ordem de descer do carro com a mãos pra cima. Revistaram dois de nós, ainda descalços, e logo viram que se tratava de grande um engano. Ainda pudemos ouvir a risada do chefe do batalhão, antes de sermos liberados para seguir em frente. Ufa!!!</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8650.jpg"><img alt="IMG_8650" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8650-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Indicação do banheiro masculino numa parada para café na estrada</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Passados os sustos, e sem lugar pra ficar, já que o hostel planejado estava lotado, ficamos rodando durante a noite durante um bom tempo até achar um hotel razoavelmente econômico para passarmos a noite. Enquanto procurávamos, aproveitamos para passear na cidade e a primeira impressão foi super boa: lembrava o centro de SP, tanto pela pessoas, a atmosfera, prédios antigos, mas com construções maiores e mais imponentes!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8685.jpg"><img alt="IMG_8685" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8685-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Primeiras impressões da cidade</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8697.jpg"><img alt="IMG_8697" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8697-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Reunião para decidir onde comeríamos</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8691.jpg"><img alt="IMG_8691" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8691-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Clima de Natal espalhado pela cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Jantamos num restaurante muito típico, atendimento diferenciado, bem aconchegante e com o diferencial de ter a cozinha aberta, de forma que podíamos ver a preparação da comida! Experimentamos a sugestão do chefe, a “<i>Birria de chivo”, </i>uma suculenta carne de bode cozida durante 24 horas, servido com caldo levemente picante, além de diversas especiarias.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8703.jpg"><img alt="IMG_8703" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8703-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text"><em>&#8220;Las Nueve esquinas&#8221;</em> visto de fora</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8673.jpg"><img alt="IMG_8673" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8673-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição com o time da &#8220;<em>Las Nueve Esquinas&#8221;</em></p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8654.jpg"><img alt="IMG_8654" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8654-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bode sendo desossado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><img alt="IMG_8668" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8668-1024x682.jpg" width="423" height="281" />
<p class="wp-caption-text">Expedição na espera da <em>&#8220;Birria&#8221;</em></p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, acordamos tarde, e saímos para almoço num lugar bastante tradicional também, enquanto a tanajura era lavada! Caminhamos um pouco mais pelo centro, visitamos o palácio do governo que possui um museu gratuito, bem interessante, interativo, com vários mapas tanto nas paredes quanto no piso! Tínhamos pouco tempo, mas vale bastante a pena uma visita!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8801.jpg"><img alt="IMG_8801" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8801-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada pela praça das armas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8792.jpg"><img alt="IMG_8792" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8792-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Multidão atravessando a rua no centro da cidade.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8711.jpg"><img alt="IMG_8711" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8711-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada pelo centro de Guadalajara</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dentre inúmeras explicações sobre a história e o prosperar da cidade, uma delas estava ligada a sua localização, mais para o interior do continente, mas que só foi valorizada mais tarde. Por volta de 1.530, com a ocupação espanhola da região de <i>“Nueva Galícia”</i> que compreendia o que hoje são os estados de Jalisco, Colima, uma parte de Zacatecas entre outras, o governante Nuño de Guzmán optou por instalar as bases do governo no litoral, afim de abrir as rotas comerciais. Porém, com as descoberta das minas em Guanajuato e Zacatecas, além de ser um excelente ponto de partida para as expedições colonizadoras ao noroeste e um eficaz provedor de alimentos, Guadalajara foi aos poucos se tornando mais próspera. Em pouco mais de 30 anos, Guadalajara passou a abrigar alguns importantes centros religiosos, até que Nuño de Guzmán a converteu no coração de “<i>Nueva Galícia”.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8717.jpg"><img alt="IMG_8717" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8717-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Palácio do governo</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8743.jpg"><img alt="IMG_8743" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8743-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mapa utilizado para navegação no período de descoberta das Américas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8741.jpg"><img alt="IMG_8741" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8741-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mapa da América</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8732.jpg"><img class="  " alt="IMG_8732" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8732-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mural no interior do palácio do governo</p>
</div>
<p>Saindo da praça das armas, onde fica o palácio do governo, fomos a praça Guadalajara, onde fica a fonte e a basílica, enorme, com uma arquitetura imponente, belíssima por dentro e por fora! Depois de explorar um pouquinho da história da capital de Jalisco voltamos ao estacionamento, onde demos de &#8220;regalo&#8221; para o menino que lavou o carro, moedas brasileiras!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8790.jpg"><img alt="IMG_8790" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8790-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fonte e Basílica juntas na praça Guadalajara</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8768.jpg"><img alt="IMG_8768" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8768-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Interior da Basílica</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Um fato histórico ocorrido na cidade de Guadalajara foi o tricampeonato da seleção brasileira. O estádio Jalisco, que leva o nome do estado cuja capital é Guadalara foi o principal palco da copa de 70 para a seleção de Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivelino, Gérson, Carlos Alberto Torres e outros mais. Todos os jogos da seleção brasileira foram disputados lá, com exceção da famigerada partida final contra Itália, vencida pelo Brasil por 4&#215;1 no estádio Asteca, na cidade do México. Vimos apenas por fora, mas pelo o que ouvimos e lemos, o estádio Jalisco, apesar de reformado &#8211; a cidade foi palco do Panamericano 2011 &#8211; ainda mantém as mesmas características – os mesmos três anéis, a cobertura da arquibancada e a capacidade de público. Em homenagem a façanha da seleção canarinha, que venceu todas as partidas tanto das eliminatórias quanto da copa do mundo, a praça em frente ao estádio foi nomeada de praça Brasil. Dentre as várias similaridades que observamos no México e que nos fizeram se sentir mais perto do estilo de vida no Brasil, o futebol é sem dúvida uma delas.</p>
<div id="attachment_3680" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8804.jpg"><img class="size-large wp-image-3680" alt="IMG_8804" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8804-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel na praça Brasil, com o estádio Jalisco de fundo.<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> </span></p>
</div>
<p>Para mais fotos sobre essa aventura, clique <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632799457525/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>El Coyote &#8211; Tranquilidade em Boa Companhia</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 19:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Baja California]]></category>
		<category><![CDATA[baja califórnia sul]]></category>
		<category><![CDATA[barraca]]></category>
		<category><![CDATA[camping]]></category>
		<category><![CDATA[corvos]]></category>
		<category><![CDATA[EL Coyote]]></category>
		<category><![CDATA[Mulegé]]></category>
		<category><![CDATA[Pacífico]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[tanajura]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 22/11/2012 à 25/11/2012 Trajeto: Descida da serra + Carretera Federal 1 Desde que havíamos entrado no México, passamos a ter diversas oportunidades &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/elcoyote/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4×1</strong></h3>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>22/11/2012 à 25/11/2012</h4>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de: </strong>Sierra de San Francisco, BC – México.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância total: </strong>230km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Ficamos acampados na nossa barraca na areia da praia por três noites.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu Cheio:</strong> A interação com as pessoas e com a natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>Destino:</strong> </strong>Mulegé, Baja Califórnia – México.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>3,5 horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de bom:</strong> Um arroz com legumes e um marshmallow aquecido no fogão!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho:</strong> Dificuldade para tomar banho.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Descida da serra + Carretera Federal 1</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que havíamos entrado no México, passamos a ter diversas oportunidades de acampar e aproveitamos a grande maioria. Além de ajudar a reduzir custos, com o passar do tempo, passamos a nos sentir cada vez mais à vontade na nossa barraca. Ficamos mais ágeis para montá-la e desmontá-la, observamos que muitas vezes os colchões dos hotéis não são tão confortáveis quanto os nossos e a barraca sempre nos dava a oportunidade de desfrutar das noites estreladas e do nascer do sol sem precisar sair dela. E afinal, é sempre bom deitar a cabeça no próprio travesseiro, não é mesmo? Pois foi exatamente o que fizemos em “<i>El Coyote”</i>, um paraíso perdido cercado por montanhas repleta de cactus, de águas calmas e pássaros que, com bastante frequência, cruzavam o céu ensolarado para nos dar bom dia.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6862.jpg"><img alt="IMG_6862" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6862-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura apreciando a paisagem</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6734.jpg"><img alt="IMG_6734" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6734-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista da Estrada ao redor de Mulegé</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Descobrimos “<i>El Coyote”</i> por acaso. Estávamos vindo da Serra de São Francisco, rumo a Mulegé, cidadezinha com um pouco mais de 3.000 habitantes, com importância histórica para região em função da Compagnie de Boleo, uma empresa canadense de mineração que ajudou no desenvolvimento da região, além da missão de Santa Rosalía de Mulegé, a terceira de toda Baja California. O lugar em que dormiríamos seria a <i>“Playa Requesón”</i>, recomendada pelos amigos viajantes do <a title="1000dias" href="http://www.1000dias.com" target="_blank"><i>1.000 dias</i></a>, em função de sua beleza e tranquilidade. Para nossa infelicidade (ou felicidade), o acesso à praia estava um complicado e a praia uma pouco suja, com pedras e madeiras espalhados em função de um recente furacão que havia passado por ali. Assim surgiu El Coyote, lugar em que tivemos uma das mais agradáveis experiências de camping e vamos contar pra vocês agora.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6754.jpg"><img alt="IMG_6754" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6754-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Trem da Compagnie du Boleo fora de operação.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6765.jpg"><img alt="IMG_6765" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6765-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igreja feita de chapas de metal em Mulegé &#8211; Desenhada por Gustave Eiffel, sim, o mesmo da Torre Eiffel!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6791.jpg"><img alt="IMG_6791" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6791-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Entrada da Playa Requesón</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegamos lá num fim de tarde, depois de algumas horas dentro do carro. Ao entrar na praia, cujo acesso era feito direto da rodovia, avistamos alguns outros veículos, algo entre 8 e 10. Cada uma deles, tinha ao lado uma estrutura de palha, um cubo de aprox. 3mx3m que era utilizado para diferentes finalidades, sendo uma deles, muito criativa e que descreveremos logo mais. Com essa palafita e levando em conta o fato que já havíamos ficado boa parte do dia no carro, resolvemos usar nossos mantimentos e “conhecimentos” culinários para preparar o nosso próprio jantar. No cardápio, macarronada ao molho de tomate e queijo parmesão, enquanto para sobremesa, comemos marshmallow aquecido no próprio fogãozinho que levamos conosco, já que as madeiras que encontramos por lá estavam molhadas e não tivemos sucesso em “fazer” fogo. Uma refeição simples, prática e saborosa, que ao som da água do mar e com a vista para um céu limpo e repleto de estrelas se tornou ainda mais especial.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6816.jpg"><img alt="IMG_6816" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6816-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Macarronada na primeira noite!!!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6821.jpg"><img alt="IMG_6821" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6821-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Marshmallow de sobremesa!!!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, após uma caminhada na curta extensão da praia (800m), já conhecíamos um terço dos nossos vizinhos. Primeiro, em uma das extremidades da praia, um casal de senhores canadenses muito simpáticos que estavam sentados em cadeiras, próximo ao seu trailer, observando os pássaros tomando água num recipiente que a senhora encontrou jogado no lixo. Ela estava super contente em ver que a ideia de reutilizá-lo deu certo. Alguns passos de volta, na direção da Tanajura, e fomos abordados por um casal de viajantes de Oregon, que estavam na estrada há algumas semanas em um carro pequeno, conhecendo e explorando a Baja Califórnia, no México. Trocamos algumas dicas sobre campings e lugares interessantes para se conhecer, como sempre fazemos com os inúmeros aventureiros que encontramos pela estrada. Um pouco depois do nosso reforçado café da manhã, com frutas, yougurte, cereais, e sanduíche, conhecemos Sandra e Pe, um casal de holandeses, que viajavam num dos maiores e mais robustos veículos que vimos ao longo da expedição. Era grande como um caminhão e preparado para off-road como um carro de rally. Com sua cor meio bege, com pneus enormes, às vezes lembrava um tanque de guerra. Vão ficar 1 ano na estrada até retornar para Holanda,, mas deverá ser um retorno rápido, pois o plano é vender a casa, levantar mais grana e continuar na estrada!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6859.jpg"><img alt="IMG_6859" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6859-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhão-tanque dos holandeses!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois dessas interessantes interações com outros viajantes que muitas vezes servem de inspiração para nós, fomos explorar uma das montanhas que cercam a praia. Sem um caminho bem definido, fomos formando ali na hora, nossa trilha em meio aos cactos gigantes, até conseguirmos atingir uma parte mais alta da montanha, de onde conseguimos avistar o sol que custava a atravessar as grandes paredes de terra. Mais uma vista privilegiada de <i>“El Coyote”</i>, dessa vez com o Sol como protagonista. O dia foi passando e tudo que fizemos foi ler, curtir o visual e bater uma bolinha ao lado da palafita numa área com terra batida. Enquanto brincávamos por ali, fomos abordados por um senhor de aparência distinta. Gary era super em forma para sua idade, (descobrimos que tinha 72 anos), usava cabelo até os ombros e uma faixa na cabeça. Nos contou que já morou no Brasil, (Rio de Janeiro e Brasília) por alguns meses nos anos 70 e é super fã do nosso país. Hoje Gary é pesquisador de aves, mais especificamente corvos e frequenta <i>“El Coyote”</i> há quase 30 anos, pois ali existem espécies em observação. Em outras épocas, ao invés de dirigir sua pick up, Gary pedalava por 4.000km para chegar até a praia. Fez isso durante anos até que a idade deixasse a tarefa um pouquinho mais complicada. Sua alegria e emoção em falar do Brasil ficou ainda mais intensa ao darmos a ele um chaveiro com a bandeira do Brasil. Ver a sua empolgação com nossa expedição nos tocou profundamente e nos deu mais motivação ainda para aproveitar essa oportunidade única que estamos tendo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6845.jpg"><img alt="IMG_6845" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6845-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Momento de leitura!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6832.jpg"><img alt="IMG_6832" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6832-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">E mais leitura&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois de dar um pulo na cidade para jantar, voltamos para nossa barraca de onde pudemos mais uma vez curtir um céu recheado de estrelas. Na manhã seguinte, enquanto andávamos na beira d’agua conhecemos nosso vizinho imediato, que logo nos ofereceu seu caiaque. Precisávamos de mais de 1, mas como muitos dos viajantes acampados ali tinham e já conhecíamos a metade deles, não foi tarefa difícil conseguir mais caiaque. Mais de uma hora remando, com parada para snorkel por 20 minutos, onde vimos poucos peixes, várias estrelas do mar, e até uma concha fechada com marisco dentro.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6884.jpg"><img alt="IMG_6884" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6884-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caiaque dos holandeses usado por nós!!!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6826.jpg"><img alt="IMG_6826" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6826-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caiaque dos vizinhos também utilizado por nós!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No começo da tarde, fomos convidados por Gary para conhecer seu museu de vida marinha. O que seria isso??? Quando chegamos lá, ficamos surpresos em ver a transformação que ele havia feito em sua palafita. Haviam prateleira de ponta a ponta com diversas recordações de fósseis, conchas, ouriços&#8230; Enfim, tudo que ele já via encontrado ao longo dos 30 anos de visitação a El Coyote. Lá ele deu 2 conchas para cada um de nós, conchas iguais as que ele tinha na “faixa de cabeça” que ele usava naquele dia”.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6894.jpg"><img alt="IMG_6894" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6894-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Peixe tigre e outros achados do mar!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6896.jpg"><img alt="IMG_6896" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6896-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cabeça de um tubarão (shovelnose)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6923.jpg"><img alt="IMG_6923" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6923-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bate papo com Gary!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6936.jpg"><img alt="IMG_6936" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6936-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Observação de pássaros.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6931.jpg"><img alt="IMG_6931" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6931-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mais pássaros ao redor.</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6957.jpg"><img alt="IMG_6957" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6957-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apreciando a vista!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6954.jpg"><img alt="IMG_6954" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6954-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Trailer do Gary!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6949.jpg"><img alt="IMG_6949" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6949-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Despedida!!!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois da surpresa que tivemos com Gary, demos um pulo no mercado para comprar gelo, açúcar e limão. Adivinhem por quê? Estávamos levando conosco uma garrafa de cachaça desde os Estados Unidos e vimos ali o lugar ideal para apreciar uma boa caipirinha. Em pouco tempo, o futebol estava mais divertido e leve.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegava a hora do sol de despedir e dar espaço as outras estrelas que cobriam a noite, iluminando nosso jantar. Resolvemos mais uma vez cozinhar e dessa vez um prato um pouquinho mais elaborado: Arroz com legumes, purê de batata e salsichas. Delicioso!!!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6971.jpg"><img alt="IMG_6971" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6971-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Jantar de despedida!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6981.jpg"><img alt="IMG_6981" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6981-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição 4&#215;1 esteve aqui!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Logo que acordamos na manhã seguinte, tomamos um café rápido, nos despedimos de todos ali e demos um último adeus à “El Coyote”, mas com a esperança de um dia voltar para aquele paraíso em terras mexicanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se quiser ver mais fotos da nossa passagem por El Coyote e arredores, <a title="El Coyote e Mulege" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632426597441/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Tanajura ao resgate no lago esmeralda!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 17:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canadá]]></category>
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		<category><![CDATA[Columbia Icefields]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 18/10/2012 a 20/10/2012 * Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/banff/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Ficha 4&#215;1</strong><strong></strong></h3>
<h4><strong>Data:</strong> 18/10/2012 a 20/10/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Vancouver, British Columbia – Canadá</p>
<p><strong>Distância total: </strong>845 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Irwin’s Mountain Inn.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> Lake Louise e, claro, a nossa heroína Tanajura!</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final: </strong>Banff, Alberta – Canadá</p>
<p><strong>Tempo de viagem: </strong>aprox. 15 horas*</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Um fondue completo!!!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O clima com muita neve e neblina que nos atrapalhou na chegada e na visita ao Columbia Icefields.</p>
</div><div class="clear"></div><p>* Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Vancouver pela Trans-Canada Highway e seguimos, basicamente, por ela até Banff (BC-1 E, BC-3 E, BC-5 N, BC 1 E, AB 1)</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Nossa companheira Tanajura foi mais uma vez colocada à prova e sua força descomunal não desapontou! Dessa vez foi a região dos lagos Canadenses, um dos principais cartões postais do país, que testemunhou o heroísmo da nossa amiga e nos contemplou com uma das mais belas trilhas pela neve da Expedição até aqui.</em></p>
</blockquote>
<div id="attachment_2796" style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30.jpg"><img class=" wp-image-2796" title="30" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30-682x1024.jpg" alt="" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas nevadas ao redor do magnífico Lake Louise, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo e radiador no nível, pneus checados, tanque cheio e café da manhã tomado. Tudo pronto!  Partimos de Vancouver rumo ao Parque Nacional de Banff por volta das 11h, após nos despedirmos do Caio que muito bem nos acolheu e tornou-se grande amigo de todos nós! Após algumas horas na estrada parávamos na pequena cidade de Mittier para o almoço. Para nossa surpresa quase todos os restaurantes eram de culinária japonesa ou chinesa! Não sabíamos até então, mas a proximidade com os países orientais pelo Pacífico trouxe uma grande leva de imigrantes (pós-Segunda Guerra Mundial) fazendo com que a costa oeste do Canadá se tornasse uma grande colônia de japoneses, chineses, tailandeses entre outras descendências orientais. Logo, comer comida japonesa, diferente do Brasil, é algo muito barato! E assim foi nosso almoço: um <em>bento</em> (combinado de comida japonesa que naquele restaurante vinha com misoshiru, tempurá, guioza, califórnia roll, arroz e frango teriaki grelhado! – tudo por menos de 11 dólares!)</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa intenção em Banff era acampar, mas logo na estrada teríamos os primeiros sinais de que isso não seria algo muito agradável. Acontece que, logo após o pôr-do-sol, a neve começava a apertar e pouco mais de 6 horas de estrada, após o almoço, parávamos para nossa segunda e última refeição do dia. A temperatura do nosso termômetro – que compramos lá no Alasca – apontava a temperatura abaixo dos 4 graus Celsius. Entramos numa lanchonete Canadense que não tinha nada de especial, mas que os preços dos sanduíches eram bons – inclusive se comparado com os do Mc Donald’s, que nos EUA e Canadá são praticamente de graça! Aproveitamos a internet do local e confirmamos o que prevíamos: haveria neve nos próximos 2 ou 3 dias e as temperaturas alcançariam mínimas de até -7°C. Não dava para acampar, teríamos que reservar um alojamento. Nossa sorte é que estávamos chegando a Banff justamente no intervalo entre as altas estações e os preços estavam bem negociáveis. Sendo assim, conseguimos um hotel de boa qualidade pelo preço de um motel de beira de estrada dos EUA! Hospedagem resolvida, seguimos para a estrada.</p>
<div id="attachment_2799" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31.jpeg"><img class="size-large wp-image-2799" title="31" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31-1024x768.jpg" alt="" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve pesada nos acompanhou por longos kilômetros nos dias que passeamos pelas Montanhas Rochosas Canadenses!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A neve, no entanto, não perdoava! Carros e caminhões começaram a andar em filas como em um comboio. A neve que batia no para-brisa logo congelava e o limpador deveria estar no máximo para evitar acúmulo de neve no vidro. Nossa velocidade máxima: 65 km/h! E assim, devagarinho, chegávamos a Banff por volta das 2h30 da manhã. Quase 15 horas depois que saímos de Vancouver!</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, claro, acordamos um pouco tarde. Estávamos exaustos de tanta estrada! Tomamos café e por volta das 11h30 saímos para <em>Lake Louise</em> (Lago Louise) – o belíssimo lago cor de esmeralda, cercado por altas montanhas – uma das principais atrações da região do parque de Banff e um dos principais destinos turísticos do Canadá. Lake Louise fica a aproximadamente 40 min (58 km) do centro de Banff.</p>
<div id="attachment_2798" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315.jpg"><img class="size-large wp-image-2798" title="31,5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Saindo de Banff em direção ao Lake Louise. Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2797" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314.jpg"><img class="size-large wp-image-2797" title="31,4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve já dava um tom &quot;natalino&quot; à aconchegante cidade de Banff &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando lá passamos no centro de informações turísticas para ver quais eram as melhores trilhas e o que ainda estava aberto. Mas, se demos sorte com o hotel (por estarmos em baixa estação), não demos a mesma sorte com as atividades a fazer por lá. O que acontece é que, em boa parte do Canadá (e também na região norte dos EUA) a maioria dos parques possuem duas altas estações: o verão – quando se pratica, obviamente, esportes de verão, tais como: trilhas, passeios a cavalo, montanhismo, caiaque, canoagem, etc.; e o inverno, que é quando os esportes mais praticados são esqui, snowboard e o <em>cross-country ski</em> (uma espécie de trilha usando-se esquis para andar longas distâncias pela neve). Dessa forma, no outono, (época em que cruzamos boa parte desses parques) a neve e o frio pesado impedem a prática da maioria dos esportes de verão (as próprias empresas não oferecem mais aquelas atividades) e a quantidade de neve ainda não é suficiente para práticas de esportes de neve. Sendo assim, algumas trilhas que levam a alguns dos lagos na região de <em>Lake Louise </em>já estavam fechadas por conta da neve. E as que se encontravam abertas tinham tanta neve que deveriam ser feitas com cautela. Recomendações ouvidas e mapas em mão, seguimos para o estacionamento próximo à trilha principal, ao redor do famoso lago! Mas não sabíamos o que estava por vir&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2795" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29.jpg"><img class=" wp-image-2795" title="29" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um visual incrível: as altas Montanhas Rrochosas, a neve e as águas cristalinas do Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">&#8230;Uma jovem de Hong Kong que estava com a mãe e a irmã a turismo pelo Canadá vinha descendo uma curva na saída do estacionamento do parque e perdeu o controle do Ford Fiesta que conduzia. Quando passamos por ali vimos o carro caído em uma vala e família preocupada, do lado de fora. Não aconteceu nada a elas, mas o carro ficou inclinado na vala, no meio da neve, e não conseguia sair de jeito nenhum. Saímos para tentar ajudá-las, mas, em um primeiro momento, como não sabíamos direito o que fazer, tentamos o “básico”: tirar o carro empurrando, enquanto alguém acelerava. Entretanto, como o carro não tinha tração por conta da na neve, ele patinava e cada vez caia mais no atoleiro. Além disso, a cada tentativa ele ficava mais próximo de acertar as árvores que estavam ao lado da vala.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi aí que pensamos em usar nossos equipamentos de resgate! A primeira coisa que fizemos foi tentar tirar o carro usando a prancha de desatolamento. Retiramos o excesso de neve embaixo do carro, cavamos um pequeno buraco embaixo das rodas para fincar as pranchas, aceleramos e&#8230; Nada! Sem tração nas rodas traseiras o carro só patinava na neve. Estávamos com muito medo que o carro viesse a tombar de lado com nossas tentativas e, então, decidimos parar. Mas as moças estavam desesperadas, pois o carro era alugado e elas deveriam chegar à noite em uma cidade a 8 horas de Banff para pegar um voo na manhã seguinte.  Já havia se passado mais de 1 hora desde o momento que chegamos ali, os únicos socorros mecânicos disponíveis na cidade estavam ocupados e levariam várias horas para chegar ao local. Elas pediram para tentarmos o que fosse necessário e que não nos importássemos com o que pudesse acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Tínhamos então duas alternativas: puxar o carro usando o guincho ou a cinta de resgate. O problema é que o carro não possuía um gancho de resgate nem na parte traseira, nem na dianteira, muito comum nos carros 4&#215;4. Nem tampouco havia um ponto de apoio para prenderemos o guincho, tornando inviável o seu uso. (Um guarda do parque que passou pelo local 15 minutos antes, nos informou que para usar o guincho nesses tipos de carros era necessário um gancho especial, o qual não possuíamos)</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem. Nossa última opção pra tirar o carro da vala seria usar a cinta de resgate amarrada em algum lugar do carro. Mas antes, decidimos mover o carro um pouco para frente. Queríamos deixá-lo num ponto mais plano para não correr o risco de capotá-lo na hora do tranco. Friozinho na barriga! Bom, com o carro mais ou menos alinhado, amarramos a cinta ao eixo das rodas traseiras do Fiesta e prendemos a outra ponta no nosso gancho – na parte traseira da Tanajura. Com medo da Tanajura também derrapar devido ao excesso de gelo na pista e do peso do outro veículo a ser tracionado, posicionamos ela na parte de subida da pista, que possuía menos gelo. Era a hora da verdade. Tínhamos quase certeza que seria impossível tirar um veículo de quase 1 tonelada da neve, ainda mais com a Tanajura estando numa subida&#8230; com gelo!!!</p>
<div id="attachment_2794" style="width: 528px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg"><img class=" wp-image-2794" title="28" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg" alt="" width="518" height="345" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cinta de segurança amarrada com uma ponta no eixo traseiro do Fiesta e a outra na Tanajura!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2793" style="width: 513px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg"><img class=" wp-image-2793" title="27" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg" alt="" width="503" height="335" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura pronta para a tentativa de rebocar o Fiesta da neve! Nós, com um friozinho na barriga! :)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós para mais um “teste”. Ligamos a tração reduzida, controle de embreagem&#8230;. e&#8230; deu certo!!! Em instantes a Tanajura com sua força “descomunal” arrastava o carro para fora da vala patinando na neve como se fosse um brinquedinho!!! Mais legal ainda foi ver a felicidade das moças que pulavam e nos abraçavam de alegria! Elas vieram até nós e disseram que iriam nos pagar um almoço pelas longas horas que ficamos ali (foram mais ou menos umas 2 horas). Dissemos que não era necessário, pois inclusive estávamos com um pouco de pressa para fazermos a trilha antes que ficasse tarde demais. Depois de muito insistirem aceitamos. O mais engraçado é que a mãe disse que a filha é quem iria pagar, pois era a responsável por elas terem caído na vala! Hahahaha <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_2792" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26.jpg"><img class="size-large wp-image-2792" title="26" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura &quot;salva a pátria&quot;!!! O Fiesta sai pra fora da vala e as moças de Hong Kong celebram conosco!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Comemos, conversamos bastante com elas, tiramos fotos juntos e seguimos finalmente para o Lake Louise. Ou melhor, tentamos seguir, pois antes um Canadense nos abordou para perguntar sobre a Expedição. Ele havia feito uma viagem do Canadá até a Argentina e ficou encantado com nosso roteiro! Tirou foto do carro e tudo mais. Aproveitamos para pedir-lhe para colar o adesivo do Canadá na Tanajura!</p>
<div id="attachment_2790" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25.jpg"><img class="size-large wp-image-2790" title="25" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura toda se achando!! As moças de Hong Kong fizeram questão de tirar uma foto com ela!!! :)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2789" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24.jpg"><img class="size-large wp-image-2789" title="24" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O simpático Canadense que ficou orgulhoso de colar a bandeira de seu país na Tanajura!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando à trilha&#8230; Chegamos ao Lake Louise já mais de 16h30 para iniciarmos uma belíssima trilha ao redor do lago. Com pouco tempo, nos restringimos a fazer metade da subida que atinge o ponto mais alto do lago. Lake Louise recebeu esse nome em homenagem a uma das filhas da Rainha Victória (do Reino Unido): a princesa Louise Caroline Alberta (que também deu nome ao estado o qual o lago faz parte &#8211; Alberta). Circundado por inúmeras montanhas nevadas e pelo elegante “The Fairmont &#8211; Chateau Lake Louise”, o lago é realmente encantador. Ficamos ali imaginando como seria ele com o céu aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a maior ocupação e desenvolvimento dessa região – de Banff e Lake Louise – se deu por conta da construção da <em>Canadian Pacific Railway</em> (<em>CPR</em> &#8211; Companhia Ferroviária Canadense), por volta de 1880, com a intenção de conectar as principais cidades do país à Leste, até a British Columbia, à Oeste. A forte conexão que o país ainda possuía com o Reino Unido fez com que o nome de muitas de suas cidades e paisagens naturais fossem remetidos as daqueles países. Curioso também é que ambas Banff e Lake Louise estão entre as cidades mais altas do país. E, devido a pouca tradição do Canadá para atividades de montanhismo naquela época, alpinistas suiços foram contratados pela Companhia Ferroviária Canadense para estimular (de forma mais segura) o turismo ali nas Montanhas Rochosas! Bom negócio para a Companhia Ferroviária e também para os alojamentos que recebiam tanto os construtores das ferrovias, quanto os turistas que começavam a visitar os parques!</p>
<div id="attachment_2788" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23.jpg"><img class="size-large wp-image-2788" title="23" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel pagando de &quot;fortão&quot; em frente ao Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2787" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22.jpg"><img class="size-large wp-image-2787" title="22" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cor esmeralda do Lake Louise que dá até vontade de pular!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2786" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21.jpg"><img class="size-large wp-image-2786" title="21" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas refletindo no Lake Louise de forma simétrica!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2785" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20.jpg"><img class="size-large wp-image-2785" title="20" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada no congelado Mirror Lake depois de 40 min. subindo pela trilha nevada ao redor do Lake Louise!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2784" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19.jpg"><img class="size-large wp-image-2784" title="19" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19-1024x686.jpg" alt="" width="423" height="283" /></a>
<p class="wp-caption-text">O luxuoso Chateau Lake Louise bem em frente ao lago! Só não é tão confortável quanto nossas barracas!!! hahaha</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2783" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18.jpg"><img class="size-large wp-image-2783" title="18" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mesmo após o por do sol o Lake Louise mostra seu charme refletindo a paisagem ao seu redor!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos para Banff famintos! Aí decidimos “abrir a mão”, né?! Afinal, não havíamos pagado o almoço&#8230; hehehe Fomos jantar em um dos mais típicos restaurantes de fondue de Banff, que inclusive havia sido fortemente recomendado pelo Rodrigo e a Ana (do <a title="Site do casal Rodrigo e Ana da Expedição 1000 dias pelas Américas" href="http://www.1000dias.com/" target="_blank">1000dias</a>): o Grizzly House. Excelente!! O lugar estava lotado. Comemos uma refeição completa que contava com: creme de cebola e fondue de queijo de entrada, fondue de carnes como principal e frutas no chocolate derretido como sobremesa. De longe o melhor fondue que já comemos em nossas vidas!</p>
<div id="attachment_2782" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17.jpg"><img class="size-large wp-image-2782" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17-1024x681.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Abrindo a carteira e tirando a barriga da miséria no delicioso Grizzley House em Banff, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte decidimos explorar um pouco mais ao norte para visitar de perto os glaciares! Acordamos cedo e partimos para um dos principais campos de gelo do país: o <em>Columbia Icefields</em>. Situado há 185 km de Banff e no caminho para o parque de Jasper (mais ao norte) o Columbia alimenta 8 grandes glaciares. Mas logo na saída de Banff a forte neve indicava que a tarefa não seria muito fácil. Pegamos uma forte nevasca nos primeiros 40 km de estrada, mas ela diminuia gradativamente. A neve diminuiu bastante até que o tempo clareou por volta das 13h30. Uma placa na estrada sinalizava que as condições até o <em>Columbia Icefields</em> não eram boas, então reduzimos bastante a velocidade. Era um visual incrível. Lagos e rios, em um tom azul opaco, se misturavam em meio às altas montanhas com seus grandes campos de gelo eterno. Um corvo encarando a Tanajura foi o único animal que vimos por ali.</p>
<div id="attachment_2781" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16.jpg"><img class="size-large wp-image-2781" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura tomando muuuita neve a caminho do Columbia Icefields &#8211; Alberta, Canadá!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2780" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15.jpg"><img class="size-large wp-image-2780" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve deu uma trégua e pudemos contemplar a beleza do caminho rumo aos glaciares! (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2779" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14.jpg"><img class="size-large wp-image-2779" title="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um corvo resolveu &quot;encarar&quot; a Tanajura!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma hora mais a frente, já quase chegando ao Columbia, vimos alguns carros caidos para fora da pista. Haviam patinado na neve que dominava a estrada. Mas dessa vez havia uma equipe de resgate no local! A Tanajura respirou aliviada e seguiu sua tarefa com grande maestria. Chegamos ao principal glaciar do <em>Columbia Icefields, </em>o glaciar Athabasca! Mas, infelizmente, sentimos certa desilusão: mesmo a apenas algumas centenas de metros de distância, a neblina impedia que víssemos o glaciar com maior clareza. Demos uma volta a pé pela neve, na tentativa de chegarmos mais próximo ao glaciar. Mas pouca coisa mudou. Pudemos ao menos sentir na pele que não é brincadeira a realidade de uma região marcada por neves eternas. Devagarinho conduzimos a Tanajura de volta e cruzamos com uma simpática família de caprinos montanheses que ficaram com cara de interrogação, imaginando que bicho era a Tanajura! hahaha</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2777" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13.jpg"><img class="size-large wp-image-2777" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dentre os 4 carros que haviam saído pra fora da pista e caído na vala a caminho do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2776" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12.jpg"><img class="size-large wp-image-2776" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Com os carros sendo rebocados o trânsito ficou um pouco mais lento na região</p>
</div>
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<div id="attachment_2775" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11.jpg"><img class="size-large wp-image-2775" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada ao glaciar Athabasca dentro do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2774" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10.jpg"><img class="size-large wp-image-2774" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neblina e o tempo nublado atrapalharam nosso visual do glaciar Athabasca (ao fundo da Tanajura, entre as montanhas)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2773" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9.jpg"><img class="size-large wp-image-2773" title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhamos 20 min na trilha coberta por neve para uma última tentativa de ver o glaciar Athabasca mais de perto. Sem muito sucesso :(</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2772" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8.jpg"><img class="size-large wp-image-2772" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao menos uma simpática família de caprinos vieram nos dar tchau antes do retorno à Banff! hahaha</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2771" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2770" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6.jpg"><img class="size-large wp-image-2770" title="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Inúmeras placas ao longo do caminho indicavam que muito comércio, postos, áreas de camping, etc. já estavam fechados por conta do inverno!</p>
</div>
<p>Era nossa última noite em Banff e depois de tanta neve e sanduíches de presunto (iguais ao do Chaves!) precisávamos mesmo de um banho quente e um bom vinho canadense! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2769" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5.jpg"><img class="size-large wp-image-2769" title="5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura amanhece com umas &quot;estalagtites&quot; de gelo em manhã de muito frio, antes da partida de Banff (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2768" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4.jpg"><img class=" wp-image-2768" title="4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4-674x1024.jpg" alt="" width="296" height="449" /></a>
<p class="wp-caption-text">O adeus à simpática cidade de Banff em Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>Para ver ainda mais fotos da nossa passagem por Banff e Lake Louise, <a title="Fotos Banff e Lake Louise, Alberta - Canadá" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632135891944/" target="_blank">clique aqui</a></p>
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		<title>Novas surpresas boas e o Downtown Seattle! (Seattle: parte 2)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 00:31:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>&#8230;CONTINUAÇÃO DO POST ANTERIOR&#8230; ( http://4&#215;1.com.br/seattle-parte-1/ ) &#8230;Manhã seguinte era hora de conhecermos bem o downtown de Seattle! Como explicado anteriormente, Seattle é um istmo. (veja &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/seattle-parte-2/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230;CONTINUAÇÃO DO POST ANTERIOR&#8230; ( <a href="http://4x1.com.br/seattle-parte-1/">http://4&#215;1.com.br/seattle-parte-1/</a> )</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;Manhã seguinte era hora de conhecermos bem o <em>downtown</em> de Seattle! Como explicado anteriormente, Seattle é um istmo. (veja post anterior <a title="Seattle Parte 1" href="http://4x1.com.br/seattle-parte-1/" target="_blank">aqui</a> ) Com a proximidade do estuário do oceano Pacífico (a leste da cidade) aos lagos Washington e Union (a oeste da cidade), no ano de 1911 foi construído no canal que conecta o lago ao oceano, um complexo de eclusas (ou <em>locks</em> em inglês), chamado: “<em>Ballard Locks</em>”.</p>
<div id="attachment_2156" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2.-mapa-Seattle.jpg"><img class=" wp-image-2156" title="2. mapa Seattle" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2.-mapa-Seattle-773x1024.jpg" alt="" width="296" height="392" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mapa de Seattle mostrando o Pacífico (a esquerda) e o Lago Washington (a direita), ligado pelo canal onde está o Ballard Locks</p>
</div>
<div id="attachment_2157" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/31.jpg"><img class="size-large wp-image-2157" title="3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/31-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ponte móvel para a passagem de barcos no Ballard Locks</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Além de evitarem que a água do mar invada a água doce dos lagos, as eclusas também permitem a passagem dos barcos na região. Assim, a fim de as eclusas não impedirem a tradicional rota dos salmões no local (que ao final da vida migram de volta do oceano para a água doce, para desovar) foi construída uma espécie de escada ao lado das eclusas, mantendo, assim, o ciclo natural dos peixes.</p>
<div id="attachment_2158" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/41.jpg"><img class="size-large wp-image-2158" title="4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/41-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Barco passando do oceano para o Lago Washignton, através da eclusa</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É muito legal poder ver os salmões subindo canal acima! Só é estranho pensar que em algumas horas seguintes estaríamos vendo os “parentes” daqueles bichinhos expostos no <em>Pike Place Market</em>, e em seguida sendo deliciosamente servidos em nossos pratos! (desculpem-nos os vegetarianos) <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_2159" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/51.jpg"><img class="size-large wp-image-2159" title="5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/51-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Salmões &quot;subindo&quot; de volta para a água doce no Ballard Locks</p>
</div>
<div id="attachment_2160" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/61.jpg"><img class="size-large wp-image-2160" title="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/61-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Salmões no Pike Place Market (o Public Market de Seattle)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós conhecer o <em>Pike Place Market</em>, o famoso mercado público de Seattle que de longe é a atração turística mais visitada da cidade! (chega a receber 9 milhões de visitantes por ano!). O mercado é o mais antigo mercado público dos EUA e recebeu um reforma mais moderna como consequência da queda da Boeing, no início da década de 1970, como estímulo ao turismo (olha a Boeing aí de novo!). O enorme mercado vende frutas, legumes, flores, carnes, peixes e conta com restaurantes e lojas de antiquário e outras coisas mais “hippies”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/71.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2161" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/71-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lá no Pike almoçamos num tradicional restaurante, o Athenian Inn, com vista para a baía e onde, ao final de comermos, descobrimos que em um dos bancos do restaurante, havia sentado o ator Tom Hanks na gravação do filme Sintonia de Amor (<em>Sleepless in Seatle</em>), com a atriz Meg Ryan! Outra curiosidade da região é que, ali no Pike Place Market, fica o primeiro Starbucks! A cidade que possui a sede de gigantes como Boeing, Microsoft e Amazon, também é a terra natal da famosa rede de cafeterias!</p>
<div id="attachment_2162" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/81.jpg"><img class="size-large wp-image-2162" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/81-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas fazem fila para entrar no 1º Starbucks</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Outra atração do centro de Seattle é o Space Needle. Com a crise do pós-guerra causando enormes perdas para a Boeing (de novo ela) e consequentemente para a cidade, governantes foram em busca de uma nova “revitalização” de seu <em>downtown</em>. Com isso, em 1962 a cidade recebe a Feira Mundial (World Fair) e Seattle, seguindo a tendência futurista da feira, resolve então construir a torre, e atual marco da cidade, chamada Space Needle. Nessa mesma “onda” é lançado no mesmo período o monotrem (isso mesmo, aquele do Levy Fidelix! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> ). Saindo de lá, já à noite, fomos atrás do centro musical da cidade. Seattle possui uma notável história musical, pois é local onde nasceu a lenda do rock Jimi Hendrix e o movimento “grunge”, nos quais surgiram a partir de bandas locais, nada mais nada menos, como Nirvana e Pearl Jam!! É também o local onde fizeram carreira Ray Charles e Quincy Jones!! Nada mal hein?!?! Pudemos notar que o estilo clássico do rock e um pouco do movimento grunge ainda estão presentes em alguns bares no bairro <em>Capitol Hill</em>.</p>
<div id="attachment_2163" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/91.jpg"><img class="size-large wp-image-2163" title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/91-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Space Needle &#8211; cartão postal de Seattle</p>
</div>
<div id="attachment_2164" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/101.jpg"><img class="size-medium wp-image-2164" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/101-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">Monotrilho e a Space Needle ao fundo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É&#8230;tanta história!!! E de pensar que em nosso roteiro inicial Seattle era apenas uma cidade de apoio para dormirmos em nosso caminho rumo ao Alasca&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no dia 17 de Setembro chegava o grande dia! É como diz o ditado popular: “Deus ajuda quem cedo madruga”. E assim foi. Às 5h50 a Rebecca nos acorda para irmos com ela numa corridinha pelo bairro. Depois de muito esforço foram somente o André, Gabriel e Nandes. Quase todas as manhãs a Rebecca levanta logo cedo, mesmo com muito frio e escuro, para uma corrida. Em uma das rotas a Rebecca sempre leva uma maçã para dar a um cavalo de uma chácara próxima, que vem correndo comer a fruta e sai feliz galopando de volta para sua baia.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa foi a nossa rota. Voltamos para casa e as 7h30 levanta o Gustavo com a notícia: “chegou o e-mail do Ronald da EPA! A Tanajura está liberada!” Nos arrumamos de pressa e partimos para a alfândega. Procedimentos daqui, papelada de lá, horas e horas e finalmente o Reencontro! Ela estava perfeita! Nem um pequeno arranhão. Abraçávamos ela como se fosse um parente. Era um pedaço do grupo que retornava! Devolvemos o carro alugado e no final do dia voltávamos para casa e&#8230;</p>
<div id="attachment_2167" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/13.jpg"><img class="size-large wp-image-2167" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/13-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tirando a Tanajura do Porto de Tacoma, WA</p>
</div>
<div id="attachment_2168" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/14.jpg"><img class="size-large wp-image-2168" title="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/14-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada da Tanajura à casa dos Valentine &#8211; Expedição 4&#215;1 e Rebecca!</p>
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<p style="text-align: justify;">Mais uma surpresa: a Rebecca havia nos preparado ‘fish tacos’. Os tradicionais tacos mexicanos, mas ainda mais gostosos pois eram recheados com peixe e camarões dentro! Mas a surpresa não parava por ai&#8230; As 20h00, EM PONTO, (que era 0h00 no Brasil), sem que nem desconfiássemos, o James e a Rebecca aparecem com um bolo e velinhas acesas para comemorar o aniversário do André!!! (afinal no Brasil já era o dia 18)! Nem desconfiávamos que eles sabiam do aniversário do André pois não havíamos comentado nada (eles devem ter visto no Facebook). E além do bolo lhe deram uma camiseta do ‘Seattle Seahwaks’, o time de futebol americano da cidade!! Foir algo realmente incrível!! Terminamos a noite assistindo ao <em>Monday Night Footbal</em> (jogo de futebol americano que é transmitido nacionalmente às segundas-feiras, mais ou menos como os nossos jogos de libertadores às quartas-feiras à noite).</p>
<div id="attachment_2169" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/15.jpg"><img class="size-large wp-image-2169" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/15-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Andre com a Jaimie em seu Aniversário surpresa feito pelos Valentine!</p>
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<div id="attachment_2170" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/16.jpg"><img class="size-large wp-image-2170" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/16-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">James, Rebecca e a pequena Jaimie dando a camisa do Seattle Seahawks ao André</p>
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<p style="text-align: justify;">O dia seguinte foi marcado por check-ups e revisões na Tanajura antes da partida para o Alasca. Freios e óleo trocado, rodízio nos pneus e anti-congelante para o radiador; a Tanajura estava pronta pra iniciar a subida rumo ao norte do continente! E nós também compramos algumas coisas que precisaríamos para enfrentar o frio na incrível loja REI – que é focada em esportes de aventura e tem até um guarda florestal dentro para dar orientações de cada parque nacional americano! Voltamos para casa e o James nos levou para tomar umas cervejas em bares típicos locais para celebrarmos o aniversário do André! As tequilas nos deixaram mais “soltos”. A conversa foi até altas horas, muitas risadas e jogo de dardos.</p>
<div id="attachment_2166" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/121.jpg"><img class="size-large wp-image-2166" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/121-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dos jantares na casa dos Valentine junto com a prima da Rebecca, a Kelli</p>
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<p style="text-align: justify;">Acordamos tarde e o mínimo que poderíamos fazer para retribuir tudo o que eles nos fizeram era tentar reproduzir uma refeição brasileira. O mercado brasileiro em Seattle, como esperávamos, não tinha lá muitas opções. E assim o Gustavo cozinhou um strogonoff acompanhado de batata palha e como sobremesa: o tradicional brigadeiro, paçoca e pé-de-moleque!</p>
<p style="text-align: justify;">Quinta-feira, dia 20. Era nosso último dia antes da partida para o Alasca. Estávamos agitados e ansiosos. Finalmente conseguimos ir visitar a fábrica da Boeing, depois de termos que remarcar por conta da retirada da Tanajura. O Gabriel, apaixonado por aviação comercial, estava muito ansioso pela visita – era um sonho de infância sendo realizado. A Boeing ainda mantém suas principais fábricas em Seattle e a visita acontece dentro da maior delas onde são fabricados os modelos 747, 777 e o novíssimo modelo 787 <em>Dreamliner </em>– o mais novo conceito de jatos comerciais com maior eficiência de combustível e alcance, mas que ainda não foi encomendado por nenhuma companhia brasileira.  A visita é muito detalhada e pudemos até ver um 777 encomendado pela TAM em fase final de construção, mas já com o logo pintado. Infelizmente não temos fotos da fábrica pois era proibido câmeras e celulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá extasiados com tamanha complexidade e grandiosidade da fábrica. Mas era hora de voltar a focar no Alasca. Precisávamos fazer uma cópia extra das chaves da Tanajura que o Gabriel havia perdido em uma das paradas policias na Venezuela. Depois de tentarmos na Nissan (que nos EUA nada poderiam fazer, pois os códigos variam em cada país) fomos em um chaveiro comum que possuía uma van “tecnológica”  e ali mesmo, em sua van, foi capaz de fazer o inesperado! Eles conseguiram reproduzir o código da Tana e voilá: possuíamos uma nova chave reserva! Compramos correntes para os pneus em caso de alguma emergência em nevasca e estávamos finalmente prontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos para casa. Arrumamos as malas, tomamos banho e em silêncio cada um de nós partiu para o último sono confortável que teríamos por um bom tempo. O silêncio de cada um mostrava nossa apreensão e respeito com o que estávamos prestes a vivenciar nos próximos dias. Seria o início de uma nova etapa na Expedição. Estávamos prestes a atingir um de nossos principais objetivos depois de ouvir ao longo de tantos quilômetros (e até ali nos EUA) rostos espantados como que diziam: “Alasca?! Vocês estão indo de carro pro Alasca?! Cara que grande aventura! Vocês são loucos!” E em várias locais em Seattle nos alertavam: “Melhor vocês irem logo pois o frio está chegando e, cara, lá o frio não é brincadeira!”</p>
<p style="text-align: justify;">Acordamos bem cedo e a Rebecca nos havia preparado um reforçado café da manhã. Os Valentine são mesmo pessoas fora de série. Arrumamos as coisas na Tanajura e começava a parte mais difícil do dia: a despedida. Sob choros e fotos, Jaimie, Rebecca e James colaram a bandeira americana na Tanajura. Abraços e mais abraços e chegava a hora da partida&#8230;próxima parada já seria na entrada da Alaska Highway&#8230;</p>
<div id="attachment_2171" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/17.jpg"><img class="size-large wp-image-2171" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/17-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rebecca, James e Jaimie colando a bandeira dos EUA na Tanajura!</p>
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<p style="text-align: justify;">E assim foi nossa estada em Seattle, a cidade que hoje reside em nossos corações. Seattle é hoje também nossa casa, pois lá temos pessoas que aprendemos a chamar de família.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/111.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2165" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/111-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Seattle, <strong><a title="Galeria de Fotos - Seattle" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157631794843213/with/8098478109/" target="_blank">clique aqui!</a></strong></p>
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