<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>4x1 &#187; ski</title>
	<atom:link href="http://4x1.com.br/tag/ski/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://4x1.com.br</link>
	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2015 11:46:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.41</generator>
	<item>
		<title>Tanajura ao resgate no lago esmeralda!</title>
		<link>http://4x1.com.br/banff/</link>
		<comments>http://4x1.com.br/banff/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 17:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Athabasca]]></category>
		<category><![CDATA[Banff]]></category>
		<category><![CDATA[Columbia Icefields]]></category>
		<category><![CDATA[estação de esqui]]></category>
		<category><![CDATA[estação de ski]]></category>
		<category><![CDATA[glaciar]]></category>
		<category><![CDATA[glaciares]]></category>
		<category><![CDATA[lago]]></category>
		<category><![CDATA[Lake Louise]]></category>
		<category><![CDATA[ski]]></category>
		<category><![CDATA[snowboard]]></category>
		<category><![CDATA[tanajura]]></category>
		<category><![CDATA[trilha]]></category>
		<category><![CDATA[Vancouver]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://4x1.com.br/?p=2680</guid>
		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 18/10/2012 a 20/10/2012 * Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/banff/">Read more &#187;</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br/banff/">Tanajura ao resgate no lago esmeralda!</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br">4x1</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Ficha 4&#215;1</strong><strong></strong></h3>
<h4><strong>Data:</strong> 18/10/2012 a 20/10/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Vancouver, British Columbia – Canadá</p>
<p><strong>Distância total: </strong>845 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Irwin’s Mountain Inn.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> Lake Louise e, claro, a nossa heroína Tanajura!</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final: </strong>Banff, Alberta – Canadá</p>
<p><strong>Tempo de viagem: </strong>aprox. 15 horas*</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Um fondue completo!!!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O clima com muita neve e neblina que nos atrapalhou na chegada e na visita ao Columbia Icefields.</p>
</div><div class="clear"></div><p>* Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Vancouver pela Trans-Canada Highway e seguimos, basicamente, por ela até Banff (BC-1 E, BC-3 E, BC-5 N, BC 1 E, AB 1)</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Nossa companheira Tanajura foi mais uma vez colocada à prova e sua força descomunal não desapontou! Dessa vez foi a região dos lagos Canadenses, um dos principais cartões postais do país, que testemunhou o heroísmo da nossa amiga e nos contemplou com uma das mais belas trilhas pela neve da Expedição até aqui.</em></p>
</blockquote>
<div id="attachment_2796" style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30.jpg"><img class=" wp-image-2796" title="30" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30-682x1024.jpg" alt="" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas nevadas ao redor do magnífico Lake Louise, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo e radiador no nível, pneus checados, tanque cheio e café da manhã tomado. Tudo pronto!  Partimos de Vancouver rumo ao Parque Nacional de Banff por volta das 11h, após nos despedirmos do Caio que muito bem nos acolheu e tornou-se grande amigo de todos nós! Após algumas horas na estrada parávamos na pequena cidade de Mittier para o almoço. Para nossa surpresa quase todos os restaurantes eram de culinária japonesa ou chinesa! Não sabíamos até então, mas a proximidade com os países orientais pelo Pacífico trouxe uma grande leva de imigrantes (pós-Segunda Guerra Mundial) fazendo com que a costa oeste do Canadá se tornasse uma grande colônia de japoneses, chineses, tailandeses entre outras descendências orientais. Logo, comer comida japonesa, diferente do Brasil, é algo muito barato! E assim foi nosso almoço: um <em>bento</em> (combinado de comida japonesa que naquele restaurante vinha com misoshiru, tempurá, guioza, califórnia roll, arroz e frango teriaki grelhado! – tudo por menos de 11 dólares!)</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa intenção em Banff era acampar, mas logo na estrada teríamos os primeiros sinais de que isso não seria algo muito agradável. Acontece que, logo após o pôr-do-sol, a neve começava a apertar e pouco mais de 6 horas de estrada, após o almoço, parávamos para nossa segunda e última refeição do dia. A temperatura do nosso termômetro – que compramos lá no Alasca – apontava a temperatura abaixo dos 4 graus Celsius. Entramos numa lanchonete Canadense que não tinha nada de especial, mas que os preços dos sanduíches eram bons – inclusive se comparado com os do Mc Donald’s, que nos EUA e Canadá são praticamente de graça! Aproveitamos a internet do local e confirmamos o que prevíamos: haveria neve nos próximos 2 ou 3 dias e as temperaturas alcançariam mínimas de até -7°C. Não dava para acampar, teríamos que reservar um alojamento. Nossa sorte é que estávamos chegando a Banff justamente no intervalo entre as altas estações e os preços estavam bem negociáveis. Sendo assim, conseguimos um hotel de boa qualidade pelo preço de um motel de beira de estrada dos EUA! Hospedagem resolvida, seguimos para a estrada.</p>
<div id="attachment_2799" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31.jpeg"><img class="size-large wp-image-2799" title="31" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31-1024x768.jpg" alt="" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve pesada nos acompanhou por longos kilômetros nos dias que passeamos pelas Montanhas Rochosas Canadenses!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A neve, no entanto, não perdoava! Carros e caminhões começaram a andar em filas como em um comboio. A neve que batia no para-brisa logo congelava e o limpador deveria estar no máximo para evitar acúmulo de neve no vidro. Nossa velocidade máxima: 65 km/h! E assim, devagarinho, chegávamos a Banff por volta das 2h30 da manhã. Quase 15 horas depois que saímos de Vancouver!</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, claro, acordamos um pouco tarde. Estávamos exaustos de tanta estrada! Tomamos café e por volta das 11h30 saímos para <em>Lake Louise</em> (Lago Louise) – o belíssimo lago cor de esmeralda, cercado por altas montanhas – uma das principais atrações da região do parque de Banff e um dos principais destinos turísticos do Canadá. Lake Louise fica a aproximadamente 40 min (58 km) do centro de Banff.</p>
<div id="attachment_2798" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315.jpg"><img class="size-large wp-image-2798" title="31,5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Saindo de Banff em direção ao Lake Louise. Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2797" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314.jpg"><img class="size-large wp-image-2797" title="31,4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve já dava um tom &quot;natalino&quot; à aconchegante cidade de Banff &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando lá passamos no centro de informações turísticas para ver quais eram as melhores trilhas e o que ainda estava aberto. Mas, se demos sorte com o hotel (por estarmos em baixa estação), não demos a mesma sorte com as atividades a fazer por lá. O que acontece é que, em boa parte do Canadá (e também na região norte dos EUA) a maioria dos parques possuem duas altas estações: o verão – quando se pratica, obviamente, esportes de verão, tais como: trilhas, passeios a cavalo, montanhismo, caiaque, canoagem, etc.; e o inverno, que é quando os esportes mais praticados são esqui, snowboard e o <em>cross-country ski</em> (uma espécie de trilha usando-se esquis para andar longas distâncias pela neve). Dessa forma, no outono, (época em que cruzamos boa parte desses parques) a neve e o frio pesado impedem a prática da maioria dos esportes de verão (as próprias empresas não oferecem mais aquelas atividades) e a quantidade de neve ainda não é suficiente para práticas de esportes de neve. Sendo assim, algumas trilhas que levam a alguns dos lagos na região de <em>Lake Louise </em>já estavam fechadas por conta da neve. E as que se encontravam abertas tinham tanta neve que deveriam ser feitas com cautela. Recomendações ouvidas e mapas em mão, seguimos para o estacionamento próximo à trilha principal, ao redor do famoso lago! Mas não sabíamos o que estava por vir&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2795" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29.jpg"><img class=" wp-image-2795" title="29" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um visual incrível: as altas Montanhas Rrochosas, a neve e as águas cristalinas do Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">&#8230;Uma jovem de Hong Kong que estava com a mãe e a irmã a turismo pelo Canadá vinha descendo uma curva na saída do estacionamento do parque e perdeu o controle do Ford Fiesta que conduzia. Quando passamos por ali vimos o carro caído em uma vala e família preocupada, do lado de fora. Não aconteceu nada a elas, mas o carro ficou inclinado na vala, no meio da neve, e não conseguia sair de jeito nenhum. Saímos para tentar ajudá-las, mas, em um primeiro momento, como não sabíamos direito o que fazer, tentamos o “básico”: tirar o carro empurrando, enquanto alguém acelerava. Entretanto, como o carro não tinha tração por conta da na neve, ele patinava e cada vez caia mais no atoleiro. Além disso, a cada tentativa ele ficava mais próximo de acertar as árvores que estavam ao lado da vala.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi aí que pensamos em usar nossos equipamentos de resgate! A primeira coisa que fizemos foi tentar tirar o carro usando a prancha de desatolamento. Retiramos o excesso de neve embaixo do carro, cavamos um pequeno buraco embaixo das rodas para fincar as pranchas, aceleramos e&#8230; Nada! Sem tração nas rodas traseiras o carro só patinava na neve. Estávamos com muito medo que o carro viesse a tombar de lado com nossas tentativas e, então, decidimos parar. Mas as moças estavam desesperadas, pois o carro era alugado e elas deveriam chegar à noite em uma cidade a 8 horas de Banff para pegar um voo na manhã seguinte.  Já havia se passado mais de 1 hora desde o momento que chegamos ali, os únicos socorros mecânicos disponíveis na cidade estavam ocupados e levariam várias horas para chegar ao local. Elas pediram para tentarmos o que fosse necessário e que não nos importássemos com o que pudesse acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Tínhamos então duas alternativas: puxar o carro usando o guincho ou a cinta de resgate. O problema é que o carro não possuía um gancho de resgate nem na parte traseira, nem na dianteira, muito comum nos carros 4&#215;4. Nem tampouco havia um ponto de apoio para prenderemos o guincho, tornando inviável o seu uso. (Um guarda do parque que passou pelo local 15 minutos antes, nos informou que para usar o guincho nesses tipos de carros era necessário um gancho especial, o qual não possuíamos)</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem. Nossa última opção pra tirar o carro da vala seria usar a cinta de resgate amarrada em algum lugar do carro. Mas antes, decidimos mover o carro um pouco para frente. Queríamos deixá-lo num ponto mais plano para não correr o risco de capotá-lo na hora do tranco. Friozinho na barriga! Bom, com o carro mais ou menos alinhado, amarramos a cinta ao eixo das rodas traseiras do Fiesta e prendemos a outra ponta no nosso gancho – na parte traseira da Tanajura. Com medo da Tanajura também derrapar devido ao excesso de gelo na pista e do peso do outro veículo a ser tracionado, posicionamos ela na parte de subida da pista, que possuía menos gelo. Era a hora da verdade. Tínhamos quase certeza que seria impossível tirar um veículo de quase 1 tonelada da neve, ainda mais com a Tanajura estando numa subida&#8230; com gelo!!!</p>
<div id="attachment_2794" style="width: 528px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg"><img class=" wp-image-2794" title="28" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg" alt="" width="518" height="345" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cinta de segurança amarrada com uma ponta no eixo traseiro do Fiesta e a outra na Tanajura!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2793" style="width: 513px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg"><img class=" wp-image-2793" title="27" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg" alt="" width="503" height="335" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura pronta para a tentativa de rebocar o Fiesta da neve! Nós, com um friozinho na barriga! :)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós para mais um “teste”. Ligamos a tração reduzida, controle de embreagem&#8230;. e&#8230; deu certo!!! Em instantes a Tanajura com sua força “descomunal” arrastava o carro para fora da vala patinando na neve como se fosse um brinquedinho!!! Mais legal ainda foi ver a felicidade das moças que pulavam e nos abraçavam de alegria! Elas vieram até nós e disseram que iriam nos pagar um almoço pelas longas horas que ficamos ali (foram mais ou menos umas 2 horas). Dissemos que não era necessário, pois inclusive estávamos com um pouco de pressa para fazermos a trilha antes que ficasse tarde demais. Depois de muito insistirem aceitamos. O mais engraçado é que a mãe disse que a filha é quem iria pagar, pois era a responsável por elas terem caído na vala! Hahahaha <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_2792" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26.jpg"><img class="size-large wp-image-2792" title="26" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura &quot;salva a pátria&quot;!!! O Fiesta sai pra fora da vala e as moças de Hong Kong celebram conosco!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Comemos, conversamos bastante com elas, tiramos fotos juntos e seguimos finalmente para o Lake Louise. Ou melhor, tentamos seguir, pois antes um Canadense nos abordou para perguntar sobre a Expedição. Ele havia feito uma viagem do Canadá até a Argentina e ficou encantado com nosso roteiro! Tirou foto do carro e tudo mais. Aproveitamos para pedir-lhe para colar o adesivo do Canadá na Tanajura!</p>
<div id="attachment_2790" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25.jpg"><img class="size-large wp-image-2790" title="25" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura toda se achando!! As moças de Hong Kong fizeram questão de tirar uma foto com ela!!! :)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2789" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24.jpg"><img class="size-large wp-image-2789" title="24" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O simpático Canadense que ficou orgulhoso de colar a bandeira de seu país na Tanajura!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando à trilha&#8230; Chegamos ao Lake Louise já mais de 16h30 para iniciarmos uma belíssima trilha ao redor do lago. Com pouco tempo, nos restringimos a fazer metade da subida que atinge o ponto mais alto do lago. Lake Louise recebeu esse nome em homenagem a uma das filhas da Rainha Victória (do Reino Unido): a princesa Louise Caroline Alberta (que também deu nome ao estado o qual o lago faz parte &#8211; Alberta). Circundado por inúmeras montanhas nevadas e pelo elegante “The Fairmont &#8211; Chateau Lake Louise”, o lago é realmente encantador. Ficamos ali imaginando como seria ele com o céu aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a maior ocupação e desenvolvimento dessa região – de Banff e Lake Louise – se deu por conta da construção da <em>Canadian Pacific Railway</em> (<em>CPR</em> &#8211; Companhia Ferroviária Canadense), por volta de 1880, com a intenção de conectar as principais cidades do país à Leste, até a British Columbia, à Oeste. A forte conexão que o país ainda possuía com o Reino Unido fez com que o nome de muitas de suas cidades e paisagens naturais fossem remetidos as daqueles países. Curioso também é que ambas Banff e Lake Louise estão entre as cidades mais altas do país. E, devido a pouca tradição do Canadá para atividades de montanhismo naquela época, alpinistas suiços foram contratados pela Companhia Ferroviária Canadense para estimular (de forma mais segura) o turismo ali nas Montanhas Rochosas! Bom negócio para a Companhia Ferroviária e também para os alojamentos que recebiam tanto os construtores das ferrovias, quanto os turistas que começavam a visitar os parques!</p>
<div id="attachment_2788" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23.jpg"><img class="size-large wp-image-2788" title="23" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel pagando de &quot;fortão&quot; em frente ao Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2787" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22.jpg"><img class="size-large wp-image-2787" title="22" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cor esmeralda do Lake Louise que dá até vontade de pular!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2786" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21.jpg"><img class="size-large wp-image-2786" title="21" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas refletindo no Lake Louise de forma simétrica!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2785" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20.jpg"><img class="size-large wp-image-2785" title="20" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada no congelado Mirror Lake depois de 40 min. subindo pela trilha nevada ao redor do Lake Louise!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2784" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19.jpg"><img class="size-large wp-image-2784" title="19" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19-1024x686.jpg" alt="" width="423" height="283" /></a>
<p class="wp-caption-text">O luxuoso Chateau Lake Louise bem em frente ao lago! Só não é tão confortável quanto nossas barracas!!! hahaha</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2783" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18.jpg"><img class="size-large wp-image-2783" title="18" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mesmo após o por do sol o Lake Louise mostra seu charme refletindo a paisagem ao seu redor!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos para Banff famintos! Aí decidimos “abrir a mão”, né?! Afinal, não havíamos pagado o almoço&#8230; hehehe Fomos jantar em um dos mais típicos restaurantes de fondue de Banff, que inclusive havia sido fortemente recomendado pelo Rodrigo e a Ana (do <a title="Site do casal Rodrigo e Ana da Expedição 1000 dias pelas Américas" href="http://www.1000dias.com/" target="_blank">1000dias</a>): o Grizzly House. Excelente!! O lugar estava lotado. Comemos uma refeição completa que contava com: creme de cebola e fondue de queijo de entrada, fondue de carnes como principal e frutas no chocolate derretido como sobremesa. De longe o melhor fondue que já comemos em nossas vidas!</p>
<div id="attachment_2782" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17.jpg"><img class="size-large wp-image-2782" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17-1024x681.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Abrindo a carteira e tirando a barriga da miséria no delicioso Grizzley House em Banff, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte decidimos explorar um pouco mais ao norte para visitar de perto os glaciares! Acordamos cedo e partimos para um dos principais campos de gelo do país: o <em>Columbia Icefields</em>. Situado há 185 km de Banff e no caminho para o parque de Jasper (mais ao norte) o Columbia alimenta 8 grandes glaciares. Mas logo na saída de Banff a forte neve indicava que a tarefa não seria muito fácil. Pegamos uma forte nevasca nos primeiros 40 km de estrada, mas ela diminuia gradativamente. A neve diminuiu bastante até que o tempo clareou por volta das 13h30. Uma placa na estrada sinalizava que as condições até o <em>Columbia Icefields</em> não eram boas, então reduzimos bastante a velocidade. Era um visual incrível. Lagos e rios, em um tom azul opaco, se misturavam em meio às altas montanhas com seus grandes campos de gelo eterno. Um corvo encarando a Tanajura foi o único animal que vimos por ali.</p>
<div id="attachment_2781" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16.jpg"><img class="size-large wp-image-2781" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura tomando muuuita neve a caminho do Columbia Icefields &#8211; Alberta, Canadá!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2780" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15.jpg"><img class="size-large wp-image-2780" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve deu uma trégua e pudemos contemplar a beleza do caminho rumo aos glaciares! (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2779" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14.jpg"><img class="size-large wp-image-2779" title="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um corvo resolveu &quot;encarar&quot; a Tanajura!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma hora mais a frente, já quase chegando ao Columbia, vimos alguns carros caidos para fora da pista. Haviam patinado na neve que dominava a estrada. Mas dessa vez havia uma equipe de resgate no local! A Tanajura respirou aliviada e seguiu sua tarefa com grande maestria. Chegamos ao principal glaciar do <em>Columbia Icefields, </em>o glaciar Athabasca! Mas, infelizmente, sentimos certa desilusão: mesmo a apenas algumas centenas de metros de distância, a neblina impedia que víssemos o glaciar com maior clareza. Demos uma volta a pé pela neve, na tentativa de chegarmos mais próximo ao glaciar. Mas pouca coisa mudou. Pudemos ao menos sentir na pele que não é brincadeira a realidade de uma região marcada por neves eternas. Devagarinho conduzimos a Tanajura de volta e cruzamos com uma simpática família de caprinos montanheses que ficaram com cara de interrogação, imaginando que bicho era a Tanajura! hahaha</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2777" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13.jpg"><img class="size-large wp-image-2777" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dentre os 4 carros que haviam saído pra fora da pista e caído na vala a caminho do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2776" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12.jpg"><img class="size-large wp-image-2776" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Com os carros sendo rebocados o trânsito ficou um pouco mais lento na região</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2775" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11.jpg"><img class="size-large wp-image-2775" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada ao glaciar Athabasca dentro do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2774" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10.jpg"><img class="size-large wp-image-2774" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neblina e o tempo nublado atrapalharam nosso visual do glaciar Athabasca (ao fundo da Tanajura, entre as montanhas)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2773" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9.jpg"><img class="size-large wp-image-2773" title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhamos 20 min na trilha coberta por neve para uma última tentativa de ver o glaciar Athabasca mais de perto. Sem muito sucesso :(</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2772" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8.jpg"><img class="size-large wp-image-2772" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao menos uma simpática família de caprinos vieram nos dar tchau antes do retorno à Banff! hahaha</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2771" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2770" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6.jpg"><img class="size-large wp-image-2770" title="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Inúmeras placas ao longo do caminho indicavam que muito comércio, postos, áreas de camping, etc. já estavam fechados por conta do inverno!</p>
</div>
<p>Era nossa última noite em Banff e depois de tanta neve e sanduíches de presunto (iguais ao do Chaves!) precisávamos mesmo de um banho quente e um bom vinho canadense! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2769" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5.jpg"><img class="size-large wp-image-2769" title="5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura amanhece com umas &quot;estalagtites&quot; de gelo em manhã de muito frio, antes da partida de Banff (Alberta, Canadá)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2768" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4.jpg"><img class=" wp-image-2768" title="4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4-674x1024.jpg" alt="" width="296" height="449" /></a>
<p class="wp-caption-text">O adeus à simpática cidade de Banff em Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>Para ver ainda mais fotos da nossa passagem por Banff e Lake Louise, <a title="Fotos Banff e Lake Louise, Alberta - Canadá" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632135891944/" target="_blank">clique aqui</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br/banff/">Tanajura ao resgate no lago esmeralda!</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br">4x1</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://4x1.com.br/banff/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Whistler – Charmosa, Sofisticada e Cheia de Aventuras</title>
		<link>http://4x1.com.br/whistler/</link>
		<comments>http://4x1.com.br/whistler/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 19:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[bike]]></category>
		<category><![CDATA[crepe]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[esportes ao ar livre]]></category>
		<category><![CDATA[estação de ski]]></category>
		<category><![CDATA[montanha]]></category>
		<category><![CDATA[mountain bike]]></category>
		<category><![CDATA[olimpiadas de inverno]]></category>
		<category><![CDATA[outdoor]]></category>
		<category><![CDATA[resort]]></category>
		<category><![CDATA[ski]]></category>
		<category><![CDATA[whistler]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://4x1.com.br/?p=2559</guid>
		<description><![CDATA[<p>Whistler – Charmosa, Sofisticada e Cheia de Aventuras Ficha 4×1 Data: 9/10/2012 à 12/10/2012 Saímos de: Prince Rupert, BC – Canadá Destino: Whistler, BC – &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/whistler/">Read more &#187;</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br/whistler/">Whistler – Charmosa, Sofisticada e Cheia de Aventuras</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br">4x1</a>.</p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Whistler – Charmosa, Sofisticada e Cheia de Aventuras</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4×1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>9/10/2012 à 12/10/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de: </strong>Prince Rupert, BC – Canadá</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino:</strong> Whistler, BC – Canadá (com parada para dormir em Prince George, Canadá).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância:</strong> Total: 1.370 km. De Prince Rupert até Prince George foram 725 km, e de Prince George até Whistler foram mais 645 km.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>Prince Rupert – Prince George: 11:00 horas, incluindo parada para almoço e outras paradas rápidas. Prince George – Whistler: 10:30 horas, incluindo paradas para almoço e combustível.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> O primeiro trecho foi feito na Trans-Canada Hwy/Yellowhead Hwy/E/BC-16 E, sempre seguindo as placas para Prince George. Depois seguimos pela Cariboo Hwy/BC-97 S. Nos 200km finais, dirigimos pela BC-99 S (74.6km), Duffey Lake Road (80.5km), sendo o último trecho feito na Sea-to-Sky Hwy (32km). Vale a pena destacar que a estrada é uma atração por si só, com lagos coloridos, montanhas nevadas e animais selvagens ao longo do trajeto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos: </strong>Depois de muito procurar um lugar para acampar, resolvemos encarar um estacionamento público. Fomos para o estacionamento número 5 do centro da cidade, o mais afastado de todos e conseguimos encontrar uma cobertura, que estava semi cheia de areia, em função da obra que estava sendo feita no estacionamento. A outra metade era o espaço perfeito para a Tanajura. Em Prince George, dormimos no estacionamento de um Hotel Cassino e ainda conseguimos uma conexão de internet na faixa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente: </strong>Crepe do Crepe-Montagne, no centrinho de Whistler. Tomamos café da manha lá, onde experimentamos diferentes sabores de crepe, em um ambiente agradável, a um preço razoável para os níveis da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio: </strong>A trilha que fizemos ao redor da estação de trem, passando pelo Alta lake e Green lake.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho: </strong>A cidade oferece inúmeras atividades outdoor, sendo um polo turístico para quem busca adrenalina ao ar livre. Inclusive, sediou, juntamente com Vancouver, os jogos olímpicos de inverno em 2010. Porém, foi uma pena termos passado por lá fora de estação.</p>
<p style="text-align: justify;">Whistler – Charmosa, Sofisticada e Cheia de Aventuras</p>
<p style="text-align: justify;">Charmosa e agitada, Whistler é uma cidade com bastante gente jovem, em busca de aventura, natureza e sofisticação. Sua popularidade como uma das principais estações de esqui ganhou força depois de sediar as olimpíadas e para-olimpíadas de inverno em 2010. Mas seja no inverno, ou no verão, as atividades e esportes ao ar livre estarão presentes e atendem as todas as idades.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 15 dias nos aventurando pela vida selvagem do Alasca, estávamos de volta à vida mais urbana. Havíamos chegado em Whistler, uma cidade de aproximadamente 14.000 habitantes, localizada 125 km ao norte de Vancouver, e conhecida principalmente por suas estações de esqui e resorts. Para contar um pouco da história mais antiga de Whistler, precisamos voltar a milhares de anos atrás, muito antes da ocupação européia. Em função de sua riqueza de recursos naturais e vida selvagem, era um importante ponto de parada no caminho que ligava Squamish e Lil’wat, dois importantes povoados da região, sendo que algumas dessas trilhas são mantidas até hoje. Mas foi a partir de 1914, que essa bela cadeia de montanhas nevadas começou sua trajetória de fama até os dias de hoje, sendo reconhecida mundialmente como uma das melhores estações para esquiar. Tudo começou em 1914, com dois irmãos que, com tino para o negócio, resolveram investir na região e contruíram um alojamento que rapidamente tornou-se base para trabalhadores de minas e florestas, ao lado de Jásper e Banff, ao norte da cidade. Com o passar do tempo, por volta de 1950, outros alojamentos foram construídos na região, mais próximos de Whistler, para satisfazer a demanda de turistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas diferente do que você deve estar pensando, a popularização se deu inicialmente por suas atividades de verão, tendo a pesca como o principal atrativo. Apenas em 1960 é que Whistler entraria no hall das principais estações de esqui, após ser selecionada para sediar as olimpíadas de inverno em 1968. Em função disso, a infra-estrutura do local deu um salto, tendo por exemplo a distância até Vancouver encurtada de 6 horas para 2 horas. A abertura oficial da estação de esqui se deu em 1965. Em 1980 foi inaugurada a Blackcomb, montanha vizinha a Whistler, formando um dos maiores complexos de esqui das Américas. A estação continuou se desenvolvendo, recebendo prêmios e turistas de todo mundo até que em 2003, foi selecionada para sediar as olimpíadas de inverno de 2010. A partir daí, estava consagrada como um santuário dos esportes outdoor, onde também se podem incluir os esportes de verão , como mountain bike e rafting, além de possuir o maior teleférico do mundo em termos de comprimento e altura da gondola (3.024 metros de comprimento e 415 metros de altura no ponto de maior elevação), inaugurado em 2008, ligando as montanhas Whistler e Blackcomb.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao desembarcamos do ferry boat em Prince Rupert, ainda tínhamos um longo caminho até nosso destino final, que poderia ser Whistler ou Vancouver (neste caso pularíamos Whistler). Vale a pena destacar que o trajeto, que durou 2 dias é uma atração por si só, com lagos coloridos, montanhas nevadas e animais selvagens ao longo do trajeto. Em uma das paradas para almoço, montamos nossa mesinha no estacionamento do supermercado para matar a fome com o frango recém-comprado no próprio mercado.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2560" class="wp-caption aligncenter" style="width: 433px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2118.jpg"><img class=" wp-image-2560" title="IMG_2118" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2118-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Parada para almoço no estacionamento do supermercado, em Smithers.</dd>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 433px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2123.jpg"><img title="IMG_2123" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2123-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Lynx com olhar desconfiado, entre Prince Rupert e Prince George</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nossa ida para Whistler se deu muito por causa da indicação da Marjorie, uma amiga que fizemos no trajeto de barco de Belém para Manaus e que morou em Vancouver por 13 anos. A decisão de ir para Whistler também implicava em utilizar o único dia que teríamos tempo bom, com sol, lá em Whisler e não em Vancouver, já que a previsão do tempo para os próximos dias era de chuva para ambas as cidades. Valeu a pena. Como sempre fazemos quando chegamos em lugares com centro de informação turístico, fomos lá conhecer as principais atividades oferecidas na cidade. Apesar da época que estivemos por lá ser um “entre estações”, ainda havia diversas opções. Por sinal, o centro de informações de Whistler era extremamente profissional, no sentido de ser prático, com todas informações na ponta da língua, todos contatos das empresas que oferecem os diversos tipos de passeio disponíveis e até um guichê no qual era possível agendar a atividade já dali do centro de informação. Uma mão na roda. Ficamos interessados no rafting e no passeio de bike, mas Whistler não é um lugar barato e preferimos poupar naquele momento. Por ser uma cidade para atividades ao ar livre, optar fazer uma longa caminhada ao redor dos lagos Alta e Green, passeamos por uma trilha onde muitas pessoas pedalavam, cruzamos o trilho do trem e fomos até a estação de trem que estava fechada até a temporada reabrir.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2575" class="wp-caption aligncenter" style="width: 433px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2247.jpg"><img class="size-large wp-image-2575" title="IMG_2247" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2247-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Alta Lake</dd>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2565" class="wp-caption aligncenter" style="width: 433px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2152.jpg"><img class="size-large wp-image-2565" title="IMG_2152" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2152-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Caminhada pelo Alta Lake</dd>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2216.jpg"><img class="wp-image-2574 aligncenter" title="IMG_2216" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2216-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de uma das trihas, encontramos um parque bastante aconchegante, bem aberto, onde inúmeras pessoas passeavam e brincavam com seus cães. Com as pernas já cansadas, aquele gramado denso e verdinho nos convidou para uma gostosa soneca, que durou cerca de 30 minutos.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter" style="width: 433px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2207.jpg"><img title="IMG_2207" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2207-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Parada para soneca no gramado</dd>
</dl>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2573" class="wp-caption aligncenter" style="width: 433px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2213.jpg"><img class="size-large wp-image-2573" title="IMG_2213" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2213-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Cão mergulhador pegando o disco no ar</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao terminarmos a trilha, já no fim do dia, voltamos ao centro comercial e fomos até os anéis, que simbolizam as olimpíadas de inverno sediada em 2010, para algumas fotos.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2577" class="wp-caption aligncenter" style="width: 433px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2271.jpg"><img class="size-large wp-image-2577" title="IMG_2271" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_2271-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Centro comercial de Whistler</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Isso nos fez lembrar que em breve seremos nós hospedando o mundo inteiro, tanto para a Copa do Mundo, quanto pelas Olimpíadas, sendo a segunda quase que sempre lembrada pelos canadenses e norte-americanos quando interagimos e falamos que somos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora de achar um local para dormir foi uma maratona. Não queríamos gastar para nos hospedar e lutamos para descobrir um local seguro para abrir nossas barracas. Depois de quase duas horas, batendo na porta de hospital, correio, mercado, fomos aconselhados a utilizar o estacionamento público mais afastado possível, afinal era aberto e qualquer um poderia aparecer por ali. Fomos para o estacionamento 5 do centro da cidade, já por volta das 10 da noite. Havia alguns carros parados e uma espécie de garagem com 2 vagas que estavam sendo utilizadas para armazenar os materias da obra que ocorria ali ao lado. Um deles possuía areia até a metade. A outra metade era o espaço ideal para a Tanajura e foi onde passamos a noite.</p>
<div id="attachment_2646" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Noite.jpg"><img class="size-large wp-image-2646" title="Noite" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Noite-1024x768.jpg" alt="" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Lugar que encontramos para passar a última noite em Whistler</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acordamos no dia seguinte com chuva, conforme esperado, fizemos o rápido e de praxe café da manha na tampa traseira da tanajura e seguimos rumo a Vancouver.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos da nossa passagem por Whistler, <strong><a title="Galeria de Fotos - Whistler" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632107356645/" target="_blank">clique aqui!</a></strong></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br/whistler/">Whistler – Charmosa, Sofisticada e Cheia de Aventuras</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://4x1.com.br">4x1</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://4x1.com.br/whistler/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Database Caching 3/7 queries in 0.076 seconds using disk
Object Caching 963/965 objects using disk

 Served from: 4x1.com.br @ 2026-06-19 00:32:03 by W3 Total Cache -->