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	<title>4x1 &#187; México</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Maias, Espanhóis e a Cultura Yucateca</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 13:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Chichen Itza]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Yucateca]]></category>
		<category><![CDATA[maias]]></category>
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		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>
		<category><![CDATA[Pirâmide de Kulkucán]]></category>
		<category><![CDATA[Valladolid]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 06/01/2013 à 08/01/2013 Trajeto: Tomamos a Carretera Mexico 180, passando por Valladolid. O Norte do Yucatán – Mérida e Chichén Itzá Encontramos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/yucatan/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 06/01/2013 à 08/01/2013</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> Cancun, Quintana Roo &#8211; México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 307 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos: Estacionamento de hotel à beira da estrada. </b>Mais uma vez o &#8220;papo de carretere&#8221; deu certo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio: As ruínas de Chichén Itzá&#8230;</b>muito bem conservadas e impressionantes</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Mérida, Yucatán &#8211; México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> +- 5 horas,  parando em Chichen Itza</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom: Diversos pratos típicos da culinária yucateca&#8230; </b>pollo pibil, poc-chuc e outras delícias</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho: Chegamos atrasados&#8230;</b>não conseguimos entrar no cenote das ruínas de Chichen Itza, porque atrasamos no caminho</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto: </b>Tomamos a Carretera Mexico 180, passando por Valladolid.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O Norte do Yucatán – Mérida e Chichén Itzá</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Encontramos no norte do Yucatán, um povo que preserva com muito orgulho suas tradições. Guardam<b> </b>uma rica herança da civilização maia e também costumes trazidos pelos espanhóis. Conhecer a região é como experimentar um pouco do passado e dessa mistura cultural.<b></b></i></p>
<p style="text-align: justify;">Em mais uma das andanças em nossas “férias” na Península do Yucatán, partimos do nosso QG em Cancun em direção à capital e maior cidade do estado de Yucatán: Mérida. Fundada em 1542 sobre as ruínas da cidade maia de T&#8217;Hó, a cidade hoje conta com cerca de 800 mil habitantes e é uma das mais culturais de todo México.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2112.jpg"><img alt="IMG_2112" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2112-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O banco dos namorados, em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A viagem de cerca de 310 km teve direito a umas paradas interessantes no caminho. A primeira foi na cidade de Valladolid, onde fizemos um almoço. A cidade é bastante convidativa para um passeio, com um ar aconchegante diante das ruas em arquitetura colonial. Resistimos à tentação e seguimos viagem, uma vez que pretendíamos chegar na próxima parada em tempo hábil. Esta era Chichén Itzá, uma das mais famosas e bem preservadas ruínas da civilização maia em toda península.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2200.jpg"><img alt="IMG_2200" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2200-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pracinha tranquila, comum nas cidades coloniais do Yucatán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Como era de se esperar, chegamos atrasados nas ruínas, de maneira que entramos na sua última hora de funcionamento (a partir das 16 horas) sem pagar as entradas. Acabamos tendo que apelar para uma visita relâmpago, buscando os principais pontos de interesse dentro do sitio arqueológico.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1986.jpg"><img alt="IMG_1986" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1986-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Pirâmide de Kulkucan, em Chichén Itzá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chichén Itzá funcionou como centro político e econômico da civilização maia, oferecendo várias edificações em um projeto arquitetônico de cidade que impressiona por sua complexidade. Estrturas como a pirâmide de Kukulkán, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros estão em ótimo estado depois de tanto tempo. Estima-se que Chichén-Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455 a.C.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1850.jpg"><img alt="IMG_1850" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1850-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Suntuosa e impressionante</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Perdemos alguns pontos importantes que gostaríamos bastante de conhecer como o Cenote e Juego de Pelota, mas o que pudemos ver ainda que rápido foi impressionante.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1957.jpg"><img alt="IMG_1957" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1957-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruínas muito bem preservadas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos com a Tanajura para nosso destino final, Mérida. Mais uma vez, conseguimos um estacionamento de hotel para passar nossas noites nas barracas. Este esquema tem funcionado muito bem nesses últimos dias de México.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2217.jpg"><img class=" " alt="IMG_2217" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2217-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O estilo colonial de Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não se precisa de muito tempo na cidade para identificar a tríplice jóia de sua coroa: arquitetura, gastronomia e música. Tudo isso em contexto histórico e cultural extremamente rico. Mérida foi por um tempo o centro do poder espanhol nos tempos coloniais, que se sobrepôs à resistência maia depois de anos de conflito.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2438.jpg"><img alt="IMG_2438" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2438-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Monumento em homenagem aos maias</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma visita ao Pálacio Municipal, na Plaza Grande, é um convite a mergulhar na história da cidade e do México, através de imensos murais pintados por todo o edifício. Na mesma praça está localizada a Casa Montejo, antiga moradia da família ligada à fundação da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2250.jpg"><img alt="IMG_2250" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2250-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tudo muito colorido no centro da cidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2210.jpg"><img alt="IMG_2210" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2210-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma das diversas igrejas coloniais de Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O centro histórico é repleto de belas construções em torno das suas ruas de paralelepípedo. A arquitetura colonial muito bem preservada é um convite a uma caminhada sem compromisso pela cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2341.jpg"><img alt="IMG_2341" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2341-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao lado do Palácio Colonial, arte moderna se inspira nas tradiçoes indígenas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2083.jpg"><img alt="IMG_2083" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2083-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igrejas se espalham por toda a cidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2236.jpg"><img alt="IMG_2236" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2236-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Dentro do Palácio Colonial, murais representam marcos das hisória mexicana e yucateca</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2255.jpg"><img alt="IMG_2255" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2255-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Lendas também fazem parte dos murais</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No caminho, diversos restaurantes evidenciam a culinária única da cultura yucateca. Como não poderia deixar de ser, a cozinha apresenta uma mistura de sabores europeus e maias, sendo o milho um ingrediente crucial. Experimentamos uma grande variedade de pratos típicos (pollo pibil, poc-chuc e outros) no Restaurante La Chaya Maya, uma delícia!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2353.jpg"><img alt="IMG_2353" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2353-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Experimentamos os sabores da culinária locañ</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2356.jpg"><img alt="IMG_2356" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2356-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Variedade de igredientes e temperos</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para completar a experiência cultural, a música! Mérida se orgulha de apresentar seus costumes e tradições aos visitantes. Durante todo o ano, apresentações de dança típica são feitas gratuitamente na Plaza Grande. Tivemos a oportunidade de apreciar uma delas. Danças espanholas, pessoas e suas vestimentas indígenas. Nada melhor para representar o espírito da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2391.jpg"><img alt="IMG_2391" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2391-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentaçao de dança típica na praça</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2366.jpg"><img alt="IMG_2366" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2366-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cultura ao ar livre e de graça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A volta de Mérida representou o fim das nossas “férias” da Expedição. Nossa última visita foi deixada no aeroporto de Cancun, e depois de 20 dias no Yucatán, a Expedição tomou seu rumo. Ainda fizemos uma parada rápida (mais uma vez) na belíssima Laguna de Bacalar ao sul da península, antes de seguir na estrada. O fim das “férias” também foi o fim da nossa passagem pelo querido e surpreendente México. Os dois meses que passamos no país não foram nem de perto o suficiente para fazer tudo que queríamos. A simpatia, a cultura, a natureza, a comida mexicana vão deixar saudades. Mas a Expedição tem que continuar. Pé na estrada! Destino: América Central!</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos do norte do Yucatán, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633277999170/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>O Azul Místico dos Cenotes</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 16:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Cuzama]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 05/01/2013 e 08/01/2013 Trajeto: Saindo de Tulum ao norte pela 109, durante 10 minutos, chegamos ao Gran Cenote. Para os 3 Cenotes, saímos de &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cenotes/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 05/01/2013 e 08/01/2013</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Tulum (par ao Gran Cenote) e Mérida (para os 3 Cenotes de Cuzamá) &#8211; México</p>
<p><b>Distância total:</b> 5 km para o Gran Cenote (de Tulum) e +- 50 km (de Mérida) para os 3 Cenotes de Cuzamá</p>
<p><b>Onde dormimos: Camping em Tulum e estacionamento de hotel em Mérida.</b></p>
<p><b>Pneu Cheio: Beleza surreal dos cenotes&#8230;</b>a composição das cavernas com o azul da água é de hipnotizar</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Gran Cenote e 3 Cenotes de Cuzamá &#8211; México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> 10 minutos para o Gran Cenote, e quase 1 hora para os 3 Cenotes de Cuzamá</p>
<p><b>O que comemos de bom: Não comemos nada nos cenotes.</b></p>
<p><b>Pneu murcho: Tempo limitado nos 3 Cenotes de Cuzamá&#8230;</b>o guia nos dá apenas cerca de meia hora em cada cenote, antes que parta com o seu cavalinho para a chuva</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto: </b>Saindo de Tulum ao norte pela 109, durante 10 minutos, chegamos ao Gran Cenote. Para os 3 Cenotes,<b> </b>saímos de Mérida em direção a Valladolid, desviamos na YUC 18 até Cuzamá.</p>
<p><b>O Azul Místico dos Cenotes</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Quando achamos que o azul do Caribe nas belas praias da Península do Yucatán</i> <i>já impressionavam, encontramos outra beleza singular, típica da região: os cenotes. Poços de água azul cristalina submergem em meio à natureza cercada de mistérios e encantam a todos com suas cores vivas à luz do sol.</i></p>
<p style="text-align: justify;">Importantes elementos da cultura mexicana, os cenotes já representaram a principal fonte de água doce para os maias e hoje são explorados como atividade turística. Cercado de histórias sobre sua formação, esse fenômeno natural está presente em mais de 7.000 pontos espalhados pela Península do Yucatán.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030231.jpg"><img alt="P1030231" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030231-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de cima de um cenote, em Cuzamá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Um cenote pode ser totalmente aberto, como um lago, ou quase completamente fechado, como uma caverna. A água encontrada em seu interior pode ser doce, salgada, ou ambas. Independente de suas características estruturais, todos eles parecem compartilhar de uma beleza mística à luz do sol, compondo uma paisagem daquelas de tirar o fôlego.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1795.jpg"><img alt="IMG_1795" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1795-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O verde e o azul do Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Lendas regionais contam que os cenotes surgiram a partir da queda de meteoros, há milhares de anos. Contudo, as teorias mais aceitas, tratam-nos como depressões constituídas de calcário poroso. Apesar disso, carregam no nome o título de sagrado, originário da palavra do idioma maia “ts&#8217;onot&#8221;. Há quem acredite no seu poder medicinal, fonte curativa do misticismo indígena, ou mesmo que eles sejam portais para comunicação com os deuses.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1760.jpg"><img alt="IMG_1760" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1760-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ótimo ponto para snorkel no Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em todo o México, o turista pode encontrar cenotes, especialmente em cidades com sítios arqueológicos. Apesar de acessíveis ao público, normalmente, estão em locais privados, sendo necessário pagar uma taxa de visitação, em torno de R$ 10. Nos cenotes, geralmente é possível fazer atividades como snorkeling  ou mergulho. Os mais preguiçosos podem simplesmente curtir o visual e se banhar nas águas cristalinas.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1832.jpg"><img alt="IMG_1832" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1832-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André se prepara para o mergulho</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Tivemos  a oportunidade de visitar alguns deles durante as nossas “férias” no Yucatán. O primeiro que conhecemos foi o Gran Cenote, localizado nas redondezas de Tulum. Em meio ao verde da floresta, poços de água levam ao interior de cavernas repletas de água. Mergulhadores certificados, como o nosso amigo André, podem descer nas águas subterrâneas e vagar entre as saídas do Gran Cenote. Há ótimos pontos para simplesmente dar um mergulho sem compromisso e curtir a natureza.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1806.jpg"><img alt="IMG_1806" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1806-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Galera feliz em meio à natureza</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1778.jpg"><img alt="IMG_1778" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1778-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A caverna e os mergulhadores</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Também passamos pelos 3 Cenotes de Cuzamá, cidade localizada a cerca de 45 minutos de Mérida. Em um mesmo passeio, visita-se os cenotes Chelentun (“Saindo pedras”), Chansinic’che (“árvore com formigas”) y Bolonchoojol (“nove gotas de água”). Ao chegar na vila, contratamos um guia para nos levar em meio à mata. O transporte era curioso: burros puxavam uma carroça que andava sobre trilhos. O mesmo trilho é usado para ir e para voltar, de maneira que se encontrássemos outro grupo no caminho inverso, alguém tem que ceder e puxar a carroça para fora dos trilhos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030193.jpg"><img alt="P1030193" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030193-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O burrinho levava todos nós ao cenote</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030262.jpg"><img alt="P1030262" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030262-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Alguém tem que ceder</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030273.jpg"><img alt="P1030273" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030273-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Primeira classe</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O passeio durou praticamente a tarde inteira e foi bastante interessante. A carroça leva à entrada dos cenotes, onde há escadas de madeiras que dão acesso às grutas.  Buracos na superfície permitem a entrada da luz do sol, dando cor ao espetáculo. Um azul inexplicável surge da água iluminada. Não é à toa que há todo um misticismo em torno desses fenômenos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030239.jpg"><img alt="P1030239" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030239-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes descendo a escada de madeira para o cenote</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030203.jpg"><img alt="P1030203" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030203-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Beleza misteriosa do cenote em Cuzamá</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030215.jpg"><img alt="P1030215" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030215-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Feixe de luz e o azul místico das águas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Vontade não faltou para conhecer os outros milhares de cenotes espalhados pela região. Mesmo alguns dos famosos como o Ik-Kil, nas ruínas de Chichén Itzá (chegamos atrasados!), ou o Dos Ojos, também próximo à Tulum (o qual passamos reto!), vão ter que ficar para a próxima visita, que não poderíamos deixar de fazer depois de conhecer esta impressionante beleza natural.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1782.jpg"><img alt="IMG_1782" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1782-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Natureza no Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"> Para mais fotos dos cenotes, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633278154148/">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Aos Amantes das Praias</title>
		<link>http://4x1.com.br/riviera-maya/</link>
		<comments>http://4x1.com.br/riviera-maya/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 12:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Akumal]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>
		<category><![CDATA[Playa del Carmen]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[Riviera Maya]]></category>
		<category><![CDATA[ruínas]]></category>
		<category><![CDATA[Tulum]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 28/12/2012 à 30/12/2012 e 03/01/2013 à 05/01/2013 Trajeto: Seguimos pela Carretera 307, que segue a costa pelas praias da Riviera Maya. Riviera &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/riviera-maya/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 28/12/2012 à 30/12/2012 e 03/01/2013 à 05/01/2013</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Cancun – México</p>
<p><b>Distância total:</b> 130 km</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> <strong>Estacionamentos de hotéis e Camping Santa Fé em Tulum.</strong></p>
<p><b>Pneu Cheio: Nadar com as tartarugas em Akumal. </b>Em meio às paisagens paradisíacas da Riviera Maya, brincar com as tartarugas foi uma experiência única.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Tulum – México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> Foram dias de paradas, com idas e vindas para as praias.</p>
<p><b>O que comemos de bom: Pratos diferenciados no La Parrilla de Manolo&#8230;</b>com todo o <em>glamour</em> de Playa del Carmen, encontramos um menu a um preço justissimo e muito gostoso</p>
<p><b>Pneu murcho:</b> <strong>Preços salgados&#8230;</strong>difícil de encontrar um ponto negativo, mas se for para eligir um, com certeza, os preços altos na chique Riviera Maya é o escolhido.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Seguimos pela Carretera 307, que segue a costa pelas praias da Riviera Maya.</p>
<p>Riviera Maya &#8211; Aos Amantes de Praias</p>
<p style="text-align: justify;"><i>Não precisamos conhecer muito dos maias para saber que escolhiam muito bem onde morar. Não é à toa que hoje, o seu antigo quintal privilegiado se tornou fonte inesgotável para o turismo de luxo no México. E deram até um nome chique para a região: Riviera Maya. A beleza incansável da costa é realmente encantadora, para os que podem pagar pelo luxo ou não. É um lugar imperdível aos amantes das praias.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2522.jpg"><img alt="IMG_2522" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2522-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista paradisíaca das ruínas de Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Historicamente conhecida como o corredor que vai de Playa del Carmen à Tulum, hoje a chamada Riviera Maya compreende a uma faixa de aproximadamente 130 km de costa entre as cidades de Puerto Morelos e Punta Allen, no sul da Península do Yucatán. A região é famosa internacionalmente pelos seus resorts de luxo e inúmeras opções de restaurantes elegantes.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1.jpg"><img alt="tulum1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Camping de frente par aa praia, em Tulum</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1638.jpg"><img alt="IMG_1638" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1638-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Galera relaxando na praia, em Playa del Carmen</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É fácil entender porque a região brilha os olhos quando o assunto é turismo. As praias de água azul e areia branca que por si só já seriam paradisíacas, são cercadas de uma natureza bastante generosa, tanto para o interior do continente como para o mar. Toda a costa da Riviera Maya é acompanhada pela Barreira de Corais do Sistema Mesoamericano, a segunda maior do mundo depois da grande Barreira de Coral da Austrália, o que torna o seu mundo subaquático não só bonito, como repleto de vida animal. Além disso, a região é repleta de cenotes e próxima a diversas ruínas da civilização maia.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2472.jpg"><img alt="IMG_2472" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2472-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tulum, Riviera Maya, Mexico</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Pela Carretera Federal 307, descemos a costa a partir de Cancun. A primeira parada foi na charmosa Playa del Carmen. A praia é repleta de bares no seu entorno e não é difícil encontrar uma espreguiçadeira gostosa para curtir um diazinho na praia. Como no resto da Riviera Maya, os preços são para gringo e um tanto quanto salgados nas partes mais movimentadas da cidade. Estamos para achar um coco mais caro que o encontramos por lá, onde um bar cobrava 90 pesos (cerca de R$15) por um único coquinho verde gelado.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2521.jpg"><img alt="IMG_2521" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2521-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muitos turistas nas ruínas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em meio às ruazinhas do centro, há algumas opções de hotéis e restaurantes baratos. Encontramos um argentino que tinha uma comida ótima a um preço justíssimo, o La Parrilla de Manolo. Para dormir economizando, mandamos o bom e velho “papo da carretera”, para convencer os gerentes de um hotel à beira da estrada nos deixar dormir no estacionamento em nossas barracas com a Tanajura.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1649.jpg"><img alt="IMG_1649" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1649-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruas charmosas, em Playa del Carmen</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma voltinha pela “Quinta Avenida” de Playa del Carmen também é gostosa. Como nossa viagem é mais <i>rootz, </i>ficamos só na caminhada e num sorvetinho (que já foi caro!). Mas para quem gosta, há várias lojas de grife e restaurantes que pareciam muito bons. A vida noturna na região parecia bastante movimentada e também era chique. Depois das baladas loucas em Cancun, preferimos deixar essas passarem.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1626.jpg"><img alt="IMG_1626" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1626-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A orla de Playa del Carmen</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos com a Tanajura mais ao sul em uma parada na aconchegante praia de Akumal. Aqui o negócio é o mergulho! O mar é repleto de tartarugas marinhas e não é preciso contratar nenhum pacote turístico para mergulhar e encontrar os animais com seu próprio snorkel. Passamos uma tarde gostosa na praia, acompanhando as tartarugas e diversos peixes que encontrávamos no mar.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1643.jpg"><img alt="IMG_1643" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1643-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nada como caminhar sem compromisso na praia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mais ainda ao sul da Riviera Maya está a praia que gostamos mais de todo este trajeto, Tulum. Não é só das ruínas maias mais fotogênicas de toda Península do Yucatán de que é feita a cidade. Tulum tem uma extensão de praia longa, gostosa para quem curte aproveitar a praia numa boa, à vista do mar azul do Caribe e longe de uma infraestrutura urbana.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2517.jpg"><img alt="IMG_2517" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2517-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista panorâmica das ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum2.jpg"><img alt="tulum2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Belo quintal dos maias</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2484.jpg"><img alt="IMG_2484" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2484-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Detalhe das ruínas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2482.jpg"><img alt="IMG_2482" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2482-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruínas de Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acampamos na região da Praia do Pescador, no Camping Santa Fé. A estrutura dos hoteizinhos e campings nas redondezas era bastante simples, mas não se precisa de muito mais para curtir o lugar. A energia elétrica é a base de geradores na beira da praia, então vez ou outra a luz não estava disponível ou a água não havia sido bombeada para a caixa d’água. Mas tudo bem, a beleza e tranquilidade do lugar compensa, e muito!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1358.jpg"><img alt="IMG_1358" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1358-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura versão natalina no camping</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Gostamos tanto do lugar que em uma das idas e vindas de Cancun, escapamos mais uns dias para lá. A verdade é que poderíamos passar dias e dias curtindo as praias da Riviera Maya tranquilamente, mas a viagem segue! Ainda havia muito o que explorar na Península do Yucatán! Fomos para o Norte, atrás de Mérida e das famosas ruínas de Chichén Itzá.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1698.jpg"><img alt="IMG_1698" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1698-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fim de tarde em Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">
Para mais fotos da praias paradisíacas da Riviera Maya, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633278154148/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>O Bem e o Mal em Isla Mujeres</title>
		<link>http://4x1.com.br/isla-mujeres/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 01:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Cancun]]></category>
		<category><![CDATA[Ferry]]></category>
		<category><![CDATA[Isla Mujeres]]></category>
		<category><![CDATA[peixe à la Maya]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 25/12/2012 à 27/12/2012 Trajeto: Tomamos um ferry em Punta Sam direto à ilha. O Bem e o Mal em Isla Mujeres Pense &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/isla-mujeres/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 25/12/2012 à 27/12/2012 </b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Cancun – México</p>
<p><b>Distância total:</b> 7 km de barco</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> <strong>Hostel PocNa. </strong>Tivemos uma péssima experiência no lugar, não recomendamos.<strong> </strong></p>
<p><b>Pneu Cheio: A Companhia da Cássia. </b>Temos saudade da alegria contagiante da nossa querida amiga japa .</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Isla Mujeres – México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> 45 minutos</p>
<p><b>O que comemos de bom: Peixe à la Maya. Tempero único da região da Península do Yucatán, uma delícia!</b></p>
<p><b>Pneu murcho:</b> <strong>Bandidagem solta.</strong> Tivemos um computador furtado dentro do quarto do hostel.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Tomamos um ferry em Punta Sam direto à ilha.</p>
<p><b>O Bem e o Mal em Isla Mujeres</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Pense naquela praia de água azul cristalina e areia branca, repleta de coqueiros e redes para relaxar. Praias daquelas que vemos em todas revistas de turismo. Pois bem, muitas delas devem estar em Isla Mujeres. Diante da paisagem bela e tranquila, tivemos um misto de sensações. Por um lado, o lugar relaxante e a companhia de uma grande amiga, por outro, a primeira experiência de bandidagem e descaso em toda expedição. O Bem e o Mal deram as caras durante nossa estadia por lá.</i></p>
<p style="text-align: justify;">Quando os espanhóis chegaram na ilha em meados do século XVI, não tiveram dúvida em nomeá-la Isla Mujeres. O lugar era região de cultos sagrados à Ix Chel, deusa da fertilidade nos tempos pré-colombianos, e suas imagens se espalhavam por todos os cantos. Hoje, a ilha é o refúgio de quem quer fugir da badalação de Cancun para curtir uma praia tranquila, ou arriscar um mergulho em suas redondezas.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088.jpg"><img alt="IMG_1088" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A maravilhosa água do mar em Isla Mujeres</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Localizada ao norte de Cancun, o acesso à ilha é extremamente fácil, havendo três diferentes pontos de partida: 1) Punta Sam, opção mais afastada da Zona Hoteleira, custa cerca de $6 dólares por pessoa ida e volta, sendo que a viagem demora em torno de 45 minutos; dali saem os <i>ferries </i>que levam carros à ilha; 2) Puerto Juarez, que oferecem lanchas rápidas em uma viagem de cerca de 15 minutos a um custo de $15 dólares e 3) embarcações que saem da Zona Hoteleira, com saídas mais frequentes. Em geral, os <i>ferries</i> saem em intervalos de 30 a 45 minutos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1058.jpg"><img alt="IMG_1058" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1058-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O ferry à nossa espera em Cancun</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1063.jpg"><img alt="IMG_1063" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1063-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Curtindo a viagem com a Cássia</p>
</div>
<p>Isla Mujeres é bem pequena e aconchegante. O transporte é feito basicamente à pé, ou por carrinhos de golfe que circulam pelas ruas, e também estão disponíveis para locação.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1203cassia.jpg"><img alt="IMG_1203cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1203cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Carrinhos de golfe dominam as ruas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1202cassia.jpg"><img class=" " alt="IMG_1202cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1202cassia-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ainda nos divertimos com o espanhol</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Tanajura ficou nos esperando em terra firme, mas tivemos o prazer da companhia da nossa querida amiga Cássia nessa viagem. Ela encaixou em suas férias uma visita à Expedição e passou alguns dias conosco no México. Dias divertidos, de muita conversa para botar em dia e matar a saudade. Ganhamos uma vida nova com ela ao nosso lado.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia.jpg"><img alt="IMG_1084cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As Modelos</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1127.jpg"><img alt="IMG_1127" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1127-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Curtindo a praia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com a presença da Cássia, o Bem nos acompanhava em nossa chegada à Isla Mujeres. Até que o Mal resolveu dar boas-vindas, logo em nossa chegada ao Hostel Poc Na. Perderam nossa reserva e o Hostel estava quase lotado. Ok, essas coisas acontecem, mas foi o descaso com que fomos tratados que nos incomodou. Depois de muita espera, conseguiram nos acomodar em quartos separados (e põe separados nisso, cada um foi parar em quarto diferente!).</p>
<p style="text-align: justify;">O Hostel tinha um belo quintal, que dava para a praia. Ali passamos um fim de tarde muito gostoso à base de papo e risadas. À noite, comemos um belo peixe em uma das diversas opções de restaurante que Isla Mujeres oferece em sua avenida principal. Lá também encontramos a Julia, outra visita que alegrou nossa estadia na ilha.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1101cassia.jpg"><img alt="IMG_1101cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1101cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pôr do Sol, no quintal do hostel</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1220cassia.jpg"><img alt="IMG_1220cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1220cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um frescobol para exercitar</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1113.jpg"><img alt="IMG_1113" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1113-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Jantar divertido com Julia e Cássia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dia seguinte, o Bem seguiu com a gente enquanto curtíamos a praia, relaxando à vista paradisíaca da água azul e cristalina. Este é o charme da Isla Mujeres, na nossa opinião. Curtir a praia tranquilo, sem compromisso.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209.jpg"><img alt="IMG_1209" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nada como s sombra de um coqueiro e uma praia para relaxar</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1086.jpg"><img alt="IMG_1086" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1086-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Isso é que mar azul!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E foi assim também no dia seguinte. Mais praia gostosa, e mais peixe gostoso. Na Península do Yucatán costumam temperar o  peixe <em>à Maya</em>, com uma mistura de condimentos locais. O peixe grelhado fica todo avermelhado com o tempero e  é uma delícia! Na ilha também faziam a marquesita (espécie de biju recheado), o doce que viciou toda a expedição.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1192cassia.jpg"><img alt="IMG_1192cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1192cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Almoço à la mexicano</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1114.jpg"><img alt="IMG_1114" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1114-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O delicioso peixe à la Maya</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1207.jpg"><img alt="IMG_1207" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1207-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Na fila para mais uma marquesita</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Tudo estava bem, até que tivemos uma surpresa na volta ao hostel. O computador do Gabriel desapareceu de dentro do quarto. Procuramos por todos os cantos, mas o computador realmente não estava mais lá. Talvez por descuido, não utilizamos os <i>lockers</i> disponíveis no hostel (até porque também não tínhamos cadeados) e nossas mochilas estavam expostas dentro do quarto. Mal pensávamos mais nesse tipo de coisa depois de tantas passagens por hostels mundo afora sem nenhuma experiência do tipo. Aprendemos do jeito difícil. Realmente não dá para confiar nunca.</p>
<p style="text-align: justify;">Tirando o stress de registrar o caso na polícia local (extremamente solícita, por sinal), passamos um tempo ruim com o descaso do Hostel Poc Na diante da situação. Pouco se mostraram preocupados. Diferente do discurso, agiam como se fosse algo extremamente corriqueiro (e realmente era, como descobriríamos depois na polícia). Do nosso lado, no entanto, não era. Principalmente para o coitado do Gabriel, que não só perdeu seu instrumento de comunicação e trabalho, como também alguns dos registros da viagem, fotos e inúmeros arquivos. A polícia chegou a trazer um suspeito para reconhecimento e tratou do caso com bastante atenção até onde víamos, mas infelizmente nada do computador. Para melancolizar ainda mais a história, tomamos uma chuva daquelas, quando voltávamos para o <i>ferry </i>que nos levaria de volta para Cancun.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente é assim, o Bem e o Mal andam sempre juntos, ainda que muitas vezes esquecemos que coisas ruins às vezes acontecem.  Mas depois de tantas experiências boas, não poderíamos deixar que uma ruim estragasse nosso encanto. O furto e o descaso do Hostel Poc Na no nosso caso ofuscaram as belas praias de Isla Mujeres, e com certeza enviesaram nossa opinião sobre a ilha. Felizmente, tínhamos a querida Cássia ao nosso lado para alegrar os ânimos. Valeu, Cass!</p>
<p style="text-align: justify;">Para conferir mais fotos de Isla Mujeres, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633145184718/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Casa em Cancun e Como Viramos VIP no CocoBongo</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 11:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Cancun]]></category>
		<category><![CDATA[CocoBongo]]></category>
		<category><![CDATA[marquesita]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 22/12/2012 à 11/01/2013 (entre idas e vindas) Trajeto: Pegamos a Carretera Federal 307 direto até Cancun. Casa em Cancun e Como Viramos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cancun/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 22/12/2012 à 11/01/2013 (entre idas e vindas)</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Bakalar – México</p>
<p><b>Distância total:</b> 307 km</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> <strong>Camping El MecoLoko </strong>- um dos únicos camping das redondezas, a uns 20km da Zona Hoteleira</p>
<p><b>Pneu Cheio: Férias com os amigos! </b>Poder passar o Natal com a nossa amiga Cássia foi especial.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Cancun – México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> 4 horas</p>
<p><b>O que comemos de bom: Marquesitas!</b> Iguaria de toda pracinha do Yucatán</p>
<p><b>Pneu murcho:</b> <b>Como toda gringolândia&#8230;</b>os menus eram em dolar e os preços lá em cima.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Pegamos a Carretera Federal 307 direto até Cancun.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Casa em Cancun e Como Viramos VIP no CocoBongo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Entre idas e vindas, Cancun foi nossa base durante as férias na Península do Yucatán. Foi aonde recebemos nossas queridas visitas e nos preparamos para explorar os arredores. Turística até demais para os nossos propósitos, a cidade curiosamente acabou se tornando de certa maneira uma casa para nós. É engraçado pensar como o conceito de casa se distorce durante uma viagem longa como a nossa. Quando voltamos a algum lugar que já conhecemos minimamente, onde já sabemos onde dormir ou comer, certa familiaridade aflora. Mas o fato é que em Cancun, nos divertimos. Comemoramos o Natal e o Ano Novo na companhia de amigos, e curtimos a melhor festa de toda a Expedição.</i></p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0926.jpg"><img alt="IMG_0926" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0926-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Aaahhh&#8230;férias!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quem é que nunca ouviu falar de Cancun? Os que não conhecem a cidade pessoalmente, com certeza já ouviram histórias de um conhecido que foi ou mesmo aprenderam alguma coisa na televisão. Cancun é uma cidade feita para o turismo. Mais uma gringolândia mexicana, com festas alucinantes, hotéis luxuosos e praias de água azul.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1597.jpg"><img alt="IMG_1597" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1597-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A praia e os resorts</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Estávamos de “férias” da Expedição (vide <a href="http://4x1.com.br/ferias-da-expedicao" target="_blank">post</a>), então Cancun não seria nada mal para relaxarmos um pouco e cairmos na farra. Ainda mais com a visita programada de amigos para as festas de fim de ano. Para nós foi muito importante ter a companhia de uma amiga tão especial como a Cássia no nosso Natal longe das famílias. E ainda tivemos o prazer de receber a Giulli e a Julia, que conhecemos durante a viagem, na virada do ano.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0976.jpg"><img alt="IMG_0976" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0976-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cássia animando mais uma tarde de sol</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475.jpg"><img alt="IMG_1475" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Visita ilustre direto da Alemanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nossa estadia na cidade pode ser resumida a idas e vindas ao aeroporto, muita conversa, festa e relaxamento na praia. Para não pensar que saímos totalmente da Expedição, não nos rendemos aos hotéis luxuosos. Conseguimos um camping econômico há alguns quilômetros da cidade, na praia El Meko, onde passamos todas nossas noites na cidade.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping.jpg"><img class=" " alt="camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Manhã no Camping El Meko Loko</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O Natal em Cancun foi uma experiência curiosa. Desistimos de fazer uma ceia entre nós mesmos por falta de estrutura, então recorremos aos restaurantes da Zona Hoteleira para não passar a data em branco. Como deixamos para última hora, a maioria dos lugares mais plausíveis já estavam lotados de reservas. Foi aí que paramos no Carlos&#8217;n&#8217;Charlies. Localizado em meio aos principais bares e baladas da cidade, não poderia deixar de ser uma zona. Música alta e mexicanos animando os gringos festeiros foram o &#8220;charme&#8221; do nosso Natal. A comida no fim das contas até que surpreendeu! Não era o peru assado da vovó, mas não estava nada mal!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1033.jpg"><img alt="IMG_1033" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1033-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Natal inusitado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1039.jpg"><img alt="IMG_1039" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1039-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">À la mexicana</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois da ceia/balada, caímos na gandaia. Quem conhece O Máscara, aquele personagem de cara verde, famoso dos desenhos e do cinema, já sabe do lugar que não se pode deixar de ir em Cancun: o CocoBongo! A expectativa já era alta, e conseguiu ser superada, de longe! O CocoBongo está longe de ser aquelas festas convencionais. É mais um espetáculo, repleto de performances. Desde <i>covers </i>de músicos famosos como Queen, Madonna ou Michael Jackson; à representação de clássicos do cinema, como o Batman, Homem Aranha ou O Gladiador. As apresentações são extremamente profissionais, repletas de acrobacias e interações com o público. Diversas performances preenchem a noite, enquanto a balada rola solta nos intervalos. Foi incrível!</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1.jpg"><img alt="coco1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1-576x1024.jpg" width="296" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">It&#8217;s showtime!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco3.jpg"><img alt="coco3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco3-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Freddie Mercury volta à vida!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Gostamos tanto que não poderíamos deixar de escolher outro lugar para a nossa virada do ano. Diferente do Brasil, não há uma grande queima de fogos ou festa na rua durante o Ano Novo. A única opção para quem quer celebrar em Cancun é conseguir uma festa em um dos hotéis chiques da Zona Hoteleira ou partir para as baladas da cidade. Fomos então mais uma vez ao CocoBongo. As apresentações eram praticamente as mesmas, e ainda assim, curtimos como se fosse a primeira vez. Ainda não sabíamos, mas esta também não seria a última.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4.jpg"><img alt="coco4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Feliz Ano Novo!!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Estávamos com a Tanajura na avenida, nos dirigindo em direção à Mérida, quando uma Masserati azul daquelas bem chiques encostou do nosso lado e o senhor que a dirigia não parava de observar cada canto do carro. Não era uma cena estranha para nós. Para falar a verdade, a Tanajura sempre foi <i>pop</i>. Em todo caminho, a nossa parceira tem chamado a atenção dos locais. Alguns a olham da barraca aos pneus identificando os adesivos, outros já vem puxando papo para entender o que um carro de São Paulo está fazendo ali.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dias antes mesmo, no estacionamento do McDonald&#8217;s, onde deixávamos a Tanajura para curtir a praia na Zona Hoteleira, uma família mexicana muito simpática nos abordou ao ver o carro. Ficaram extremamente entusiasmados com a história e nos deram as boas vindas. Adoramos bater papo sobre a &#8220;carretera&#8221; e ficamos muito felizes com as palavras de incentivo que recebemos! Aliás, no México, as pessoas tem nos recebido com muita hospitalidade e simpatia! Vez ou outra a Tanajura chama a atenção pelas ruas e desconhecidos vem conhecer nossa história.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0949.jpg"><img alt="IMG_0949" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0949-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Boas-vindas da família mexicana</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com o senhor da Masserati não foi diferente. Depois de um aceno, ele perguntou “Vocês vem dirigindo de São Paulo mesmo?” Não deu outra, foi o início de um papo em meio ao trânsito. “Carro bom hein!”, complementou. E ainda deu risada quando ouviu a nossa resposta: “É bom mesmo, vamos trocar?”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversa vai, conversa vem, buzinas impacientes dos carros que eram segurados no trânsito atrás de nós, e a Maserati dispara, deixando a Tanajura na saudade. Para nossa surpresa, dois semáforos depois, o senhor da Maserati diminui a velocidade e emparelha ao nosso lado novamente: “Que Deus os bendiga!”, disse. Curiosos, decidimos perguntar de onde era o simpático senhor. Ele nos olhou com certa surpresa, como se tivéssemos feito uma pergunta muito óbvia. Logo entenderíamos o porquê: “Sou daqui mesmo! Sou o Roberto Noble, dono do CocoBongo!”. Demoramos para digerir a informação – será que o senhor estava tirando uma coma  gente? Ele seguiu: “Quer saber, anota o meu numero e fala com o meu assistente. Vou conseguir uma mesa bem legal para vocês, quando quiserem!” Não precisou falar duas vezes. Incrédulos, anotamos o número de telefone que o senhor soletrou um a um. Depois dessa frase, ele se despediu e arrancou mais uma vez com a Maserati.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0944.jpg"><img alt="IMG_0944" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0944-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fim de tarde em Cancun</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mal ele sabia que já havíamos ido duas vezes no seu estabelecimento e que, por sinal, adoramos. Arriscamos dizer que o CocoBongo foi a balada mais interessante que já fomos. Ligamos para o número e não era lenda, o telefone era mesmo do Roberto Noble. Por mais que fosse a terceira vez que íamos para a mesma festa nos últimos quinze dias, estávamos felizes com isso. Não só porque seria de graça, mas realmente gostamos de lá. Marcamos uma data para quando voltássemos de Mérida. E deu tudo certo. Entramos de graça, bebidas à vontade e um lugar privilegiado no camarote para apreciar o espetáculo. Coisas que só acontecem durante a Expedição.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco2.jpg"><img class=" " alt="coco2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco2-576x1024.jpg" width="296" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">Recepção VIP no CocoBongo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não fizemos muito mais que curtir a praia e as festas em Cancun, afinal estávamos de <em>vacaciones</em>. Na verdade uma outra parte da nossa rotina nesses dias foi comer uma marquesita&#8230;aaaaah que delícia! A marquesita é simplesmente uma massa crocante, como um biju no Brasil, recheada de nutella (e queijo para os mais fortes! Aliás, do México para baixo, parece que queijo vai com qualquer coisa, doce ou salgada!). Os nossos dias geralmente terminavam em uma volta na praça no centro da cidade para uma marquesita ou em algum bar da Zona Hoteleira para um mojito.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0930.jpg"><img alt="IMG_0930" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0930-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Relaxante caminhada na praia</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1586.jpg"><img alt="IMG_1586" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1586-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mais praia com a Giulli</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1208cassia.jpg"><img alt="IMG_1208cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1208cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Marquesita &#8211; A Tentação!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A praça, apesar de não estar na parte mais pop da cidade, estava sempre cheia pela noite, principalmente de mexicanos. Diversas barraquinhas de comida local e apresentações ao ar livre davam vida ao lugar. Nos seus entornos estão também os hostels para quem não quer pagar o preço dos resorts.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1525.jpg"><img alt="IMG_1525" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1525-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Palhaço intertem a multidão mexicana</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0859.jpg"><img alt="IMG_0859" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0859-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel se diverte na barraca de brincadeiras</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1508.jpg"><img alt="IMG_1508" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1508-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Clássico mexicano nas mesas de totó</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0895.jpg"><img alt="IMG_0895" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0895-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Almoço na praça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Cancun foi uma passagem interessante da nossa viagem, e proporcionou ótimas lembranças e boas histórias para contar. A presença de amigos, com certeza, fez toda a diferença durante as “férias” da Expedição.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0918.jpg"><img alt="IMG_0918" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0918-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">E mais praia&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Cancun, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633145184718/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>As Férias da Expedição</title>
		<link>http://4x1.com.br/ferias-da-expedicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[3 Cenotes]]></category>
		<category><![CDATA[Akumal]]></category>
		<category><![CDATA[Cancun]]></category>
		<category><![CDATA[cenotes]]></category>
		<category><![CDATA[Chichen Itza]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Isla Mujeres]]></category>
		<category><![CDATA[Laguna Bakalar]]></category>
		<category><![CDATA[Mérida]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>
		<category><![CDATA[Playa del Carmen]]></category>
		<category><![CDATA[ruínas arqueológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tulum]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>F icha 4×1 Data: 22/12/2012 à 11/01/2012 Trajeto: Cruzamos a Riviera Maya de cima à baixo, e também esticamos de Cancun para a região de Mérida. &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/ferias-da-expedicao/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>F icha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 22/12/2012 à 11/01/2012</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Bakalar &#8211; México</p>
<p><b>Distância total:</b> +- 1500 km</p>
<p><b>Onde dormimos: </b>Alternamos entre campings, estacionamentos de hotéis e albergues.</p>
<p><b>Pneu Cheio: Tranquilidade e curtição em boa companhia. </b>A presença de amigos fez toda diferença em nosso final de ano.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Bakalar &#8211; México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> Muitas horas de estrada.</p>
<p><b>O que comemos de bom: Ótimos peixes e marquesita de sobremesa.</b></p>
<p><b>Pneu murcho: Furto no hostel PocNa, em Isla Mujeres. </b>Roubaram um dos nossos computadores.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto: </b>Cruzamos a Riviera Maya de cima à baixo, e também esticamos de Cancun para a região de Mérida. Saímos de Bakalar para voltar à Bakalar mais de 20 dias depois.</p>
<p><strong>Península do Yucatán I: As Férias da Expedição</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Depois de cruzarmos praticamente todo o território do México, chegamos à sua parte mais badalada: a Península do Yucatán. Um lugar onde a beleza paradisíaca das praias e cenotes se misturam às impressionantes ruínas arqueológicas da civilização maia, como também ao glamour de hotéis luxuosos e festas inacabáveis. Foi no Yucatán, que de certa maneira, tiramos férias da Expedição. Curtimos o lugar tranquilos, na companhia de amigos, durante cerca de vinte dias. Não faltaram histórias para contar. </i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_1101cassia.jpg"><img alt="IMG_1101cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_1101cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Relaxando ao pôr-do-sol de Isla Mujeres</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Desde que entramos no México, contávamos os dias para a nossa chegada à Península do Yucatán, à extremo sudeste do país. Apesar de geralmente não sermos muito chegados a regiões muito turísticas, queríamos checar por nós mesmo esta região tão bonita, badalada e altamente conhecida pelos brasileiros. Além disso, era ali que encontraríamos amigos que decidiram nos fazer uma visita no fim do ano. Estava tudo programado há meses e a ansiedade era grande.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1273.jpg"><img alt="IMG_1273" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1273-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma pena que durou pouco, saudades Cass!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Península do Yucatan separa o Mar do Caribe do Golfo do México e compreende os estados de Yucatán, Campeche e Quintana Roo, sendo que o último deles é uma das jóias do turismo mexicano. Nele está localizada nada menos que a famosíssima Cancun, além de outras belíssimas praias da Riviera Maya, que se estendem sobre uma faixa de cerca de 130 km desde a cidade de Puerto Morelos até a paradisíaca Tulum.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088.jpg"><img alt="IMG_1088" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O azul do Caribe nas praias da Riviera Maya</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Cancun foi o lugar escolhido para ser o nosso QG na região. Era o lugar mais fácil para que as pessoas pudessem voar de onde quer que estivessem para nos visitar. Depois da saga até Bakalar (vide <a href="http://4x1.com.br/fim-do-mundo" target="_blank">link</a>), esticamos direto para a cidade, a fim de estabelecermos nossa base e começar a curtir a nossas férias com os amigos. Estávamos imensamente felizes de termos companhia no Natal, quando a saudade da família e dos amigos bate mais forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em Cancun exatamente no dia 22 de dezembro e só sairíamos dali no dia 11 de janeiro. Como nosso QG, era de lá que saímos e para lá que voltávamos em viagens mais curtas a outras partes da península. Encontramos um camping tanto quanto afastado da badalação, mas que tinha um preço infinitamente mais barato que as opções de albergues mais bem localizados, e isso sem comparar com os hotéis da <i>glamourosa</i> Zona Hoteleira. O Camping era El Meco Loko, próximo à praia Meco e às estações de ferry que partem para a Isla Mujeres. Alguns dias ali e já nos sentíamos em casa, tanto que muitas vezes o jovem que cobrava a gente logo na entrada, já deixava que pagássemos dias depois de voltar. E as idas e vindas foram várias.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping.jpg"><img alt="camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Manhã no camping El Meco Loko</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O caminho para o camping e para o aeroporto ainda sabemos de cor, de tantas foram as vezes que os fizemos. Em 20 dias, fomos ao aeroporto umas 6 vezes, duas para cada visita que teríamos. Nossa primeira e super aguardada visita foi a da Cássia, amiga de longa data dos tempos de faculdade e grande apoiadora do nosso projeto. Foi com ela que passamos a noite de Natal, em um jantar nada tradicional, regado a muitas lembranças e risadas; além de outros dias memoráveis, que não foram suficientes para matar a saudade. Depois, tivemos o prazer de receber mais duas amigas que conhecemos ao longo da viagem: a Giulli, uma das nossa queridas anfitriãs em Salt Lake City e a Julia, alemã que conhecemos durante nossa estadia na selva Amazônica. Estas foram nossas companheiras para a festa de Ano Novo e outros dos dias das nossas férias.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia.jpg"><img alt="IMG_1084cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As modelos que nos acompanharam em Cancun</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475.jpg"><img alt="IMG_1475" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Diretamente da Alemanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nossa rotina sempre muda quando temos companhia. Parece que nos dão uma energia extra, uma vontade de compartilhar toda a alegria que a viagem nos tem proporcionado. Também tem aquele gostinho estranho de casa, de pessoas que conhecemos e de quem gostamos. Nesse sentido, é que esses dias na Península do Yucatán nos pareceu como férias da Expedição. Tudo em ótima companhia!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4.jpg"><img alt="coco4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ano novo no CocoBongo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Península do Yucatán tem a capacidade de atrair uma variedade interessante de turistas. Desde os mais festeiros, sedentos por balada e dias de curtição na praia, até os mais interessados nos resquícios remanescentes da cultura maia ou da época colonial. Também há aqueles que apenas querem curtir a riqueza natural espalhada em todos os cantos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas férias acabaram sendo uma mistura de momentos. Ora estávamos simplesmente curtindo a bela natureza das praias de água azul cristalina ou mesmo dos cenotes; ora caíamos na gandaia e nos rendíamos às festas, que são marca registrada da região. Ainda tivemos tempo para conhecer mais ruínas da civilização maia e também o clima aconchegante de Mérida.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209.jpg"><img alt="IMG_1209" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Praia em Isla Mujeres</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida1.jpg"><img alt="merida1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pracinha charmosa em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Foi difícil de escolher um roteiro, uma vez que as opções na Península do Yucatán são inúmeras. Não tivemos opção a não ser deixar algumas coisas para a próxima oportunidade. No fim das contas, os pontos de interesse que fizeram parte da nossa lista de visitação: Cancún, Isla Mujeres, Playa del Carmen, Tulum, Akumal, Mérida, Chichen Itzá, Gran Cenote, 3 Cenotes, Bakalar.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dessa diversidade, condensamos os cinco motivos pelos quais recomendamos fortemente uma viagem pela Península do Yucatán:</p>
<p style="text-align: justify;"><b>1)        </b><b>As Praias: </b>Não é só em Cancun que água azul do Caribe faz brilhar os olhos. Na chamada Riviera Maya, há uma sequencia de praias incríveis, em uma faixa de 130 km ao longo da costa. As cidades podem até ser um pouco elegantes demais e cheia de gringos, com seus hotéis chiques e bares charmosos, mas isso não diminui a beleza natural de suas praias. Entre elas, a que mais gostamos foi a de Tulum, onde ainda se pode encontrar um lugar tranquilo e preservado para relaxar diante do cenário paradisíaco.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1.jpg"><img alt="tulum1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Visual paradisíaco em Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>2)       </b><b>Os Cenotes:</b> Formações muito características da Península do Yucatán, os cenotes são poços profundos resultantes do colapso de rochas calcárias, permitindo a submersão de água subterrânea. No fundo, são piscinas de água cristalina, geralmente envolvidas por cavernas, e que emanam um azul inexplicável em palavras ao se encontrarem com a luz do sol. Durante as férias, passamos pelo Gran Cenote, próximo a Tulum e também pelos 3 cenotes, localizados na região de Mérida. Há muitos outros espalhados pela Península, igualmente ou até mais impressionantes.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cenote1.jpg"><img alt="cenote1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cenote1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O azul hipnotizante do Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>3)       </b><b>As Ruínas Maias: </b>Como em boa parte do México, os resquícios de civilizações antigas estão espalhadas pela Península do Yucatán. A região era lar dos maias e olmecas, sendo que algumas de suas antigas cidades ainda sobreviveram ao tempo. Chichen Itzá é uma das mais conhecidas e bem preservadas, englobando um complexo impressionante de pirâmides e outros edifícios. Em Tulum, as ruínas à beira-mar proporcionam uma vista esplendorosa.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/chichen2.jpg"><img alt="chichen2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/chichen2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pirâmide Kukulcán, em Chichén Itzá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>4)       </b><b>A Cultura Yucateca: </b>com<b> </b>uma rica mistura da herança maia com os costumes espanhóis, o estado de Yucatán preserva muito bem suas tradições. A cidade de Mérida, por exemplo, é um ótimo lugar para disfrutar da exótica culinária yucateca, como também apreciar seus costumes, arquitetura e música. <b></b></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida3.jpg"><img alt="merida3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida3-1024x575.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentação de danças típicas, em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>5)       </b><b>A Vida Noturna: </b>Para quem está buscando aquelas festas que passam os limites da madrugada, opções não faltam no Yucatán. Os que estão em Cancun já têm essa mentalidade de diversão na cabeça e isso anima a maioria das festas. Foi lá que curtimos uma das baladas mais diferentes e animadas da viagem: o CocoBongo. Playa del Carmen também é um centro de bares e baladas mais elegantes e cheias de glamour. Em Isla Mujeres também pode se encontrar um agito interessante. Enfim, para os baladeiros de carteirinha, a região é um paraíso.<b></b></p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1.jpg"><img class=" " alt="coco1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1-576x1024.jpg" width="296" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">CocoBongo, a balada em Cancun</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Enfim, como podem imaginar, passamos esses vinte e poucos dias de &#8220;férias&#8221; numa boa. Mais detalhes das nossas idas e vindas, contos e encontros na Península do Yucatán durante as nossas &#8220;férias&#8221; viram nos próximos posts! Aguardem!</p>
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		<title>Fim do Mundo com os Zapatistas</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 23:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Água Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Bakalar]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Chiapas]]></category>
		<category><![CDATA[Fim do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Palenque]]></category>
		<category><![CDATA[Zapatistas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 20/12/2012 à 21/12/2012 Trajeto: Depois de uma noite em Águas Azuis e dar de cara com os zapatistas em Palenque, mudamos os planos e seguimos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/fim-do-mundo/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 20/12/2012 à 21/12/2012</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> San Juan Chamula – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 705 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos:</b> <b>Magic Hostel, em Bakalar.</b> Acampamos na frente do hostel e nos permitiram usar o banheiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio:</b> <b>Só os da Tanajura. </b>Tivemos uma tentativa frustrada de chegar à Palenque para o fim do mundo. </p>
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Bakalar (Palenque:FAIL!) – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> Dia inteiro, quase literalmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom:</b> Comemos besteiras na estrada, nada de bom!</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho:</b><b> Fim do mundo não veio, mas perdemos Palenque.</b> A virada do calendário maia para nós foi regado à muita chuva e zapatistas na estrada.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Depois de uma noite em Águas Azuis e dar de cara com os zapatistas em Palenque, mudamos os planos e seguimos pela Mexico 186 sentido Villahermosa, margeando a fronteira com a Guatemala, até a cidade de Bakalar.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Fim do Mundo com os Zapatistas</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Fizemos as contas, adaptamos o roteiro e tudo estava encaminhado para passarmos o fim do mundo em plena efervescência mística da cidade maia de Palenque. Só esquecemos de avisar nossos amigos Zapatistas, que aproveitaram a atenção mundial à região naquela data para aprontar para cima dos nossos planos.</i></p>
<p style="text-align: justify;">Era dia 20 de dezembro de 2012, quando subimos na Tanajura e partimos em direção à Palenque. Como saímos um pouco atrasados de San Juan Chamula, a noite já caía enquanto ainda estávamos a algumas dezenas de quilômetros do nosso destino. Optamos pela precaução, e arriscamos passar a noite em Águas Azuis, uma cidade vizinha à Palenque e que de quebra teria uma bela cachoeira de água azul cristalina. Se o mundo não acabasse nas primeiras horas do dia seguinte, conseguiríamos chegar a Palenque justamente no último dia do calendário maia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pagamos cerca de 30 pesos (cerca de R$4.5) por pessoa para acessar o parque. Lá dentro, há pequenos hóteis e uma boa área para camping. Preparamos nossas barracas e ainda tivemos tempo de olhar rapidamente a belíssima cor da água da cachoeira antes que a noite caísse, só esquecemos de sacar as fotos (nos arrependeríamos profudamente disso mais tarde!). Jantamos um peixe e contamos os minutos para dormir.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Cascadas_de_Agua_Azul_Chiapas_by_aladecuervo.jpg"><img alt="Cascadas_de_Agua_Azul_Chiapas_by_aladecuervo" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Cascadas_de_Agua_Azul_Chiapas_by_aladecuervo-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Como seria a cachoeira de Águas Azuis, se não chovesse no fim do mundo (foto de aladecuervo.deviantart.com)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Estávamos ansiosos, afinal, não é todo dia que podemos passar o fim dos tempos exatamente aonde toda essa história de fim de mundo começou. Durante nosso trajeto, lemos sobre o assunto. Descobrimos que no fim das contas, é tudo uma questão de interpretação. Muitas pessoas que encontramos na estrada indo à Palenque, estavam felizes com o momento, uma vez que não era o fim do mundo o que esperavam, mas sim o início de uma nova era, a partir do fim de um outro ciclo. Foi exatamente isso que limos de alguns especialistas da cultura maia. O tal do 21 de dezembro de 2012 seria o fim (aproximado) do calendário maia, mas a princípio nada nas escrituras e registros deixados pelos antigos indígenas dá indício de um fim dos tempos. Enfim, se fosse acabar alguma coisa, estávamos no lugar certo, e não poderíamos deixar de conferir.</p>
<p style="text-align: justify;">Era quase meia noite, quando o fim do mundo parecia estar começando. Uma chuva fortíssima caiu sobre nossas barracas. Um temporal acompanhado de vento, que ensopou a barraca e chegou a empurrar água para dentro dela. A chuva durou a noite inteira até de manhã e arruinou nossa esperança de ver a cachoeira sob a luz do dia. Não era hora do mundo acabar ainda, então arrumamos as malas e partimos para ver o que estava acontecendo em Palenque no 21 de dezembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns quilômetros na estrada e encontramos um congestionamento. Tudo estava parado! Em um primeiro momento, pensamos que todo mundo teve a nossa ideia de ir para Palenque exatamente neste dia. Mas depois percebemos que o trânsito não se mexia mesmo. &#8216;Talvez, tenha sido uum acidente&#8221;, pensamos. Encostamos em um local e perguntamos o que estava acontecendo. Fomos, então, informados de que nossos amigos zapatistas haviam fechado a estrada em um protesto contra o governo. O acesso à Palenque estava completamente bloqueado naquela estrada! Logo hoje!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0824.jpg"><img alt="IMG_0824" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0824-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O caos com a estrada interditada</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Como comentamos no último post, o movimento zapatista surgiu em meados de 1910, quando Emiliano Zapata uniu um exército revolucionário que lutaria contra o Governo Porfinista (do ex-presidente Porfírio Diaz), que estava no poder há mais de 20 anos. Hoje, o Ejército Zapatista de Liberación Nacional (ou EZLN) é um grupo revolucionário de esquerda, formado principalmente por indígenas que vivem na área rural de Chiapas. Desde 1994, o grupo tem uma guerra declarada ao Estado Mexicano, embora a maior parte de suas ações têm sido não violentas. Os Zapatistas tem o apoio da maioria dos habitantes do estado autônomo de Chiapas, onde a maioria dos habitantes é de origem indígena.</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/zapatistas.jpg"><img class=" " alt="zapatistas" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/zapatistas.jpg" width="280" height="435" /></a>
<p class="wp-caption-text">Poster Zapatista, luta por &#8216;tierra y libertad&#8217;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Algumas horas se passaram antes que encontrássemos o Stefan, um viajante mexicano que havíamos conhecido no camping de Água Azul. Ele estava no contra-fluxo, desistindo de esperar que algo acontecesse por ali. Ele pretendia ir a Palenque também, mas depois de horas parado, reviu os planos e decidiu esticar direto para a península do Yucatán. Refletimos sobre o assunto e decidimos acompanhá-lo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0871.jpg"><img alt="IMG_0871" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0871-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">E o mundo não acabou</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dirigimos o resto do dia inteiro, passando por vilarejos que nunca ouvimos falar e caminhos bizarros, antes de chegamos na cidade de Bakalar, próxima à fronteira da Guatemala por volta de meia noite. Estávamos exaustos e não tardamos a armar as barracas em frente a um hostel, na rua mesmo. Passamo por um monte de fim de mundo, mas o nosso não acabou. Depois de muita chuva e zapatistas no caminho, sobrevivemos. Acordamos no dia seguinte na bela Laguna de Bakalar, de onde seguiríamos viagem para Cancun.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0832.jpg"><img alt="IMG_0832" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0832-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O grupo do Stefan, que nos resgatou em Palenque</p>
</div>
<div style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/bakalar.jpg"><img alt="bakalar" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/bakalar.jpg" width="400" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Laguna de Bakalar (foto de panoramio.com)</p>
</div>
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		<title>Das Montanhas Emanaram Prata e Cultura!</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 00:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Callejón del Beso]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 09/12/2012 à 12/12/2012 Trajeto: Saímos de Guadalajara pela estrada México 80, em certa altura seguimos em direção a Aguascalientes onde tomamos as &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/guanajuato/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 09/12/2012 à 12/12/2012</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Guadalajara, Jalisco &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 275 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas. Em um camping em Guanajuato com o nome de Morrill Van Camp.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A cidade de Guanajuato é o próprio pneu cheio! Suas praças, vielas, lendas e museus. Além de não ser dominada pelos &#8216;gringos&#8217;.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Guanajuato, Guanajuato &#8211; México (passamos também em San Miguel de Allende) <b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Pouco mais de 3 horas (até San Miguel de Allende é 1 hora a mais)</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Doces de leite, goiaba, abóbora, geléias, frutas cristalizadas&#8230; numa doceria ao caminho do povoado de Valenciana (que não é a famosa La Catrina).</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Difícil esse! Talvez a pouca opção de camping. Na verdade só havia o qual ficamos e quase não conseguimos ficar, pois havia sido reservado para um grande grupo de viajantes.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Saímos de Guadalajara pela estrada México 80, em certa altura seguimos em direção a Aguascalientes onde tomamos as estradas México 45 e, em seguida, México 110 até a zona central de Guanajuato. Estrada em boas condições.</p>
<blockquote><p><i>“A população da formosa cidade não cresce, mas ela é visitada por turistas que contemplam o exuberante esplendor dos velhos tempos, passeiam pelas ruazinha de nomes românticos, ricas de lendas, e se horrorizam com as 100 múmias que os sais da terra conservaram intatas.”</i> (GALEANO, Eduardo – As veias abertas da América Latina. L&amp;PM, 2011 – tradução de ‘<i>Las venas abiertas de América Latina’</i>, de 1978)</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Das montanhas de Valenciana, no estado de Guanajuato, sangraram uma das maiores quantidades de prata que já se teve conhecimento na história da humanidade. Milhares de indígenas e mestiços perderam suas vida nas minas da região sob exploração espanhola, para financiar o desenvolvimento industrial europeu. Ainda segundo o livro de Galeano, na segunda metade do século 19, o padre Lucio Marmolejo comparava os jardins suspensos de Semíramis, na Babilônia, aos da cidade de Guanajuato. Marmolejo destacava, entre outros, os teatros, praças, torres e cúpulas nas encostas das verdes montanhas que cercavam a cidade.</p>
<div id="attachment_3769" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/vista-aerea.jpg"><img class="size-large wp-image-3769" alt="vista aerea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/vista-aerea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista aérea do centro histórico de Guanajuato, com destaque para a Basílica, e o Jardín Unión (triângulo verde ao centro) &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Localizada no meio de um vale, Guanajuato é formada por estreitas vielas, muitas ruas sem acesso a carros e longas escadarias que permitem o ir e vir de seus cidadãos pelo centro histórico. Suas estreitas e curvas ruas ainda de pedra, a ausência de grandes letreiros ou semáforos e suas inúmeras praças e construções de mais de 2 séculos, ajudam a conservar o aspecto colonial do que restou dos tempos “áureos” do ciclo da prata.  Além disso, a cidade também foi palco do primeiro levante que prenunciava a Guerra de Independência Mexicana que teria sua primeira batalha ali próximo, no próprio estado de Guanajuato. É, também, local onde nasceu um dos mais ilustres pintores mexicanos: Diego Rivera – marido de Frida Kahlo. Somando-se tudo isso aos inúmeros eventos culturais que a cidade hospeda anualmente, a UNESCO, em 1988, conferiu a este pequeno charme do interior mexicano, o título de Patrimônio Mundial da Humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, não bastando sua relevância histórica e cultural para a América Latina, Guanajuato também é conhecida por suas incríveis lendas. E era assim que começava nossa visita&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Logo pela manhã, seguimos com a Tanajura direto para o centro histórico. Estacionamos e logo fomos abordados por um dos inúmeros guias credenciados que existem na cidade. A curiosidade que nos despertou naquele curto caminho até ali, principalmente devido aos longos túneis e pela quantidade de construções coloniais, foram suficientes para não pensarmos duas vezes em contratar um guia para nos apresentar a cidade. Introduções iniciais feitas, caminhamos até o ‘<i>Callejón del Beso</i>’ (o beco do beijo).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Camping.jpg"><img alt="Camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Camping-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nosso camping em Guanajuato. Hospedados junto com os estadunidenses que iriam começar um rally até a península do Yucatán.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Guia.jpg"><img alt="Guia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Guia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O nosso simpático e paciente guia dando as introduções iniciais logo pela manhã!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Reza a lenda que um mineiro – trabalhador das minas de Valenciana, e não o cidadão natural do Estado onde nasceu Tiradentes <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> – de nome Carlos era apaixonado pela espanhola Doña Ana. De família nobre, o pai de Ana queria que ela se casasse com um espanhol rico e parasse de dar atenção ao pobre Carlos. No entanto, o mineiro apaixonado não desistiu. Ele descobriu quem era o dono da casa em frente a de Ana, na qual suas sacadas quase que se tocavam, de tão estreita que era a viela (ou beco, que em espanhol significa <i>callejón</i>). Carlos gastava todo seu salário pagando aquele aluguel para poder vê-la da sacada e trocar beijos apaixonados. Numa noite, no entanto, o casal foi flagrado pelo pai de Ana que jurou a moça de morte caso voltasse a vê-los juntos. Mas o amor de ambos era mais forte e eles ignoraram o pedido do pai. A tragédia foi consumada quando, mais uma vez, o pai encontrou ambos juntos na sacada. Num impulso irracional o pai empunhou uma faca nas costas da própria filha enquanto o mineiro dava a ela um último beijo de despedida. Hoje em dia, dezenas de casais apaixonados diariamente seguem a tradição de darem um beijo no terceiro degrau da escada embaixo da sacada onde ocorreu o último beijo de Carlos e Ana. (Mas nós não seguimos a tradição&#8230;hahaha)</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Callejon-del-Beso.jpg"><img alt="Callejon del Beso" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Callejon-del-Beso-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas curiosos observam as famosas sacadas do <em>Callejón del Beso </em>eternizada pela lenda!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E assim, saímos de lá apreciando aquelas casas do século XVIII nas ruazinhas estreitas com menos de 1,70m. Ao redor da Plaza de la Paz é de chamar a atenção o nível de conservação das inúmeras casas e mansões da antiga elite Guanajuatense, bem como o Palácio Legislativo e a Basílica de Nuestra Señora de Guanajuato, construída em estilo barroco por volta de 1765. Outra construção impressionante de Guanajuato é o Teatro Juaréz, que teve seu início no final do século 19 e foi inaugurado pelo ex-presidente e ditador, Porfírio Diaz, com a ópera Aida, de Verdi. O Teatro Juaréz, hoje, recebe diversos eventos de música e dança.</p>
<div id="attachment_3770" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_8844.jpg"><img class="size-large wp-image-3770" alt="IMG_8844" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_8844-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegando à Plaza de la Paz, com a Basílica de Nuestra Señora de Guanajuato ao fundo.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-1.jpg"><img alt="Cidade 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao redor da Plaza de la Paz, é possível avistar os belíssimos prédios coloniais como o Palácio Legislativo e a casa onde morou o conde Rul, da Espanha.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Teatro-Juarez.jpg"><img alt="Teatro Juarez" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Teatro-Juarez-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O imponente Teatro Juaréz!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-2.jpg"><img alt="Catedral 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O esplendor do interior da basílica de Nuestra Señora de Guanajuato</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Também, chamam muita atenção na cidade suas inúmeras praças. Seja com estátuas em bronze de poetas, músicos ou diversos outros artistas; seja por suas flores coloridas e a semelhança com as praças Venezianas. Fato é que toda a vida de Guanajuato se passa em torno delas. A que mais encanta, no entanto, é o Jardín de la Unión. Ponto de encontro de muitos Guanajuatuenses, a magnífica praça contém um coreto em seu centro e está cercada por árvores baixas, todas alinhadas, e com suas copas aparadas em formato de uma fatia de queijo! E foi numa terça-feira, em nosso último dia na cidade, que presenciamos um evento tradicional que acontece semanalmente no Jardín de la Unión. Uma banda local, composta de 10 músicos, tocava uma animada música latina. Casais de senhores e senhoras com mais de 65 anos e com vestimentas que denunciavam a disparidade de suas classes sociais, dançavam ali, juntos! Uma mesma música, numa mesma praça, sem que a diferença econômica os distanciasse. Aplaudidos e observados pelos mais jovens, casais curiosos, locais e turistas que se espalhavam na praça para apreciarem o concerto, numa noite verdadeiramente mágica!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-3.jpg"><img alt="Pracinha 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A estátua em homenagem a Miguel de Cervantes &#8211; uma das inúmeras estátuas de Guanajuato!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-2.jpg"><img class="aligncenter" alt="Pracinha 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-1.jpg"><img class="aligncenter" alt="Pracinha 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<div id="attachment_3785" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/WP_20121211_005.jpg"><img class=" wp-image-3785" alt="WP_20121211_005" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/WP_20121211_005-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os ilustres casais de senhores que dançavam ao som de música Latina numa noite mágica! :)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ainda nas cercanias do Teatro Juarez observa-se uma espécie de buraco na calçada cercada de vidro, onde era possível avistar uma Guanajuato soterrada. Soterrada?! Isso mesmo. Devido as suas íngremes encostas, a cidade sofreu por muitos anos com o problema das enchentes. Em 1760 e 1780 duas enormes inundações quase acabaram com a cidade por completo. Dessa forma, em meados do  século seguinte, e após mais uma reconstrução da cidade, iniciou-se a construção de uma série de canais e túneis subterrâneos para escoarem o volume de água. Mas em 1960, a construção de uma barragem no principal rio ao redor da cidade, controlou de vez o problema das inundações. Dessa forma, a maioria daqueles túneis e canais construídos tornaram-se rodovias subterrâneas de até poucos quilômetros, por onde hoje passam carros, ônibus e dão mais um encanto e misticismo à cidade!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Inundação-1.jpg"><img alt="Inundação 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Inundação-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Guanajuato &#8220;soterrada&#8221; o lado do Teatro Juaréz</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-3.jpg"><img alt="Tunel 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A entrada de um dos vários túneis e canais que cortam a cidade&#8230;</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-1.jpg"><img alt="Tunel 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;reparem na parte de baixo do poste as marcações com as cores correspondentes ao nível de água possível, ou não, de se passar com o carro.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No início daquela tarde nos dirigimos para o povoado de Valenciana, onde ficavam as principais minas da cidade. Mas, antes&#8230; (uma dica para aqueles que gostam de doces e guloseimas! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> )&#8230;passamos numa deliciosa doceria recomendada pelo nosso guia, para comermos alguma coisa (não nos lembramos o nome da doceria, mas não era a La Catrina – muito famosa na região, mas que não nos encantou tanto quanto essa outra). Retomando&#8230;Lá em Valenciana conhecemos a igreja de San Cayetano (também conhecida como igreja de La Valenciana), que fica na entrada da de uma das mais importantes minas de prata da região: La Bocamina de San Cayetano. Suas primeiras extrações ocorreram de 1557 a 1760 e era feita basicamente por índios. A segunda etapa, entre 1761 a 1810, foi a época de bonança do ciclo da prata. Com o quase completo extermínio dos indígenas da região pelos &#8220;gentis&#8221; espanhóis, o trabalho era feito basicamente por mestiços com técnicas já um pouco mais apuradas. A visita surpreende pela profundidade da mina e por poder conhecer um dos rústicos métodos de quebra das pedras utilizando-se um simples pedaço de madeira.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral.jpg"><img alt="Catedral" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A igreja de San Cayetano, ao lado das minas de prata de Valenciana.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-1.jpg"><img alt="Minas 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Maquetes ilustram as diversas minas que foram abertas no &#8220;auge&#8221; da exploração de prata da região de Guanajuato</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-2.jpg"><img alt="Minas 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Entrando na Bocamina de San Cayetano em Valenciana &#8211; Guanajuato</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-3.jpg"><img alt="Minas 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O fundo da mina de San Cayetano &#8211; Guanajuato</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao redor de La Valenciana ficava também o divertido museu de Tortura. Com guias vestidos como na época da Inquisição, o museu mostra as diversas ferramentas e artimanhas usadas para torturarem aqueles que eram opositores ao reinado, ou à fé católica. Apesar do ambiente mórbido e pesado, os guias conseguem transformar o clima em leve e descontraído, com piadas e brincadeiras que ironizam a situação daqueles que ali foram condenados a pagaram suas “dívidas sociais&#8221;.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-1.jpg"><img alt="Museu da Tortura 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel foi pego para uma demonstraçãozinha básica no Museo da Tortura! Aproveitou pra pagar suas dívidas ali alguns minutinhos! hahaha :)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-2.jpg"><img alt="Museu da Tortura 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As máscaras figuram entre os diversos, e tristes, artefatos de tortura.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-Tortura-3.jpg"><img alt="Museu Tortura 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-Tortura-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As temíveis forcas&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Corremos dali para pegar ainda aberto um dos principais pontos turísticos da cidade. Longe de ser uma lenda, o curioso Museu das Múmias, não é necessariamente o mais legal atrativo de Guanajuato, mas o excelente estado de suas múmias enterradas provavelmente entre 1830 e 1950, somado ao ainda incerto motivo do porquê, e como, ficaram daquele jeito, são realmente de impressionar! (um pena que não podíamos tirar fotos lá dentro)</p>
<p style="text-align: justify;">O dia chegava perto de seu fim e, para terminar como começou, fomos visitar a estátua em homenagem a uma das principais lendas da cidade: El Pipila!!! A história da Independência Mexicana conta que, após o grito de Independência feito pelo Padre Miguel Hidalgo em 1810, as tropas insurgentes (comandadas pelo próprio padre) marcharam da cidade de Dolores, até a capital do estado: a cidade de Guanajuato. O intuito dos rebeldes era desafiar o governo colonial espanhol. Em resposta, as tropas reais e a elite da região entraram no maior armazém da cidade – <i>Alhondiga de Granaditas</i> – para se protegerem e, assim, começaram a disparar contra os insurgentes. Imponente, o prédio só possuía uma porta de acesso o que dificultava a entrada dos rebeldes que eram constantemente atacados pelos espanhóis. Esse episódio ficou conhecido como a primeira batalha da Independência Mexicana! É  aí que entra na história a lenda de um valente mineiro: Juan José de los Reyes Martínez Amaro, apelidado de El Pipila! Apoiando uma grande pedra plana nas costas como escudo, resolveu aproximar-se da imensa porta de madeira do prédio. Carregando nas mãos uma tocha e alcatrão ele ateou fogo à porta. Isso permitiu com que os insurgentes entrassem e tomassem o prédio. Em sua homenagem, foi construída uma colossal estátua num monte ao redor da cidade com uma bela vista de Guanajuato. De lá vimos o pôr do sol e tiramos belas fotos da encantadora cidade.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/El-Pipila.jpg"><img alt="El Pipila" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/El-Pipila-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A monumental estátua ao Pipila! O lendário heroi Guanajuatuense!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1.-Vista-aérea.jpg"><img alt="1. Vista aérea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1.-Vista-aérea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A vista aérea da cidade, vista do monumento El Pipila &#8211; Guanajuato, México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dedicamos o dia seguinte para passear pela cidade com mais calma e sentir a rotina de seus habitantes. Passeamos por suas principais ruas e praças e caminhamos pelo enorme mercado Hidalgo. Visitamos o muito bem cuidado museu Diego Rivera na casa onde o mais ilustre pintor mexicano viveu os primeiros 6 anos de sua vida e nos encantamos por suas obras que nos fizeram entender a importância desse pintor – que até foi aclamado por ninguém menos que Albert Einstein – para a história do país!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-2.jpg"><img alt="Cidade 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dia comum em Guanajuato</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Mercado-Hildalgo.jpg"><img alt="Mercado Hildalgo" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Mercado-Hildalgo-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Mercado Hidalgo &#8211; em homenagem ao Padre Insurgente.</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-1.jpg"><img alt="Diego Rivera 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A entrada do museu Casa Diego Rivera, em homenagem ao ilustre pintor Mexicano</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-3.jpg"><img alt="Diego Rivera 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">André observa o interessante quadro que relata os principais momentos de Rivera. Incluindo a trecho da carta de Einstein ao pintor e suas passagens de indas e vindas com sua amada: a também artista Frida Kahlo!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-2.jpg"><img alt="Diego Rivera 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Frida Kahlo, Diego Rivera e Gabriel &#8211; de intruso.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas a Guanajuato de hoje impressiona não só pela conservação e manutenção de suas lendas e histórias. Comércio, serviços, turismo e o funcionamento da importante Universidade de Guanajuato, mantém a cidade viva e ativa! Contando com 30 mil estudantes, a universidade também entra no “clima” da relevância histórica da cidade imortalizando uma importante tradição das universidades espanholas. Há mais de 5 décadas seus estudantes realizam todas as noites as <i>Callejoneadas</i>, que partem todos os dias de frente ao Teatro Juárez para uma caminhada pelo centro da cidade. Vestidos como os antigos universitários espanhóis, os jovens tocam trovas para o público que, acompanhados de um cálice de vinho em suas mãos, cantam e batem palmas no ritmo da cantoria. E é no pequeno bar ‘Los Lobos’ que o passado encontra o presente. Movimentado, barulhento e com uma mesa de pebolim (ou totó, para alguns) na parte de cima, o bar toca os famosos &#8216;rocks&#8217; das décadas de 60 a 90, como Jimi Hendrix, Pretenders, Beatles, Elvis, The Doors&#8230; mantendo vivo um espírito universitário, jovem e questionador.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/28.-Vista-aérea.jpg"><img alt="28. Vista aérea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/28.-Vista-aérea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">De longe pacata, mas em seu coração, pulsa uma cidade boêmia com atividades culturais, gastronômicas e alguns poucos bares para os jovens universitários!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro, a cidade ainda hospeda o Festival Cervantino. Criado em 1972 pelos estudantes da Universidade de Guanajuato, o festival iniciou com interpretações de peças do famoso escritor Miguel de Cervantes, interpretadas pelos próprios estudantes. Além de peças teatrais, o festival hoje conta com óperas, mostras de cinema, exibições de arte, conversas e conferências acadêmicas, música e recital de dança.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cervantina.jpg"><img alt="Cervantina" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cervantina-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O belíssimo monumento ao Festival Cervantino, com a cabeça de Cervantes ao centro.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É muita cultura!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Na saída da cidade uma enorme estátua faz alusão aos mineradores que foram a força motriz do surgimento de Guanajuato. Em tom de brincadeira, nosso guia disse que ao lado daqueles mineiros, deveria ser colocado o monumento de um homem com uma prancheta em uma mão, e um mapa na outra. Este homem representaria os guias turísticos, símbolo da atividade econômica que hoje sustenta a cidade&#8230; Mas lendas, múmias, túneis, pintores, estudantes, cultura e uma enorme relevância histórica marcam a cidade! E fato é que, das montanhas que um dia transbordaram toneladas de prata das mãos daqueles sofridos homens, nasceu também um das maiores heranças culturais que a humanidade tem registrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, imaginem se fosse construído um monumento para cada um daqueles homens e mulheres que marcaram a história da região?! E em cada canto do nosso Brasil? Faltam heróis, ou sobra desconhecimento de nossa própria história?</p>
<p style="text-align: justify;">Guanajuato é sem dúvida uma das cidades mais surpreendente que já visitamos!</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá rumando para o sul. Mas antes, passamos rapidamente por um outro tesouro histórico do estado de Guanajuato: a cidade de San Miguel de Allende. Diferente da &#8220;vizinha&#8221; Guanajuato, San Miguel atrai um turismo orientado mais para &#8216;los gringos&#8217; (americanos) e canadenses, além de boa parte da elite Mexicana que viaja, principalmente, da capital para lá. A cidade tem uma relevância histórica ao lado de Guanajuato por também ter sido palco de importantes batalhas da independência mexicana, além de ser terra natal do general Ignacio de Allende, um dos herois mexicanos que lutaram ao lado do padre Miguel Hidalgo. A cidade possui excelentes restaurantes, uma belíssima praça e uma riquíssima herança artística e arquitetônica, devida a sua <em>Escuela de Bellas Artes</em>, que hoje expõe quadros e murais tradicionais da cultura mexicana!</p>
<div id="attachment_3752" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-9.jpg"><img class=" wp-image-3752" alt="San Miguel de Allende 9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-9-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A belíssima Paróquia de San Miguel &#8211; San Miguel de Allende, México.</p>
</div>
<div id="attachment_3749" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-5.jpg"><img class="size-large wp-image-3749" alt="San Miguel de Allende 5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-5-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mural em homenagem aos patriotas da Independência Mexicana com o padre Miguel Hidalgo e Ignacio Allende, na Escuela de Bellas Artes &#8211; San Miguel de Allende, México</p>
</div>
<div id="attachment_3747" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-3.jpg"><img class="size-large wp-image-3747" alt="San Miguel de Allende 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura passando na &#8220;rua&#8221; mais estreita até hoje na Expedição! Teve até que recolher as orelhas! hahaha (em San Miguel de Allende, México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quem quiser ver mais fotos dessa incrível passagem, clique <a title="Guanajuato" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632804774926/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Arquitetura, História e Futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 16:14:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 08/12/2012 à 09/12/2012 Trajeto: As principais estradas são carretera &#8220;A Las Palmas&#8221; (80km) e Mascota-Ameca/Mexico 90 (120km). Depois de mais de 20 &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/guadalajara/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 08/12/2012 à 09/12/2012</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de: </b>Puerto Vallarta, Jalisco – México.</p>
<p><b>Distância total: </b>315 km.</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> Hotel La Perla.</p>
<p><b>Pneu Cheio:</b> A arquitetura do centro da cidade, com o palácio nacional e a basílica como destaques.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino: </b>Guadalajara, Jalisco – México.</p>
<p><b>Tempo de viagem: </b>5,5 horas.</p>
<p><b>O que comemos de bom:</b> “<i>Birria de chivo”.</i></p>
<p><b>Pneu murcho:</b> Dificuldade para encontrar um lugar econômico para dormir.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> As principais estradas são carretera <em>&#8220;A Las Palmas&#8221; </em>(80km) e<em> Mascota-Ameca/Mexico 90 </em>(120km).</p>
<p>Depois de mais de 20 dias no litoral mexicano, chegou o dia de partirmos para conhecer o continente, onde tivemos contato com a história e cultura mais típica, com muito menos influência do seu vizinho de cima. Nosso destino era Guadalajara, a segunda maior cidade do México com uma população de mais de 4 milhões de habitantes. Apesar de atualmente ter sua economia fortemente vinculada à indústria de tecnologia, Guadalajara é um centro cultural do México, sendo nomeado como capital americana da cultura em 2005. Apesar de não ser consensual, muitos intitulam Guadalajara como a casa dos <i>Mariachi, </i>estilo musical tipicamente mexicano.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém antes de chegarmos de fato em Guadalajara, tivemos algumas <i>“aventuras” </i>com a polícia mexicana. Saímos de Puerto Vallarta por volta das 2:00 da tarde em direção a Guadalajara, já um pouco atrasados em relação ao que havíamos planejado. Na tentativa de sair rápido da cidade, fomos parados por um policial, que nos deu uma multa por estarmos acima da velocidade permitida. Não que justifique, mas éramos mais um carro dentre vários que seguiam na rodovia acima dos 60km/h permitidos. Ao dar a multa, recebemos a proposta de tentar resolver a situação de “outra forma”, mas optamos por pagar a multa. O processo de pagamento envolvia o retorno à cidade, no departamento de trânsito, para o pagamento imediato da multa. Enquanto isso, o policial ficaria nos aguardando no mesmo lugar que nos deu a multa com a carteiro de motorista de quem dirigia. Em meia hora conseguimos pagar a multa e fomos de encontro à barreira policial, já na saída da cidade, conforme combinado. Mas para nossa surpresa, os dois carros de polícia tinham acabado de sair, no momento em que chegávamos ali. Aceleramos para que pudessem nos ver, e tivemos que “enquadrá-los” para poder recuperar a carteira de motorista. Ao chegar no carro de polícia, um silêncio tomou conta e parecia que eles tinham se surpreendido com nosso retorno e estavam envergonhados. Foi por questão de segundos que não ficamos sem essa carteira. E teria sido pior ainda se tivéssemos deixado a placa do carro, como eles haviam solicitado incialmente e que só depois de muito custo os convencemos de que a placa não deveria ser retirada.</p>
<p style="text-align: justify;">Multa paga, carteira recuperada, seguimos rumo a Guadalajara, onde chegamos por volta das 19:00 horas, quando a noite já havia caído. Com as direções de um hostel no GPS (apelidado carinhosamente de Madalena em função da voz ser português de Portugal), fomos entrando na cidade, seguindo as orientações da Madalena, até que entramos numa rua que era contramão. O pior é que além de ser contramão, a via estava bloqueada pela batalhão de operações especiais da polícia local, provavelmente em função de alguma operação de transporte de dinheiro que estava sendo feita nos bancos localizados naquela rua. Em poucos segundos, o vários homens do “Bope mexicano” estavam ao redor da Tanajura, com fuzis e pistolas apontadas pro carro. Ficamos todos pálidos na hora, e aos berros, recebemos a ordem de descer do carro com a mãos pra cima. Revistaram dois de nós, ainda descalços, e logo viram que se tratava de grande um engano. Ainda pudemos ouvir a risada do chefe do batalhão, antes de sermos liberados para seguir em frente. Ufa!!!</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8650.jpg"><img alt="IMG_8650" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8650-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Indicação do banheiro masculino numa parada para café na estrada</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Passados os sustos, e sem lugar pra ficar, já que o hostel planejado estava lotado, ficamos rodando durante a noite durante um bom tempo até achar um hotel razoavelmente econômico para passarmos a noite. Enquanto procurávamos, aproveitamos para passear na cidade e a primeira impressão foi super boa: lembrava o centro de SP, tanto pela pessoas, a atmosfera, prédios antigos, mas com construções maiores e mais imponentes!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8685.jpg"><img alt="IMG_8685" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8685-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Primeiras impressões da cidade</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8697.jpg"><img alt="IMG_8697" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8697-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Reunião para decidir onde comeríamos</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8691.jpg"><img alt="IMG_8691" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8691-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Clima de Natal espalhado pela cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Jantamos num restaurante muito típico, atendimento diferenciado, bem aconchegante e com o diferencial de ter a cozinha aberta, de forma que podíamos ver a preparação da comida! Experimentamos a sugestão do chefe, a “<i>Birria de chivo”, </i>uma suculenta carne de bode cozida durante 24 horas, servido com caldo levemente picante, além de diversas especiarias.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8703.jpg"><img alt="IMG_8703" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8703-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text"><em>&#8220;Las Nueve esquinas&#8221;</em> visto de fora</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8673.jpg"><img alt="IMG_8673" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8673-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição com o time da &#8220;<em>Las Nueve Esquinas&#8221;</em></p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8654.jpg"><img alt="IMG_8654" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8654-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bode sendo desossado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><img alt="IMG_8668" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8668-1024x682.jpg" width="423" height="281" />
<p class="wp-caption-text">Expedição na espera da <em>&#8220;Birria&#8221;</em></p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, acordamos tarde, e saímos para almoço num lugar bastante tradicional também, enquanto a tanajura era lavada! Caminhamos um pouco mais pelo centro, visitamos o palácio do governo que possui um museu gratuito, bem interessante, interativo, com vários mapas tanto nas paredes quanto no piso! Tínhamos pouco tempo, mas vale bastante a pena uma visita!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8801.jpg"><img alt="IMG_8801" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8801-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada pela praça das armas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8792.jpg"><img alt="IMG_8792" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8792-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Multidão atravessando a rua no centro da cidade.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8711.jpg"><img alt="IMG_8711" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8711-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada pelo centro de Guadalajara</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dentre inúmeras explicações sobre a história e o prosperar da cidade, uma delas estava ligada a sua localização, mais para o interior do continente, mas que só foi valorizada mais tarde. Por volta de 1.530, com a ocupação espanhola da região de <i>“Nueva Galícia”</i> que compreendia o que hoje são os estados de Jalisco, Colima, uma parte de Zacatecas entre outras, o governante Nuño de Guzmán optou por instalar as bases do governo no litoral, afim de abrir as rotas comerciais. Porém, com as descoberta das minas em Guanajuato e Zacatecas, além de ser um excelente ponto de partida para as expedições colonizadoras ao noroeste e um eficaz provedor de alimentos, Guadalajara foi aos poucos se tornando mais próspera. Em pouco mais de 30 anos, Guadalajara passou a abrigar alguns importantes centros religiosos, até que Nuño de Guzmán a converteu no coração de “<i>Nueva Galícia”.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8717.jpg"><img alt="IMG_8717" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8717-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Palácio do governo</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8743.jpg"><img alt="IMG_8743" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8743-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mapa utilizado para navegação no período de descoberta das Américas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8741.jpg"><img alt="IMG_8741" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8741-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mapa da América</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8732.jpg"><img class="  " alt="IMG_8732" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8732-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mural no interior do palácio do governo</p>
</div>
<p>Saindo da praça das armas, onde fica o palácio do governo, fomos a praça Guadalajara, onde fica a fonte e a basílica, enorme, com uma arquitetura imponente, belíssima por dentro e por fora! Depois de explorar um pouquinho da história da capital de Jalisco voltamos ao estacionamento, onde demos de &#8220;regalo&#8221; para o menino que lavou o carro, moedas brasileiras!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8790.jpg"><img alt="IMG_8790" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8790-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fonte e Basílica juntas na praça Guadalajara</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8768.jpg"><img alt="IMG_8768" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8768-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Interior da Basílica</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Um fato histórico ocorrido na cidade de Guadalajara foi o tricampeonato da seleção brasileira. O estádio Jalisco, que leva o nome do estado cuja capital é Guadalara foi o principal palco da copa de 70 para a seleção de Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivelino, Gérson, Carlos Alberto Torres e outros mais. Todos os jogos da seleção brasileira foram disputados lá, com exceção da famigerada partida final contra Itália, vencida pelo Brasil por 4&#215;1 no estádio Asteca, na cidade do México. Vimos apenas por fora, mas pelo o que ouvimos e lemos, o estádio Jalisco, apesar de reformado &#8211; a cidade foi palco do Panamericano 2011 &#8211; ainda mantém as mesmas características – os mesmos três anéis, a cobertura da arquibancada e a capacidade de público. Em homenagem a façanha da seleção canarinha, que venceu todas as partidas tanto das eliminatórias quanto da copa do mundo, a praça em frente ao estádio foi nomeada de praça Brasil. Dentre as várias similaridades que observamos no México e que nos fizeram se sentir mais perto do estilo de vida no Brasil, o futebol é sem dúvida uma delas.</p>
<div id="attachment_3680" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8804.jpg"><img class="size-large wp-image-3680" alt="IMG_8804" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8804-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel na praça Brasil, com o estádio Jalisco de fundo.<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> </span></p>
</div>
<p>Para mais fotos sobre essa aventura, clique <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632799457525/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Um passeio à época colonial</title>
		<link>http://4x1.com.br/mazatlan-puerto-vallarta/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 19:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Festa de Guadalupe]]></category>
		<category><![CDATA[Mazatlan]]></category>
		<category><![CDATA[Puerto Vallarta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 05/12/2012 à 07/12/2012 Trajeto: Cruzamos o Mar de Cortez de ferry. Depois de uma noite em Mazatlán, tomamos a carretera Mazatlán-Tepic até &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/mazatlan-puerto-vallarta/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4&#215;1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: </b><strong>05/12/2012 à 07/12/2012</strong></p>
<div class="one_half content_left"><p style="text-align: justify;"><b>Saímos de: </b>La Paz, Baja California – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância Total:</b> 470 km pelo Mar de Cortez até Mazatlán; mais 430 km até Puerto Vallarta</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos: Seguimos na onda dos RV Parks. </b>Tanto no San Fernando RV Park em Mazatlán, como no Tacho RV Park em Puerto Vallarta, havia boa estrutura para acampar com nosso carro.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu cheio: Riqueza cultural e histórica. </b>Mazatlán e Puerto Vallarta preservam muito bem sua herança colonial. Aconchegantes e bonitas<b>, </b>as cidades tem muita história para contar.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino Final:</b> Mazatlán e Puerto Vallarta – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem: </b>18 horas no ferry de La Paz à Mazatlán; e cerca de 6 horas (incluindo paradas policiais e banheiro) até Puerto Vallarta.</p>
<p><b>O que comemos de bom: A melhor mole poblana do México. </b>Não estávamos na região de Puebla, mas achamos difícil alguma mole bater a Mole de Jovita em Puerto Vallarta.</p>
<p><b>Pneu murcho: Acampar em algumas cidades urbanas é tarefa difícil.</b> No caso destas duas, acabamos ficando um pouco longe dos centros para conseguir um camping.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Cruzamos o Mar de Cortez de ferry. Depois de uma noite em Mazatlán, tomamos a <em>carretera Mazatlán-Tepic </em>até a saída para Puerto Vallarta.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Mazatlán e Puerto Vallarta – Um passeio à época colonial</b></p>
<p style="text-align: justify;">Nossa passagem pelo outro lado do México não poderia começar melhor. Cidadezinhas mais que aconchegantes com centros históricos que ainda guardam resquícios do período colonial. Mazatlán e Puerto Vallarta são jóias da costa do Pacífico mexicana, que pouco se ouve falar no Brasil diante do <i>glamour</i> de cidades como Cancun e Los Cabos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Mazatlán – Uma tarde no século XIX</b></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um litoral de 20 km de extensão, recortado por uma variedade de praias e <i>resorts</i>, o que chama a atenção em Mazatlán é seu centro histórico. Revitalizações feitas na década de 80, tornaram a ‘Mazatlán Antiga’ um lugar realmente único.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83781.jpg"><img alt="IMG_8378" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83781-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A bela Mazatlán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A primeira parada foi na Catedral da cidade, que data do século XIX. Suas torres de tijolos amarelos guardam um interior todo decorado em detalhes. A igreja se encontra em meio a um centro omercial com diversas lojas e barraquinhas de rua.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83051.jpg"><img alt="IMG_8305" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83051-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Catedral da cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos para a tradicional esquina da rua Carnaval com a Constitución, onde está a charmosa <i>Plazuela Machado.</i> A praça é cercada de galerias de arte, cafés e restaurantes. As arvorés vistosas e alinhadas dão um toque a mais ao lugar. Fizemos uma visita à <i>Casa Machado, </i>um museu que conserva móveis da época colonial e também conta um pouco da história da cidade, que surgiu como um importante entreposto comercial com seu porto. Do segundo andar da casa se tem uma bela vista panorâmica da <i>Plazuela Machado.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83101.jpg"><img alt="IMG_8310" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83101-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Restaurantes aconchegantes na Plazuela Machado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83621.jpg"><img alt="IMG_8362" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83621-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista da Casa Machado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83541.jpg"><img alt="IMG_8354" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83541-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Interior da Casa Machado</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83131.jpg"><img class=" " alt="IMG_8313" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83131-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tranquilidade na charmosa Mazatlán antiga</p>
</div>
<p>O passeio terminou com uma volta de carro pela orla da Playa de Olas Altas, já em direção à <i>Zona Dorada, </i>onde estão localizados os resorts de praia. O caminho proporciona belas vistas das construções antigas à beira-mar.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83731.jpg"><img alt="IMG_8373" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_83731-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A orla recortada de Mazatlán Antiga</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>Puerto Vallarta – Viva a Virgem de Guadalupe</b></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em Puerto Vallarta na data certa. Era época de festas da virgem de Guadalupe. A cidade estava cheia e as ruas bastante movimentadas. Próximo ao <i>malecón</i>, um palco estava montado para apresentações musicais. Nas ruas, as diversas paróquias da cidade faziam procissão até a Catedral de Guadalupe, logo em frente a <i>Plaza Principal</i>. As procissões traziam música e dança típicas, assim como algumas vestimentas festivas. A energia da cidade nos contagiou com essa ótima primeira impressão.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84151.jpg"><img alt="IMG_8415" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84151-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegamos em plenas comemorações de Guadalupe</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84291.jpg"><img alt="IMG_8429" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84291-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Procissão rumo à Catedral</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84511.jpg"><img alt="IMG_8451" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84511-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Danças típicas e fantasias animavam a festa</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84571.jpg"><img class=" " alt="IMG_8457" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_84571-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Não tem idade certa para participar</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Poucas horas nas ruas de Vallarta e já se percebe porque ela é a capital <i>gay</i> do México. Casais homossexuais estão em todos os cantos da cidade. Diversos bares e restaurantes levavam a bandeira do orgulho gay como um modo de se mostrar amigáveis (<i>gay-friendly)</i>; outros levavam até essa expressão escrita. Ficamos imaginando se o pessoal achava que fazíamos parte do time, afinal éramos um bando de homens andando sempre juntos. Mas enfim, não temos problema nenhum e até nos divertíamos com isso.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8581.jpg"><img alt="IMG_8581" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8581-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A bela Catedral</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8604.jpg"><img alt="IMG_8604" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8604-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parte charmosa da cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte curtimos o centro novamente. Almoçamos em uma barraquinha de tacos de peixe (Marisma Fish Tacos), nossa comida preferida do México, antes de seguir a caminhada. Passamos um tempo em frente aos Arcos do lado oposto à Catedralda Plaza Principal, deixando o tempo passar e caminhamos pelo charmoso <i>malecón</i>. Demos uma volta também pela Isla Río Cuale, onde os antigos habitantes da cidade construíram suas primeiras casas. Hoje o lugar abriga um museu e várias lojinhas de artesanato local.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_85011.jpg"><img alt="IMG_8501" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_85011-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada na praia para distrair</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8513.jpg"><img alt="IMG_8513" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8513-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A orla de Vallarta</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8528.jpg"><img alt="IMG_8528" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8528-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Artesanato na Isla Rio Cuale</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8531.jpg"><img alt="IMG_8531" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8531-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Não poderiam faltar os calendários aztecas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8559.jpg"><img alt="IMG_8559" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8559-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tentação em loja de doces local</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">    Para o jantar, passamos no super recomendado El Mole de Jovita na rua Badillo. O restaurante tem como especialidade a famosa mole poblana. Apesar de ser um prato mais tradicional da região de Puebla, o simpático dono do restaurante vendia seu prato como o melhor do México. Segundo ele, a própria mãe fazia lá em uma cidadezinha na parte continental e mandava para ele tudo fresquinho. Não pudemos negar, o prato era uma delícia, e foia  melhor mole que comemos no México. Para quem não sabe, a mole é um molho à base cacau e outras trinta e tantas especiarias, tradicionalíssimo no México. Vale a pena experimentar!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8637.jpg"><img alt="IMG_8637" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8637-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A famosa mole poblana</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8633.jpg"><img alt="IMG_8633" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_8633-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Jantar no Restaurante Mole de Jovita</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O dia terminou em festa em um dos bares do <i>malecón</i>. Assim como em Cabo San Lucas, os bares tinham cara de gringo e realmente era o que se via por ali. Foi uma noite divertida.</p>
<p style="text-align: justify;">A passagem por essas duas belas cidades foi como um passeio à época colonial, com uma pitada de modernidade, principalmente nas opções de vida noturna! Um lado interessante do México continental, que estávamos começando a conhecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Mazatlán e Puerto Vallarta, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632799874177/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
<p><b> </b></p>
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		<title>Da Baja para o Continente – Cruzando o Mar de Cortez de Ferry</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 18:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Baja California]]></category>
		<category><![CDATA[Baja Ferries]]></category>
		<category><![CDATA[Ferry]]></category>
		<category><![CDATA[La Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Mar de Cortez]]></category>
		<category><![CDATA[Mazatlan]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 04/12/2012 à 05/12/2012 Trajeto: Carretera Escencia (vulgo, Mar de Cortez) Da Baja para o Continente – Cruzando o Mar de Cortez de &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/ferry-mar-de-cortez/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 04/12/2012 à 05/12/2012</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> La Paz, Baja Califórnia – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 480 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos:</b> <b>Noite ‘confortável’ nas poltronas do ferry. </b>Dormir um diazinho sentado não faz mal a ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio:</b> <b>Ganhamos tempo para seguir viagem. </b>O ferry encaixou perfeitamente no roteiro que pretendíamos fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Mazatlán, Mazatlán – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> Cerca de 17 horas</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom:</b> <b>Nada especial. </b>A comida do navio não era ruim, mas coincidência ou não, todo mundo passou um pouco mal quando chegamos à Mazatlan.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho:</b> <b>Haja paciência. </b>Tem que variar nas atividades para não se entediar em 17 horas de viagem.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Carretera Escencia (vulgo, Mar de Cortez)</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Da Baja para o Continente – Cruzando o Mar de Cortez de ferry</b></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de cruzar a baja Califórnia de cabo a rabo, tínhamos duas opções para seguir viagem: uma era voltar todos os 1700 km de extensão da península e passar à parte continental por terra; e a outra era tomar um ferry a partir de La Paz. Não pensamos duas vezes, vamos de ferry!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><img alt="IMG_8284" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8284-1024x682.jpg" width="423" height="281" />
<p class="wp-caption-text">O ferry!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seria a quarta vez na viagem que a Tanajura faria uma viagem de barco (isso sem contar a jangada e a balsa que ela pegou em Jericoacoara). No entanto, dessa vez não seriam 20 dias como na exportação para os EUA, 7 dias como no trajeto Belém-Manaus, ou mesmo 2 dias na  travessia do <i>Inside Passage</i> no Alasca, mas apenas 17 horas de viagem. Este era o tempo necessário para cruzarmos o Mar de Cortez em um navio (<br />
ou ferry) de La Paz à cidade de Mazatlán.</p>
<p style="text-align: justify;">A Baja Ferries (link) é a única empresa que transporta tanto carga como passageiros. O custo para a viagem é de $2300 pesos mexicanos (cerca de R$360) para o carro, que acabou se enquadrando como pick-up e inclui também a passagem do motorista. Cada passageiro adicional custa $1075 pesos mexicanos (ou aproximadamente R$170). Este valor inclui um assento no <i>Salón</i>, onde há uma poltrona reclinável e televisões onde se passam filmes o tempo inteiro. Há a possibilidade de alugar as <i>Cabinas</i>, que sairia praticamente o dobro do preçe. Como a viagem era relativamente curta, decidimos ir de poltrona mesmo. Também inclui uma janta e um café-da-manhã. Há uma taxa aduaneira de $150 pesos mexicanos (+/- R$25) paga no porto para inspeção do carro.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8279.jpg"><img alt="IMG_8279" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8279-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Quem perde a van para o barco, corre atrás!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma van leva os passageiros até o barco. Este em si não era nada mal. Não era tão simples como o de Belém-Manaus, nem tão bem arrumado como o que tomamos no Alasca, era como um meio termo. As poltronas não eram super confortáveis, mas davam pro gasto. A comida era simples, mas era bem servida. O fato de haver um filme atrás do outro no <i>Salón</i> ajudava a passar o tempo. Os banheiros eram relativamente limpos e não eram compartidos. O refeitório fica cheio na hora das refeições então o negócio chegar quando começam a servir ou mais para o final, mas aí corre o risco de perder alguma das comidas. O refeitório também vende cerveja e passa os filmes em um volume mais alto. O pessoal que queria bater papo preferia ficar por ali mesmo. Mas a maioria preferia dormir boa parte do caminho.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8267.jpg"><img alt="IMG_8267" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8267-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O salão de TV</p>
</div>
<div id="attachment_3517" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8268.jpg"><img class="size-large wp-image-3517" alt="IMG_8268" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8268-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O refeitório</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegamos às 14 horas no terminal, localizado na praia de Pichilingue, 23 km ao norte de La Paz. Recomenda-se chegar 3 horas antes da partida do navio para haver tempo hábil para a inspeção. O nosso barco estava marcado para as 17 horas e saiu com poucos minutos de atraso. Uma van leva os passageiros para o barco depois de passar pelo controle policial. Os motoristas entram com o próprio veículo depois da inspeção.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8285.jpg"><img alt="IMG_8285" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8285-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Preparando as malas, só o motorista passa com o carro</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No ferry, muitos locais e alguns turistas. Havia grupos de canadenses, italianos, americanos, argentinos. A maioria deles viajando pelo México e se dirigindo em direção às cidades maias para o fim do mundo no dia 21 de dezembro.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8262.jpg"><img alt="IMG_8262" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8262-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Interior do navio</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8260.jpg"><img alt="IMG_8260" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_8260-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muitos caminhões fazem o trajeto</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois de vários filmes, muita conversa e várias sonecas, o barco desembarcou em Mazatlán. Viagem demorada, mas tranquila. Estávamos prontos para seguir viagem México adentro.</p>
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		<title>Os &#8216;Pueblos Mágicos&#8217; da Baja</title>
		<link>http://4x1.com.br/loreto-todos-santos/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2013 18:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Baja California]]></category>
		<category><![CDATA[baja califórnia sul]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 25/11/2012 à 27/11/2012 Trajeto: Seguimos sempre pela boa e bem sinalizada Carretera Federal 1 (México 1) – claro com uma ajudinha ou &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/loreto-todos-santos/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Ficha 4×1</b></h3>
<h4>Data: 25/11/2012 à 27/11/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> El Coyote (Mulegé), Baja Califórnia Sul (BCS) &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 570 km (135 km até Loreto + 435km até Todos los Santos)</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas. Em Loreto: camping Riviera del Mar. Puerto Escondido (próximo a Juncalito): Trip RV Park. E saindo de Todos Los Santos, dormimos nas areias da praia San Pedrito.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A impecável limpeza e organização turística da das cidadezinhas mexicanas que cultivam muito bem sua história e deveriam servir de exemplo para nós brasileiros!</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> ‘Loreto’ e ‘Todos Santos’, Baja Califórnia Sul (BCS) &#8211; México</p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Aproximadamente 7 horas (1h30 até Loreto + 5h30 até Todos los Santos).</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Quesadillas de camarão com cervejinha mexicana no restaurante Osvaldo – no centrinho histórico de Loreto!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Os custos nessas cidadezinhas são um pouco mais altos por serem redutos de “los gringos” – como os mexicanos e centro-americanos chamam os estadunidenses.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Seguimos sempre pela boa e bem sinalizada Carretera Federal 1 (México 1) – claro com uma ajudinha ou outra dos locais para achar praias ou pontos específicos.</p>
<blockquote><p><i>Um ‘Pueblo Mágico’ é uma localidade que tem atributos simbólicos, lendas, história, feitos transcendentes, cotidiano, enfim MAGIA que emana em cada uma de suas manifestações socioculturais e que significam hoje em dia uma grande oportunidade para o aproveitamento turístico</i>. (do site da SECTUR – Secretária de Turismo do México)</p>
<p><i>E essa definição não é à toa! Uma das coisas que mais nos chamou a atenção ao longo de nossa passagem pelo México foi a exemplar organização de seu turismo. Das ruas de paralelepípedo, às luminárias bem pintadas; das centenárias igrejas de diversos estilos às casas da elite colonial; os museus, os palácios, os eventos artístico-culturais nas inúmeras praças&#8230; Enfim, o estado de conservação e organização das cidades mexicanas, preservando sua história desde o período pré-colombiano até o colonial, bem como aspectos de tradições locais, deveria servir de exemplo para nós brasileiros!</i></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nosso primeiro contato mais evidente com esse universo de surpresas e histórias se deu ainda na Baja Califórnia Sul, nas duas únicas localidades do estado (Loreto e Todos (los) Santos) que figuram entre as 83 cidades contempladas nesse programa do governo federal, denominado <i>Pueblos Mágicos. </i>Vale somente uma ressalva: não são somente as cidades pertencentes a esse programa que são de tirar o chapéu não! Essas são, normalmente, pequenos povoados, mas há também algumas outras cidades maiores que são igualmente, ou ainda mais, surpreendentes!</p>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6996.jpg"><img alt="IMG_6996" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6996-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">História&#8230;</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6999.jpg"><img alt="IMG_6999" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6999-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;cotidiano&#8230;</p>
</div>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7130.jpg"><img alt="IMG_7130" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7130-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;lendas&#8230;</p>
</div>
<div style="width: 279px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7034.jpg"><img alt="IMG_7034" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7034.jpg" width="269" height="403" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;e atributos simbólicos, são as características dos Pueblos Mágicos mexicanos! Exemplar investimento do turismo do México.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nossa passagem começou em Loreto. Depois de 3 dias acampados em El Coyote sem quase ter estrutura, voltamos para uma vida mais “tradicional”. Assim, aproveitamos o “conforto” do bem estruturado camping Riviera del Mar (que apesar do nome não era tão perto do mar) para lavarmos roupa e capricharmos na higiene pessoal <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> (heheheh). E claro, demos uma atualizada nos e-mails, site, redes sociais e etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após as 12h saímos para uma volta na pacata cidade de Loreto (ou Conchó, como era conhecida pelos nativos antes da chegada dos espanhóis). Rodeada de prédios coloniais erguidos desde início do século XVIII, nossa primeira parada foi justamente no principal e mais antigo deles: a Misión de Nuestra Señora de Loreto Conchó. Apesar da igreja que encontra-se ali atualmente ter sido construída em 1740, a missão de Loreto foi fundada em 1697 e por isso é considerada ‘<i>La cabeza y madre de las misiones de Baja y Alta California’</i> &#8211; A cabeça e mãe das missões (jesuíticas) da Baixa e Alta Califórnia. Após a chegada dos espanhóis às Américas, durante quase 150 anos eles tentaram colonizar a península. Mas foi somente em 1697 que os missionários jesuítas comandados por Juan María de Salvatierra conseguiram, sob suas próprias responsabilidades e recursos, colonizar a região onde hoje fica a cidade de Loreto. Dali partiriam as próximas missões jesuíticas que fundariam uma série de missões e vilas ao longo de toda a península até o atual estado da Califórnia, nos EUA. E assim, o cristianismo era espalhado para aquelas bandas da América; bem como a submissão à Coroa espanhola e as inúmeras doenças que dizimavam milhares de nativos.</p>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6982.jpg"><img alt="IMG_6982" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6982-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">A igreja de Nuestra Señora de Loreto &#8211; local onde existiu a missão de Nuestra Señora de Loreto Conchó, de onde partiram todas as missões jesuíticas das Califórnias. (BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6992.jpg"><img alt="IMG_6992" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_6992-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">Por dentro da igreja de Nuestra Señora de Loreto</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Por esses motivos, Loreto tornou-se (e ostenta o título até hoje) a capital histórica das Califórnias: da Alta (onde hoje está o estado norte-americano) e da Baixa (no México). Ao redor da igreja fica o palácio municipal e o limpo e bem conservado centrinho histórico, com ares ainda coloniais. Uma rua inteira coberta por árvores em forma de arco, sem acesso a veículos, é um dos principais charmes da cidade. É um lugarzinho mais fresco no centro da ensolarada e pacata Loreto, agradável para uma leitura, um sorvete ou um papo entre amigos num entardecer.</p>
<div style="width: 446px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7028.jpg"><img alt="IMG_7028" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7028.jpg" width="436" height="290" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Palácio Municipal de Loreto com os dizeres de &#8220;Capital histórica de Las Califórnias&#8221;, em Loreto (BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7005.jpg"><img alt="IMG_7005" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7005-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um &#8220;marco zero&#8221; também ostenta o título de Capital Histórica de Las Califórnias &#8211; em Loreto &#8211; BCS, México</p>
</div>
<div style="width: 414px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7008.jpg"><img alt="IMG_7008" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7008.jpg" width="404" height="270" /></a>
<p class="wp-caption-text">A agradável rua inteiramente coberta de árvores em forma de arco (Loreto &#8211; BCS, México)</p>
</div>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7068.jpg"><img class="aligncenter" alt="IMG_7068" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7068-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7056.jpg"><img alt="IMG_7056" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7056-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As deliciosas quesadillas de camarón no restaurante Osvaldo em Loreto (BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7053.jpg"><img alt="IMG_7053" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7053-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O delicioso prato com Arroz, Frijoles (feijões), Guacamole (abacate) e Quesadillas de camarón acompanhado da cerveja Pacífico ali do norte do México (em Loreto &#8211; BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7062.jpg"><img alt="IMG_7062" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7062-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cidadã de Loreto colhe assinaturas de outros munícipes para enviar um abaixo-assinado à prefeitura pedindo a não criação de um Casino em Loreto &#8211; Tomara que tenham êxito contra o Casino!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No final de tarde seguimos mais ao sul para arrumar um lugarzinho para dormir. Paramos primeiramente em Juncalito e sem encontrarmos nada que nos tenha agradado fomos para Puerto Escondido. O local é um ponto onde os mais “bem afortunados” (principalmente estadunidenses) encostam suas lanchas. Um bar no alto do píer proporciona um agradável final de tarde bem no clima tranquilo que estávamos vivendo ali na Baja – com cerveja, papo e leituras.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7095.jpg"><img alt="IMG_7095" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7095-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do píer de Puerto Escondido (BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7101-2.jpg"><img alt="IMG_7101-2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7101-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Relaxando no final de tarde no píer de Puerto Escondido (BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7105.jpg"><img alt="IMG_7105" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7105-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A bela vista que nos deparamos ao acordar no camping Trip RV Park, em Puerto Escondido (BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7115.jpg"><img alt="IMG_7115" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7115-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes desmontando a barraca no camping de Puerto Escondido (BCS, México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte rumamos para Todos Santos e o caminho passa por La Paz (capital da Baja California Sul) onde iríamos passar em nosso caminho de volta para o ferry – que nos levaria para parte continental do México – então fizemos somente uma pausa para almoço. Todos Santos foi fundada em 1723 por missionários provenientes da missão de La Paz que partiam sedentos por terras férteis para a exploração do cultivo de milho e cana de açúcar e em busca de converter um maior número de índios. Centenas de anos se passaram e com o surgimento da estrada que conecta La Paz a Cabo San Lucas (principal destino turístico da Baja Califórnia, principalmente de norte-americanos), passando por Todos Santos, a cidade obteve seu auge turístico e, em 2006, foi declarada “Pueblo Mágico”. E é claro que a cidade também foi invadida pelos “gringos”!  Apesar de muito agradável e de um muito arrumado centro histórico com igreja, teatro e muitos artesanatos, os preços em dólares e as constantes abordagens em inglês nos incomodaram um pouco. Afinal a cidade é um retiro dos americanos – principalmente casais – que buscam um pouco de paz e melhor gastronomia do que ­encontrados em Cabo San Lucas.</p>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7117.jpg"><img alt="IMG_7117" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7117-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada para almoço na estrada próximo à La Paz (BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7122.jpg"><img alt="IMG_7122" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7122-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Limpa e bem conservada a pracinha de Todos Santos é cercada de placas que remontam a história da cidade.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7125.jpg"><img alt="IMG_7125" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7125-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tradicional no México, os &#8216;murales&#8217; retratam traços da economia da cidade, construções importantes, belezas naturais e imagens de figuras importantes da história Mexicana como Benito Juarez, Miguel Hidalgo, entre outros&#8230; (em Todos Santos &#8211; BCS, México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7149.jpg"><img alt="IMG_7149" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7149-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A fachada do Teatro de Todos Santos &#8211; BCS, México</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7162.jpg"><img alt="IMG_7162" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7162-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O interior do teatro de Todos Santos &#8211; BCS, México</p>
</div>
<div style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7137.jpg"><img alt="IMG_7137" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_7137-682x1024.jpg" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">O artesanato típico em Todos Santos, BCS, México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E era para lá que nós íamos no dia seguinte. Seguimos mais ao sul rumo a “Los Cabos” (onde fica Cabo San Lucas) e, depois de rodarmos e perguntarmos para inúmeros locais, resolvemos passar a noite em Las Piedritas. Uma praia já não muito frequentada (a não ser por um ou outro surfista) e de difícil acesso. Mas estávamos com a Tanajura e nossa companheira já estava bem familiarizada com terreno pedregoso e de areia fofa! Tirou de letra!</p>
<p>Armamos acampamento e comemos um lanchinho ali mesmo na areia. ”<i>Déjà vu”</i> de Jericoacoara? <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" />  Parece né?! Hahahaha&#8230;</p>
<div id="attachment_3181" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_7202.jpg"><img class="size-large wp-image-3181" alt="IMG_7202" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_7202-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Lanchinho noturno na praia de Las Piedritas, BCS, México!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_7179.jpg"><img alt="IMG_7179" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_7179-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Saída de manhã para Cabo San Lucas, BCS, México</p>
</div>
<p>Para ver mais fotos de nossa passagem por Loreto e Todos Santos, clique <a title="Loreto e Todos Santos_flickr" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632431320094/" target="_blank">aqui</a>!</p>
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