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	<title>4x1 &#187; maias</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>O Lago de Atitlán</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Guatemala]]></category>
		<category><![CDATA[Lago de Atitlan]]></category>
		<category><![CDATA[maias]]></category>
		<category><![CDATA[Panajachel]]></category>
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		<category><![CDATA[San Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Cruz La Laguna]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 22/01/2013 à 23/01/2013 Trajeto: Seguimos a Panamericana à oeste de Guatemala City, e tomamos o desvio na altura da cidade de Patzicia &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/lago-de-atitlan/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></h3>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Data: 22/01/2013 à 23/01/2013</b></h4>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> Guatemala City &#8211; Guatemala</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 110 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos: Estação de Bombeiros em Panajachel. </b>Deixaram que armássemos as barracas no estacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio: A beleza do Atitlán e o contato com a cultura local.</b></p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Panajachel &#8211; Guatemala</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> Aproximadamente 2 horas</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom: Nada diferente </b>do que estávamos comendo nos últimos dias</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho: Visita rapidinha&#8230;</b>com horário marcado com o barco que nos conduzia pelos pueblos, o tempo para visitar as cidades no mesmo dia foi curto</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto: </b>Seguimos a Panamericana à oeste de Guatemala City, e tomamos o desvio na altura da cidade de Patzicia para uma estrada local que leva direto à Panajachel.<b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Lago de Atitlán &#8211; Guatemala</p>
<p style="text-align: justify;"><i>Imagine um dia intenso. Em menos de 24 horas, acordamos de nossas acomodações no corpo de bombeiros, tomamos um barco e visitamos quatro pueblos ao redor do gigantesco e belíssimo Lago de Atitlan. Além da paisagem do lago e os vulcões dos arredores, a cultura local também chama atenção e completa a experiência nesta jóia da Guatemala.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4164.jpg"><img alt="IMG_4164" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4164-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Lago de Atitlán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de Guatemala City no meio da tarde, após o almoço e depois de algumas horas de estrada já estávamos na cidadezinha de Panajachel, principal porta de entrada para os visitantes do Lago Atitlán. Depois de um giro na cidade para procurar onde passar a noite, acabamos caindo em um lugar um tanto quanto inusitado: o Corpo de Bombeiros. Permitiram que dormíssemos no estacionamento sem muito problema, e ainda pudemos usar o banheiro deles, ótimo negócio.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_3952.jpg"><img alt="IMG_3952" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_3952-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminho duro para chegar à Panajachel</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4014.jpg"><img alt="IMG_4014" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4014-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mas belas vistas acompanham a estrada</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dia seguinte, faríamos um passeio pela ilha. Empresas de turismo oferecem uma volta de lancha, parando em alguns dos <i>pueblos</i> localizados no entorno da ilha. São diversas pequenas cidades que se espalham ao redor dos 126 km² do Atitlán e oferecem um pouco da cultura maia ainda remanescente aos turistas. Em um dia, recomenda-se visitar entre 3 ou 4 dos <i>pueblos,</i> para que se possa curtir um pouco do visual e também conhecer o que as cidades tem a oferecer.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4038.jpg"><img class=" " alt="IMG_4038" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4038-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Vulcão Atitlán descansa à beira da lagoa</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A primeira vista do lago é impressionante. Primeiro, pelo seu tamanho, segundo pela sua beleza. Não é à toa que é considerado um dos lagos mais bonitos do mundo. Três vulcões dão um charme especial à paisagem: o Atitlán, o Tolimán  e o San Pedro. Este último, dizem ter cessado sua atividade vulcânica há milhares de anos, enquanto os outros dois permanecem ativos, ainda que a última erupção do Atitlán tenha acontecido em 1853.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4036.jpg"><img alt="IMG_4036" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4036-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A primeira vista do vulcão</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4165.jpg"><img alt="IMG_4165" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4165-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista da cidade de Santa Cruz la Laguna</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A primeira parada foi na aldeia de Santa Cruz la Laguna. Cidadezinha pequena, que parece estar crescendo rápido nos últimos anos. Tivemos a impressão de que o turismo está tomando conta da região e a aldeia cresce em torno disso. Tomamos um tuc-tuc (tipo aqueles da Índia mesmo!) para subir até o centro. Depois de observar as crianças locais brincando no recreio, e passarmos pela igrejinha na praça central, subimos ao mirador para uma vista mais panorâmica do lago. Belo visual.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4064.jpg"><img alt="IMG_4064" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4064-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Carona no tuc-tuc</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4176.jpg"><img alt="IMG_4176" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4176-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Crianças aproveitam o recreio na praça</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4105.jpg"><img alt="IMG_4105" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4105-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Modelas envergonhadas para a foto</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4068.jpg"><img alt="IMG_4068" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4068-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muitas das crianças ainda usam as roupas típicas no dia-a-dia</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4134.jpg"><img alt="IMG_4134" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4134-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada no mirador da cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A próxima aldeia foi a de San Marcos la Laguna, supostamente  o melhor local para um mergulho no lago. Não foi todo mundo que encarou a água gelada, já que a temperatura fora da água não era das mais convidativas. Quem não nadou, saiu para uma voltinha na cidade. O lugar é bem tranquilo e os turistas aproveitam para relaxar no <i>lodge </i>à beira do lago. Subimos o morro e no caminho encontramos uma mistura de costumes. Algumas senhoras passavam com roupas tradicionais, enquanto os mais jovens já esbanjavam roupas de marca (de autenticidade duvidosa) e smartphones.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4287.jpg"><img alt="IMG_4287" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4287-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rumo à San Marcos</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4407.jpg"><img class=" " alt="IMG_4407" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4407-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A tradição e a modernidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos o passeio com nosso barqueiro, que dessa vez nos deixou em San Juan, nossa parada mais longa e talvez a mais interessante. Novamente, um batalhão de <i>tuc-tucs</i> esperam os viajantes que descem no píer.<i> </i>Decidimos conversar com um deles, que nos ofereceu um <i>tour</i> por toda a cidade. E este foi muito interessante.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4214.jpg"><img alt="IMG_4214" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4214-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os tuc-tucs</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Passamos pela cooperativa de café, onde aprendemos um pouco sobre como esta atividade funciona na região, famosa por exportar este produto para o resto do mundo. Pudemos até provar um cafezinho deles e concluímos que, apesar de bom, somos bem mais o nosso café brasileiro!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4322.jpg"><img alt="IMG_4322" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4322-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel provando o café guatemalteco</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Outra atividade forte na cidade é o artesanato. Pela ruas, espalham-se diversos murais de Juan Francisco Guzman, famoso artista da região. Seus quadros são verdadeiras peças de arte, que retratam as paisagens e realidades locais. Em sua galeria, vimos alguns gringos comprando vários para levar para casa.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4360.jpg"><img alt="IMG_4360" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4360-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Arte nas ruas é comum em San Juan&#8230;</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4343.jpg"><img alt="IMG_4343" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4343-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;e em galerias também</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ainda tivemos a oportunidade de conhecer uma cooperativa de artesanato, onde conversamos com uma simpática senhora, que há anos passa sua experiência aos mais jovens. As cores dos tecidos são extraídas naturalmente, a partir de essências de folhas e frutas. O trabalho é bastante interessante.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4367.jpg"><img alt="IMG_4367" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4367-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muitas cores no artesanato local</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4370.jpg"><img alt="IMG_4370" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4370-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Todas as cores retiradas da natureza</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4371.jpg"><img alt="IMG_4371" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4371-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Como colorir tecidos em poucos passos</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A última parada na ilha foi em San Pedro. O nosso tempo estava curtíssimo, e não pudemos conhecer mais que o restaurante em frente ao lago aonde almoçamos. A cidade parecia mais turística e badalada, sendo repleta de restaurantes e bares na rua principal. Almoçamos correndo e voltamos ao barco, antes que o barqueiro decidisse nos deixar por lá mesmo (e ele realmente estava prestes a fazer!).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4465.jpg"><img alt="IMG_4465" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4465-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruas de San Pedro</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4457.jpg"><img alt="IMG_4457" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4457-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">San Pedro é cidade grande no lago</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos do Lago de Atitlán encantados com sua beleza e com tudo que absorvemos dos <em>pueblos</em> ao seu redor. Era nosso último dia na Guatemala. Seguimos viagem rumo à desconhecida El Salvador.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4428.jpg"><img alt="IMG_4428" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4428-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hora de voltar à Tanajura</p>
</div>
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		<title>Maias, Espanhóis e a Cultura Yucateca</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 13:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Yucateca]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 06/01/2013 à 08/01/2013 Trajeto: Tomamos a Carretera Mexico 180, passando por Valladolid. O Norte do Yucatán – Mérida e Chichén Itzá Encontramos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/yucatan/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 06/01/2013 à 08/01/2013</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> Cancun, Quintana Roo &#8211; México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 307 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos: Estacionamento de hotel à beira da estrada. </b>Mais uma vez o &#8220;papo de carretere&#8221; deu certo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio: As ruínas de Chichén Itzá&#8230;</b>muito bem conservadas e impressionantes</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Mérida, Yucatán &#8211; México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> +- 5 horas,  parando em Chichen Itza</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom: Diversos pratos típicos da culinária yucateca&#8230; </b>pollo pibil, poc-chuc e outras delícias</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho: Chegamos atrasados&#8230;</b>não conseguimos entrar no cenote das ruínas de Chichen Itza, porque atrasamos no caminho</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto: </b>Tomamos a Carretera Mexico 180, passando por Valladolid.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O Norte do Yucatán – Mérida e Chichén Itzá</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Encontramos no norte do Yucatán, um povo que preserva com muito orgulho suas tradições. Guardam<b> </b>uma rica herança da civilização maia e também costumes trazidos pelos espanhóis. Conhecer a região é como experimentar um pouco do passado e dessa mistura cultural.<b></b></i></p>
<p style="text-align: justify;">Em mais uma das andanças em nossas “férias” na Península do Yucatán, partimos do nosso QG em Cancun em direção à capital e maior cidade do estado de Yucatán: Mérida. Fundada em 1542 sobre as ruínas da cidade maia de T&#8217;Hó, a cidade hoje conta com cerca de 800 mil habitantes e é uma das mais culturais de todo México.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2112.jpg"><img alt="IMG_2112" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2112-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O banco dos namorados, em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A viagem de cerca de 310 km teve direito a umas paradas interessantes no caminho. A primeira foi na cidade de Valladolid, onde fizemos um almoço. A cidade é bastante convidativa para um passeio, com um ar aconchegante diante das ruas em arquitetura colonial. Resistimos à tentação e seguimos viagem, uma vez que pretendíamos chegar na próxima parada em tempo hábil. Esta era Chichén Itzá, uma das mais famosas e bem preservadas ruínas da civilização maia em toda península.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2200.jpg"><img alt="IMG_2200" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2200-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pracinha tranquila, comum nas cidades coloniais do Yucatán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Como era de se esperar, chegamos atrasados nas ruínas, de maneira que entramos na sua última hora de funcionamento (a partir das 16 horas) sem pagar as entradas. Acabamos tendo que apelar para uma visita relâmpago, buscando os principais pontos de interesse dentro do sitio arqueológico.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1986.jpg"><img alt="IMG_1986" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1986-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Pirâmide de Kulkucan, em Chichén Itzá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chichén Itzá funcionou como centro político e econômico da civilização maia, oferecendo várias edificações em um projeto arquitetônico de cidade que impressiona por sua complexidade. Estrturas como a pirâmide de Kukulkán, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros estão em ótimo estado depois de tanto tempo. Estima-se que Chichén-Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455 a.C.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1850.jpg"><img alt="IMG_1850" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1850-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Suntuosa e impressionante</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Perdemos alguns pontos importantes que gostaríamos bastante de conhecer como o Cenote e Juego de Pelota, mas o que pudemos ver ainda que rápido foi impressionante.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1957.jpg"><img alt="IMG_1957" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1957-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruínas muito bem preservadas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos com a Tanajura para nosso destino final, Mérida. Mais uma vez, conseguimos um estacionamento de hotel para passar nossas noites nas barracas. Este esquema tem funcionado muito bem nesses últimos dias de México.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2217.jpg"><img class=" " alt="IMG_2217" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2217-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O estilo colonial de Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não se precisa de muito tempo na cidade para identificar a tríplice jóia de sua coroa: arquitetura, gastronomia e música. Tudo isso em contexto histórico e cultural extremamente rico. Mérida foi por um tempo o centro do poder espanhol nos tempos coloniais, que se sobrepôs à resistência maia depois de anos de conflito.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2438.jpg"><img alt="IMG_2438" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2438-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Monumento em homenagem aos maias</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma visita ao Pálacio Municipal, na Plaza Grande, é um convite a mergulhar na história da cidade e do México, através de imensos murais pintados por todo o edifício. Na mesma praça está localizada a Casa Montejo, antiga moradia da família ligada à fundação da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2250.jpg"><img alt="IMG_2250" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2250-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tudo muito colorido no centro da cidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2210.jpg"><img alt="IMG_2210" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2210-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma das diversas igrejas coloniais de Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O centro histórico é repleto de belas construções em torno das suas ruas de paralelepípedo. A arquitetura colonial muito bem preservada é um convite a uma caminhada sem compromisso pela cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2341.jpg"><img alt="IMG_2341" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2341-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao lado do Palácio Colonial, arte moderna se inspira nas tradiçoes indígenas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2083.jpg"><img alt="IMG_2083" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2083-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igrejas se espalham por toda a cidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2236.jpg"><img alt="IMG_2236" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2236-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Dentro do Palácio Colonial, murais representam marcos das hisória mexicana e yucateca</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2255.jpg"><img alt="IMG_2255" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2255-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Lendas também fazem parte dos murais</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No caminho, diversos restaurantes evidenciam a culinária única da cultura yucateca. Como não poderia deixar de ser, a cozinha apresenta uma mistura de sabores europeus e maias, sendo o milho um ingrediente crucial. Experimentamos uma grande variedade de pratos típicos (pollo pibil, poc-chuc e outros) no Restaurante La Chaya Maya, uma delícia!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2353.jpg"><img alt="IMG_2353" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2353-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Experimentamos os sabores da culinária locañ</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2356.jpg"><img alt="IMG_2356" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2356-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Variedade de igredientes e temperos</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para completar a experiência cultural, a música! Mérida se orgulha de apresentar seus costumes e tradições aos visitantes. Durante todo o ano, apresentações de dança típica são feitas gratuitamente na Plaza Grande. Tivemos a oportunidade de apreciar uma delas. Danças espanholas, pessoas e suas vestimentas indígenas. Nada melhor para representar o espírito da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2391.jpg"><img alt="IMG_2391" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2391-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentaçao de dança típica na praça</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2366.jpg"><img alt="IMG_2366" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2366-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cultura ao ar livre e de graça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A volta de Mérida representou o fim das nossas “férias” da Expedição. Nossa última visita foi deixada no aeroporto de Cancun, e depois de 20 dias no Yucatán, a Expedição tomou seu rumo. Ainda fizemos uma parada rápida (mais uma vez) na belíssima Laguna de Bacalar ao sul da península, antes de seguir na estrada. O fim das “férias” também foi o fim da nossa passagem pelo querido e surpreendente México. Os dois meses que passamos no país não foram nem de perto o suficiente para fazer tudo que queríamos. A simpatia, a cultura, a natureza, a comida mexicana vão deixar saudades. Mas a Expedição tem que continuar. Pé na estrada! Destino: América Central!</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos do norte do Yucatán, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633277999170/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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