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	<title>4x1 &#187; lago</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Receptividade à brasileira na terra dos Mórmons!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 02:42:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 26/10/2012 a 29/10/2012 Trajeto: Saímos de Cooke City pela US-212 e depois tomamos a US 89 entrando pelo Yellowstone National Park, onde &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/salt-lake-city/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></div>
<h4><strong>Data:</strong> 26/10/2012 a 29/10/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Cooke City, Montana – EUA (Yellowstone)</p>
<p><strong>Distância total:</strong> 887 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Casa do Helaman (1 noite) e no motel Econolodge.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A receptividade das brasileiras que nos deram uma aula sobre a cidade e sua relação com a igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Salt Lake City, Utah- EUA</p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> aproximadamente 7 horas</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Comida chinesa por apenas 6 dólares!!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> A estrutura do motel Econolodge que deixou a desejar.</p>
</div><div class="clear"></div><p><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Cooke City pela US-212 e depois tomamos a US 89 entrando pelo Yellowstone National Park, onde tomamos um &#8220;atalho&#8221;. Seguimos pela US 20 entrando no estado de Idaho e cortando-o sentido Sul pela I-15 que leva até Salt Lake City, no estado de Utah.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Com o avanço da neve no noroeste dos EUA, decidimos acelerar a ida para os parques mais ao sul do país e aproveitar suas útimas semanas sem neve. Ao sair de Yellowstone seguiríamos para os parques a sudoeste de Utah e a dúvida, portanto, era: passar por Salt Lake City (em Utah) ou por Denver e as Montanhas Rochosas (no Colorado). Como já havíamos percorrido longos trechos das Rochosas desde o Canadá, uma olhada no Ralf* foi o suficiente para a decisão ser tomada: Salt Lake era nossa próxima parada.</p>
<p style="text-align: justify;">* Para quem não se lembra, Ralf é o apelido que demos ao nosso livro-guia dos EUA <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>A intenção era ficarmos somente um dia em Salt Lake e logo seguir viagem. Entretanto, uma certa movimentação na ruas por volta das 21h, algo incomum nos EUA, nos chamava a atenção. Uma oração fora feita ao final de uma festa de Halloween Latina. Algo naquela cidade era diferente do que estávamos acostumados. E um grupo de brasileiras, uma equatoriana e um hondurenho estavam dispostos a nos apresentar essa nova realidade.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Saímos de Cooke City com tempo nublado e a temperatura abaixo dos 5°C. Éramos acompanhados por altas montanhas com seus cumes cada vez menos nevados ao passo que a temperatura aumentava mais a sul. Chegamos em Salt Lake famintos por volta das 20h e a primeira boa impressão: nosso termômetro marcava 16°C e não havia ventos! Era a primeira vez dentro dos últimos 35 dias que tínhamos temperatura acima dos 15°C! Saímos do carro contentes, e sem casacos, para jantar!</p>
<div id="attachment_2844" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/271.jpg"><img class=" wp-image-2844" title="27" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/271-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O frio era tanto na saída de Cooke City (Montana) que o &quot;embaçado&quot; do vidro congelou na parte de dentro do carro!!!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2843" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/261.jpg"><img class="size-large wp-image-2843" title="26" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/261-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Após mais de 5 horas de estrada cortávamos o estado de Idaho com os termômetros já acima dos 10 graus Celsius!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma longa conversa na mesa, algumas risadas e traçávamos o plano de saída para o dia seguinte, após o almoço. Saímos do restaurante e uma coisa nos chamava atenção. Era uma sexta-feira e já passavam das 21h, mesmo assim muitas pessoas de várias idades andavam pelas ruas. Achamos estranho, pois isso não era algo comum nos EUA. Como era final de semana pré-Halloween pensávamos que poderia ter algo a ver com isso. Seguimos em busca de um lugar para vermos o movimento e tomarmos umas cervejas antes de dormir. Demos uma volta pela cidade e avistamos uma sorveteria com pessoas fantasiadas. Paramos. Os fantasiados entravam em um estabelecimento, ao lado da sorveteria, que formava uma grande fila. Perguntamos o que era e a resposta veio em espanhol: “es una fiesta de Halloween latina”. Caramba! Que estranho! Gostamos da ideia e resolvemos entrar. Como não tínhamos fantasias, vestimos umas camisas da seleção brasileira e fomos de time de futebol! Original hein?! Hahaha&#8230; Bom para uma festa de última hora estava valendo. Logo percebemos que não era vendida qualquer bebida alcoolica. Repleta de latinos, as músicas variavam entre estilos Peruano, Mexicano, Venezuelano, Colombiano, entre outros. Todos dançavam animados e logo pessoas vinham interagir com os 5 rapazes que chamavam a atenção com aquelas camisas com cor de marca texto. Horas depois e a maior roda da festa era de&#8230; brasileiros! Claro! Dentre outros, ali conheceríamos as 3 Sara(s) (duas brasileiras e uma equatoriana), Giulli, Leylyane e o hondurenho Helaman. Dançamos, conversamos e ao final da festa&#8230; uma oração de agradecimento!!?? Isso realmente não era comum. Ficamos curiosos e para nossa surpresa: a festa era de ‘mórmons’! Assim como nossos novos amigos, Salt Lake City é uma cidade composta, em sua maioria, por pessoas que frequentam a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja de JCSUD). Sabendo que não havíamos lugar para dormir, o Helaman abriu sua casa para passarmos a noite.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/241.jpg"><img title="24" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/241-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As ruas do moderno e planificado centro de Salt Lake City, Utah &#8211; EUA</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A vedade é que o termo ‘mórmon’ – como hoje são popularmente chamados aqueles que frequentam a Igreja de JCSUD – foi criado por pessoas que não frequentam a igreja, para se referirem a seus membros. O motivo de darem-lhes esse nome está ligado ao ‘Livro de Mórmon’ – o livro considerado sagrado pelos frequentadores daquela igreja – no qual é retratado um outro testamento da vida de Jesus Cristo. Portanto, segundo a Igreja, o nome a que seus membros deveriam ser conhecidos é Santos dos Últimos Dias (SUD).</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade que está assentada dentro do Salt Lake Valley (vale do Lago Salgado) é cercada de duas grandes cadeias de montanha a leste e oeste, e recebe esse nome justamente devido ao Great Salt Lak (Grande Lago Salgado) localizado a noroeste da cidade. Sua fundação, bem como do Estado de Utah, está associada à vinda dos Mórmons para a região: devido à forte perseguição a seus membros e às doutrinas da Igreja de JCSUD, Brigham Young liderou a ida dos Mórmons para o Oeste americano após a morte de Joseph Smith Jr., o fundador da igreja. E foi ali dentro do vale de Salt Lake que escolheram o local – onde hoje está Salt Lake City – para serem a ‘nova Sião’ (em inglês: <em>the new Zion</em>). Sob a liderança de Brigham Young (que na altura não somente se tornou lider da igreja, mas também líder do território) ali desenvolveram a cidade através de um sitema de colheita comunitária.</p>
<div id="attachment_2842" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/251.jpg"><img class="size-large wp-image-2842" title="25" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/251-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O belíssimo Capitólio de Salt Lake City com as imponentes montanhas que cercam a cidade que já foi sede dos jogos Olímpicos de Inverno em 2002</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/91.jpg"><img title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/91-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O final de tarde com o &#39;Great Salt Lake&#39; no canto direito, ao fundo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Por estar situada numa encruzilhada para aqueles que partiam do Leste para o Oeste americano em busca de fortunas – na conhecida Corrida do Ouro da Califórnia (<em>California Golden Rush</em>) – Salt Lake City tornou-se um ponto de parada para os viajantes e beneficiou-se do intenso comércio gerado e da especulação de terras. O grande desenvolvimento fez com que, em 1856, Salt Lake se tornasse a capital do território de Utah, que posteriormente se tornaria mais um estado da União.</p>
<p style="text-align: justify;">E sob a mentoria de uma das Sarah(s), partimos para conhecer um pouco mais dessa história da moderna cidade de Salt Lake City, da interessante doutrina dos membros da Igreja de JCSUD e como eles fizeram sua vida na cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2840" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/231.jpg"><img class=" wp-image-2840" title="23" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/231-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O templo de Salt Lake (da igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) na Temple Square, em Salt Lake City, Utah (EUA)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2839" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/221.jpg"><img class=" wp-image-2839" title="22" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/221-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sarah Albuquerque nos dando os primeiros ensinamentos sobre a doutrina da Igreja de JCSUD</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigimo-nos para a <em>Temple Square</em> (praça do Templo) onde está localizado o principal templo da igreja e onde, em suas imediações, encontram-se os principais prédios (históricos e administrativos) da igreja. Visitamos o museu que conta a história da igreja, bem como o enorme centro de visitantes que, através de textos, imagens e vídeos são passados alguns valores e doutrinas da igreja.  Lá também está uma maquete do interior do templo principal da Igreja de JCSUD: o <em>Salt Lake Temple</em> – que possui entrada restrita aos membros da igreja. E foi sob o auxílio de duas simpáticas missionárias brasileiras que visitamos a Beehive House (Casa da Colmeia) onde viveu o ex-líder da Igreja: Brigham Young.</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá para negar que essas visitas serviram para a gente como um grande momento de reflexão espiritual e social. Motivado, principalmente, pelo espírito de fraternidade e carinho demonstrado por todos os membros da Igreja que muito bem nos acolheram em todos os momentos e visitas. Aprendemos, também, sobre as missões que muitos membros da igreja realizam uma vez na vida, bem como sobre o complexo centro de produção e distribuição de alimentos e doações para pessoas desprivilegiadas. Interessante, também, foi a visita ao <em>Family Story Library</em> (biblioteca da história das famílias), onde a Igreja JCSUD presta uma enorme colaboração à sociedade, montando o maior acervo sobre as histórias das famílias que habitaram o planeta! Isso mesmo o ‘<em>Family Search</em>’ (busca de famílias) – disponível também online – está em desenvolvimento para catalogar o maior número de pessoas possíveis, a fim de montar o maior acervo de árvores genealógicas do mundo! Quem quiser buscar algum parente ou familiar distante e quiser conhecer mais sobre a história de sua família vale dar uma checada no site deles para ver se sua família já está lá catalogada.</p>
<div id="attachment_2838" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/211.jpg"><img class="size-large wp-image-2838" title="21" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/211-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Museu com a história da fundação da Igreja de JCSUD</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2837" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/201.jpg"><img class="size-large wp-image-2837" title="20" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/201-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muito informativo, o centro de visitantes da Igreja de JCSUD mostra os valores e doutrinas da igreja, bem conta sobre o centro de produção e distribuição de alimentos e produtos para populações em situação de risco.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2836" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/205.jpg"><img class=" wp-image-2836" title="20,5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/205-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista externa do Templo de Salt Lake (Utah, EUA)</p>
</div>
<div id="attachment_2835" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/191.jpg"><img class=" wp-image-2835" title="19" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/191-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma detalhada maquete nos mostra a beleza do interior do Salt Lake Temple</p>
</div>
<div id="attachment_2834" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/181.jpg"><img class="size-large wp-image-2834" title="18" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/181-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A maquete mostra o perfeccionismo do templo que só pode ser frequentado por membros da Igreja</p>
</div>
<div id="attachment_2833" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/185.jpg"><img class="size-large wp-image-2833" title="18,5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/185-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto do interior da Beehive House (casa de Colmeia), a casa onde morou Brigham Young &#8211; um dos principais líderes da Igreja de JCSUD</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas com certeza o ponto alto da visita à cultura Mórmon foi o espetáculo ‘Luz de las Naciones – Sus Promesas’ realizado no Auditório da Igreja de JCSUD. Com capacidade para mais de 21 mil pessoas, o auditório estava com mais de 80% de suas cadeiras ocupadas. Foi bonito de ver aquele público miscigenado, no qual americanos usando tradutor simultâneo aplaudiam e cantavam junto com latinos de diversas nacionalidades. Todos contemplando o festival em homenagem a cultura das civilizações indígenas e hispânicas, da América Latina. O espetáculo contava com danças, vestimentas e estilos musicais de mais de 8 países latinos das américas, permitindo aos latinos valorizarem e reconhecerem suas origens, ainda que vivendo em um país diferente. Todos aplaudiam e vibravam num espetáculo que, além de celebrar a música, celebrava a aceitação e tolerância entre as nações! Foi simplesmente fantástico!!!</p>
<div id="attachment_2832" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/171.jpg"><img class="size-large wp-image-2832" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/171-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O auditório começando a lotar pouco antes do início do Espetáculo “Luz de las Naciones – Sus Promesas” – no auditório da Igreja de JCSUD</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2831" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/161.jpg"><img class="size-large wp-image-2831" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/161-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição 4&#215;1 e duas das Sara(s) antes do espetáculo começar</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2830" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/151.jpg"><img class="size-large wp-image-2830" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/151-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentação da cultura mexicana no &#39;Luz de las naciones&#39;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2827" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/121.jpg"><img class="size-large wp-image-2827" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/121-682x1024.jpg" alt="" width="423" height="635" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentação sobre civilização ameríndia, pré-colonização espanhola</p>
</div>
<div id="attachment_2828" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/131.jpg"><img class="size-large wp-image-2828" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/131-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fechamento do espetáculo &#39;Luz de las Naciones&#39;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte ao festival uma nova grande surpresa: Acordamos cedo para, pontualmente as 9h, estarmos no Tabernáculo da Igreja de JCSUD onde se apresenta semanalmente o <em>Mormon Tabernacle Choir</em> (Coral do Tabernáculo Mórmon). Um silêncio absoluto pois a apresentação de 30 min chamada <em>Music and the Spoken Word</em>  é transmitida, ao vivo, nacionalmente, e sendo o programa sequencial transmitido a mais tempo no mundo!!!</p>
<div id="attachment_2826" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/111.jpg"><img class="size-large wp-image-2826" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/111-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O final da apresentação do Mormon Tabernacle Choir</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2825" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/101.jpg"><img class=" wp-image-2825" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/101-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Expedição 4&#215;1 na companhia dos amigos (em pé, da esquerda pra direita): Leylyane, Helaman, Sara Rocha, Sara Cardenas e Sarah Albuquerque. (abaixo): Giulli</p>
</div>
<p>No final da tarde, terminamos todo o companheirismo recebido com um picnic no Ensign Peak. Com uma trilha de aproximadamente 20 min, é um picos com uma privilegiada vista do centro de Salt Lake. De lá fechamos nossa visita contemplando a vista aérea da cidade com seu belíssimo capitólio e o Templo de Salt Lake, ao fundo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2823" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/81.jpg"><img class="size-large wp-image-2823" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/81-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista aérea de Salt Lake City com destaque para o Capitólio (abaixo, no canto esquerda) e o Salt Lake Temple (na mesma posição do capitólio, mais ao centro) &#8211; ambos bem iluminados</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Preferências religiosas a parte, a visita à Salt Lake City foi realmente uma inspiração espiritual para a Expedição 4&#215;1! Somos muito gratos a Sarah Albuquerque, Sara Cardenas, Sara Rocha, Giulli, Leylyane e ao Helaman pelo carinho e hospitalidade. Serão amigos que teremos para o resto de nossas vidas! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/71.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2822" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/71-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ver mais fotos da nossa passagem por Salt Lake City <a title="Fotos Salt Lake City" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632204192587/" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Tanajura ao resgate no lago esmeralda!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 17:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 18/10/2012 a 20/10/2012 * Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/banff/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Ficha 4&#215;1</strong><strong></strong></h3>
<h4><strong>Data:</strong> 18/10/2012 a 20/10/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Vancouver, British Columbia – Canadá</p>
<p><strong>Distância total: </strong>845 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Irwin’s Mountain Inn.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> Lake Louise e, claro, a nossa heroína Tanajura!</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final: </strong>Banff, Alberta – Canadá</p>
<p><strong>Tempo de viagem: </strong>aprox. 15 horas*</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Um fondue completo!!!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O clima com muita neve e neblina que nos atrapalhou na chegada e na visita ao Columbia Icefields.</p>
</div><div class="clear"></div><p>* Incluindo quase 2h de parada entre janta e reserva de hotel + longo trecho com nevasca e pouca visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Vancouver pela Trans-Canada Highway e seguimos, basicamente, por ela até Banff (BC-1 E, BC-3 E, BC-5 N, BC 1 E, AB 1)</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>Nossa companheira Tanajura foi mais uma vez colocada à prova e sua força descomunal não desapontou! Dessa vez foi a região dos lagos Canadenses, um dos principais cartões postais do país, que testemunhou o heroísmo da nossa amiga e nos contemplou com uma das mais belas trilhas pela neve da Expedição até aqui.</em></p>
</blockquote>
<div id="attachment_2796" style="width: 264px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30.jpg"><img class=" wp-image-2796" title="30" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/30-682x1024.jpg" alt="" width="254" height="381" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas nevadas ao redor do magnífico Lake Louise, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo e radiador no nível, pneus checados, tanque cheio e café da manhã tomado. Tudo pronto!  Partimos de Vancouver rumo ao Parque Nacional de Banff por volta das 11h, após nos despedirmos do Caio que muito bem nos acolheu e tornou-se grande amigo de todos nós! Após algumas horas na estrada parávamos na pequena cidade de Mittier para o almoço. Para nossa surpresa quase todos os restaurantes eram de culinária japonesa ou chinesa! Não sabíamos até então, mas a proximidade com os países orientais pelo Pacífico trouxe uma grande leva de imigrantes (pós-Segunda Guerra Mundial) fazendo com que a costa oeste do Canadá se tornasse uma grande colônia de japoneses, chineses, tailandeses entre outras descendências orientais. Logo, comer comida japonesa, diferente do Brasil, é algo muito barato! E assim foi nosso almoço: um <em>bento</em> (combinado de comida japonesa que naquele restaurante vinha com misoshiru, tempurá, guioza, califórnia roll, arroz e frango teriaki grelhado! – tudo por menos de 11 dólares!)</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa intenção em Banff era acampar, mas logo na estrada teríamos os primeiros sinais de que isso não seria algo muito agradável. Acontece que, logo após o pôr-do-sol, a neve começava a apertar e pouco mais de 6 horas de estrada, após o almoço, parávamos para nossa segunda e última refeição do dia. A temperatura do nosso termômetro – que compramos lá no Alasca – apontava a temperatura abaixo dos 4 graus Celsius. Entramos numa lanchonete Canadense que não tinha nada de especial, mas que os preços dos sanduíches eram bons – inclusive se comparado com os do Mc Donald’s, que nos EUA e Canadá são praticamente de graça! Aproveitamos a internet do local e confirmamos o que prevíamos: haveria neve nos próximos 2 ou 3 dias e as temperaturas alcançariam mínimas de até -7°C. Não dava para acampar, teríamos que reservar um alojamento. Nossa sorte é que estávamos chegando a Banff justamente no intervalo entre as altas estações e os preços estavam bem negociáveis. Sendo assim, conseguimos um hotel de boa qualidade pelo preço de um motel de beira de estrada dos EUA! Hospedagem resolvida, seguimos para a estrada.</p>
<div id="attachment_2799" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31.jpeg"><img class="size-large wp-image-2799" title="31" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/31-1024x768.jpg" alt="" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve pesada nos acompanhou por longos kilômetros nos dias que passeamos pelas Montanhas Rochosas Canadenses!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A neve, no entanto, não perdoava! Carros e caminhões começaram a andar em filas como em um comboio. A neve que batia no para-brisa logo congelava e o limpador deveria estar no máximo para evitar acúmulo de neve no vidro. Nossa velocidade máxima: 65 km/h! E assim, devagarinho, chegávamos a Banff por volta das 2h30 da manhã. Quase 15 horas depois que saímos de Vancouver!</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, claro, acordamos um pouco tarde. Estávamos exaustos de tanta estrada! Tomamos café e por volta das 11h30 saímos para <em>Lake Louise</em> (Lago Louise) – o belíssimo lago cor de esmeralda, cercado por altas montanhas – uma das principais atrações da região do parque de Banff e um dos principais destinos turísticos do Canadá. Lake Louise fica a aproximadamente 40 min (58 km) do centro de Banff.</p>
<div id="attachment_2798" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315.jpg"><img class="size-large wp-image-2798" title="31,5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/315-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Saindo de Banff em direção ao Lake Louise. Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2797" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314.jpg"><img class="size-large wp-image-2797" title="31,4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/314-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve já dava um tom &quot;natalino&quot; à aconchegante cidade de Banff &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando lá passamos no centro de informações turísticas para ver quais eram as melhores trilhas e o que ainda estava aberto. Mas, se demos sorte com o hotel (por estarmos em baixa estação), não demos a mesma sorte com as atividades a fazer por lá. O que acontece é que, em boa parte do Canadá (e também na região norte dos EUA) a maioria dos parques possuem duas altas estações: o verão – quando se pratica, obviamente, esportes de verão, tais como: trilhas, passeios a cavalo, montanhismo, caiaque, canoagem, etc.; e o inverno, que é quando os esportes mais praticados são esqui, snowboard e o <em>cross-country ski</em> (uma espécie de trilha usando-se esquis para andar longas distâncias pela neve). Dessa forma, no outono, (época em que cruzamos boa parte desses parques) a neve e o frio pesado impedem a prática da maioria dos esportes de verão (as próprias empresas não oferecem mais aquelas atividades) e a quantidade de neve ainda não é suficiente para práticas de esportes de neve. Sendo assim, algumas trilhas que levam a alguns dos lagos na região de <em>Lake Louise </em>já estavam fechadas por conta da neve. E as que se encontravam abertas tinham tanta neve que deveriam ser feitas com cautela. Recomendações ouvidas e mapas em mão, seguimos para o estacionamento próximo à trilha principal, ao redor do famoso lago! Mas não sabíamos o que estava por vir&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2795" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29.jpg"><img class=" wp-image-2795" title="29" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/29-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um visual incrível: as altas Montanhas Rrochosas, a neve e as águas cristalinas do Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">&#8230;Uma jovem de Hong Kong que estava com a mãe e a irmã a turismo pelo Canadá vinha descendo uma curva na saída do estacionamento do parque e perdeu o controle do Ford Fiesta que conduzia. Quando passamos por ali vimos o carro caído em uma vala e família preocupada, do lado de fora. Não aconteceu nada a elas, mas o carro ficou inclinado na vala, no meio da neve, e não conseguia sair de jeito nenhum. Saímos para tentar ajudá-las, mas, em um primeiro momento, como não sabíamos direito o que fazer, tentamos o “básico”: tirar o carro empurrando, enquanto alguém acelerava. Entretanto, como o carro não tinha tração por conta da na neve, ele patinava e cada vez caia mais no atoleiro. Além disso, a cada tentativa ele ficava mais próximo de acertar as árvores que estavam ao lado da vala.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi aí que pensamos em usar nossos equipamentos de resgate! A primeira coisa que fizemos foi tentar tirar o carro usando a prancha de desatolamento. Retiramos o excesso de neve embaixo do carro, cavamos um pequeno buraco embaixo das rodas para fincar as pranchas, aceleramos e&#8230; Nada! Sem tração nas rodas traseiras o carro só patinava na neve. Estávamos com muito medo que o carro viesse a tombar de lado com nossas tentativas e, então, decidimos parar. Mas as moças estavam desesperadas, pois o carro era alugado e elas deveriam chegar à noite em uma cidade a 8 horas de Banff para pegar um voo na manhã seguinte.  Já havia se passado mais de 1 hora desde o momento que chegamos ali, os únicos socorros mecânicos disponíveis na cidade estavam ocupados e levariam várias horas para chegar ao local. Elas pediram para tentarmos o que fosse necessário e que não nos importássemos com o que pudesse acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Tínhamos então duas alternativas: puxar o carro usando o guincho ou a cinta de resgate. O problema é que o carro não possuía um gancho de resgate nem na parte traseira, nem na dianteira, muito comum nos carros 4&#215;4. Nem tampouco havia um ponto de apoio para prenderemos o guincho, tornando inviável o seu uso. (Um guarda do parque que passou pelo local 15 minutos antes, nos informou que para usar o guincho nesses tipos de carros era necessário um gancho especial, o qual não possuíamos)</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem. Nossa última opção pra tirar o carro da vala seria usar a cinta de resgate amarrada em algum lugar do carro. Mas antes, decidimos mover o carro um pouco para frente. Queríamos deixá-lo num ponto mais plano para não correr o risco de capotá-lo na hora do tranco. Friozinho na barriga! Bom, com o carro mais ou menos alinhado, amarramos a cinta ao eixo das rodas traseiras do Fiesta e prendemos a outra ponta no nosso gancho – na parte traseira da Tanajura. Com medo da Tanajura também derrapar devido ao excesso de gelo na pista e do peso do outro veículo a ser tracionado, posicionamos ela na parte de subida da pista, que possuía menos gelo. Era a hora da verdade. Tínhamos quase certeza que seria impossível tirar um veículo de quase 1 tonelada da neve, ainda mais com a Tanajura estando numa subida&#8230; com gelo!!!</p>
<div id="attachment_2794" style="width: 528px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg"><img class=" wp-image-2794" title="28" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/28.jpg" alt="" width="518" height="345" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cinta de segurança amarrada com uma ponta no eixo traseiro do Fiesta e a outra na Tanajura!!</p>
</div>
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<div id="attachment_2793" style="width: 513px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg"><img class=" wp-image-2793" title="27" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/27.jpg" alt="" width="503" height="335" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura pronta para a tentativa de rebocar o Fiesta da neve! Nós, com um friozinho na barriga! :)</p>
</div>
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<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós para mais um “teste”. Ligamos a tração reduzida, controle de embreagem&#8230;. e&#8230; deu certo!!! Em instantes a Tanajura com sua força “descomunal” arrastava o carro para fora da vala patinando na neve como se fosse um brinquedinho!!! Mais legal ainda foi ver a felicidade das moças que pulavam e nos abraçavam de alegria! Elas vieram até nós e disseram que iriam nos pagar um almoço pelas longas horas que ficamos ali (foram mais ou menos umas 2 horas). Dissemos que não era necessário, pois inclusive estávamos com um pouco de pressa para fazermos a trilha antes que ficasse tarde demais. Depois de muito insistirem aceitamos. O mais engraçado é que a mãe disse que a filha é quem iria pagar, pois era a responsável por elas terem caído na vala! Hahahaha <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_2792" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26.jpg"><img class="size-large wp-image-2792" title="26" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/26-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura &quot;salva a pátria&quot;!!! O Fiesta sai pra fora da vala e as moças de Hong Kong celebram conosco!!!</p>
</div>
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<p style="text-align: justify;">Comemos, conversamos bastante com elas, tiramos fotos juntos e seguimos finalmente para o Lake Louise. Ou melhor, tentamos seguir, pois antes um Canadense nos abordou para perguntar sobre a Expedição. Ele havia feito uma viagem do Canadá até a Argentina e ficou encantado com nosso roteiro! Tirou foto do carro e tudo mais. Aproveitamos para pedir-lhe para colar o adesivo do Canadá na Tanajura!</p>
<div id="attachment_2790" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25.jpg"><img class="size-large wp-image-2790" title="25" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/25-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura toda se achando!! As moças de Hong Kong fizeram questão de tirar uma foto com ela!!! :)</p>
</div>
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<div id="attachment_2789" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24.jpg"><img class="size-large wp-image-2789" title="24" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/24-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O simpático Canadense que ficou orgulhoso de colar a bandeira de seu país na Tanajura!!!</p>
</div>
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<p style="text-align: justify;">Voltando à trilha&#8230; Chegamos ao Lake Louise já mais de 16h30 para iniciarmos uma belíssima trilha ao redor do lago. Com pouco tempo, nos restringimos a fazer metade da subida que atinge o ponto mais alto do lago. Lake Louise recebeu esse nome em homenagem a uma das filhas da Rainha Victória (do Reino Unido): a princesa Louise Caroline Alberta (que também deu nome ao estado o qual o lago faz parte &#8211; Alberta). Circundado por inúmeras montanhas nevadas e pelo elegante “The Fairmont &#8211; Chateau Lake Louise”, o lago é realmente encantador. Ficamos ali imaginando como seria ele com o céu aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que a maior ocupação e desenvolvimento dessa região – de Banff e Lake Louise – se deu por conta da construção da <em>Canadian Pacific Railway</em> (<em>CPR</em> &#8211; Companhia Ferroviária Canadense), por volta de 1880, com a intenção de conectar as principais cidades do país à Leste, até a British Columbia, à Oeste. A forte conexão que o país ainda possuía com o Reino Unido fez com que o nome de muitas de suas cidades e paisagens naturais fossem remetidos as daqueles países. Curioso também é que ambas Banff e Lake Louise estão entre as cidades mais altas do país. E, devido a pouca tradição do Canadá para atividades de montanhismo naquela época, alpinistas suiços foram contratados pela Companhia Ferroviária Canadense para estimular (de forma mais segura) o turismo ali nas Montanhas Rochosas! Bom negócio para a Companhia Ferroviária e também para os alojamentos que recebiam tanto os construtores das ferrovias, quanto os turistas que começavam a visitar os parques!</p>
<div id="attachment_2788" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23.jpg"><img class="size-large wp-image-2788" title="23" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/23-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel pagando de &quot;fortão&quot; em frente ao Lake Louise &#8211; Alberta, Canadá</p>
</div>
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<div id="attachment_2787" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22.jpg"><img class="size-large wp-image-2787" title="22" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/22-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cor esmeralda do Lake Louise que dá até vontade de pular!</p>
</div>
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<div id="attachment_2786" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21.jpg"><img class="size-large wp-image-2786" title="21" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/21-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas refletindo no Lake Louise de forma simétrica!</p>
</div>
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<div id="attachment_2785" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20.jpg"><img class="size-large wp-image-2785" title="20" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/20-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada no congelado Mirror Lake depois de 40 min. subindo pela trilha nevada ao redor do Lake Louise!</p>
</div>
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<div id="attachment_2784" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19.jpg"><img class="size-large wp-image-2784" title="19" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/19-1024x686.jpg" alt="" width="423" height="283" /></a>
<p class="wp-caption-text">O luxuoso Chateau Lake Louise bem em frente ao lago! Só não é tão confortável quanto nossas barracas!!! hahaha</p>
</div>
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<div id="attachment_2783" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18.jpg"><img class="size-large wp-image-2783" title="18" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/18-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mesmo após o por do sol o Lake Louise mostra seu charme refletindo a paisagem ao seu redor!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos para Banff famintos! Aí decidimos “abrir a mão”, né?! Afinal, não havíamos pagado o almoço&#8230; hehehe Fomos jantar em um dos mais típicos restaurantes de fondue de Banff, que inclusive havia sido fortemente recomendado pelo Rodrigo e a Ana (do <a title="Site do casal Rodrigo e Ana da Expedição 1000 dias pelas Américas" href="http://www.1000dias.com/" target="_blank">1000dias</a>): o Grizzly House. Excelente!! O lugar estava lotado. Comemos uma refeição completa que contava com: creme de cebola e fondue de queijo de entrada, fondue de carnes como principal e frutas no chocolate derretido como sobremesa. De longe o melhor fondue que já comemos em nossas vidas!</p>
<div id="attachment_2782" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17.jpg"><img class="size-large wp-image-2782" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/17-1024x681.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Abrindo a carteira e tirando a barriga da miséria no delicioso Grizzley House em Banff, Alberta &#8211; Canadá</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte decidimos explorar um pouco mais ao norte para visitar de perto os glaciares! Acordamos cedo e partimos para um dos principais campos de gelo do país: o <em>Columbia Icefields</em>. Situado há 185 km de Banff e no caminho para o parque de Jasper (mais ao norte) o Columbia alimenta 8 grandes glaciares. Mas logo na saída de Banff a forte neve indicava que a tarefa não seria muito fácil. Pegamos uma forte nevasca nos primeiros 40 km de estrada, mas ela diminuia gradativamente. A neve diminuiu bastante até que o tempo clareou por volta das 13h30. Uma placa na estrada sinalizava que as condições até o <em>Columbia Icefields</em> não eram boas, então reduzimos bastante a velocidade. Era um visual incrível. Lagos e rios, em um tom azul opaco, se misturavam em meio às altas montanhas com seus grandes campos de gelo eterno. Um corvo encarando a Tanajura foi o único animal que vimos por ali.</p>
<div id="attachment_2781" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16.jpg"><img class="size-large wp-image-2781" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/16-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura tomando muuuita neve a caminho do Columbia Icefields &#8211; Alberta, Canadá!!!</p>
</div>
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<div id="attachment_2780" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15.jpg"><img class="size-large wp-image-2780" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/15-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neve deu uma trégua e pudemos contemplar a beleza do caminho rumo aos glaciares! (Alberta, Canadá)</p>
</div>
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<div id="attachment_2779" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14.jpg"><img class="size-large wp-image-2779" title="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/14-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um corvo resolveu &quot;encarar&quot; a Tanajura!</p>
</div>
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<p style="text-align: justify;">Uma hora mais a frente, já quase chegando ao Columbia, vimos alguns carros caidos para fora da pista. Haviam patinado na neve que dominava a estrada. Mas dessa vez havia uma equipe de resgate no local! A Tanajura respirou aliviada e seguiu sua tarefa com grande maestria. Chegamos ao principal glaciar do <em>Columbia Icefields, </em>o glaciar Athabasca! Mas, infelizmente, sentimos certa desilusão: mesmo a apenas algumas centenas de metros de distância, a neblina impedia que víssemos o glaciar com maior clareza. Demos uma volta a pé pela neve, na tentativa de chegarmos mais próximo ao glaciar. Mas pouca coisa mudou. Pudemos ao menos sentir na pele que não é brincadeira a realidade de uma região marcada por neves eternas. Devagarinho conduzimos a Tanajura de volta e cruzamos com uma simpática família de caprinos montanheses que ficaram com cara de interrogação, imaginando que bicho era a Tanajura! hahaha</p>
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<div id="attachment_2777" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13.jpg"><img class="size-large wp-image-2777" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/13-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dentre os 4 carros que haviam saído pra fora da pista e caído na vala a caminho do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
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<div id="attachment_2776" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12.jpg"><img class="size-large wp-image-2776" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/12-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Com os carros sendo rebocados o trânsito ficou um pouco mais lento na região</p>
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<div id="attachment_2775" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11.jpg"><img class="size-large wp-image-2775" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/11-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada ao glaciar Athabasca dentro do Columbia Icefields (Alberta, Canadá)</p>
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<div id="attachment_2774" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10.jpg"><img class="size-large wp-image-2774" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/10-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A neblina e o tempo nublado atrapalharam nosso visual do glaciar Athabasca (ao fundo da Tanajura, entre as montanhas)</p>
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<div id="attachment_2773" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9.jpg"><img class="size-large wp-image-2773" title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/9-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhamos 20 min na trilha coberta por neve para uma última tentativa de ver o glaciar Athabasca mais de perto. Sem muito sucesso :(</p>
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<div id="attachment_2772" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8.jpg"><img class="size-large wp-image-2772" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/8-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao menos uma simpática família de caprinos vieram nos dar tchau antes do retorno à Banff! hahaha</p>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2771" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/7-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
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<div id="attachment_2770" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6.jpg"><img class="size-large wp-image-2770" title="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/6-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Inúmeras placas ao longo do caminho indicavam que muito comércio, postos, áreas de camping, etc. já estavam fechados por conta do inverno!</p>
</div>
<p>Era nossa última noite em Banff e depois de tanta neve e sanduíches de presunto (iguais ao do Chaves!) precisávamos mesmo de um banho quente e um bom vinho canadense! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
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<div id="attachment_2769" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5.jpg"><img class="size-large wp-image-2769" title="5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/5-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura amanhece com umas &quot;estalagtites&quot; de gelo em manhã de muito frio, antes da partida de Banff (Alberta, Canadá)</p>
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<div id="attachment_2768" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4.jpg"><img class=" wp-image-2768" title="4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/4-674x1024.jpg" alt="" width="296" height="449" /></a>
<p class="wp-caption-text">O adeus à simpática cidade de Banff em Alberta, Canadá</p>
</div>
<p>Para ver ainda mais fotos da nossa passagem por Banff e Lake Louise, <a title="Fotos Banff e Lake Louise, Alberta - Canadá" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632135891944/" target="_blank">clique aqui</a></p>
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