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	<title>4x1 &#187; México</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Maias, Espanhóis e a Cultura Yucateca</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 13:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Chichen Itza]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Yucateca]]></category>
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		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>
		<category><![CDATA[Pirâmide de Kulkucán]]></category>
		<category><![CDATA[Valladolid]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 06/01/2013 à 08/01/2013 Trajeto: Tomamos a Carretera Mexico 180, passando por Valladolid. O Norte do Yucatán – Mérida e Chichén Itzá Encontramos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/yucatan/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 06/01/2013 à 08/01/2013</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> Cancun, Quintana Roo &#8211; México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 307 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos: Estacionamento de hotel à beira da estrada. </b>Mais uma vez o &#8220;papo de carretere&#8221; deu certo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio: As ruínas de Chichén Itzá&#8230;</b>muito bem conservadas e impressionantes</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Mérida, Yucatán &#8211; México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> +- 5 horas,  parando em Chichen Itza</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom: Diversos pratos típicos da culinária yucateca&#8230; </b>pollo pibil, poc-chuc e outras delícias</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho: Chegamos atrasados&#8230;</b>não conseguimos entrar no cenote das ruínas de Chichen Itza, porque atrasamos no caminho</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto: </b>Tomamos a Carretera Mexico 180, passando por Valladolid.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O Norte do Yucatán – Mérida e Chichén Itzá</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Encontramos no norte do Yucatán, um povo que preserva com muito orgulho suas tradições. Guardam<b> </b>uma rica herança da civilização maia e também costumes trazidos pelos espanhóis. Conhecer a região é como experimentar um pouco do passado e dessa mistura cultural.<b></b></i></p>
<p style="text-align: justify;">Em mais uma das andanças em nossas “férias” na Península do Yucatán, partimos do nosso QG em Cancun em direção à capital e maior cidade do estado de Yucatán: Mérida. Fundada em 1542 sobre as ruínas da cidade maia de T&#8217;Hó, a cidade hoje conta com cerca de 800 mil habitantes e é uma das mais culturais de todo México.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2112.jpg"><img alt="IMG_2112" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2112-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O banco dos namorados, em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A viagem de cerca de 310 km teve direito a umas paradas interessantes no caminho. A primeira foi na cidade de Valladolid, onde fizemos um almoço. A cidade é bastante convidativa para um passeio, com um ar aconchegante diante das ruas em arquitetura colonial. Resistimos à tentação e seguimos viagem, uma vez que pretendíamos chegar na próxima parada em tempo hábil. Esta era Chichén Itzá, uma das mais famosas e bem preservadas ruínas da civilização maia em toda península.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2200.jpg"><img alt="IMG_2200" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2200-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pracinha tranquila, comum nas cidades coloniais do Yucatán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Como era de se esperar, chegamos atrasados nas ruínas, de maneira que entramos na sua última hora de funcionamento (a partir das 16 horas) sem pagar as entradas. Acabamos tendo que apelar para uma visita relâmpago, buscando os principais pontos de interesse dentro do sitio arqueológico.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1986.jpg"><img alt="IMG_1986" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1986-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Pirâmide de Kulkucan, em Chichén Itzá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chichén Itzá funcionou como centro político e econômico da civilização maia, oferecendo várias edificações em um projeto arquitetônico de cidade que impressiona por sua complexidade. Estrturas como a pirâmide de Kukulkán, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros estão em ótimo estado depois de tanto tempo. Estima-se que Chichén-Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455 a.C.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1850.jpg"><img alt="IMG_1850" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1850-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Suntuosa e impressionante</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Perdemos alguns pontos importantes que gostaríamos bastante de conhecer como o Cenote e Juego de Pelota, mas o que pudemos ver ainda que rápido foi impressionante.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1957.jpg"><img alt="IMG_1957" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1957-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruínas muito bem preservadas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos com a Tanajura para nosso destino final, Mérida. Mais uma vez, conseguimos um estacionamento de hotel para passar nossas noites nas barracas. Este esquema tem funcionado muito bem nesses últimos dias de México.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2217.jpg"><img class=" " alt="IMG_2217" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2217-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O estilo colonial de Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não se precisa de muito tempo na cidade para identificar a tríplice jóia de sua coroa: arquitetura, gastronomia e música. Tudo isso em contexto histórico e cultural extremamente rico. Mérida foi por um tempo o centro do poder espanhol nos tempos coloniais, que se sobrepôs à resistência maia depois de anos de conflito.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2438.jpg"><img alt="IMG_2438" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2438-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Monumento em homenagem aos maias</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma visita ao Pálacio Municipal, na Plaza Grande, é um convite a mergulhar na história da cidade e do México, através de imensos murais pintados por todo o edifício. Na mesma praça está localizada a Casa Montejo, antiga moradia da família ligada à fundação da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2250.jpg"><img alt="IMG_2250" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2250-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tudo muito colorido no centro da cidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2210.jpg"><img alt="IMG_2210" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2210-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma das diversas igrejas coloniais de Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O centro histórico é repleto de belas construções em torno das suas ruas de paralelepípedo. A arquitetura colonial muito bem preservada é um convite a uma caminhada sem compromisso pela cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2341.jpg"><img alt="IMG_2341" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2341-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao lado do Palácio Colonial, arte moderna se inspira nas tradiçoes indígenas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2083.jpg"><img alt="IMG_2083" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2083-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igrejas se espalham por toda a cidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2236.jpg"><img alt="IMG_2236" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2236-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Dentro do Palácio Colonial, murais representam marcos das hisória mexicana e yucateca</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2255.jpg"><img alt="IMG_2255" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2255-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Lendas também fazem parte dos murais</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No caminho, diversos restaurantes evidenciam a culinária única da cultura yucateca. Como não poderia deixar de ser, a cozinha apresenta uma mistura de sabores europeus e maias, sendo o milho um ingrediente crucial. Experimentamos uma grande variedade de pratos típicos (pollo pibil, poc-chuc e outros) no Restaurante La Chaya Maya, uma delícia!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2353.jpg"><img alt="IMG_2353" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2353-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Experimentamos os sabores da culinária locañ</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2356.jpg"><img alt="IMG_2356" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2356-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Variedade de igredientes e temperos</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para completar a experiência cultural, a música! Mérida se orgulha de apresentar seus costumes e tradições aos visitantes. Durante todo o ano, apresentações de dança típica são feitas gratuitamente na Plaza Grande. Tivemos a oportunidade de apreciar uma delas. Danças espanholas, pessoas e suas vestimentas indígenas. Nada melhor para representar o espírito da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2391.jpg"><img alt="IMG_2391" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2391-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentaçao de dança típica na praça</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2366.jpg"><img alt="IMG_2366" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2366-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cultura ao ar livre e de graça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A volta de Mérida representou o fim das nossas “férias” da Expedição. Nossa última visita foi deixada no aeroporto de Cancun, e depois de 20 dias no Yucatán, a Expedição tomou seu rumo. Ainda fizemos uma parada rápida (mais uma vez) na belíssima Laguna de Bacalar ao sul da península, antes de seguir na estrada. O fim das “férias” também foi o fim da nossa passagem pelo querido e surpreendente México. Os dois meses que passamos no país não foram nem de perto o suficiente para fazer tudo que queríamos. A simpatia, a cultura, a natureza, a comida mexicana vão deixar saudades. Mas a Expedição tem que continuar. Pé na estrada! Destino: América Central!</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos do norte do Yucatán, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633277999170/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>O Azul Místico dos Cenotes</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 16:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Cuzama]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 05/01/2013 e 08/01/2013 Trajeto: Saindo de Tulum ao norte pela 109, durante 10 minutos, chegamos ao Gran Cenote. Para os 3 Cenotes, saímos de &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cenotes/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 05/01/2013 e 08/01/2013</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Tulum (par ao Gran Cenote) e Mérida (para os 3 Cenotes de Cuzamá) &#8211; México</p>
<p><b>Distância total:</b> 5 km para o Gran Cenote (de Tulum) e +- 50 km (de Mérida) para os 3 Cenotes de Cuzamá</p>
<p><b>Onde dormimos: Camping em Tulum e estacionamento de hotel em Mérida.</b></p>
<p><b>Pneu Cheio: Beleza surreal dos cenotes&#8230;</b>a composição das cavernas com o azul da água é de hipnotizar</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Gran Cenote e 3 Cenotes de Cuzamá &#8211; México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> 10 minutos para o Gran Cenote, e quase 1 hora para os 3 Cenotes de Cuzamá</p>
<p><b>O que comemos de bom: Não comemos nada nos cenotes.</b></p>
<p><b>Pneu murcho: Tempo limitado nos 3 Cenotes de Cuzamá&#8230;</b>o guia nos dá apenas cerca de meia hora em cada cenote, antes que parta com o seu cavalinho para a chuva</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto: </b>Saindo de Tulum ao norte pela 109, durante 10 minutos, chegamos ao Gran Cenote. Para os 3 Cenotes,<b> </b>saímos de Mérida em direção a Valladolid, desviamos na YUC 18 até Cuzamá.</p>
<p><b>O Azul Místico dos Cenotes</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Quando achamos que o azul do Caribe nas belas praias da Península do Yucatán</i> <i>já impressionavam, encontramos outra beleza singular, típica da região: os cenotes. Poços de água azul cristalina submergem em meio à natureza cercada de mistérios e encantam a todos com suas cores vivas à luz do sol.</i></p>
<p style="text-align: justify;">Importantes elementos da cultura mexicana, os cenotes já representaram a principal fonte de água doce para os maias e hoje são explorados como atividade turística. Cercado de histórias sobre sua formação, esse fenômeno natural está presente em mais de 7.000 pontos espalhados pela Península do Yucatán.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030231.jpg"><img alt="P1030231" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030231-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de cima de um cenote, em Cuzamá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Um cenote pode ser totalmente aberto, como um lago, ou quase completamente fechado, como uma caverna. A água encontrada em seu interior pode ser doce, salgada, ou ambas. Independente de suas características estruturais, todos eles parecem compartilhar de uma beleza mística à luz do sol, compondo uma paisagem daquelas de tirar o fôlego.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1795.jpg"><img alt="IMG_1795" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1795-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O verde e o azul do Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Lendas regionais contam que os cenotes surgiram a partir da queda de meteoros, há milhares de anos. Contudo, as teorias mais aceitas, tratam-nos como depressões constituídas de calcário poroso. Apesar disso, carregam no nome o título de sagrado, originário da palavra do idioma maia “ts&#8217;onot&#8221;. Há quem acredite no seu poder medicinal, fonte curativa do misticismo indígena, ou mesmo que eles sejam portais para comunicação com os deuses.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1760.jpg"><img alt="IMG_1760" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1760-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ótimo ponto para snorkel no Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em todo o México, o turista pode encontrar cenotes, especialmente em cidades com sítios arqueológicos. Apesar de acessíveis ao público, normalmente, estão em locais privados, sendo necessário pagar uma taxa de visitação, em torno de R$ 10. Nos cenotes, geralmente é possível fazer atividades como snorkeling  ou mergulho. Os mais preguiçosos podem simplesmente curtir o visual e se banhar nas águas cristalinas.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1832.jpg"><img alt="IMG_1832" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1832-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André se prepara para o mergulho</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Tivemos  a oportunidade de visitar alguns deles durante as nossas “férias” no Yucatán. O primeiro que conhecemos foi o Gran Cenote, localizado nas redondezas de Tulum. Em meio ao verde da floresta, poços de água levam ao interior de cavernas repletas de água. Mergulhadores certificados, como o nosso amigo André, podem descer nas águas subterrâneas e vagar entre as saídas do Gran Cenote. Há ótimos pontos para simplesmente dar um mergulho sem compromisso e curtir a natureza.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1806.jpg"><img alt="IMG_1806" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1806-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Galera feliz em meio à natureza</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1778.jpg"><img alt="IMG_1778" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1778-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A caverna e os mergulhadores</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Também passamos pelos 3 Cenotes de Cuzamá, cidade localizada a cerca de 45 minutos de Mérida. Em um mesmo passeio, visita-se os cenotes Chelentun (“Saindo pedras”), Chansinic’che (“árvore com formigas”) y Bolonchoojol (“nove gotas de água”). Ao chegar na vila, contratamos um guia para nos levar em meio à mata. O transporte era curioso: burros puxavam uma carroça que andava sobre trilhos. O mesmo trilho é usado para ir e para voltar, de maneira que se encontrássemos outro grupo no caminho inverso, alguém tem que ceder e puxar a carroça para fora dos trilhos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030193.jpg"><img alt="P1030193" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030193-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O burrinho levava todos nós ao cenote</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030262.jpg"><img alt="P1030262" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030262-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Alguém tem que ceder</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030273.jpg"><img alt="P1030273" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030273-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Primeira classe</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O passeio durou praticamente a tarde inteira e foi bastante interessante. A carroça leva à entrada dos cenotes, onde há escadas de madeiras que dão acesso às grutas.  Buracos na superfície permitem a entrada da luz do sol, dando cor ao espetáculo. Um azul inexplicável surge da água iluminada. Não é à toa que há todo um misticismo em torno desses fenômenos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030239.jpg"><img alt="P1030239" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030239-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes descendo a escada de madeira para o cenote</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030203.jpg"><img alt="P1030203" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030203-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Beleza misteriosa do cenote em Cuzamá</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030215.jpg"><img alt="P1030215" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030215-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Feixe de luz e o azul místico das águas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Vontade não faltou para conhecer os outros milhares de cenotes espalhados pela região. Mesmo alguns dos famosos como o Ik-Kil, nas ruínas de Chichén Itzá (chegamos atrasados!), ou o Dos Ojos, também próximo à Tulum (o qual passamos reto!), vão ter que ficar para a próxima visita, que não poderíamos deixar de fazer depois de conhecer esta impressionante beleza natural.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1782.jpg"><img alt="IMG_1782" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1782-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Natureza no Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"> Para mais fotos dos cenotes, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633278154148/">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Aos Amantes das Praias</title>
		<link>http://4x1.com.br/riviera-maya/</link>
		<comments>http://4x1.com.br/riviera-maya/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 12:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Akumal]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>
		<category><![CDATA[Playa del Carmen]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[Riviera Maya]]></category>
		<category><![CDATA[ruínas]]></category>
		<category><![CDATA[Tulum]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 28/12/2012 à 30/12/2012 e 03/01/2013 à 05/01/2013 Trajeto: Seguimos pela Carretera 307, que segue a costa pelas praias da Riviera Maya. Riviera &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/riviera-maya/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 28/12/2012 à 30/12/2012 e 03/01/2013 à 05/01/2013</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Cancun – México</p>
<p><b>Distância total:</b> 130 km</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> <strong>Estacionamentos de hotéis e Camping Santa Fé em Tulum.</strong></p>
<p><b>Pneu Cheio: Nadar com as tartarugas em Akumal. </b>Em meio às paisagens paradisíacas da Riviera Maya, brincar com as tartarugas foi uma experiência única.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Tulum – México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> Foram dias de paradas, com idas e vindas para as praias.</p>
<p><b>O que comemos de bom: Pratos diferenciados no La Parrilla de Manolo&#8230;</b>com todo o <em>glamour</em> de Playa del Carmen, encontramos um menu a um preço justissimo e muito gostoso</p>
<p><b>Pneu murcho:</b> <strong>Preços salgados&#8230;</strong>difícil de encontrar um ponto negativo, mas se for para eligir um, com certeza, os preços altos na chique Riviera Maya é o escolhido.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Seguimos pela Carretera 307, que segue a costa pelas praias da Riviera Maya.</p>
<p>Riviera Maya &#8211; Aos Amantes de Praias</p>
<p style="text-align: justify;"><i>Não precisamos conhecer muito dos maias para saber que escolhiam muito bem onde morar. Não é à toa que hoje, o seu antigo quintal privilegiado se tornou fonte inesgotável para o turismo de luxo no México. E deram até um nome chique para a região: Riviera Maya. A beleza incansável da costa é realmente encantadora, para os que podem pagar pelo luxo ou não. É um lugar imperdível aos amantes das praias.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2522.jpg"><img alt="IMG_2522" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2522-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista paradisíaca das ruínas de Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Historicamente conhecida como o corredor que vai de Playa del Carmen à Tulum, hoje a chamada Riviera Maya compreende a uma faixa de aproximadamente 130 km de costa entre as cidades de Puerto Morelos e Punta Allen, no sul da Península do Yucatán. A região é famosa internacionalmente pelos seus resorts de luxo e inúmeras opções de restaurantes elegantes.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1.jpg"><img alt="tulum1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Camping de frente par aa praia, em Tulum</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1638.jpg"><img alt="IMG_1638" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1638-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Galera relaxando na praia, em Playa del Carmen</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É fácil entender porque a região brilha os olhos quando o assunto é turismo. As praias de água azul e areia branca que por si só já seriam paradisíacas, são cercadas de uma natureza bastante generosa, tanto para o interior do continente como para o mar. Toda a costa da Riviera Maya é acompanhada pela Barreira de Corais do Sistema Mesoamericano, a segunda maior do mundo depois da grande Barreira de Coral da Austrália, o que torna o seu mundo subaquático não só bonito, como repleto de vida animal. Além disso, a região é repleta de cenotes e próxima a diversas ruínas da civilização maia.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2472.jpg"><img alt="IMG_2472" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2472-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tulum, Riviera Maya, Mexico</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Pela Carretera Federal 307, descemos a costa a partir de Cancun. A primeira parada foi na charmosa Playa del Carmen. A praia é repleta de bares no seu entorno e não é difícil encontrar uma espreguiçadeira gostosa para curtir um diazinho na praia. Como no resto da Riviera Maya, os preços são para gringo e um tanto quanto salgados nas partes mais movimentadas da cidade. Estamos para achar um coco mais caro que o encontramos por lá, onde um bar cobrava 90 pesos (cerca de R$15) por um único coquinho verde gelado.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2521.jpg"><img alt="IMG_2521" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2521-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muitos turistas nas ruínas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em meio às ruazinhas do centro, há algumas opções de hotéis e restaurantes baratos. Encontramos um argentino que tinha uma comida ótima a um preço justíssimo, o La Parrilla de Manolo. Para dormir economizando, mandamos o bom e velho “papo da carretera”, para convencer os gerentes de um hotel à beira da estrada nos deixar dormir no estacionamento em nossas barracas com a Tanajura.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1649.jpg"><img alt="IMG_1649" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1649-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruas charmosas, em Playa del Carmen</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma voltinha pela “Quinta Avenida” de Playa del Carmen também é gostosa. Como nossa viagem é mais <i>rootz, </i>ficamos só na caminhada e num sorvetinho (que já foi caro!). Mas para quem gosta, há várias lojas de grife e restaurantes que pareciam muito bons. A vida noturna na região parecia bastante movimentada e também era chique. Depois das baladas loucas em Cancun, preferimos deixar essas passarem.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1626.jpg"><img alt="IMG_1626" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1626-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A orla de Playa del Carmen</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos com a Tanajura mais ao sul em uma parada na aconchegante praia de Akumal. Aqui o negócio é o mergulho! O mar é repleto de tartarugas marinhas e não é preciso contratar nenhum pacote turístico para mergulhar e encontrar os animais com seu próprio snorkel. Passamos uma tarde gostosa na praia, acompanhando as tartarugas e diversos peixes que encontrávamos no mar.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1643.jpg"><img alt="IMG_1643" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1643-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nada como caminhar sem compromisso na praia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mais ainda ao sul da Riviera Maya está a praia que gostamos mais de todo este trajeto, Tulum. Não é só das ruínas maias mais fotogênicas de toda Península do Yucatán de que é feita a cidade. Tulum tem uma extensão de praia longa, gostosa para quem curte aproveitar a praia numa boa, à vista do mar azul do Caribe e longe de uma infraestrutura urbana.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2517.jpg"><img alt="IMG_2517" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2517-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista panorâmica das ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum2.jpg"><img alt="tulum2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Belo quintal dos maias</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2484.jpg"><img alt="IMG_2484" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2484-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Detalhe das ruínas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2482.jpg"><img alt="IMG_2482" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_2482-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruínas de Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acampamos na região da Praia do Pescador, no Camping Santa Fé. A estrutura dos hoteizinhos e campings nas redondezas era bastante simples, mas não se precisa de muito mais para curtir o lugar. A energia elétrica é a base de geradores na beira da praia, então vez ou outra a luz não estava disponível ou a água não havia sido bombeada para a caixa d’água. Mas tudo bem, a beleza e tranquilidade do lugar compensa, e muito!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1358.jpg"><img alt="IMG_1358" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1358-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura versão natalina no camping</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Gostamos tanto do lugar que em uma das idas e vindas de Cancun, escapamos mais uns dias para lá. A verdade é que poderíamos passar dias e dias curtindo as praias da Riviera Maya tranquilamente, mas a viagem segue! Ainda havia muito o que explorar na Península do Yucatán! Fomos para o Norte, atrás de Mérida e das famosas ruínas de Chichén Itzá.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1698.jpg"><img alt="IMG_1698" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1698-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fim de tarde em Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">
Para mais fotos da praias paradisíacas da Riviera Maya, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633278154148/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>O Bem e o Mal em Isla Mujeres</title>
		<link>http://4x1.com.br/isla-mujeres/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 01:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Cancun]]></category>
		<category><![CDATA[Ferry]]></category>
		<category><![CDATA[Isla Mujeres]]></category>
		<category><![CDATA[peixe à la Maya]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 25/12/2012 à 27/12/2012 Trajeto: Tomamos um ferry em Punta Sam direto à ilha. O Bem e o Mal em Isla Mujeres Pense &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/isla-mujeres/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 25/12/2012 à 27/12/2012 </b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Cancun – México</p>
<p><b>Distância total:</b> 7 km de barco</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> <strong>Hostel PocNa. </strong>Tivemos uma péssima experiência no lugar, não recomendamos.<strong> </strong></p>
<p><b>Pneu Cheio: A Companhia da Cássia. </b>Temos saudade da alegria contagiante da nossa querida amiga japa .</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Isla Mujeres – México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> 45 minutos</p>
<p><b>O que comemos de bom: Peixe à la Maya. Tempero único da região da Península do Yucatán, uma delícia!</b></p>
<p><b>Pneu murcho:</b> <strong>Bandidagem solta.</strong> Tivemos um computador furtado dentro do quarto do hostel.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Tomamos um ferry em Punta Sam direto à ilha.</p>
<p><b>O Bem e o Mal em Isla Mujeres</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Pense naquela praia de água azul cristalina e areia branca, repleta de coqueiros e redes para relaxar. Praias daquelas que vemos em todas revistas de turismo. Pois bem, muitas delas devem estar em Isla Mujeres. Diante da paisagem bela e tranquila, tivemos um misto de sensações. Por um lado, o lugar relaxante e a companhia de uma grande amiga, por outro, a primeira experiência de bandidagem e descaso em toda expedição. O Bem e o Mal deram as caras durante nossa estadia por lá.</i></p>
<p style="text-align: justify;">Quando os espanhóis chegaram na ilha em meados do século XVI, não tiveram dúvida em nomeá-la Isla Mujeres. O lugar era região de cultos sagrados à Ix Chel, deusa da fertilidade nos tempos pré-colombianos, e suas imagens se espalhavam por todos os cantos. Hoje, a ilha é o refúgio de quem quer fugir da badalação de Cancun para curtir uma praia tranquila, ou arriscar um mergulho em suas redondezas.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088.jpg"><img alt="IMG_1088" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A maravilhosa água do mar em Isla Mujeres</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Localizada ao norte de Cancun, o acesso à ilha é extremamente fácil, havendo três diferentes pontos de partida: 1) Punta Sam, opção mais afastada da Zona Hoteleira, custa cerca de $6 dólares por pessoa ida e volta, sendo que a viagem demora em torno de 45 minutos; dali saem os <i>ferries </i>que levam carros à ilha; 2) Puerto Juarez, que oferecem lanchas rápidas em uma viagem de cerca de 15 minutos a um custo de $15 dólares e 3) embarcações que saem da Zona Hoteleira, com saídas mais frequentes. Em geral, os <i>ferries</i> saem em intervalos de 30 a 45 minutos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1058.jpg"><img alt="IMG_1058" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1058-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O ferry à nossa espera em Cancun</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1063.jpg"><img alt="IMG_1063" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1063-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Curtindo a viagem com a Cássia</p>
</div>
<p>Isla Mujeres é bem pequena e aconchegante. O transporte é feito basicamente à pé, ou por carrinhos de golfe que circulam pelas ruas, e também estão disponíveis para locação.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1203cassia.jpg"><img alt="IMG_1203cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1203cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Carrinhos de golfe dominam as ruas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1202cassia.jpg"><img class=" " alt="IMG_1202cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1202cassia-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ainda nos divertimos com o espanhol</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Tanajura ficou nos esperando em terra firme, mas tivemos o prazer da companhia da nossa querida amiga Cássia nessa viagem. Ela encaixou em suas férias uma visita à Expedição e passou alguns dias conosco no México. Dias divertidos, de muita conversa para botar em dia e matar a saudade. Ganhamos uma vida nova com ela ao nosso lado.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia.jpg"><img alt="IMG_1084cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As Modelos</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1127.jpg"><img alt="IMG_1127" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1127-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Curtindo a praia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com a presença da Cássia, o Bem nos acompanhava em nossa chegada à Isla Mujeres. Até que o Mal resolveu dar boas-vindas, logo em nossa chegada ao Hostel Poc Na. Perderam nossa reserva e o Hostel estava quase lotado. Ok, essas coisas acontecem, mas foi o descaso com que fomos tratados que nos incomodou. Depois de muita espera, conseguiram nos acomodar em quartos separados (e põe separados nisso, cada um foi parar em quarto diferente!).</p>
<p style="text-align: justify;">O Hostel tinha um belo quintal, que dava para a praia. Ali passamos um fim de tarde muito gostoso à base de papo e risadas. À noite, comemos um belo peixe em uma das diversas opções de restaurante que Isla Mujeres oferece em sua avenida principal. Lá também encontramos a Julia, outra visita que alegrou nossa estadia na ilha.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1101cassia.jpg"><img alt="IMG_1101cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1101cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pôr do Sol, no quintal do hostel</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1220cassia.jpg"><img alt="IMG_1220cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1220cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um frescobol para exercitar</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1113.jpg"><img alt="IMG_1113" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1113-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Jantar divertido com Julia e Cássia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dia seguinte, o Bem seguiu com a gente enquanto curtíamos a praia, relaxando à vista paradisíaca da água azul e cristalina. Este é o charme da Isla Mujeres, na nossa opinião. Curtir a praia tranquilo, sem compromisso.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209.jpg"><img alt="IMG_1209" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nada como s sombra de um coqueiro e uma praia para relaxar</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1086.jpg"><img alt="IMG_1086" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1086-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Isso é que mar azul!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E foi assim também no dia seguinte. Mais praia gostosa, e mais peixe gostoso. Na Península do Yucatán costumam temperar o  peixe <em>à Maya</em>, com uma mistura de condimentos locais. O peixe grelhado fica todo avermelhado com o tempero e  é uma delícia! Na ilha também faziam a marquesita (espécie de biju recheado), o doce que viciou toda a expedição.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1192cassia.jpg"><img alt="IMG_1192cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1192cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Almoço à la mexicano</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1114.jpg"><img alt="IMG_1114" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1114-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O delicioso peixe à la Maya</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1207.jpg"><img alt="IMG_1207" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1207-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Na fila para mais uma marquesita</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Tudo estava bem, até que tivemos uma surpresa na volta ao hostel. O computador do Gabriel desapareceu de dentro do quarto. Procuramos por todos os cantos, mas o computador realmente não estava mais lá. Talvez por descuido, não utilizamos os <i>lockers</i> disponíveis no hostel (até porque também não tínhamos cadeados) e nossas mochilas estavam expostas dentro do quarto. Mal pensávamos mais nesse tipo de coisa depois de tantas passagens por hostels mundo afora sem nenhuma experiência do tipo. Aprendemos do jeito difícil. Realmente não dá para confiar nunca.</p>
<p style="text-align: justify;">Tirando o stress de registrar o caso na polícia local (extremamente solícita, por sinal), passamos um tempo ruim com o descaso do Hostel Poc Na diante da situação. Pouco se mostraram preocupados. Diferente do discurso, agiam como se fosse algo extremamente corriqueiro (e realmente era, como descobriríamos depois na polícia). Do nosso lado, no entanto, não era. Principalmente para o coitado do Gabriel, que não só perdeu seu instrumento de comunicação e trabalho, como também alguns dos registros da viagem, fotos e inúmeros arquivos. A polícia chegou a trazer um suspeito para reconhecimento e tratou do caso com bastante atenção até onde víamos, mas infelizmente nada do computador. Para melancolizar ainda mais a história, tomamos uma chuva daquelas, quando voltávamos para o <i>ferry </i>que nos levaria de volta para Cancun.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente é assim, o Bem e o Mal andam sempre juntos, ainda que muitas vezes esquecemos que coisas ruins às vezes acontecem.  Mas depois de tantas experiências boas, não poderíamos deixar que uma ruim estragasse nosso encanto. O furto e o descaso do Hostel Poc Na no nosso caso ofuscaram as belas praias de Isla Mujeres, e com certeza enviesaram nossa opinião sobre a ilha. Felizmente, tínhamos a querida Cássia ao nosso lado para alegrar os ânimos. Valeu, Cass!</p>
<p style="text-align: justify;">Para conferir mais fotos de Isla Mujeres, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633145184718/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Casa em Cancun e Como Viramos VIP no CocoBongo</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 11:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Cancun]]></category>
		<category><![CDATA[CocoBongo]]></category>
		<category><![CDATA[marquesita]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 22/12/2012 à 11/01/2013 (entre idas e vindas) Trajeto: Pegamos a Carretera Federal 307 direto até Cancun. Casa em Cancun e Como Viramos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cancun/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 22/12/2012 à 11/01/2013 (entre idas e vindas)</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Bakalar – México</p>
<p><b>Distância total:</b> 307 km</p>
<p><b>Onde dormimos:</b> <strong>Camping El MecoLoko </strong>- um dos únicos camping das redondezas, a uns 20km da Zona Hoteleira</p>
<p><b>Pneu Cheio: Férias com os amigos! </b>Poder passar o Natal com a nossa amiga Cássia foi especial.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Cancun – México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> 4 horas</p>
<p><b>O que comemos de bom: Marquesitas!</b> Iguaria de toda pracinha do Yucatán</p>
<p><b>Pneu murcho:</b> <b>Como toda gringolândia&#8230;</b>os menus eram em dolar e os preços lá em cima.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Pegamos a Carretera Federal 307 direto até Cancun.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Casa em Cancun e Como Viramos VIP no CocoBongo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Entre idas e vindas, Cancun foi nossa base durante as férias na Península do Yucatán. Foi aonde recebemos nossas queridas visitas e nos preparamos para explorar os arredores. Turística até demais para os nossos propósitos, a cidade curiosamente acabou se tornando de certa maneira uma casa para nós. É engraçado pensar como o conceito de casa se distorce durante uma viagem longa como a nossa. Quando voltamos a algum lugar que já conhecemos minimamente, onde já sabemos onde dormir ou comer, certa familiaridade aflora. Mas o fato é que em Cancun, nos divertimos. Comemoramos o Natal e o Ano Novo na companhia de amigos, e curtimos a melhor festa de toda a Expedição.</i></p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0926.jpg"><img alt="IMG_0926" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0926-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Aaahhh&#8230;férias!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quem é que nunca ouviu falar de Cancun? Os que não conhecem a cidade pessoalmente, com certeza já ouviram histórias de um conhecido que foi ou mesmo aprenderam alguma coisa na televisão. Cancun é uma cidade feita para o turismo. Mais uma gringolândia mexicana, com festas alucinantes, hotéis luxuosos e praias de água azul.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1597.jpg"><img alt="IMG_1597" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1597-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A praia e os resorts</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Estávamos de “férias” da Expedição (vide <a href="http://4x1.com.br/ferias-da-expedicao" target="_blank">post</a>), então Cancun não seria nada mal para relaxarmos um pouco e cairmos na farra. Ainda mais com a visita programada de amigos para as festas de fim de ano. Para nós foi muito importante ter a companhia de uma amiga tão especial como a Cássia no nosso Natal longe das famílias. E ainda tivemos o prazer de receber a Giulli e a Julia, que conhecemos durante a viagem, na virada do ano.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0976.jpg"><img alt="IMG_0976" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0976-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cássia animando mais uma tarde de sol</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475.jpg"><img alt="IMG_1475" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Visita ilustre direto da Alemanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nossa estadia na cidade pode ser resumida a idas e vindas ao aeroporto, muita conversa, festa e relaxamento na praia. Para não pensar que saímos totalmente da Expedição, não nos rendemos aos hotéis luxuosos. Conseguimos um camping econômico há alguns quilômetros da cidade, na praia El Meko, onde passamos todas nossas noites na cidade.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping.jpg"><img class=" " alt="camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Manhã no Camping El Meko Loko</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O Natal em Cancun foi uma experiência curiosa. Desistimos de fazer uma ceia entre nós mesmos por falta de estrutura, então recorremos aos restaurantes da Zona Hoteleira para não passar a data em branco. Como deixamos para última hora, a maioria dos lugares mais plausíveis já estavam lotados de reservas. Foi aí que paramos no Carlos&#8217;n&#8217;Charlies. Localizado em meio aos principais bares e baladas da cidade, não poderia deixar de ser uma zona. Música alta e mexicanos animando os gringos festeiros foram o &#8220;charme&#8221; do nosso Natal. A comida no fim das contas até que surpreendeu! Não era o peru assado da vovó, mas não estava nada mal!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1033.jpg"><img alt="IMG_1033" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1033-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Natal inusitado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1039.jpg"><img alt="IMG_1039" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1039-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">À la mexicana</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois da ceia/balada, caímos na gandaia. Quem conhece O Máscara, aquele personagem de cara verde, famoso dos desenhos e do cinema, já sabe do lugar que não se pode deixar de ir em Cancun: o CocoBongo! A expectativa já era alta, e conseguiu ser superada, de longe! O CocoBongo está longe de ser aquelas festas convencionais. É mais um espetáculo, repleto de performances. Desde <i>covers </i>de músicos famosos como Queen, Madonna ou Michael Jackson; à representação de clássicos do cinema, como o Batman, Homem Aranha ou O Gladiador. As apresentações são extremamente profissionais, repletas de acrobacias e interações com o público. Diversas performances preenchem a noite, enquanto a balada rola solta nos intervalos. Foi incrível!</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1.jpg"><img alt="coco1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1-576x1024.jpg" width="296" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">It&#8217;s showtime!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco3.jpg"><img alt="coco3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco3-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Freddie Mercury volta à vida!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Gostamos tanto que não poderíamos deixar de escolher outro lugar para a nossa virada do ano. Diferente do Brasil, não há uma grande queima de fogos ou festa na rua durante o Ano Novo. A única opção para quem quer celebrar em Cancun é conseguir uma festa em um dos hotéis chiques da Zona Hoteleira ou partir para as baladas da cidade. Fomos então mais uma vez ao CocoBongo. As apresentações eram praticamente as mesmas, e ainda assim, curtimos como se fosse a primeira vez. Ainda não sabíamos, mas esta também não seria a última.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4.jpg"><img alt="coco4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Feliz Ano Novo!!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Estávamos com a Tanajura na avenida, nos dirigindo em direção à Mérida, quando uma Masserati azul daquelas bem chiques encostou do nosso lado e o senhor que a dirigia não parava de observar cada canto do carro. Não era uma cena estranha para nós. Para falar a verdade, a Tanajura sempre foi <i>pop</i>. Em todo caminho, a nossa parceira tem chamado a atenção dos locais. Alguns a olham da barraca aos pneus identificando os adesivos, outros já vem puxando papo para entender o que um carro de São Paulo está fazendo ali.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dias antes mesmo, no estacionamento do McDonald&#8217;s, onde deixávamos a Tanajura para curtir a praia na Zona Hoteleira, uma família mexicana muito simpática nos abordou ao ver o carro. Ficaram extremamente entusiasmados com a história e nos deram as boas vindas. Adoramos bater papo sobre a &#8220;carretera&#8221; e ficamos muito felizes com as palavras de incentivo que recebemos! Aliás, no México, as pessoas tem nos recebido com muita hospitalidade e simpatia! Vez ou outra a Tanajura chama a atenção pelas ruas e desconhecidos vem conhecer nossa história.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0949.jpg"><img alt="IMG_0949" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0949-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Boas-vindas da família mexicana</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com o senhor da Masserati não foi diferente. Depois de um aceno, ele perguntou “Vocês vem dirigindo de São Paulo mesmo?” Não deu outra, foi o início de um papo em meio ao trânsito. “Carro bom hein!”, complementou. E ainda deu risada quando ouviu a nossa resposta: “É bom mesmo, vamos trocar?”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversa vai, conversa vem, buzinas impacientes dos carros que eram segurados no trânsito atrás de nós, e a Maserati dispara, deixando a Tanajura na saudade. Para nossa surpresa, dois semáforos depois, o senhor da Maserati diminui a velocidade e emparelha ao nosso lado novamente: “Que Deus os bendiga!”, disse. Curiosos, decidimos perguntar de onde era o simpático senhor. Ele nos olhou com certa surpresa, como se tivéssemos feito uma pergunta muito óbvia. Logo entenderíamos o porquê: “Sou daqui mesmo! Sou o Roberto Noble, dono do CocoBongo!”. Demoramos para digerir a informação – será que o senhor estava tirando uma coma  gente? Ele seguiu: “Quer saber, anota o meu numero e fala com o meu assistente. Vou conseguir uma mesa bem legal para vocês, quando quiserem!” Não precisou falar duas vezes. Incrédulos, anotamos o número de telefone que o senhor soletrou um a um. Depois dessa frase, ele se despediu e arrancou mais uma vez com a Maserati.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0944.jpg"><img alt="IMG_0944" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0944-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fim de tarde em Cancun</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mal ele sabia que já havíamos ido duas vezes no seu estabelecimento e que, por sinal, adoramos. Arriscamos dizer que o CocoBongo foi a balada mais interessante que já fomos. Ligamos para o número e não era lenda, o telefone era mesmo do Roberto Noble. Por mais que fosse a terceira vez que íamos para a mesma festa nos últimos quinze dias, estávamos felizes com isso. Não só porque seria de graça, mas realmente gostamos de lá. Marcamos uma data para quando voltássemos de Mérida. E deu tudo certo. Entramos de graça, bebidas à vontade e um lugar privilegiado no camarote para apreciar o espetáculo. Coisas que só acontecem durante a Expedição.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco2.jpg"><img class=" " alt="coco2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco2-576x1024.jpg" width="296" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">Recepção VIP no CocoBongo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não fizemos muito mais que curtir a praia e as festas em Cancun, afinal estávamos de <em>vacaciones</em>. Na verdade uma outra parte da nossa rotina nesses dias foi comer uma marquesita&#8230;aaaaah que delícia! A marquesita é simplesmente uma massa crocante, como um biju no Brasil, recheada de nutella (e queijo para os mais fortes! Aliás, do México para baixo, parece que queijo vai com qualquer coisa, doce ou salgada!). Os nossos dias geralmente terminavam em uma volta na praça no centro da cidade para uma marquesita ou em algum bar da Zona Hoteleira para um mojito.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0930.jpg"><img alt="IMG_0930" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0930-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Relaxante caminhada na praia</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1586.jpg"><img alt="IMG_1586" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1586-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mais praia com a Giulli</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1208cassia.jpg"><img alt="IMG_1208cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1208cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Marquesita &#8211; A Tentação!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A praça, apesar de não estar na parte mais pop da cidade, estava sempre cheia pela noite, principalmente de mexicanos. Diversas barraquinhas de comida local e apresentações ao ar livre davam vida ao lugar. Nos seus entornos estão também os hostels para quem não quer pagar o preço dos resorts.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1525.jpg"><img alt="IMG_1525" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1525-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Palhaço intertem a multidão mexicana</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0859.jpg"><img alt="IMG_0859" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0859-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel se diverte na barraca de brincadeiras</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1508.jpg"><img alt="IMG_1508" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1508-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Clássico mexicano nas mesas de totó</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0895.jpg"><img alt="IMG_0895" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0895-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Almoço na praça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Cancun foi uma passagem interessante da nossa viagem, e proporcionou ótimas lembranças e boas histórias para contar. A presença de amigos, com certeza, fez toda a diferença durante as “férias” da Expedição.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0918.jpg"><img alt="IMG_0918" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0918-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">E mais praia&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Cancun, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633145184718/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>As Férias da Expedição</title>
		<link>http://4x1.com.br/ferias-da-expedicao/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[3 Cenotes]]></category>
		<category><![CDATA[Akumal]]></category>
		<category><![CDATA[Cancun]]></category>
		<category><![CDATA[cenotes]]></category>
		<category><![CDATA[Chichen Itza]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Isla Mujeres]]></category>
		<category><![CDATA[Laguna Bakalar]]></category>
		<category><![CDATA[Mérida]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>
		<category><![CDATA[Playa del Carmen]]></category>
		<category><![CDATA[ruínas arqueológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tulum]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>F icha 4×1 Data: 22/12/2012 à 11/01/2012 Trajeto: Cruzamos a Riviera Maya de cima à baixo, e também esticamos de Cancun para a região de Mérida. &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/ferias-da-expedicao/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>F icha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 22/12/2012 à 11/01/2012</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Bakalar &#8211; México</p>
<p><b>Distância total:</b> +- 1500 km</p>
<p><b>Onde dormimos: </b>Alternamos entre campings, estacionamentos de hotéis e albergues.</p>
<p><b>Pneu Cheio: Tranquilidade e curtição em boa companhia. </b>A presença de amigos fez toda diferença em nosso final de ano.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Bakalar &#8211; México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> Muitas horas de estrada.</p>
<p><b>O que comemos de bom: Ótimos peixes e marquesita de sobremesa.</b></p>
<p><b>Pneu murcho: Furto no hostel PocNa, em Isla Mujeres. </b>Roubaram um dos nossos computadores.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto: </b>Cruzamos a Riviera Maya de cima à baixo, e também esticamos de Cancun para a região de Mérida. Saímos de Bakalar para voltar à Bakalar mais de 20 dias depois.</p>
<p><strong>Península do Yucatán I: As Férias da Expedição</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Depois de cruzarmos praticamente todo o território do México, chegamos à sua parte mais badalada: a Península do Yucatán. Um lugar onde a beleza paradisíaca das praias e cenotes se misturam às impressionantes ruínas arqueológicas da civilização maia, como também ao glamour de hotéis luxuosos e festas inacabáveis. Foi no Yucatán, que de certa maneira, tiramos férias da Expedição. Curtimos o lugar tranquilos, na companhia de amigos, durante cerca de vinte dias. Não faltaram histórias para contar. </i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_1101cassia.jpg"><img alt="IMG_1101cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_1101cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Relaxando ao pôr-do-sol de Isla Mujeres</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Desde que entramos no México, contávamos os dias para a nossa chegada à Península do Yucatán, à extremo sudeste do país. Apesar de geralmente não sermos muito chegados a regiões muito turísticas, queríamos checar por nós mesmo esta região tão bonita, badalada e altamente conhecida pelos brasileiros. Além disso, era ali que encontraríamos amigos que decidiram nos fazer uma visita no fim do ano. Estava tudo programado há meses e a ansiedade era grande.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1273.jpg"><img alt="IMG_1273" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1273-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma pena que durou pouco, saudades Cass!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Península do Yucatan separa o Mar do Caribe do Golfo do México e compreende os estados de Yucatán, Campeche e Quintana Roo, sendo que o último deles é uma das jóias do turismo mexicano. Nele está localizada nada menos que a famosíssima Cancun, além de outras belíssimas praias da Riviera Maya, que se estendem sobre uma faixa de cerca de 130 km desde a cidade de Puerto Morelos até a paradisíaca Tulum.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088.jpg"><img alt="IMG_1088" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O azul do Caribe nas praias da Riviera Maya</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Cancun foi o lugar escolhido para ser o nosso QG na região. Era o lugar mais fácil para que as pessoas pudessem voar de onde quer que estivessem para nos visitar. Depois da saga até Bakalar (vide <a href="http://4x1.com.br/fim-do-mundo" target="_blank">link</a>), esticamos direto para a cidade, a fim de estabelecermos nossa base e começar a curtir a nossas férias com os amigos. Estávamos imensamente felizes de termos companhia no Natal, quando a saudade da família e dos amigos bate mais forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em Cancun exatamente no dia 22 de dezembro e só sairíamos dali no dia 11 de janeiro. Como nosso QG, era de lá que saímos e para lá que voltávamos em viagens mais curtas a outras partes da península. Encontramos um camping tanto quanto afastado da badalação, mas que tinha um preço infinitamente mais barato que as opções de albergues mais bem localizados, e isso sem comparar com os hotéis da <i>glamourosa</i> Zona Hoteleira. O Camping era El Meco Loko, próximo à praia Meco e às estações de ferry que partem para a Isla Mujeres. Alguns dias ali e já nos sentíamos em casa, tanto que muitas vezes o jovem que cobrava a gente logo na entrada, já deixava que pagássemos dias depois de voltar. E as idas e vindas foram várias.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping.jpg"><img alt="camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Manhã no camping El Meco Loko</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O caminho para o camping e para o aeroporto ainda sabemos de cor, de tantas foram as vezes que os fizemos. Em 20 dias, fomos ao aeroporto umas 6 vezes, duas para cada visita que teríamos. Nossa primeira e super aguardada visita foi a da Cássia, amiga de longa data dos tempos de faculdade e grande apoiadora do nosso projeto. Foi com ela que passamos a noite de Natal, em um jantar nada tradicional, regado a muitas lembranças e risadas; além de outros dias memoráveis, que não foram suficientes para matar a saudade. Depois, tivemos o prazer de receber mais duas amigas que conhecemos ao longo da viagem: a Giulli, uma das nossa queridas anfitriãs em Salt Lake City e a Julia, alemã que conhecemos durante nossa estadia na selva Amazônica. Estas foram nossas companheiras para a festa de Ano Novo e outros dos dias das nossas férias.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia.jpg"><img alt="IMG_1084cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As modelos que nos acompanharam em Cancun</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475.jpg"><img alt="IMG_1475" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Diretamente da Alemanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nossa rotina sempre muda quando temos companhia. Parece que nos dão uma energia extra, uma vontade de compartilhar toda a alegria que a viagem nos tem proporcionado. Também tem aquele gostinho estranho de casa, de pessoas que conhecemos e de quem gostamos. Nesse sentido, é que esses dias na Península do Yucatán nos pareceu como férias da Expedição. Tudo em ótima companhia!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4.jpg"><img alt="coco4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ano novo no CocoBongo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Península do Yucatán tem a capacidade de atrair uma variedade interessante de turistas. Desde os mais festeiros, sedentos por balada e dias de curtição na praia, até os mais interessados nos resquícios remanescentes da cultura maia ou da época colonial. Também há aqueles que apenas querem curtir a riqueza natural espalhada em todos os cantos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas férias acabaram sendo uma mistura de momentos. Ora estávamos simplesmente curtindo a bela natureza das praias de água azul cristalina ou mesmo dos cenotes; ora caíamos na gandaia e nos rendíamos às festas, que são marca registrada da região. Ainda tivemos tempo para conhecer mais ruínas da civilização maia e também o clima aconchegante de Mérida.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209.jpg"><img alt="IMG_1209" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Praia em Isla Mujeres</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida1.jpg"><img alt="merida1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pracinha charmosa em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Foi difícil de escolher um roteiro, uma vez que as opções na Península do Yucatán são inúmeras. Não tivemos opção a não ser deixar algumas coisas para a próxima oportunidade. No fim das contas, os pontos de interesse que fizeram parte da nossa lista de visitação: Cancún, Isla Mujeres, Playa del Carmen, Tulum, Akumal, Mérida, Chichen Itzá, Gran Cenote, 3 Cenotes, Bakalar.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dessa diversidade, condensamos os cinco motivos pelos quais recomendamos fortemente uma viagem pela Península do Yucatán:</p>
<p style="text-align: justify;"><b>1)        </b><b>As Praias: </b>Não é só em Cancun que água azul do Caribe faz brilhar os olhos. Na chamada Riviera Maya, há uma sequencia de praias incríveis, em uma faixa de 130 km ao longo da costa. As cidades podem até ser um pouco elegantes demais e cheia de gringos, com seus hotéis chiques e bares charmosos, mas isso não diminui a beleza natural de suas praias. Entre elas, a que mais gostamos foi a de Tulum, onde ainda se pode encontrar um lugar tranquilo e preservado para relaxar diante do cenário paradisíaco.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1.jpg"><img alt="tulum1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Visual paradisíaco em Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>2)       </b><b>Os Cenotes:</b> Formações muito características da Península do Yucatán, os cenotes são poços profundos resultantes do colapso de rochas calcárias, permitindo a submersão de água subterrânea. No fundo, são piscinas de água cristalina, geralmente envolvidas por cavernas, e que emanam um azul inexplicável em palavras ao se encontrarem com a luz do sol. Durante as férias, passamos pelo Gran Cenote, próximo a Tulum e também pelos 3 cenotes, localizados na região de Mérida. Há muitos outros espalhados pela Península, igualmente ou até mais impressionantes.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cenote1.jpg"><img alt="cenote1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cenote1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O azul hipnotizante do Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>3)       </b><b>As Ruínas Maias: </b>Como em boa parte do México, os resquícios de civilizações antigas estão espalhadas pela Península do Yucatán. A região era lar dos maias e olmecas, sendo que algumas de suas antigas cidades ainda sobreviveram ao tempo. Chichen Itzá é uma das mais conhecidas e bem preservadas, englobando um complexo impressionante de pirâmides e outros edifícios. Em Tulum, as ruínas à beira-mar proporcionam uma vista esplendorosa.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/chichen2.jpg"><img alt="chichen2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/chichen2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pirâmide Kukulcán, em Chichén Itzá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>4)       </b><b>A Cultura Yucateca: </b>com<b> </b>uma rica mistura da herança maia com os costumes espanhóis, o estado de Yucatán preserva muito bem suas tradições. A cidade de Mérida, por exemplo, é um ótimo lugar para disfrutar da exótica culinária yucateca, como também apreciar seus costumes, arquitetura e música. <b></b></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida3.jpg"><img alt="merida3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida3-1024x575.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentação de danças típicas, em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>5)       </b><b>A Vida Noturna: </b>Para quem está buscando aquelas festas que passam os limites da madrugada, opções não faltam no Yucatán. Os que estão em Cancun já têm essa mentalidade de diversão na cabeça e isso anima a maioria das festas. Foi lá que curtimos uma das baladas mais diferentes e animadas da viagem: o CocoBongo. Playa del Carmen também é um centro de bares e baladas mais elegantes e cheias de glamour. Em Isla Mujeres também pode se encontrar um agito interessante. Enfim, para os baladeiros de carteirinha, a região é um paraíso.<b></b></p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1.jpg"><img class=" " alt="coco1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1-576x1024.jpg" width="296" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">CocoBongo, a balada em Cancun</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Enfim, como podem imaginar, passamos esses vinte e poucos dias de &#8220;férias&#8221; numa boa. Mais detalhes das nossas idas e vindas, contos e encontros na Península do Yucatán durante as nossas &#8220;férias&#8221; viram nos próximos posts! Aguardem!</p>
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		<title>Fim do Mundo com os Zapatistas</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 23:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Água Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Bakalar]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Chiapas]]></category>
		<category><![CDATA[Fim do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Palenque]]></category>
		<category><![CDATA[Zapatistas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 20/12/2012 à 21/12/2012 Trajeto: Depois de uma noite em Águas Azuis e dar de cara com os zapatistas em Palenque, mudamos os planos e seguimos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/fim-do-mundo/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 20/12/2012 à 21/12/2012</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> San Juan Chamula – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 705 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos:</b> <b>Magic Hostel, em Bakalar.</b> Acampamos na frente do hostel e nos permitiram usar o banheiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio:</b> <b>Só os da Tanajura. </b>Tivemos uma tentativa frustrada de chegar à Palenque para o fim do mundo. </p>
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Bakalar (Palenque:FAIL!) – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> Dia inteiro, quase literalmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom:</b> Comemos besteiras na estrada, nada de bom!</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho:</b><b> Fim do mundo não veio, mas perdemos Palenque.</b> A virada do calendário maia para nós foi regado à muita chuva e zapatistas na estrada.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Depois de uma noite em Águas Azuis e dar de cara com os zapatistas em Palenque, mudamos os planos e seguimos pela Mexico 186 sentido Villahermosa, margeando a fronteira com a Guatemala, até a cidade de Bakalar.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Fim do Mundo com os Zapatistas</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Fizemos as contas, adaptamos o roteiro e tudo estava encaminhado para passarmos o fim do mundo em plena efervescência mística da cidade maia de Palenque. Só esquecemos de avisar nossos amigos Zapatistas, que aproveitaram a atenção mundial à região naquela data para aprontar para cima dos nossos planos.</i></p>
<p style="text-align: justify;">Era dia 20 de dezembro de 2012, quando subimos na Tanajura e partimos em direção à Palenque. Como saímos um pouco atrasados de San Juan Chamula, a noite já caía enquanto ainda estávamos a algumas dezenas de quilômetros do nosso destino. Optamos pela precaução, e arriscamos passar a noite em Águas Azuis, uma cidade vizinha à Palenque e que de quebra teria uma bela cachoeira de água azul cristalina. Se o mundo não acabasse nas primeiras horas do dia seguinte, conseguiríamos chegar a Palenque justamente no último dia do calendário maia.</p>
<p style="text-align: justify;">Pagamos cerca de 30 pesos (cerca de R$4.5) por pessoa para acessar o parque. Lá dentro, há pequenos hóteis e uma boa área para camping. Preparamos nossas barracas e ainda tivemos tempo de olhar rapidamente a belíssima cor da água da cachoeira antes que a noite caísse, só esquecemos de sacar as fotos (nos arrependeríamos profudamente disso mais tarde!). Jantamos um peixe e contamos os minutos para dormir.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Cascadas_de_Agua_Azul_Chiapas_by_aladecuervo.jpg"><img alt="Cascadas_de_Agua_Azul_Chiapas_by_aladecuervo" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Cascadas_de_Agua_Azul_Chiapas_by_aladecuervo-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Como seria a cachoeira de Águas Azuis, se não chovesse no fim do mundo (foto de aladecuervo.deviantart.com)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Estávamos ansiosos, afinal, não é todo dia que podemos passar o fim dos tempos exatamente aonde toda essa história de fim de mundo começou. Durante nosso trajeto, lemos sobre o assunto. Descobrimos que no fim das contas, é tudo uma questão de interpretação. Muitas pessoas que encontramos na estrada indo à Palenque, estavam felizes com o momento, uma vez que não era o fim do mundo o que esperavam, mas sim o início de uma nova era, a partir do fim de um outro ciclo. Foi exatamente isso que limos de alguns especialistas da cultura maia. O tal do 21 de dezembro de 2012 seria o fim (aproximado) do calendário maia, mas a princípio nada nas escrituras e registros deixados pelos antigos indígenas dá indício de um fim dos tempos. Enfim, se fosse acabar alguma coisa, estávamos no lugar certo, e não poderíamos deixar de conferir.</p>
<p style="text-align: justify;">Era quase meia noite, quando o fim do mundo parecia estar começando. Uma chuva fortíssima caiu sobre nossas barracas. Um temporal acompanhado de vento, que ensopou a barraca e chegou a empurrar água para dentro dela. A chuva durou a noite inteira até de manhã e arruinou nossa esperança de ver a cachoeira sob a luz do dia. Não era hora do mundo acabar ainda, então arrumamos as malas e partimos para ver o que estava acontecendo em Palenque no 21 de dezembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns quilômetros na estrada e encontramos um congestionamento. Tudo estava parado! Em um primeiro momento, pensamos que todo mundo teve a nossa ideia de ir para Palenque exatamente neste dia. Mas depois percebemos que o trânsito não se mexia mesmo. &#8216;Talvez, tenha sido uum acidente&#8221;, pensamos. Encostamos em um local e perguntamos o que estava acontecendo. Fomos, então, informados de que nossos amigos zapatistas haviam fechado a estrada em um protesto contra o governo. O acesso à Palenque estava completamente bloqueado naquela estrada! Logo hoje!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0824.jpg"><img alt="IMG_0824" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0824-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O caos com a estrada interditada</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Como comentamos no último post, o movimento zapatista surgiu em meados de 1910, quando Emiliano Zapata uniu um exército revolucionário que lutaria contra o Governo Porfinista (do ex-presidente Porfírio Diaz), que estava no poder há mais de 20 anos. Hoje, o Ejército Zapatista de Liberación Nacional (ou EZLN) é um grupo revolucionário de esquerda, formado principalmente por indígenas que vivem na área rural de Chiapas. Desde 1994, o grupo tem uma guerra declarada ao Estado Mexicano, embora a maior parte de suas ações têm sido não violentas. Os Zapatistas tem o apoio da maioria dos habitantes do estado autônomo de Chiapas, onde a maioria dos habitantes é de origem indígena.</p>
<div style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/zapatistas.jpg"><img class=" " alt="zapatistas" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/zapatistas.jpg" width="280" height="435" /></a>
<p class="wp-caption-text">Poster Zapatista, luta por &#8216;tierra y libertad&#8217;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Algumas horas se passaram antes que encontrássemos o Stefan, um viajante mexicano que havíamos conhecido no camping de Água Azul. Ele estava no contra-fluxo, desistindo de esperar que algo acontecesse por ali. Ele pretendia ir a Palenque também, mas depois de horas parado, reviu os planos e decidiu esticar direto para a península do Yucatán. Refletimos sobre o assunto e decidimos acompanhá-lo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0871.jpg"><img alt="IMG_0871" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0871-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">E o mundo não acabou</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dirigimos o resto do dia inteiro, passando por vilarejos que nunca ouvimos falar e caminhos bizarros, antes de chegamos na cidade de Bakalar, próxima à fronteira da Guatemala por volta de meia noite. Estávamos exaustos e não tardamos a armar as barracas em frente a um hostel, na rua mesmo. Passamo por um monte de fim de mundo, mas o nosso não acabou. Depois de muita chuva e zapatistas no caminho, sobrevivemos. Acordamos no dia seguinte na bela Laguna de Bakalar, de onde seguiríamos viagem para Cancun.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0832.jpg"><img alt="IMG_0832" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0832-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O grupo do Stefan, que nos resgatou em Palenque</p>
</div>
<div style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/bakalar.jpg"><img alt="bakalar" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/bakalar.jpg" width="400" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Laguna de Bakalar (foto de panoramio.com)</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chiapas: Uma Explosão Cultural</title>
		<link>http://4x1.com.br/chiapas/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 11:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Chiapas]]></category>
		<category><![CDATA[San Cristóbal de las Casas]]></category>
		<category><![CDATA[San Juan Chamula]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 19/12/2012 à 20/12/2012 Trajeto: Tomamos a México 190, sentido Tehuantepec, até a saída de San Cristóbal de las Casas. Explosão Cultural em &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/chiapas/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 19/12/2012 à 20/12/2012</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> Oaxaca – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 630 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos:</b> <strong>San Nicolas Trailer Park</strong> &#8211; lugar organizado para camping, a poucos minutos da cidade</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio:</b> <b>Explosão cultural única e bem preservada. </b>A miscelânea de tradições e a efervescência política de Chiapas está bastante exposta nas ruas de sua capital cultural e redondezas.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> San Cristóbal de las Casas – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> 10 horas, incluindo algumas paradas</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom:</b> <b>Nada de especial, mas tudo de bom. </b>Os restaurantes da cidade são muito convidativos e os que escolhemos ao redor dos peatonais ou da praça principal não nos decepcionaram.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho:</b> <b>Casas em reforma. </b>Boa parte da cidade estava em obras.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Tomamos a México 190, sentido Tehuantepec, até a saída de San Cristóbal de las Casas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Explosão Cultural em Chiapas</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Chiapas é talvez um dos estados mais interessantes do México, culturalmente falando. Com boa parte da população de origem indígena, certos costumes e tradições dos maias não só sobreviveram às influências do homem branco, como convivem com elas como se fossem desde sempre uma única.</i> <i>Com uma efervescência política desde a época colonial, Chiapas é um Estado autônomo, sobrevivendo sem recursos do governo, porém com maior liberdade política, sendo que a maioria da sua população é abertamente apoiadora da EZLN, Exercito Zapatista de Liberación Nacional. </i></p>
<p style="text-align: justify;">Era fim de tarde quando chegamos à capital cultural do estado de Chiapas: San Cristóbal de las Casas. Fundada em 1528, serviu como capital oficial do estado de 1824 a 1892 e hoje ainda é considerada sua capital histórica e turística. A cidade foi um centro importante de luta pelos direitos indígenas, marca registrada em seu nome. Enquanto San Cristóbal é uma referência ao santo, Las Casas é um tributo ao bispo Bartolomeu de Las Casas, ferrenho protetor dos direitos indígenas na região, durante o período de dominação espanhola.</p>
<div id="attachment_3945" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0784.jpg"><img class=" wp-image-3945" alt="IMG_0784" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0784-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Típico cenário urbano de Chiapas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">San Cristóbal de las Casas mantém em boas condições diversos dos seus prédios coloniais e é uma ótima pedida para um passeio mais tranquilo. Foi exatamente o que fizemos. O seu centro histórico tem ruas de pedra e arquitetura colonial. Há restaurantes charmosos e hotéis de sobra. A cidade tem toda infraestrutura preparada para receber os turistas de plantão. Simplesmente vagar pelas praças e ruas peatonais (ruas sem acesso a veículos, com diversos restaurantes e lojinhas de portas abertas com mesas na rua) sem compromisso é a melhor pedida da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0739.jpg"><img alt="IMG_0739" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0739-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Charme de San Cristóbal de las Casas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que andando pelas ruas de paralelepípedo, uma confusão mental vem à cabeça quando se observa os locais e seu aspecto indígena vagando pela cidade repleta de igrejas bem trabalhadas, prédios e praças de estilo colonial. Parecem que não pertencem ao local. Tudo muito europeu em um lugar repleto de descendentes de indígenas.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, decidimos fazer uma visita à cidade vizinha de San Juan Chamula. Esta é uma cidadezinha curiosa de 50 mil habitantes, com sangue maia nas veias. O <em>Tzotzil</em> (linguagem indígena) ainda é uma das línguas oficiais da cidade, sendo que dificilmente alguém não a conhece por ali. San Juan Chamula tem uma autonomia única no México, de maneira que nenhuma polícia ou força militar de fora de fora são permitidas na cidade. Eles tem sua própria força policial.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0757.jpg"><img alt="IMG_0757" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0757-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A curiosa igreja de San Juan Chamula</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O catolicismo em Chamula é uma mistura de costumes maias do período pré-Colombiano, tradições católicas espanholas e diversas inovações resultantes da mistura dos dois. Resultado disso é a grande atração local: a Igreja de San Juan. Localizada exatamente no centro da cidade,  esta é uma das igrejas mais diferentes que vimos em toda a viagem até aqui, se não a mais exótica.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0751.jpg"><img alt="IMG_0751" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0751-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Praça principal da pequena cidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0763.jpg"><img alt="IMG_0763" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0763-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igreja no detalhe</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não há bancos na igreja, uma vez que o chão é completamente coberto por ramos de pinheiro verde. As velas ocupam boa parte do piso e espalham um cheiro agradável ao local. Famílias Chamula ajoelham-se no chão da igreja em suas rezas fervorosas. Cercados de velas e garrafas de Coca, bebem refrigerantes em oferenda e cantam em um dialeto arcaico de <em>Tzotzil</em>. Nas paredes, imagens de santos talhadas em madeira e muitos espelhos para espantar o mal. Um altar principal ocupa o fundo da igreja com uma imagem de Jesus cruxificado.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0792.jpg"><img alt="IMG_0792" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0792-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Curiosidade pela Tanajura</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0791.jpg"><img alt="IMG_0791" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0791-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pose tímida para foto</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0789.jpg"><img alt="IMG_0789" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0789-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mal chegamos, e vários grupos de crianças se aproximaram do carro, vendendo artesanato local</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, a imagem da igreja por dentro vai ficar só nas palavras, uma vez que é estritamente proibido sacar fotos no seu interior. Aliás, fotografia na cidade é muito difícil. Os pais escondem seus  filhos ou eles mesmos se afastam assim que identificam uma câmera. Pelo menos, uma foto do lado de fora da igreja nós conseguimos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0770.jpg"><img alt="IMG_0770" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0770-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma pena não poder fotografar a igreja por dentro</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nas redondezas do centro, as mulheres locais trabalham em artesanato e confecção de roupas típicas e cobertores. Nas lojinhas, diversos itens são relacionados ao Movimento Zapatista, como canetas, quadros e cartões postais com a figura do subcomandante Marcos, o principal líder do Movimento. Percebemos como os Zapatistas são realmente adorados em Chiapas.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0741.jpg"><img alt="IMG_0741" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0741-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Diversas lojas de artesanato nas redondezas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"> O movimento zapatista surgiu em meados de 1910, quando Emiliano Zapata uniu um exército revolucionário que lutaria contra o Governo Porfinista (do ex-presidente Porfírio Diaz), que estava no poder há mais de 20 anos. Hoje, o Ejército Zapatista de Liberación Nacional (ou EZLN) é um grupo revolucionário de esquerda, formado principalmente por indígenas que vivem na área rural de Chiapas. Tivemos um certo empecilho com esse grupo, mas essa é uma história que vai ficar para o próximo post.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Chiapas, clique <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633144908176/" target="_blank">aqui</a>!</p>
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		<title>Civilização Milenar, Maior Árvore do Mundo e o Dia em que Comemos Gafanhoto!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 15:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Árbol de Tule]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore de Tule]]></category>
		<category><![CDATA[Chapulines]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Gafanhoto]]></category>
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		<category><![CDATA[Zacatecas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 17/12/2012 à 18/12/2012 Trajeto: Seguimos quase sempre pela México 160 desde Cidade do México até Oaxaca. Saímos da cidade do México e &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/oaxaca/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 17/12/2012 à 18/12/2012</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Cidade do México, D.F. &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 460 km (Santa Maria del Tule e o Monte Albán ficam a menos de 15 km do centro de Oaxaca)</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas. Em um camping abandonado pouco afastado do centro de Oaxaca, chamado Violetas Trailer Park.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> Além de ser uma cidade de culinária e costumes bem tradicionais, Oaxaca também fica bem próxima à cidade arqueológica de Monte Albán e do enorme Árbol del Tule (árvore de Tule).</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Oaxaca, Oaxaca &#8211; México<b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> 8 horas (incluindo paradas para café da manhã e almoço).</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Oaxaca concentra diversos pratos e codimentos muito tradicionais: experimentamos a Tlayuda, o sanduiche Oaxaquense e os ‘<i>chapulines</i>’ = gafanhotos!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O camping de Oaxaca! Estava abandonado e o preço não era barato pela precária estrutura. Também o chocolate oaxaquense, tão famoso, não nos pareceu tão bom quanto a fama que tinha.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Seguimos quase sempre pela México 160 desde Cidade do México até Oaxaca.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><i>Saímos da cidade do México e seguimos a sudeste pela Serra Madre mexicana onde alcançamos o estado de Oaxaca. Situada no meio dos vales centrais daquele estado, e levando seu mesmo nome, encontra-se a cidade de Oaxaca de Juárez (ou simplesmente conhecida como Oaxaca). Apesar da muito bem preservada estrutura arquitetônica que remonta ao período de dominação espanhola, Oaxaca conserva muitas tradições, costumes e, em especial, uma culinária muito peculiar, resquícios de sua forte herança das civilizações pré-colombianas que ocuparam a região por mais de 2.000 anos.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1-Chegada-Oaxaca.jpg"><img alt="1 Chegada Oaxaca" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1-Chegada-Oaxaca-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas da Sierra Madre Mexicana nos acompanhavam boa parte do caminho até o estado de Oaxaca.</p>
</div>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Já era quase final de tarde quando chegávamos ao centro de Oaxaca. Caminhamos por suas ruas históricas e apreciamos o final de tarde sentados nos banquinhos da Plaza Alameda de León, anexa à Plaza de la Constiuición, ou Zócalo. O Zócalo é a praça central de Oaxaca e ali, e na Alameda de León, é o ponto de encontro dos oaxaquenhos, ficando cheia mesmo durante os dias de semana: pais e filhos, estudantes que acabaram de sair do colégio, idosos, comerciantes ambulantes&#8230; Inclusive um deputado federal (pouco malandro) aproveitou o clima tranquilo e familiar de final de ano, para promover sua imagem através da distribuição de pipocas gratuitas (independente de onde veio o dinheiro para bancar as pipocas, o ato é, no minimo, estranho). Mas a fila para as pipocas, é claro, era enorme! E embora as praça não mantenham quase nada de seu estilo colonial (quando ainda não tinha pavimentos ou calçadas) ela foi muito bem remodelada e na Alameda de León encontra-se a majestosa Catedral de Oaxaca – a catedral de Nuestra Señora de la Asunción. A igreja que se encontra lá atualmente teve sua construção iniciada em 1702 após ser destruída em duas ocasiões anteriores por dois terremotos. A igreja tem um dos interiores mais bonitos entre todas as igrejas católicas que visitamos! Com um interior em um belíssimo estilo neoclássico, o que mais impressiona é o altar com a imagem de nossa senhora de Assunção em bronze, encomendada na Itália.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/2-Praça-Oaxaca-1.jpg"><img alt="2 Praça Oaxaca 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/2-Praça-Oaxaca-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Reparem na enorme fila em pleno dia de semana para pegar as gratuitas pipocas do malandro Deputado Federal, no Zócalo (praça central) de Oaxaca.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/3-Praça-Oaxaca-2.jpg"><img alt="3 Praça Oaxaca 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/3-Praça-Oaxaca-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A bela fachada da Catedral de Nuestra Señora de la Asunción, próximo ao Zócalo de Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/4-Praça-Oaxaca-3.jpg"><img alt="4 Praça Oaxaca 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/4-Praça-Oaxaca-3-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O belíssimo interior da Catedral Oaxaquenha!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Naquela noite ainda iríamos ter nosso primeiro contato com a culinária Oaxaquenha. Depois de consultar nosso livro-guia (o Ralf) e observar o movimento dos restaurantes, decidimos entrar no restaurante La Terraza para comera a famosa Tlayuda! A Tlayuda em si é uma tortilha bem grande, um pouco mais maciça (sem chegar a ser crocante) e mais saborosa do que as tradicionais. Ela vem recheada com feijões pretos, alface, guacamole, linguiça de porco, molho típico a base de pimentão verde ou vermelho e um generoso bife!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/5-Oaxaca-Culinária-1.jpg"><img alt="5 Oaxaca Culinária 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/5-Oaxaca-Culinária-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">André, Gabriel, Leonardo e Bruno comem a Tlayuda, no restaurante La Terraza. O Gustavo comeu um Tamal &#8211; prato a base de milho que vem embrulhado em uma folha de bananeira (em Oaxaca, Oaxaca &#8211; México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O dia seguinte foi o ponto alto da nossa passagem por Oaxaca! Intenso e cultural, conseguimos visitar a gigantesca e milenar árvore de Tule, a imponente ruína de Monte Albán e deliciar algumas das tradicionais iguarias oaxaquenhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo pela manhã partimos para um passeio pelo charmoso centrinho de Santa Maria del Tule, onde fica localizada a Árbol del Tule (árvore de Tule). Conhecida como Ahuehuete em Nahuátl (a língua predominante no império Asteca que acabou dando nome para diversas coisas no México), a árvore de 2.000 anos é considerada uma das maiores árvores do mundo!!! Mas embora muitos turistas imaginem ver uma árvore alta (como, por exemplo, as Sequóias da América do Norte) no caso da árvore de Tule, não é sua altura de 42m que impressiona. O título que ela recebe, na verdade, consiste grandemente devido a seu volume total. Afinal, seu vultuoso tronco possui 14m de diâmetro e 58m de circunferência (o que corresponderia a pouco mais de 30 pessoas abraçando a árvore!).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/11-Tule-1.jpg"><img alt="11 Tule 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/11-Tule-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Reparem no tamanho e no volume da árvore se comparado à igreja e à sede da prefeitura ao lado da árvore. Santa Maria del Tule, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/12-Tule-2.jpg"><img alt="12 Tule 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/12-Tule-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O imenso tronco del Árbol del Tule &#8211; uma das maiores árvores do mundo! (em Santa Maria del Tule, Oaxaca &#8211; México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá para o sítio arqueológico de Monte Albán, a antiga capital dos Zapotecas. Centro sócio político e econômico dos Zapotecas por mais de 1.000 anos! Os Zapatecas não eram bobos, construíram sua mais importante cidade a a 1,940 m de altitude e  400 metros acima do vale central de Oaxaca! Possuíam, dessa forma, uma incrível e privilegiada vista de todo o vale o que lhes conferia uma grande vantagem defensiva!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/14-Monte-Álban-1-Panorâmica.jpg"><img alt="14 Monte Álban 1 Panorâmica" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/14-Monte-Álban-1-Panorâmica-1024x360.jpg" width="423" height="148" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto Panorâmica do sítio arqueológico de Monte Albán &#8211; Oaxaca, México</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/18-Monte-Álban-5-Vista.jpg"><img alt="18 Monte Álban 5 Vista" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/18-Monte-Álban-5-Vista-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A vista privilegiada dos Zapotecas, de cima do Monte Albán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com o clima bastante seco (principalmente nos meses de inverno – de Nov. a Mar.) e muito calor durante o dia, o sítio é amplo, plano (foi aplanado pelos próprios Zapotecas) e impressiona pelo incrível nível de conservação das diversas construções dessa cidade que chegou a ter 35.000 habitantes e teve seu auge entre 500 a.C. e 800 d.C.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/15-Monte-Álban-2-Exp-4x1.jpg"><img alt="15 Monte Álban 2 Exp 4x1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/15-Monte-Álban-2-Exp-4x1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Expedição no clima quente e seco do magnífico sítio arqueológico de Monte Albán!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/16-Monte-Álban-3-Vista.jpg"><img alt="16 Monte Álban 3 Vista" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/16-Monte-Álban-3-Vista-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A praça principal e os prédios ao redor. Reparem no piso aplanado da antiga capital Zapoteca!</p>
</div>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0528.jpg"><img class="aligncenter" alt="IMG_0528" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0528-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O sítio possui uma praça principal de onde partem dois corredores: um para norte e outro para sul. Ao redor ficam dispostos diversas edificações onde, provavelmente, ficavam a elite Zapoteca, prédios cerimoniais e sagrados. Mas o que mais nos chamou a atenção foi o enorme campo de <i>Juego de pelota</i> (jogo de bola), um dos esportes mais tradicionais jogado em diversas civilizações mesoamericanas desde 1400 a.C. As regras exatas dos ‘<i>juegos de pelota’ </i>são desconhecidas mas, em geral, o objetivo era manter a bola em jogo. Em suas versões mais clássicas, os jogadores deveriam acertar a bola utilizando os quadris, ombros, joelhos ou cotovelos e o mais interessante é que muitos desses jogos tinham significância de rituais. O que isso quer dizer? Os derrotados poderiam ser mortos em oferendas aos deuses! (Agora, imaginem se nosso futebol fosse assim, hein?! Hahahaha)</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/17-Monte-Álban-4-Juego-de-pelota.jpg"><img alt="17 Monte Álban 4 Juego de pelota" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/17-Monte-Álban-4-Juego-de-pelota-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O estádio de Juego de Pelota no Monte Albán, um dos maiores de toda Mesomérica! Gabriel representa um espectador e as paredes inclinadas nas laterais do campo (embora pareçam arquibancadas), serviam para ajudar a manter a bola em jogo!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Diversos indícios como figuras esculpidas nos prédios, algumas peças de cerâmica entre outras decorações arquitetônicas, revelam que o sítio provavelmente sofreu influências do contato entre seus habitantes e as civilizações Olmecas e de Teotihuacan. Muitos dos vestígios foram retirados do sítio e colocados em um museu anexo, onde podem ser encontrados maiores detalhes da vida Zapoteca, das escavações e dos estudos feitos no local ao longo dos últimos anos. Uma curiosidade sobre o sítio é que acredita-se que somente 20% de sua área foi até agora escavada! Realmente incrível!</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/19-Monte-Álban-6.jpg"><img alt="19 Monte Álban 6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/19-Monte-Álban-6-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A figura de um homem supostamente em alguma dança ou ritual &#8211; em Monte Albán, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Monte-Álban-6-Museu.jpg"><img alt="Monte Álban 6 Museu" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Monte-Álban-6-Museu-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Peças de figuras em rituais, feita pelos Zapotecas e encontradas no sítio de Monte Albán, colocadas no museu anexo ao sítio.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá famintos depois de tanto andar e nossa última parada em Oaxaca seria no tradicional Mercado Mercado Benito Juarez, onde comemos o delicioso sanduíche oaxaquenho e experimentamos os tradicionais <em>chapulines</em>! O nome <em>chapuline </em>não é de soar muito estranho para muitos brasileiros, não é mesmo? Alguém conhece lembrar de onde? Pra quem lembrou, é isso mesmo: o personagem mexicano da TV que passava no SBT na década de 90: o Chapolin Colorado! <em>Chapulines</em> são uma espécie de gafanhoto avermelhado e nós nunca havíamos reparado que aquelas anteninhas e aquela caudas alongadas do heroi Chapolin era na verdade para representar que ele era um gafanhoto! hahahaha&#8230; Os <em>chapulines </em>em Oaxaca são fritos e temperados com sal e limão. O gosto é parecido com uma casquinha de camarão fritinha (mas sem a deliciosa carne de camarão dentro, é claro! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> ) e o sal e o limão dão um saborzinho extra. Quem aí iria arriscar?! Bom, o mercado também possui diversas roupas e artigos característicos da região. Saímos dali e seguimos para o Mercado 20 de Noviembre, conhecido como Mercado de la Comida, para apreciar o tão comentado chocolate oaxaquenho. Mas na verdade não gostamos tanto quanto as outras iguarias.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/6-Oaxaca-Culinária-2.jpg"><img alt="6 Oaxaca Culinária 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/6-Oaxaca-Culinária-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sucos acompanham o saboroso sanduíche Oaxaquenho no Mercado Benito Juarez &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/7-Oaxaca-Culinária-3.jpg"><img alt="7 Oaxaca Culinária 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/7-Oaxaca-Culinária-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os pequenos chapulines nas mãos de Bruno, André e Gustavo &#8211; no mercado Benito Juarez &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/8-Oaxaca-Culinária-4.jpg"><img alt="8 Oaxaca Culinária 4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/8-Oaxaca-Culinária-4-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel prestes a devorar mais um Chapuline! (em Oaxaca, Oaxaca &#8211; México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/105-Oaxaca-Tradição.jpg"><img alt="10,5 Oaxaca Tradição" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/105-Oaxaca-Tradição-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Roupas típicas Oaxaquenhas no mercado Benito Juarez &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/10-Oaxaca-Culinária-6.jpg"><img alt="10 Oaxaca Culinária 6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/10-Oaxaca-Culinária-6-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O tradicional molho Mexicano conhecido como &#8216;Mole&#8217; (à base de inúmeras pimentas e pimentões diferentes) expostos no mercado 20 de Noviembre &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Devido a proximidade de Oaxaca ao sítio arqueológico de Monte Albán, e à cidade de Santa Maria del Tule, em apenas dois dias conseguimos explorar a região e “degustar” algumas de suas tradições. Infelizmente nosso prazo é curto e necessitávamos seguir a sudeste do país. Tradições, histórias, culinária, sítios arqueológicos&#8230; toda uma riqueza cultural de outros povos pré-colombianos que ainda se mantém vivos por terras mexicanas nos esperavam. Precisávamos partir e as próximas paradas seriam nada mais, nada menos, do que o independente estado de Chiapas a mística península do Yucatán! Até breve!</p>
<div id="attachment_3925" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0603.jpg"><img class="size-large wp-image-3925" alt="IMG_0603" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0603-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes e Bruno saindo do Sítio de Monte Albán&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para conferir mais fotos dessa experiência, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633139818963/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cidade do México &#8211; Conturbada independência e sua filha Frida Kahlo</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 23:45:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Benito Juárez]]></category>
		<category><![CDATA[Castillo Chapultepec]]></category>
		<category><![CDATA[Frida Kahlo]]></category>
		<category><![CDATA[Michelada]]></category>
		<category><![CDATA[Museu de Antropologia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Este post é continuação da primeira parte da Cidade do México, se quiser acessá-la clique aqui. Muchas veces me simpatizan más los carpinteros, zapateros, etc., &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cidade-do-mexico-2/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este post é continuação da primeira parte da Cidade do México, se quiser acessá-la clique <a title="Cidade do México 1" href="http://4x1.com.br/cidade-do-mexico/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<blockquote><p><i>Muchas veces me simpatizan más los carpinteros, zapateros, etc., que toda esa manda de estúpidos dizque civilizados, habladores, llamados gente culta.</i> (Frida Kahlo)</p></blockquote>
<div id="attachment_3883" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0191.jpg"><img class="size-large wp-image-3883" alt="IMG_0191" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0191-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Painel representando o conturbado período da independência mexicana</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No sábado, 15 de dezembro, acordamos e passamos a manhã atualizando nosso site e trabalhando nas fotos e no conteúdo que postamos aqui. Como estamos sempre explorando lugares diferentes, e dificilmente paramos, de vez em quando tiramos uma manhã ou às vezes até um dia inteiro para ficar trabalhando exclusivamente no material que postamos. Na hora do almoço, partimos então com a Licia e seu namorado Gabriel para almoçar na região Coyoacán, em um mercado local com várias vendinhas de comida onde comemos várias <i>quesadillas</i>, todas muito saborosas.</p>
<div id="attachment_3871" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0000a.jpg"><img class="size-large wp-image-3871" alt="IMG_0000a" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0000a-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mercado onde se vendiam tacos</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois, demos uma volta pela região e seguimos para a Casa Azul, que é o museu da Frida Kahlo, famosa pintora mexicana que viveu na primeira metade do século passado. Foi nessa casa que nasceu, viveu e morreu a pintora e consequentemente onde morou com seu marido, o também pintor Diego Rivera.</p>
<p style="text-align: justify;">A casa, transformada em museu no ano de 1958, contém obras da pintora e, o mais interessante, objetos pessoais e móveis da época em que ela viveu lá, além de contar a sua marcante e sofrida história de vida. Estão presentes obras conhecidas, como o quadro <i>Viva la Vida</i>. Frida Kahlo nasceu em 6 de julho de 1907, filha de pai alemão e mãe mexicana, e desde então viveu nesta casa. Aos 5 anos de idade contraiu poliomielite, doença que deixou em Frida diversas sequelas, principalmente motoras, em suas pernas, e a levou a realizar várias cirurgias. Apesar das sequelas, seu pai a incentivou a praticar esportes, como futebol e boxe, a fim de animá-la, mas com o passar do tempo sua locomoção foi ficando cada vez mais limitada e foi inevitável sua saída dos esportes. A partir de então Frida se tornou uma criança sozinha, tema refletido em vários quadros pintados pela artista em sua fase adulta. Aos 18 anos, em 1925, voltando da escola, o ônibus em que estava sofreu um grave acidente e Frida foi brutalmente lesionada. Sofreu 3 lesões na coluna vertebral, várias fraturas nas costelas, clavícula e quadril, sua perna direita foi quebrada em 11 partes e um corrimão atravessou seu baixo abdômen, fato que nos anos seguintes a incapacitaria de ter filhos. Foi, então, novamente submetida a várias cirurgias.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dessa época Frida Kahlo começou a se envolver mais com o mundo da pintura. Seus quadros eram em sua maioria formas de a artista liberar seus sentimentos quanto ao seu sofrimento e à sua vida. Pintou muitos auto-retratos e muitas obras em que se representava através de outros personagens, ora refletindo sua solidão na infância, ora seus sofrimentos na vida adulta, como a crescente incapacidade de locomoção ou a incapacidade de ter filhos, consequência também do acidente em sua juventude. Após começar a pintar mais ativamente, Frida penetrou em ambientes de discussão política e intelectual do México, onde conheceu seu marido e também artista Diego Rivera. Ela e Diego ficaram juntos até o fim de sua vida, exceto por um curto período em que estiveram divorciados. Sua obra foi reconhecida em vida, diferentemente de outros artistas, e em razão disto ela morou por alguns anos nos Estados Unidos. Já perto de sua morte, teve uma de suas pernas parcialmente amputada em virtude de uma infecção de gangrena, o que aumentou ainda mais seu sofrimento físico e mental. Frida faleceu em 13 de julho de 1954, na Cidade do México.</p>
<div id="attachment_3872" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0000b.jpg"><img class="size-large wp-image-3872" alt="IMG_0000b" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0000b-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Jardim da casa de Frida Kahlo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos do museu já no fim da tarde e fomos tomar uma cerveja em um barzinho com a Licia e o Gabriel. Lá experimentamos a tradicional cerveja mexicana <i>michelada</i>, que não é uma marca ou tipo de cerveja, mas sim um modo de preparo: quando se pede ao garçom uma cerveja <i>michelada</i> ele trás o copo com um pouco de limão expremido, molho inglês, pimenta do reino e em alguns casos também pimenta Tabasco. Apesar de parecer um pouco estranho, principalmente pelas pimentas, gostamos! Pelo menos alguns de nós, hahaha! Passamos a noite lá no bar, tomando algumas cervejas, petiscanso, jogando conversa fora e também participamos de um joguinho da Heineken, em que ganhamos 2 garrafas de Heineken temáticas do novo filme do 007, até voltarmos pro apartamento da Licia para dormir, pois ainda faltava um dia na capital mexicana!</p>
<div id="attachment_3873" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0013.jpg"><img class="size-large wp-image-3873" alt="IMG_0013" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0013-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel, Licia, André e Bruno no bar</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No domingo, 16 de dezembro, mais uma vez saímos para caminhar pela cidade. Andamos pela La Reforma, avenida no centro da cidade em que só são permitidos pedestres. Então, rumamos ao Castillo Chapultepec, que hoje abriga o Museu Nacional de História. No caminho para o museu, passando pelo parque em frente ao Castillo, havia uma grande roda de pessoas observando o show de um palhaço. Qual não foi nossa surpresa quando o palhaço, que tinha um microfone, resolveu chamar a gente pra participar do show. Com tanta gente em volta, foi direto na gente e, de nós 5, chamou bem o Nandes (Leonardo), talvez o mais tímido de todos nós! Ele ficou meio sem graça na hora, mas não teve como recusar e foi até o centro da roda ao encontro do palhaço, que ficou fazendo piadas de brasileiros e brincadeiras com bexigas. Foram 5 minutos de boas risadas, pelo menos para os 4 de nós mais os cento e pouco mexicanos que ficaram assistindo. Mas acho que o Nandes curtiu também.</p>
<div id="attachment_3886" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0205.jpg"><img class="size-large wp-image-3886" alt="IMG_0205" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0205-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes e o palhaço</p>
</div>
<div id="attachment_3888" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0213.jpg"><img class="size-large wp-image-3888" alt="IMG_0213" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0213-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Guloseimas vendidas no parque</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegando ao museu, vimos que a história tratada lá diz respeito principalmente ao período a partir da independência mexicana, que contaremos agora. A guerra de independência durou de 1810 a 1821 (mais detalhes sobre o início desse movimento você encontra no post sobre a cidade de Guanajuato, clicando <a title="Guanajuato" href="http://4x1.com.br/guanajuato/" target="_blank">aqui</a>).</p>
<div id="attachment_3876" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0056.jpg"><img class="size-large wp-image-3876" alt="IMG_0056" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0056-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parte do Castillo Chapultepec</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Após a independência, conseguida oficialmente em 1821 com o fim da guerra de independência, o cenário político mexicano foi marcado pela instabilidade. Em 1848 o México perdeu muitas de suas terras (quase metade do território existente quando houve a independência) para os Estados Unidos. A instabilidade política crescente, fruto da briga entre liberais e conservadores, fez com que se iniciasse uma guerra pelo poder, que durou de 1857 a 1861. Ao término da guerra, os liberais vencem e Benito Juárez, liberal, se torna presidente do México. Os conservadores, claramente insatisfeitos, se unem à França (interessada na exploração das minas do país) e, com a ajuda do exército francês, toma o poder em 1864 e traz da áustria Maximiliano, sobrinho da Imperatriz Leopoldina, entronado-o imperador do México.</p>
<div id="attachment_3877" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0062.jpg"><img class="size-large wp-image-3877" alt="IMG_0062" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0062-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sala do museu com quadro de Maximiliano</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, Maximiliano defendia uma monarquia auxiliada por um congresso democraticamente eleito e isso fez com que ele perdesse o apoio dos conservadores, que não queriam um congresso eleito pelo povo, enquanto os liberais continuavam contra ele, pois estes eram contra uma monarquia. Sem muitos amigos, em 1967 Maximiliano foi capturado e executado pelas forças fiéis à Benito Juárez, que restabelece a república, elaborando uma nova constituição que confiscava as terras da Igreja (quase metade do país) e estabelecendo outras medidas que separavam a Igreja do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0068.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3878" alt="IMG_0068" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0068-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Benito Juárez foi presidente até 1876, quando, mais uma vez, os conservadores entraram em cena. Com o apoio do grupo conservador, Porfírio Díaz, general de Juárez, se torna presidente, acusando Juárez de excessiva centralização do poder em suas mãos e que ele, que visava a reeleição, pretendia ficar tempo demais no poder. Ironia do destino ou malandragem de Porfírio (este obviamente o mais provável) é que ele ficou no poder por 35 anos, de 1876 a 1911, apoiado em reeleições fraudulentas. Seu governo foi marcado pelo desenvolvimento da infra-estrutura mexicana e do crescimento da indústria, baseado nos baixos salários dos operários, fato que levou ao aumento dos problemas sociais. Conservador, considerava que o desenvolvimento só seria conseguido aos moldes europeus e via o povo indígena do México como um obstáculo ao crescimento do país.</p>
<div id="attachment_3881" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0134.jpg"><img class=" wp-image-3881 " alt="IMG_0134" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0134-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do segundo andar do Castillo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em mais uma eleição em que Porfírio pretendia se reeleger, Francisco Maduro, um intelectual de família rica que era contra Porfírio, obteve apoio popular e estava prestes a ganhar a eleição, quando o presidente ordenou sua prisão e se reelegeu quase que unanimemente  em mais uma fraude. O povo, que estava do lado de Maduro, não aceitou mais esa fraude e tem início a Revolução Mexicana. Com a derrota do exército federal pelas forças revolucionárias, Porfírio renuncia ao cargo de presidente e assume Madero.</p>
<div id="attachment_3882" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0149.jpg"><img class=" wp-image-3882" alt="IMG_0149" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0149-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O terraço do Castillo Chapultepec</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, As forças revolucionárias não entraram em um acordo efetivo de quem assumiria o poder, por serem formadas por grupos com ideais diferentes, e a guerra da Revolução Mexicana se extendeu por mais de vinte anos, sendo praticamente uma guerra civil, com muitas trocas de governantes nesse período. O país só foi atingir a estabilidade política por volta de 1930 e segue assim até os dias de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0194.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3884" alt="IMG_0194" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0194-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Castillo de Chapultepec possui um belíssimo jardim em sua parte superior e uma ampla vista do vale Mexicano. O castelo, que já foi Colegio militar e observatório Astronômico, serviu como residência para diversos presidentes. Cada ilustre presidente modificou-o como queria: marcas ilustram como Maximiliano e Porfirio pensavam em desenvolver o país &#8211; o maior asseio trazido por Maximiliano através de um banheiro requintado para ele e sua esposa representava o desenvolvimento de serviços públicos como dutos de água potável, pavimentação das ruas com paralelepípedo e iluminação a gás. Já na era Porfírio, uma sala de recepções suntuosa, para encontro com diplomatas, marca o fortalecimento das relações exteriores e aumento do capital internacional no país. O Castillo virou museu em 1939, a mando do presidente Lazaro Cardenas.</p>
<div id="attachment_3879" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0093.jpg"><img class="size-large wp-image-3879" alt="IMG_0093" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0093-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sala de jantar do Castillo Chapultepec</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com tanta história para observar, acabamos saindo do Castillo Chapultepec já no fim da tarde e fomos correndo ao Museu de Antropologia, que fecharia em uma hora. Chegando ao museu, já a primeira surpresa: ele é gigantesco e possui uma arquitetura incrível. Em formato de retângulo, é vazado em seu centro, onde se localiza um mastro central que segura o teto dessa parte vazada. De qualquer forma, é mais fácil ver a foto:</p>
<div id="attachment_3889" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0215.jpg"><img class=" wp-image-3889" alt="IMG_0215" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0215-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Museu de antropologia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O acesso às salas do museu, que são separadas por povos que ocuparam as diferentes regiões do México, é feito a partir desse vazado central. Adentramos a sala referente ao povo Maia, e aí veio a nossa segunda surpresa: o museu é muito bem montado e riquíssimo em informações.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0231.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3890" alt="IMG_0231" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0231-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0288.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3868" alt="IMG_0288" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0288-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, nosso tempo já estava acabando e tivemos apenas alguns minutos para contemplar o museu. Saímos com a sensação de que ainda tínhamos muito a aprender naquele lugar, mas tivemos que deixar para a próxima vez. Já era noite e também hora de jantar com nossos anfitriões Licia e Gabriel.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0279.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3867" alt="IMG_0279" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0279-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0268.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3866" alt="IMG_0268" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0268-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Fomos a uma taqueria indicada por eles, muito boa, onde provamos várias iguarias mexicanas, como <i>quesadillas</i>, <i>tacos al pastor</i> e <i>costra</i>, entre outros pratos. Finalizando o jantar, saboreamos o melhor <i>pastel tres leches</i> que comemos em toda a viagem. Depois de um dia de aprendizado, ótimos museus e um saboroso jantar, voltamos pela última vez ao apartamento da Licia para dormir. Na manhã seguinte, deixamos a Cidade do México, partindo para Oaxaca. Muito obrigado Licia e Gabriel pela recepção e paciência conosco nesses 3 dias que passamos na capital mexicana ou, para os locais, simplesmente D.F.!</p>
<div id="attachment_3870" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0334.jpg"><img class="size-large wp-image-3870" alt="IMG_0334" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0334-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nós jantando com Licia e Gabriel</p>
</div>
<p>Para mais fotos dessa incrível passagem pela Cidade do México, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633144766230/">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Cidade do México e seu nascimento à espada e sangue</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Mar 2013 01:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Catedral Metropolitana]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade do México]]></category>
		<category><![CDATA[Templo Mayor]]></category>
		<category><![CDATA[Tenochtitlán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 13/12/2012 à 17/12/2012 El 08 de noviembre de 1519 tuvo lugar el encuentro entre Hernán Cortés y Moctezuma II. Casi dos años &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cidade-do-mexico/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 13/12/2012 à 17/12/2012</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Teotihuacan &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 50 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> No apartamento da Lícia, amiga do André</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A quantidade e qualidade das informações nos museus da cidade. Todos que visitamos nos fascinaram: ora falando da vida de Frida Kahlo e Diego Rivera, ora aprendendo sobre a história do povo mexicano.</p>
<p><strong>Trajeto:</strong> Seguimos sempre pela autopista México – Teotihuacan.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Cidade do México, ou simplesmente DF para os mexicanos &#8211; México<b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Aproximadamente 1h30min. Apesar da pequena distância, o trânsito na entrada da capital mexicana alongou nossa viagem, mesmo fazendo esse trajeto às 9 da noite.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Quesadillas e tacos do centro da cidade, bons e por um ótimo preço! E também <i>pastel tres leches</i>.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Como toda grande cidade (e esta é imensa) a poluição e a confusão do trânsito. Em alguns momentos do dia podia-se confundir a faixa de poluição no céu com nuvens negras.</p>
</div><div class="clear"></div><blockquote>
<p style="text-align: justify;"><i>El 08 de noviembre de 1519 tuvo lugar el encuentro entre Hernán Cortés y Moctezuma II. Casi dos años después, el 13 de agosto de 1521, Tenochtotlan cayó definitivamente en manos de los españoles y Cuauhtemóc fue hecho prisionero. Como acertadamente lo expresara Jaime Torres Bodet, tal acontecimiento “No fue triunfo ni derrota, fue el doloroso nacimiento del Pueblo mestizo que es el México de hoy”. (Museu do Templo Mayor)</i></p>
</blockquote>
<div id="attachment_3818" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9892.jpg"><img class="size-large wp-image-3818" alt="IMG_9892" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9892-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Catedral Metropolitana da Cidade do México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de Teotihuacan quinta-feira, 31 de dezembro, rumo à Cidade do México. Além de já termos ouvido que o trânsito na cidade é caótico, então o melhor seria chegar lá o mais tarde possível, também nos disseram que os policiais da cidade adoram parar carros estrangeiros e cobrar propinas, dado que as leis de trânsito da cidade são bastante restritivas e um pouco complexas. De fato, é proibida a circulação de carros com placas de fora de Cidade do México nos horários de pico, mas como muitos estrangeiros não sabem ou não entendem muito bem como funciona essa regra, alguns policiais se aproveitam dessa situação. De qualquer forma, como estávamos dirigindo pela noite, seria mais difícil para sermos identificados como estrangeiros. Como esperávamos, não fomos parados por ninguém e levamos uma hora e meia para percorrer os 50km que nos separavam do nosso destino, devido ao trânsito que havia na cidade, apesar do horário. A Lícia, amiga do André, e o seu namorado Gabriel nos receberam em seu apartamento, onde dormimos pelas 4 noites em que ficamos na capital Mexicana.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de continuar, contaremos um pouco da história da cidade. Previamente à chegada dos espanhóis, por volta do século XIV, existia no local a capital do império Asteca, cidade que era chamada de Tenochtitlán. Na época, a região era um lago com várias ilhas e uma principal, onde estava localizado o principal templo Asteca da cidade, hoje chamado de Templo Mayor. As ilhas eram interligadas entre si e à terra firme através de passarelas e contavam também com um desenvolvido sistema de diques. A cidade asteca chegou a ser uma das maiores cidades do mundo nesse período, contando com mais de 250 mil habitantes. Em 1519 chegam os espanhóis. Liderados pelo ambicioso conquistador Hernan Cortéz, que sonhava com as lendas de numerosas riquezas presentes em Tenochtitlán, os espanhóis adentraram a capital e foram recebidos amistosamente pelo líder asteca Moctezuma II, pois este ainda não sabia ao certo quem eram os visitantes: poderiam ser enviados dos deuses ou pessoas comuns.</p>
<div id="attachment_3829" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9640.jpg"><img class="size-large wp-image-3829" alt="IMG_9640" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9640-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Maquete de como era a capital asteca</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Após alguns meses, os invasores europeus começaram o ataque à cidade. Com a ajuda de estratégias fornecidas por tribos locais que estavam descontentes com os impostos cobrados por Moctezuma II e contando com armas de fogo, a conquista do território foi rápida e durou cerca de apenas dois anos. A cidade foi destruída pelos espanhóis, literalmente não sobrando pedra sobre pedra. Em seu lugar, Cortéz decidiu fundar a capital da Nova Espanha, e começou a construção da nova cidade em cima da antiga. Com o passar do tempo o lago que existia na região foi secando até sumir por completo.</p>
<div id="attachment_3833" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9763.jpg"><img class="size-large wp-image-3833" alt="IMG_9763" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9763-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gustavo tirando foto das ruínas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, a agressividade extrema dos invasores europeus no passado faz com que hoje não se encontre quase nada da antiga e poderosa capital asteca, apenas pequenas e destruídas ruínas do que antes foi um dos maiores impérios de toda a América.</p>
<div id="attachment_3832" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9731.jpg"><img class="size-large wp-image-3832" alt="IMG_9731" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9731-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruínas do Templo Mayor</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Bom, chegamos na quinta-feira, 13 de dezembro, jantamos com a Lícia no shopping que fica perto de seu apartamento e fomos dormir pois, na manhã do dia seguinte, a Tana já tinha a revisão marcada na Nissan. Como programado, passamos a manhã do dia 14 de dezembro com a Tana na concessionária e após ela ser liberada, a levamos de volta para o prédio da Lícia e partimos de metrô para conhecer o centro histórico da cidade, onde também se localizava, há 600 anos, a capital asteca Tenochtitlán.</p>
<div id="attachment_3824" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9961.jpg"><img class="size-large wp-image-3824" alt="IMG_9961" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9961-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Metrô da Cidade do México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Logo que chegamos já fomos procurar um lugar para almoçar, pois não tínhamos tomado café nesse dia e estávamos morrendo de fome. Seguindo nosso guia do Lonely Planet, caímos em um restaurante no segundo andar de uma casa, que tinha potencial para ser bom e caseiro.</p>
<div id="attachment_3825" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9614.jpg"><img class="size-large wp-image-3825" alt="IMG_9614" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9614-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rua do centro histórico</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o cardápio em espanhol e em inglês já sinalizava que o local era filiado à gringolândia. Dito e feito: a comida veio sobre uma tábua de madeira, que estava envolta em um saco plástico para não sujá-la (mania horrível entre alguns restaurantes mexicanos), e apesar de não estar ruim, faltava sabor e personalidade. Infelizmente a maior parte dos restaurantes indicados pelo guia americano sofrem desse mesmo mal: o que um dia já foi um ambiente local com boa comida, acaba virando hoje algo padronizado para agradar aos gringos. Com o tempo fomos aprendendo a filtrar melhor essas opções e utilizar o guia apenas achar a região dos restaurantes, procurando nós mesmos a melhor opção em vez de ir direto ao restaurante indicado pelo Lonely Planet. Aí sim encontramos as verdadeiras jóias da culinária local.</p>
<div id="attachment_3817" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9886.jpg"><img class="size-large wp-image-3817" alt="IMG_9886" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9886-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Movimentação no centro da cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Após o almoço saímos para caminhar pelo centro da cidade, lotado de pessoas andando pra lá e pra cá e também com algumas manifestações políticas em frente a prédios do governo. Como a cidade também é o centro político do país, há uma mistura de pessoas fazendo compras, pessoas indo e vindo de seus trabalhos e pessoas manifestando, tudo no mesmo espaço, o que deixa a região central bastante agitada todos os dias da semana. Andando pelo centro, próximo ao museu do Templo Mayor, vimos uma rua repleta de camelôs no chão, todos gritando loucamente para chamar clientes, com produtos apoiados sobre panos estendidos. O curioso era que esse comércio, aparentemente irregular, se montava na calçada ao lado de grupos de policiais que aparentemente faziam vista grossa para a questão.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, como qualquer outro retrato da cidade, fomos fotografar o momento e, quando menos esperávamos, surge um homem pedindo para ver a foto que tínhamos tirado. Não estávamos entendendo nada, como assim esse cara queria ver as nossas fotos? Mas em poucos segundos já captamos a mensagem: o homem portava um rádio de comunicação e aparentemente estava trocando mensagens com alguém que lhe passava ordens. O que ele queria era que nós deletássemos as fotos que tiramos dos comerciantes irregulares, mas não queria nos dizer porque ele queria isso. Deduzimos que o que acontece é que as fotos mostram, sem ser essa a nossa intenção, o comércio irregular na calçada e os policiais ao fundo, duas realidades que não deveriam coexistir. Agora, a mando de quem esse homem trabalha, fica a cargo do leitor concluir. De qualquer maneira, fingimos que tínhamos apagado as fotos e seguimos, vendo que haviam pelo menos mais 2 pessoas que ficavam abordando os turistas pedindo para apagarem as fotos. Abaixo está a foto que tiramos:</p>
<div id="attachment_3828" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9638.jpg"><img class="size-large wp-image-3828" alt="IMG_9638" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9638-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Camelôs e pedestres</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos caminhando e conhecendo o centro, onde índios benziam turistas e locais com suas ervas. Passamos também pelo belíssimo prédio dos correios da cidade, todo recuperado e conservado.</p>
<div id="attachment_3827" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9631.jpg"><img class=" wp-image-3827" alt="IMG_9631" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9631-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gringo se benzendo</p>
</div>
<div id="attachment_3826" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9620.jpg"><img class="size-large wp-image-3826" alt="IMG_9620" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9620-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Prédio dos correios</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, fomos ao museu do Templo Mayor, que contempla as ruínas do templo (como dito anteriormente, o templo foi quase todo destruído na invasão espanhola) e um museu que possui vários objetos e informações da criação da atual Cidade do México. Inclusive, a frase que abre o post está escrita em um dos painéis presentes no museu. O passeio sobre as ruínas do que antes foi um grande templo é um tanto quanto frustrante, por ver quanta cultura foi aniquilada pela bárbara invasão espanhola. E pra piorar a situação, a nova cidade construída pelos espanhóis foi feita utilizando as pedras que sobraram da destruição. Ou seja, não sobrou nada.</p>
<div id="attachment_3831" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9689.jpg"><img class="size-large wp-image-3831" alt="IMG_9689" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9689-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O que sobrou do Templo Mayor</p>
</div>
<div id="attachment_3835" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9780.jpg"><img class="size-large wp-image-3835" alt="IMG_9780" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9780-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Como era o Templo Mayor</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nos séculos seguintes à ocupação espanhola, obras na cidade também ignoraram a importância histórica das ruínas astecas e não se preocuparam em conservá-la. Vê-se pela obra em que foram instalados os dutos de água na cidade: ele corta a ruína ao meio.</p>
<div id="attachment_3830" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9672.jpg"><img class="size-large wp-image-3830" alt="IMG_9672" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9672-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Aqueduto cortando as ruínas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O passeio pela ruína do Templo Mayor evidencia esse descaso que os antigos governantes tiveram com o passado da região. De qualquer forma, o museu concentra muitas peças da cultura asteca e explica com muita seriedade a história da antiga cidade de Tenochtitlán e da invasão espanhola, que contamos no início do post. Vale muito a pena a visita.</p>
<div id="attachment_3815" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9859.jpg"><img class=" wp-image-3815" alt="IMG_9859" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9859-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sala central do Museu do Templo Mayor</p>
</div>
<div id="attachment_3836" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9792.jpg"><img class=" wp-image-3836" alt="IMG_9792" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9792-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Urna funerária</p>
</div>
<div id="attachment_3810" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9817.jpg"><img class="size-large wp-image-3810" alt="IMG_9817" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9817-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Máscara asteca</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos do museu já de noite e passamos na Catedral Metropolitana da Cidade do México, gigantesca, com seu altar adornado a ouro.</p>
<div id="attachment_3823" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9941.jpg"><img class="size-large wp-image-3823" alt="IMG_9941" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9941-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Altar da Catedral Metropolitana</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Continuamos andando pela cidade e demos uma volta pela Alameda Central, parque onde encontramos vários casais aproveitando o fim da tarde, antes de pegar o metrô de volta para a região onde ficava o apartamento da Licia, em que estávamos ficando.</p>
<div id="attachment_3819" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9899.jpg"><img class=" wp-image-3819" alt="IMG_9899" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9899-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fim de tarde na Cidade do México</p>
</div>
<div id="attachment_3821" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9923.jpg"><img class="size-large wp-image-3821" alt="IMG_9923" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_9923-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pombinhos na Alameda Central</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Jantamos crepes no mesmo shopping do dia anterior e fomos para o apartamento tomar banho e dormir, depois do longo dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O post sobre nossa passagem pela Cidade do México continua no próximo relato!</p>
<p style="text-align: justify;">Para ver mais fotos desse post, clique <a title="Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632994306429/" target="_blank">aqui</a>!</p>
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		<title>A Impressionante Cidade dos Deuses</title>
		<link>http://4x1.com.br/teotihuacan/</link>
		<comments>http://4x1.com.br/teotihuacan/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 13:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Calzada de los Muertos]]></category>
		<category><![CDATA[Piramide de la Luna]]></category>
		<category><![CDATA[Piramide del Sol]]></category>
		<category><![CDATA[San Juan de Teotihuacan]]></category>
		<category><![CDATA[Templo de Quetzacoatl]]></category>
		<category><![CDATA[Teotihuacan]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 12/12/2012 à 13/12/2012 Trajeto: Tomamos a Autopista sentido Querétaro, e saímos na altura de San Juan de Teotihuacan. A pouco mais de &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/teotihuacan/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Data: 12/12/2012 à 13/12/2012</b></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> Guanajuato – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 275 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos:</b> <b>Teotihuacan Trailer Park, uma ótima opção para acampar.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio:</b> <b>A imponência das pirâmides é de impressionar. </b>Difícil pensar em como as civilizações antigas conseguiam fazer estruturas tão complexas.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Teotihuacan – México</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> Cerca de 3 horas</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom:</b> <b>Buffet completo na saída das ruínasno restaurante Tlacaelel. </b>Depois de uma longa caminhada, nada como comer bem. Ainda com direito a sopa de tortilla e outras comidas típicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho:</b> <b>Calor, muito calor. </b>O sol bate muito forte na região e a sombra é difícil de se encontrar no caminho</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Tomamos a Autopista sentido Querétaro, e saímos na altura de San Juan de Teotihuacan.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>A pouco mais de 40 km ao nordeste da Cidade do México, estão as ruínas de uma das mais impressionantes cidades da América pré-Colombiana:  a poderosa Teotihuacan (ou a Cidade dos Deuses, na dialeto nahuátl). Sua complexidade estrutural, exaltada pelas gigantescas pirâmides espalhadas entre as largas avenidas e complexos residenciais, é ponto de passagem obrigatório de qualquer turista que passe pela Cidade do México.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9434pnm.jpg"><img alt="IMG_9434pnm" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9434pnm-1024x354.jpg" width="423" height="146" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Majestosa Teotihuacan</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Estabelecida em torno dos anos 100 AC-250DC, Teotihuacan surgiu como um novo centro religioso na Mesoamérica. Porém, evidências mostram que a cidade acabou se desenvolvendo como um forte centro comercial da época, estendendo sua influência a diversos povos vizinhos. No auge de sua civilização, em meados do século V, acredita-se que a cidade pode ter chegado aos 150 mil habitantes (ou mais!), distribuídos por mais de 30 km² de território. Era uma das maiores cidades do mundo nesse período, e a maior da Mesoamérica.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9497.jpg"><img alt="IMG_9497" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9497-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista da Pirâmide do Sol</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Apesar de diversas semelhanças, Teotihuacan não era uma cidade maia ou azteca, nem mesmo olmeca ou tolteca. A verdade é que a origem étnica deste povo ainda é um mistério, muito provavelmente uma mistura de povos ainda mais antigos, mas sua complexidade cultural a torna uma civilização própria, os Teotihuacanos (nome este, dado posteriormente pelos aztecas).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9518.jpg"><img alt="IMG_9518" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9518-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Calçada dos Mortos, vigiada pela Pirâmide da Lua</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Começamos nossa visita no portão 1, onde chegamos caminhando depois de deixar a Tanajura estacionada no Teotihuacan Trailer Park, lugar em que passamos a noite. Aliás, o local é ótimo e a hospitalidade da simpática senhora são de tirar o chapéu.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9598.jpg"><img alt="IMG_9598" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9598-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ótimas dicas e conversa no Teotihuacan Trailer Park</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9593.jpg"><img alt="IMG_9593" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9593-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vestígios da passagem de outros companheiros de estrada pelo local</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegando a Teotihuacan, a cidade realmente impressiona. De longe, a Pirâmide do Sol surge pomposa, como se estivesse a poucos metros de distância. Entrando pelo portão 1, demos de cara com o Palácio de Quetzacoatl, um dos edifícios mais luxuoso (senão o mais) e um dos mais importantes da cidade. Pode ter sido a residência de um personagem notável e influente. Encontra-se amplamente decorado com murais muito bem preservados, sobretudo no que toca à cor vermelha que era a cor preferida desta civilização.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9383.jpg"><img alt="IMG_9383" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9383-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Palácio de Quetzacoatl</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9385.jpg"><img alt="IMG_9385" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9385-682x1024.jpg" width="423" height="635" /></a>
<p class="wp-caption-text">Detalhe das colunas do Palácio</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Logo ao lado, está uma das principais construções da cidade, a Pirâmide da Lua, a segunda mais alta de todo o sítio arqueológico. Toda simétrica, a pirâmide dá acesso à longa <i>Calzada de los Muertos, </i>uma larga avenida que corta Teotihuacan de ponta a ponta. Construída sobreposta a outra construção que data do ano 200 DC, diz-se que a Pirâmide da Lua é dedicada a sacrifícios à deusa da água. Se pode subir a meio caminho do topo, de onde se tem uma vista privilegiada de toda a cidade, incluindo a majestosa Pirâmide do Sol.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9421.jpg"><img alt="IMG_9421" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9421-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista da Pirâmide da Lua</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9446.jpg"><img alt="IMG_9446" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9446-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A figura de um jaguar, constantemente presente nas pinturas da civilização</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Esta é a obra-prima da cidade. Com seus 70 metros de altura e 225 metros de base lateral, a Pirâmide do Sol é espantosamente grande.  A complexidade da construção feita a milhares de anos atrás, sem nenhum dos instrumentos que facilitam nosso trabalho hoje nos fazem parar para pensar em como isso foi possível. A construção foi feita em impressionantes 150 anos, a partir do ano 0.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9502.jpg"><img alt="IMG_9502" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9502-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Pirâmide do Sol</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9511.jpg"><img alt="IMG_9511" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9511-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">70 metros de pedras e mistério</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9479.jpg"><img alt="IMG_9479" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9479-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada para descanso, depois de vários degraus de subida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguindo ao sul da Calzada de los Muertos, está a La Ciudadela e também o belo Templo da la Serpiente Emplumada, ou o Templo de Quetzacoatl. Construídos entre os anos de 150 e 250 d.C., a Ciudadela foi o novo centro político, cultural e econômico da cidade de Teotihuacán, e tinha capacidade para abrigar cerca de 100 mil pessoas.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9560.jpg"><img alt="IMG_9560" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9560-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As serpentes do Templo de Quetzacoatl</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9549.jpg"><img alt="IMG_9549" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9549-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parte do templo sobreviveu ao tempo</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9569.jpg"><img alt="IMG_9569" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9569-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Como se acredita que o templo era em seu auge</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A visita ainda teve direito a um museu na saída, onde pudemos observar alguns objetos retirados das ruínas e aprender mais sobre a história de Teotihuacan. Preferimos fazer toda visita ao sítio arqueológico sem um guia para economizar, mas há diversos deles disponíveis nas entradas da cidade.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9587.jpg"><img alt="IMG_9587" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9587-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Objetos encontrados na região</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9573.jpg"><img alt="IMG_9573" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9573-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cabeça da serpente emplumada</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Um dia inteiro de passeio é o mínimo que se pode reservar para conhecer bem este maravilhoso sítio arqueológico. Fora da alta temporada (julho e agosto), tivemos pouco problemas com filas e as ruínas estavam lá praticamente para nós. A visita foi impressionante e nos instigou a conhecer mais sobre esses povos misteriosos que ocuparam nossa América há milhares de anos atrás.</p>
<div id="attachment_3622" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9570.jpg"><img class="size-large wp-image-3622" alt="IMG_9570" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/02/IMG_9570-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Patrimônio da UNESCO</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para conferir mais fotos de Teotihuacan, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632804758898/" target="_blank">clique aqui!</a></p>
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