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	<title>4x1 &#187; viagem de carro</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Das Montanhas Emanaram Prata e Cultura!</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 00:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 09/12/2012 à 12/12/2012 Trajeto: Saímos de Guadalajara pela estrada México 80, em certa altura seguimos em direção a Aguascalientes onde tomamos as &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/guanajuato/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 09/12/2012 à 12/12/2012</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Guadalajara, Jalisco &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 275 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas. Em um camping em Guanajuato com o nome de Morrill Van Camp.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A cidade de Guanajuato é o próprio pneu cheio! Suas praças, vielas, lendas e museus. Além de não ser dominada pelos &#8216;gringos&#8217;.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Guanajuato, Guanajuato &#8211; México (passamos também em San Miguel de Allende) <b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Pouco mais de 3 horas (até San Miguel de Allende é 1 hora a mais)</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Doces de leite, goiaba, abóbora, geléias, frutas cristalizadas&#8230; numa doceria ao caminho do povoado de Valenciana (que não é a famosa La Catrina).</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Difícil esse! Talvez a pouca opção de camping. Na verdade só havia o qual ficamos e quase não conseguimos ficar, pois havia sido reservado para um grande grupo de viajantes.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Saímos de Guadalajara pela estrada México 80, em certa altura seguimos em direção a Aguascalientes onde tomamos as estradas México 45 e, em seguida, México 110 até a zona central de Guanajuato. Estrada em boas condições.</p>
<blockquote><p><i>“A população da formosa cidade não cresce, mas ela é visitada por turistas que contemplam o exuberante esplendor dos velhos tempos, passeiam pelas ruazinha de nomes românticos, ricas de lendas, e se horrorizam com as 100 múmias que os sais da terra conservaram intatas.”</i> (GALEANO, Eduardo – As veias abertas da América Latina. L&amp;PM, 2011 – tradução de ‘<i>Las venas abiertas de América Latina’</i>, de 1978)</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Das montanhas de Valenciana, no estado de Guanajuato, sangraram uma das maiores quantidades de prata que já se teve conhecimento na história da humanidade. Milhares de indígenas e mestiços perderam suas vida nas minas da região sob exploração espanhola, para financiar o desenvolvimento industrial europeu. Ainda segundo o livro de Galeano, na segunda metade do século 19, o padre Lucio Marmolejo comparava os jardins suspensos de Semíramis, na Babilônia, aos da cidade de Guanajuato. Marmolejo destacava, entre outros, os teatros, praças, torres e cúpulas nas encostas das verdes montanhas que cercavam a cidade.</p>
<div id="attachment_3769" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/vista-aerea.jpg"><img class="size-large wp-image-3769" alt="vista aerea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/vista-aerea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista aérea do centro histórico de Guanajuato, com destaque para a Basílica, e o Jardín Unión (triângulo verde ao centro) &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Localizada no meio de um vale, Guanajuato é formada por estreitas vielas, muitas ruas sem acesso a carros e longas escadarias que permitem o ir e vir de seus cidadãos pelo centro histórico. Suas estreitas e curvas ruas ainda de pedra, a ausência de grandes letreiros ou semáforos e suas inúmeras praças e construções de mais de 2 séculos, ajudam a conservar o aspecto colonial do que restou dos tempos “áureos” do ciclo da prata.  Além disso, a cidade também foi palco do primeiro levante que prenunciava a Guerra de Independência Mexicana que teria sua primeira batalha ali próximo, no próprio estado de Guanajuato. É, também, local onde nasceu um dos mais ilustres pintores mexicanos: Diego Rivera – marido de Frida Kahlo. Somando-se tudo isso aos inúmeros eventos culturais que a cidade hospeda anualmente, a UNESCO, em 1988, conferiu a este pequeno charme do interior mexicano, o título de Patrimônio Mundial da Humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, não bastando sua relevância histórica e cultural para a América Latina, Guanajuato também é conhecida por suas incríveis lendas. E era assim que começava nossa visita&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Logo pela manhã, seguimos com a Tanajura direto para o centro histórico. Estacionamos e logo fomos abordados por um dos inúmeros guias credenciados que existem na cidade. A curiosidade que nos despertou naquele curto caminho até ali, principalmente devido aos longos túneis e pela quantidade de construções coloniais, foram suficientes para não pensarmos duas vezes em contratar um guia para nos apresentar a cidade. Introduções iniciais feitas, caminhamos até o ‘<i>Callejón del Beso</i>’ (o beco do beijo).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Camping.jpg"><img alt="Camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Camping-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nosso camping em Guanajuato. Hospedados junto com os estadunidenses que iriam começar um rally até a península do Yucatán.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Guia.jpg"><img alt="Guia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Guia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O nosso simpático e paciente guia dando as introduções iniciais logo pela manhã!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Reza a lenda que um mineiro – trabalhador das minas de Valenciana, e não o cidadão natural do Estado onde nasceu Tiradentes <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> – de nome Carlos era apaixonado pela espanhola Doña Ana. De família nobre, o pai de Ana queria que ela se casasse com um espanhol rico e parasse de dar atenção ao pobre Carlos. No entanto, o mineiro apaixonado não desistiu. Ele descobriu quem era o dono da casa em frente a de Ana, na qual suas sacadas quase que se tocavam, de tão estreita que era a viela (ou beco, que em espanhol significa <i>callejón</i>). Carlos gastava todo seu salário pagando aquele aluguel para poder vê-la da sacada e trocar beijos apaixonados. Numa noite, no entanto, o casal foi flagrado pelo pai de Ana que jurou a moça de morte caso voltasse a vê-los juntos. Mas o amor de ambos era mais forte e eles ignoraram o pedido do pai. A tragédia foi consumada quando, mais uma vez, o pai encontrou ambos juntos na sacada. Num impulso irracional o pai empunhou uma faca nas costas da própria filha enquanto o mineiro dava a ela um último beijo de despedida. Hoje em dia, dezenas de casais apaixonados diariamente seguem a tradição de darem um beijo no terceiro degrau da escada embaixo da sacada onde ocorreu o último beijo de Carlos e Ana. (Mas nós não seguimos a tradição&#8230;hahaha)</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Callejon-del-Beso.jpg"><img alt="Callejon del Beso" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Callejon-del-Beso-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas curiosos observam as famosas sacadas do <em>Callejón del Beso </em>eternizada pela lenda!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E assim, saímos de lá apreciando aquelas casas do século XVIII nas ruazinhas estreitas com menos de 1,70m. Ao redor da Plaza de la Paz é de chamar a atenção o nível de conservação das inúmeras casas e mansões da antiga elite Guanajuatense, bem como o Palácio Legislativo e a Basílica de Nuestra Señora de Guanajuato, construída em estilo barroco por volta de 1765. Outra construção impressionante de Guanajuato é o Teatro Juaréz, que teve seu início no final do século 19 e foi inaugurado pelo ex-presidente e ditador, Porfírio Diaz, com a ópera Aida, de Verdi. O Teatro Juaréz, hoje, recebe diversos eventos de música e dança.</p>
<div id="attachment_3770" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_8844.jpg"><img class="size-large wp-image-3770" alt="IMG_8844" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_8844-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegando à Plaza de la Paz, com a Basílica de Nuestra Señora de Guanajuato ao fundo.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-1.jpg"><img alt="Cidade 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao redor da Plaza de la Paz, é possível avistar os belíssimos prédios coloniais como o Palácio Legislativo e a casa onde morou o conde Rul, da Espanha.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Teatro-Juarez.jpg"><img alt="Teatro Juarez" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Teatro-Juarez-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O imponente Teatro Juaréz!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-2.jpg"><img alt="Catedral 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O esplendor do interior da basílica de Nuestra Señora de Guanajuato</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Também, chamam muita atenção na cidade suas inúmeras praças. Seja com estátuas em bronze de poetas, músicos ou diversos outros artistas; seja por suas flores coloridas e a semelhança com as praças Venezianas. Fato é que toda a vida de Guanajuato se passa em torno delas. A que mais encanta, no entanto, é o Jardín de la Unión. Ponto de encontro de muitos Guanajuatuenses, a magnífica praça contém um coreto em seu centro e está cercada por árvores baixas, todas alinhadas, e com suas copas aparadas em formato de uma fatia de queijo! E foi numa terça-feira, em nosso último dia na cidade, que presenciamos um evento tradicional que acontece semanalmente no Jardín de la Unión. Uma banda local, composta de 10 músicos, tocava uma animada música latina. Casais de senhores e senhoras com mais de 65 anos e com vestimentas que denunciavam a disparidade de suas classes sociais, dançavam ali, juntos! Uma mesma música, numa mesma praça, sem que a diferença econômica os distanciasse. Aplaudidos e observados pelos mais jovens, casais curiosos, locais e turistas que se espalhavam na praça para apreciarem o concerto, numa noite verdadeiramente mágica!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-3.jpg"><img alt="Pracinha 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A estátua em homenagem a Miguel de Cervantes &#8211; uma das inúmeras estátuas de Guanajuato!</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-2.jpg"><img class="aligncenter" alt="Pracinha 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-1.jpg"><img class="aligncenter" alt="Pracinha 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<div id="attachment_3785" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/WP_20121211_005.jpg"><img class=" wp-image-3785" alt="WP_20121211_005" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/WP_20121211_005-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os ilustres casais de senhores que dançavam ao som de música Latina numa noite mágica! :)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ainda nas cercanias do Teatro Juarez observa-se uma espécie de buraco na calçada cercada de vidro, onde era possível avistar uma Guanajuato soterrada. Soterrada?! Isso mesmo. Devido as suas íngremes encostas, a cidade sofreu por muitos anos com o problema das enchentes. Em 1760 e 1780 duas enormes inundações quase acabaram com a cidade por completo. Dessa forma, em meados do  século seguinte, e após mais uma reconstrução da cidade, iniciou-se a construção de uma série de canais e túneis subterrâneos para escoarem o volume de água. Mas em 1960, a construção de uma barragem no principal rio ao redor da cidade, controlou de vez o problema das inundações. Dessa forma, a maioria daqueles túneis e canais construídos tornaram-se rodovias subterrâneas de até poucos quilômetros, por onde hoje passam carros, ônibus e dão mais um encanto e misticismo à cidade!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Inundação-1.jpg"><img alt="Inundação 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Inundação-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Guanajuato &#8220;soterrada&#8221; o lado do Teatro Juaréz</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-3.jpg"><img alt="Tunel 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A entrada de um dos vários túneis e canais que cortam a cidade&#8230;</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-1.jpg"><img alt="Tunel 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;reparem na parte de baixo do poste as marcações com as cores correspondentes ao nível de água possível, ou não, de se passar com o carro.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No início daquela tarde nos dirigimos para o povoado de Valenciana, onde ficavam as principais minas da cidade. Mas, antes&#8230; (uma dica para aqueles que gostam de doces e guloseimas! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> )&#8230;passamos numa deliciosa doceria recomendada pelo nosso guia, para comermos alguma coisa (não nos lembramos o nome da doceria, mas não era a La Catrina – muito famosa na região, mas que não nos encantou tanto quanto essa outra). Retomando&#8230;Lá em Valenciana conhecemos a igreja de San Cayetano (também conhecida como igreja de La Valenciana), que fica na entrada da de uma das mais importantes minas de prata da região: La Bocamina de San Cayetano. Suas primeiras extrações ocorreram de 1557 a 1760 e era feita basicamente por índios. A segunda etapa, entre 1761 a 1810, foi a época de bonança do ciclo da prata. Com o quase completo extermínio dos indígenas da região pelos &#8220;gentis&#8221; espanhóis, o trabalho era feito basicamente por mestiços com técnicas já um pouco mais apuradas. A visita surpreende pela profundidade da mina e por poder conhecer um dos rústicos métodos de quebra das pedras utilizando-se um simples pedaço de madeira.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral.jpg"><img alt="Catedral" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A igreja de San Cayetano, ao lado das minas de prata de Valenciana.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-1.jpg"><img alt="Minas 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Maquetes ilustram as diversas minas que foram abertas no &#8220;auge&#8221; da exploração de prata da região de Guanajuato</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-2.jpg"><img alt="Minas 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Entrando na Bocamina de San Cayetano em Valenciana &#8211; Guanajuato</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-3.jpg"><img alt="Minas 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O fundo da mina de San Cayetano &#8211; Guanajuato</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao redor de La Valenciana ficava também o divertido museu de Tortura. Com guias vestidos como na época da Inquisição, o museu mostra as diversas ferramentas e artimanhas usadas para torturarem aqueles que eram opositores ao reinado, ou à fé católica. Apesar do ambiente mórbido e pesado, os guias conseguem transformar o clima em leve e descontraído, com piadas e brincadeiras que ironizam a situação daqueles que ali foram condenados a pagaram suas “dívidas sociais&#8221;.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-1.jpg"><img alt="Museu da Tortura 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel foi pego para uma demonstraçãozinha básica no Museo da Tortura! Aproveitou pra pagar suas dívidas ali alguns minutinhos! hahaha :)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-2.jpg"><img alt="Museu da Tortura 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As máscaras figuram entre os diversos, e tristes, artefatos de tortura.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-Tortura-3.jpg"><img alt="Museu Tortura 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-Tortura-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As temíveis forcas&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Corremos dali para pegar ainda aberto um dos principais pontos turísticos da cidade. Longe de ser uma lenda, o curioso Museu das Múmias, não é necessariamente o mais legal atrativo de Guanajuato, mas o excelente estado de suas múmias enterradas provavelmente entre 1830 e 1950, somado ao ainda incerto motivo do porquê, e como, ficaram daquele jeito, são realmente de impressionar! (um pena que não podíamos tirar fotos lá dentro)</p>
<p style="text-align: justify;">O dia chegava perto de seu fim e, para terminar como começou, fomos visitar a estátua em homenagem a uma das principais lendas da cidade: El Pipila!!! A história da Independência Mexicana conta que, após o grito de Independência feito pelo Padre Miguel Hidalgo em 1810, as tropas insurgentes (comandadas pelo próprio padre) marcharam da cidade de Dolores, até a capital do estado: a cidade de Guanajuato. O intuito dos rebeldes era desafiar o governo colonial espanhol. Em resposta, as tropas reais e a elite da região entraram no maior armazém da cidade – <i>Alhondiga de Granaditas</i> – para se protegerem e, assim, começaram a disparar contra os insurgentes. Imponente, o prédio só possuía uma porta de acesso o que dificultava a entrada dos rebeldes que eram constantemente atacados pelos espanhóis. Esse episódio ficou conhecido como a primeira batalha da Independência Mexicana! É  aí que entra na história a lenda de um valente mineiro: Juan José de los Reyes Martínez Amaro, apelidado de El Pipila! Apoiando uma grande pedra plana nas costas como escudo, resolveu aproximar-se da imensa porta de madeira do prédio. Carregando nas mãos uma tocha e alcatrão ele ateou fogo à porta. Isso permitiu com que os insurgentes entrassem e tomassem o prédio. Em sua homenagem, foi construída uma colossal estátua num monte ao redor da cidade com uma bela vista de Guanajuato. De lá vimos o pôr do sol e tiramos belas fotos da encantadora cidade.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/El-Pipila.jpg"><img alt="El Pipila" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/El-Pipila-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A monumental estátua ao Pipila! O lendário heroi Guanajuatuense!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1.-Vista-aérea.jpg"><img alt="1. Vista aérea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1.-Vista-aérea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A vista aérea da cidade, vista do monumento El Pipila &#8211; Guanajuato, México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dedicamos o dia seguinte para passear pela cidade com mais calma e sentir a rotina de seus habitantes. Passeamos por suas principais ruas e praças e caminhamos pelo enorme mercado Hidalgo. Visitamos o muito bem cuidado museu Diego Rivera na casa onde o mais ilustre pintor mexicano viveu os primeiros 6 anos de sua vida e nos encantamos por suas obras que nos fizeram entender a importância desse pintor – que até foi aclamado por ninguém menos que Albert Einstein – para a história do país!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-2.jpg"><img alt="Cidade 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dia comum em Guanajuato</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Mercado-Hildalgo.jpg"><img alt="Mercado Hildalgo" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Mercado-Hildalgo-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Mercado Hidalgo &#8211; em homenagem ao Padre Insurgente.</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-1.jpg"><img alt="Diego Rivera 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A entrada do museu Casa Diego Rivera, em homenagem ao ilustre pintor Mexicano</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-3.jpg"><img alt="Diego Rivera 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">André observa o interessante quadro que relata os principais momentos de Rivera. Incluindo a trecho da carta de Einstein ao pintor e suas passagens de indas e vindas com sua amada: a também artista Frida Kahlo!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-2.jpg"><img alt="Diego Rivera 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Frida Kahlo, Diego Rivera e Gabriel &#8211; de intruso.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas a Guanajuato de hoje impressiona não só pela conservação e manutenção de suas lendas e histórias. Comércio, serviços, turismo e o funcionamento da importante Universidade de Guanajuato, mantém a cidade viva e ativa! Contando com 30 mil estudantes, a universidade também entra no “clima” da relevância histórica da cidade imortalizando uma importante tradição das universidades espanholas. Há mais de 5 décadas seus estudantes realizam todas as noites as <i>Callejoneadas</i>, que partem todos os dias de frente ao Teatro Juárez para uma caminhada pelo centro da cidade. Vestidos como os antigos universitários espanhóis, os jovens tocam trovas para o público que, acompanhados de um cálice de vinho em suas mãos, cantam e batem palmas no ritmo da cantoria. E é no pequeno bar ‘Los Lobos’ que o passado encontra o presente. Movimentado, barulhento e com uma mesa de pebolim (ou totó, para alguns) na parte de cima, o bar toca os famosos &#8216;rocks&#8217; das décadas de 60 a 90, como Jimi Hendrix, Pretenders, Beatles, Elvis, The Doors&#8230; mantendo vivo um espírito universitário, jovem e questionador.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/28.-Vista-aérea.jpg"><img alt="28. Vista aérea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/28.-Vista-aérea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">De longe pacata, mas em seu coração, pulsa uma cidade boêmia com atividades culturais, gastronômicas e alguns poucos bares para os jovens universitários!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro, a cidade ainda hospeda o Festival Cervantino. Criado em 1972 pelos estudantes da Universidade de Guanajuato, o festival iniciou com interpretações de peças do famoso escritor Miguel de Cervantes, interpretadas pelos próprios estudantes. Além de peças teatrais, o festival hoje conta com óperas, mostras de cinema, exibições de arte, conversas e conferências acadêmicas, música e recital de dança.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cervantina.jpg"><img alt="Cervantina" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cervantina-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O belíssimo monumento ao Festival Cervantino, com a cabeça de Cervantes ao centro.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É muita cultura!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Na saída da cidade uma enorme estátua faz alusão aos mineradores que foram a força motriz do surgimento de Guanajuato. Em tom de brincadeira, nosso guia disse que ao lado daqueles mineiros, deveria ser colocado o monumento de um homem com uma prancheta em uma mão, e um mapa na outra. Este homem representaria os guias turísticos, símbolo da atividade econômica que hoje sustenta a cidade&#8230; Mas lendas, múmias, túneis, pintores, estudantes, cultura e uma enorme relevância histórica marcam a cidade! E fato é que, das montanhas que um dia transbordaram toneladas de prata das mãos daqueles sofridos homens, nasceu também um das maiores heranças culturais que a humanidade tem registrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, imaginem se fosse construído um monumento para cada um daqueles homens e mulheres que marcaram a história da região?! E em cada canto do nosso Brasil? Faltam heróis, ou sobra desconhecimento de nossa própria história?</p>
<p style="text-align: justify;">Guanajuato é sem dúvida uma das cidades mais surpreendente que já visitamos!</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá rumando para o sul. Mas antes, passamos rapidamente por um outro tesouro histórico do estado de Guanajuato: a cidade de San Miguel de Allende. Diferente da &#8220;vizinha&#8221; Guanajuato, San Miguel atrai um turismo orientado mais para &#8216;los gringos&#8217; (americanos) e canadenses, além de boa parte da elite Mexicana que viaja, principalmente, da capital para lá. A cidade tem uma relevância histórica ao lado de Guanajuato por também ter sido palco de importantes batalhas da independência mexicana, além de ser terra natal do general Ignacio de Allende, um dos herois mexicanos que lutaram ao lado do padre Miguel Hidalgo. A cidade possui excelentes restaurantes, uma belíssima praça e uma riquíssima herança artística e arquitetônica, devida a sua <em>Escuela de Bellas Artes</em>, que hoje expõe quadros e murais tradicionais da cultura mexicana!</p>
<div id="attachment_3752" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-9.jpg"><img class=" wp-image-3752" alt="San Miguel de Allende 9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-9-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A belíssima Paróquia de San Miguel &#8211; San Miguel de Allende, México.</p>
</div>
<div id="attachment_3749" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-5.jpg"><img class="size-large wp-image-3749" alt="San Miguel de Allende 5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-5-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mural em homenagem aos patriotas da Independência Mexicana com o padre Miguel Hidalgo e Ignacio Allende, na Escuela de Bellas Artes &#8211; San Miguel de Allende, México</p>
</div>
<div id="attachment_3747" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-3.jpg"><img class="size-large wp-image-3747" alt="San Miguel de Allende 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura passando na &#8220;rua&#8221; mais estreita até hoje na Expedição! Teve até que recolher as orelhas! hahaha (em San Miguel de Allende, México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quem quiser ver mais fotos dessa incrível passagem, clique <a title="Guanajuato" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632804774926/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Revivendo os Tempos de República</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 16:56:10 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 09/11/2012 à 15/11/2012 Trajeto: Na saída de Flagstaff percorremos um curto trecho pela famosa Route 66 e logo apanhamos a I-40 rumo &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/las-vegas-e-los-angeles/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Ficha 4×1</strong></h3>
<h4><strong>Data: </strong>09/11/2012 à 15/11/2012</h4>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Flagstaff, Arizona – EUA                          (Grand Canyon)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Distância total:</strong> Total: 837 km (Flagstaff à Las Vegas: 411km; Las Vegas à Los Angeles: 426 km)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Onde dormimos:</strong> <span style="text-decoration: underline;">Las Vegas:</span> hotel Circus Circus.         <span style="text-decoration: underline;">Los Angeles:</span> mais uma vez o Daniel foi nosso anfitrião! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pneu Cheio:</strong> A grande celebração do encontro entre novas companheiras com amigos de longa data.</p>
<p style="text-align: left;">
</div></p>
<p style="text-align: left;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Destino final:</strong> Los Angeles, Califórnia – EUA                      (com parada em Las Vegas, Nevada)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Tempo de viagem:</strong> Total: quase 8 horas. Aproximadamente 4h em cada trecho.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>O que comemos de bom:</strong> Saudáveis sopas, sanduíches e sobremesas no Urth Caffe em Santa Monica.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pneu murcho:</strong> O descaso e a intransigência do segurança pós-jogo do Lakers que nos impediu de retornar para buscar o boné do Gabriel, incorrendo na perda do mesmo. Atitudes inflexíveis e “bitoladas” como essa nos perseguiram em diversas ocasiões durante a passagem pelos EUA.</p>
<p style="text-align: left;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p><strong>Trajeto:</strong> Na saída de Flagstaff percorremos um curto trecho pela famosa Route 66 e logo apanhamos a I-40 rumo a Oeste até perto de Nevada onde apanhamos a US-93 para o Hoover Dam. De lá apanhamos a US-93 e a I-215 sentido Las Vegas. De Las Vegas para Los Angeles fomos basicamente pela I-15.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><i>O retorno à “fabulosa” Las Vegas e à cinematográfica Los Angeles já não tinha o mesmo propósito. Conversas, risadas, questionamentos e reflexões eram os ingredientes que se misturavam à programação recheada de esportes, pendências e programas mais caseiros. Em Los Angeles revivemos os bons momentos dos tempos áureos de República! </i></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Estávamos imundos. Ventos fortes começavam a soprar um ar gelado juntamente com as nuvens carregadas no céu. Eram indícios de que uma forte chuva estava prestes a cair. Mas nada nos tirava o sentimento de realização quando chegamos novamente ao topo do imponente Grand Canyon após aqueles dias de trilha exaustiva. As francesas nos haviam acompanhado pelos quilômetros finais e decidimos ir jantar todos juntos ali mesmo dentro do parque. Era nossa primeira refeição reforçada nos últimos dois dias e, seguindo a tradição francesa, pedimos umas taças de vinho para comemorar. Numa mistura de inglês, francês e até italiano, nos esforçávamos em derrubar a barreira linguística que havia nos prendido durante os primeiros dias de conversa ainda dentro do Canyon. E com o passar das horas nos sentíamos cada vez mais entrosados!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_5422.jpg"><img alt="IMG_5422" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_5422-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A última pausa antes da escalada final para o topo do Grand Canyon!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Teríamos ainda mais uma noite ali no Grand Canyon e nosso próximo compromisso era no LAX (<i>Los Angeles International Airport</i>), dali a dois dias, para buscarmos nosso grande amigo e ex-companheiro de República: Renatinho. Já estávamos prestes a pagar a conta quando surgiu delas a proposta que mudaria nossos destinos para os próximos dias: “Por que vocês não vêm conosco para Las Vegas?”</p>
<p style="text-align: justify;">Recém-formadas em arquitetura, Camille, Charlotte (‘Cha Cha’), Suzy e Johanna (a única engenheira da turma) aproveitaram as férias, pós-término da faculdade, para realizarem algumas entrevistas investigativas com arquitetos da costa oeste americana. Ao voltarem para a França, a ideia é consolidarem todo o material coletado e juntar com o de outras amigas, da mesma associação que fundaram, e que realizaram as mesmas entrevistas só que em outros países. E apesar de suas entrevistas estarem concentradas na região de San Francisco, elas aproveitavam os quase 3 meses que teriam para também darem um giro pelos parques e cidades no badalado oeste americano.</p>
<div style="width: 280px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/31.jpg"><img alt="31" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/31-682x1024.jpg" width="270" height="406" /></a>
<p class="wp-caption-text">O criativo Diário de Viagens das meninas: através de desenhos!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Longe de ser o destino o qual teríamos vontade de voltar um dia, ainda mais tão brevemente, víamos nesse retorno a Las Vegas uma oportunidade de estreitarmos ainda mais nossa amizade com as meninas e de viver uma experiência diferente da primeira. Com amigas de nacionalidade e realidades diferentes das que estávamos acostumados.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim foi&#8230;Elas seguiram para Vegas ainda naquela noite e nós seguimos para nosso hotel ali na região.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, a caminho de Las Vegas, pararíamos para apreciar uma das obras de engenharia de maior orgulho para os americanos: o <i>Hoover Dam</i>. Concluída em 1935 por mais de 5.000 mil funcionários, a barragem que fica dentro do rio Colorado (na divisa dos estados de Nevada e Arizona) foi eleita, durante as décadas de 30 e 50, uma das mais altas barragens e maiores hidrelétricas do mundo. Planejada com o intuito inicial de evitar enchentes nas plantações ao Sul da Califórnia provocadas pelo rio Colorado, a barragem promoveu o desenvolvimento do sudoeste americano. E, hoje, provê água e energia para plantações e importantes cidades como Phoenix (AZ), Las Vegas (NV) e nos arredores de Los Angeles (CA). (Benefícios para uns, nem tanto para outros&#8230; Descobrimos em visitas recentes que a barragem provocou a diminuição da vazão natural do rio Colorado no Golfo da Califórnia, no México, aumentando, assim, a salinização das águas do mar de Cortés e interferindo em algumas espécies naturais)</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/30.jpg"><img alt="30" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/30-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista parcial do Hoover Dam</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/29.jpg"><img alt="29" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/29-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A barragem do Rio Colorado no Hoover Dam</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegamos a Las Vegas no final da tarde e ao cair da noite nos encontramos com as francesas. Como já éramos “experts” na cidade, elas nos pediram para ditar o roteiro. Fizemos o tour básico: passamos por dentro dos principais casinos, paramos para jantar em um restaurante fora do “rol do glamour” e assistimos o balé de águas dançantes da famosa fonte do casino Bellagio. Encerramos a noite com muita música, conversas e risadas em um animado bar da região.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, antes da partida, fomos todos juntos almoçar num restaurante recomendado por uma senhora colombiana, que havíamos conhecido semanas antes numa trilha dentro do Zion Park. Longe de ser um excelente restaurante, o Green Valley Ranch possuía um variado Buffet a um preço excelente! Chegamos lá por volta das 13h e logo nos servimos. O clima estava leve e era como se as conhecêssemos há anos! Falamos sobre nossas diferenças culturais, contamos piadas, frases engraçadas de cada país e aprendemos jogos franceses. Foi aí que, de repente, fomos interrompidos pela gerente do restaurante. Muito sem graça, a moça nos abordou pedindo-nos, cordialmente, se poderíamos desocupar a mesa. Olhamos os relógios e&#8230;Caramba! Ficamos ali por quase 5 horas!!! Não nos demos conta, mas já eram quase 18h e a fila lá fora para o jantar já estava enorme. Pedido justíssimo! Além disso, ainda iríamos dirigir mais de 3 horas e meia até Los Angeles para buscar o Renatinho. Precisávamos nos apressar. E junto com aquele pedido chegava o duro momento das despedidas&#8230; Adeus?! Tchau?! Até breve?! Era difícil, pois sabíamos que dificilmente iríamos nos encontrar novamente. Ainda mais todos juntos. E com um passo para trás elas se afastavam um pouco da gente. Trocaram algumas palavras entre elas e voltaram até a gente: “Pensamos em ir com vocês para Los Angeles! O que acham?” – disse uma delas. “Sério!?” – respondemos surpresos antes de concluir: “É claro que pela gente tudo bem!”. Ficamos muito contentes! Elas explicaram que além de continuarmos por mais uns dias aquele clima gostoso, elas poderiam aproveitar a passagem na capital mundial do cinema para entrevistar alguns arquitetos de lá, antes de seguirem para seus compromissos em San Francisco. Muito legal! Seria a primeira vez que viajaríamos juntos ao lado de outra “expedição”. Ainda mais da nossa idade, com propósitos similares e características complementares às nossas!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/28.jpg"><img alt="28" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/28-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Todos fazendo o &#8220;pegadinha do Malandro! Glu glu glu!&#8221; hahahaha (no restaurante na saída de Las Vegas, NV)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Partimos para Los Angeles, pois se não nos atrasaríamos para buscar o Renatinho. E antes do nosso reencontro em Los Angeles, as meninas passariam aquela noite, e a manhã do dia seguinte, no <i>Death Valley</i> (o chamado ‘vale da morte’). Chegamos ao LAX por volta das 21h50 e o Renato já nos aguardava. Seguimos de lá para a casa de nossos “anfitriões-mor”: o Daniel e sua cadelinha Brie que, dessa vez, além de receberem a Expedição e o Renatinho, ainda contava com a visita da irmã do Daniel: a Lara. J Já se passavam quase 3 meses desde nosso encontro com o Daniel e mais de 5 meses que havíamos estado com o Renato, na casa de seus pais em Patrocínio-MG (nossa primeira parada após a saída de São Paulo). Eram muitas histórias, curiosidades e novidades a serem colocadas em dia. E a conversa invadiu a madrugada&#8230;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/285.jpg"><img alt="28,5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/285-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Brie vindo até a porta para nos receber!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que as conversas foram, sem dúvida, o ponto alto de nossa passagem por Los Angeles. O que vivemos hoje é justamente um momento de transição em nossas vidas e carreiras e era gostoso ouvir cada um falar sobre suas perspectivas atuais. Como 4 de nós, o Renatinho também havia trabalhado no mercado financeiro e agora atuava como pesquisador pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), ligada à USP. Ele nos contava alegre sobre estar fazendo algo que realmente o motivava e sobre ter uma vida mais tranquila. Discorreu também sobre a possibilidade de vir a realizar (num futuro próximo) um doutorado com bolsa na Universidade de Ilinois – motivo o qual o trazia até ali nos EUA e que permitiu ir nos visitar. O Daniel também comentou sobre o bom momento que estava passando em Los Angeles após todos esses anos morando ali. Comentou sobre suas expectativas de emprego e suas pesquisas atuais junto à <i>California State University</i>, onde havia se graduado e comparou com seus anos de pesquisas quando ainda cursava a Universidade de Pernambuco (UPE). Sua irmã Lara, que assim como as francesas também estudava arquitetura, havia aproveitados as férias de sua universidade em Pernambuco para aprimorar seu inglês. E foi assim&#8230; Falamos sobre os novos cenários econômicos do Brasil para os próximos anos e falamos de sonhos e perspectivas. Mas também contamos piadas e assistimos vídeos do Youtube.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/27.jpg"><img alt="27" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/27-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Renatinho e mais uma de suas &#8220;caras&#8221; sempre engraçadas para fotografia!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/26.jpg"><img alt="26" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/26-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muito papo entre uma taça e outra de vinho, na casa do Daniel &#8211; Los Angeles, CA</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Era papo de jovens. Que, embora provenientes de nacionalidades diferentes e com histórias de vida diferentes, viviam momentos de vida similares. E mais importante, possuíam em comum a angústia e os ideais que todos os jovens possuem. Em qualquer geração ou em qualquer parte do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">E tudo isso se mesclava em meio a nossa pacata, mas intensa programação durante aqueles dias em Los Angeles. No domingo fomos assistir a vitória tranquila do Los Angeles Galaxy, de David Beckham e Landon Donavon, sobre o Seattle Sounders, pela final da conferência oeste da liga de futebol dos EUA. (futebol do nosso, é claro, paixão entre brasileiros e franceses <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> )</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/25.jpg"><img alt="25" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/25-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turma toda reunida antes do jogo do LA Galaxy &#8211; Los Angeles, CA</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/24.jpg"><img alt="24" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/24-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A curiosa arquibancada gramada atrás de um dos gols do estádio Home Depot Center em Los Angeles, CA</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/23-panoramica.jpg"><img alt="23 panoramica" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/23-panoramica-1024x397.jpg" width="423" height="163" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista panorâmica do estádio lotado na partida entre LA Galaxy 3 X 0 Seattle Sounders &#8211; Los Angeles, CA</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E em outra ocasião fomos testemunhar o esporte em que os americanos são realmente bons: o basquete. O <i>Staples Center</i> foi o palco onde pudemos presenciar o espetáculo de Kobe Bryant nas quadras. Eleito por inúmeras vezes MVP (<i>most valuable player</i> – melhor jogador) da NBA (associação norte-americana de basquete) o jogador foi novamente eleito o melhor da partida, mas ainda sim não foi o suficiente para impedir a derrota por dois pontos do Los Angeles Lakers para o San Antonio Spurs – onde coincidentemente jogam o francês Tony Parker e o brasileiro Tiago Splitter. As francesas bem que gostaram da vitória de seu conterrâneo e principal jogador do Sant Antonio. Já nós&#8230;bem, o Tiago Spliter que nos perdoe, mas estávamos mesmo é torcendo pro show do Kobe.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/22.jpg"><img alt="22" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/22-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A estrela do Lakers, Kobe Bryant, prepara o arremesso de 2 pontos, sendo marcado pelo brasileiro Tiago Splitter</p>
</div>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/21.jpg"><img class="aligncenter" alt="21" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/21-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/20.jpg"><img alt="20" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/20-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Números finais da partida. Mesmo com a derrota é nítida a superioridade de Kobe Bryant (número 24) versus seus companheiros e rivais: 28 pontos, 8 assistências e nenhuma falta cometida!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Os dias em LA também tiveram uma “pegada” gastronômica! Fizemos um almoço ‘em português’ no super agradável Urth Caffe (em Santa Monica) e levamos o Renato e as francesas para comer na tradicional lanchonete californiana <i>In-n-Out</i>. Também fizemos um picnic, com futebol, sob o magnífico pôr do sol da praia de <i>Venice Beach</i>. O momento era especial, pois era a primeira vez que o Renato punha os pés no Pacífico! E terminamos a noite num bar ao ar livre, no topo de um hotel, ali mesmo em <i>Venice</i>. Deu tempo até para darmos uma volta com o Renatinho pelo <i>downtown</i> Los Angeles e por Hollywood antes que ele pegasse o voo dele de volta para Chicago. Afinal, ele não poderia ir embora de LA sem ver a calçada da fama e o famoso Dolby Theater, onde ocorre a premiação do Oscar. Faz parte, né!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/19.jpg"><img alt="19" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/19-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Lanche brasileiro no agradável caffe Urth em Santa Monica. Com Daniel, Alex (a amiga americana do Daniel que fala português tão bem que no início achávamos que era brasileira) Lara e o Renatinho</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/18.jpg"><img alt="18" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/18-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Futebolzinho no fim de tarde em Venice Beach &#8211; Los Angeles, Califórnia</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/17.jpg"><img alt="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/17-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes arma o chute no belíssimo pôr do sol</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/16.jpg"><img alt="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/16-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Renatinho assiste seu primeiro pôr-do-sol no Pacífico</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/14.jpg"><img alt="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/14-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gaivotas voam na frente das casas de frente pra praia em Venice Beach, Los Angeles &#8211; CA</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E no meio disso tudo, ainda reservamos um tempinho para resolvermos algumas pendências antes de seguirmos para terras Mexicanas! A primeira delas foi na Nissan, ali de Los Angeles, onde nossa Tanajura completava 30 mil km rodados e passaria por uma revisão completa. Isso mesmo, ‘passaria’. Acontece que logo após o êxtase inicial de verem uma Frontier brasileira por ali, e ainda mais toda equipada, os gerentes e mecânicos da Nissan perceberam que a Tana era à Diesel – diferente dos modelos americanos, à gasolina. E aí residia o problema. Entendemos que as diferenças de combustível acarretem diferenças técnicas de manutenção de cada veículo. Mas isso não justifica o carro sair da loja praticamente como entrou. Eles afirmarem não saber onde estaria o filtro de combustível (algo que depois mostramos onde estava) e ainda alegarem não ser capazes de alinhar e balancear as rodas, nos levava a crer que estávamos mais uma vez enfrentando um lado muito negativo da cultura americana. Afinal, o que aqueles itens tem a ver com o tipo de combustível usado no veículo!? Nada. Fato é que, ainda que pudéssemos desconfiar que as desculpas pudessem estar associados a alguma política da Nissan, nossas experiências pela terra do Tio Sam nos levavam a crer que não era isso. Pois aquela mesma postura seca, em cima do muro e inflexível era algo que nos incomodou em diversas situações em nossa passagem pelos EUA. Tão recente quanto esse caso havia sido a postura intransigente e autoritária do chefe da segurança pós-jogo do Lakers. Pedimos, justificamos, e propusemos diversas formas de ele deixar o Gabriel voltar ao seu assento onde havia ficado seu boné. Havíamos sido uns dos últimos a saírem do ginásio naquela noite e ainda na porta de saída foi que o Gabriel se deu conta que o boné havia ficado embaixo do seu assento. Em 2 minutos voltando ao assento o boné estaria recuperado. O segurança garantiu que a equipe de limpeza encontraria e levaria aos “achados-e-perdidos” (afinal, esse era o procedimento padrão) deixando-nos somente a alternativa de registrarmos lá os nossos contatos. As francesas ficaram inconformadas com tal postura. Nós estávamos acostumados. Já, o boné, nunca mais apareceu.</p>
<div style="width: 425px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/13.jpg"><img alt="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/13.jpg" width="415" height="311" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura numa paradinha pra revisão dos 30 mil km em Los Angeles, CA</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas esses episódios não melariam nossa super agradável passagem por Los Angeles. Aqueles eram nossos últimos dias nos EUA e em breve estaríamos de novo em terras latinas!</p>
<p style="text-align: justify;">Era então chegado nosso último dia depois de quase uma semana viajando juntos. Quando de repente as francesas propuserem que&#8230; hehehe&#8230; não, dessa vez era realmente o fim desse capítulo. E logo de manhã ela nos prepararam um super completo café da manhã à moda do país anfitrião daquele inusitado encontro franco-brasileiro. Era a forma perfeita de dizermos adeus e celebrarmos todos aqueles inspiradores momentos em que estivemos juntos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/11.jpg"><img alt="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/11-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O simpático café da manhã montado pelas francesas!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/10.jpg"><img alt="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/10-682x1024.jpg" width="423" height="635" /></a>
<p class="wp-caption-text">O café da manhã de despedida na casa do Daniel &#8211; Los Angeles, CA</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/9.jpg"><img alt="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/9-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">ChaCha e sua constante espontaneidade</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/8.jpg"><img alt="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/8-682x1024.jpg" width="423" height="635" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel e Suzy devorando o delicioso café da manhã</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Elas seguiram norte rumo à San Francisco e nós seguiríamos a sul, a caminho de San Diego para um ajuste final no guincho da Tanajura. E, apesar de nossos caminhos tomarem direções diferentes, os rumos que nossas vidas seguiriam ainda seriam os mesmos: a busca da realização de nossos sonhos!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/7.jpg"><img alt="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/7-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O simpático mecânico Venezuelano ajusta o guincho da Tanajura no caminho para San Diego, Califórnia</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao Daniel, Lara, Renato, Camille, ChaCha, Johanna e Suzy, nosso carinhoso agradecimento pelo prazer de suas companhias ao longo desses maravilhosos dias. E um até breve! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/6.jpg"><img alt="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/6-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Todos juntos na tradicional foto do pulo no pôr do sol de Venice Beach, Los Angeles &#8211; CA</p>
</div>
<p>Clique em <a title="Las Vegas" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632395098917/" target="_blank">Las Vegas </a>ou <a title="Los Angeles" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632399137234/" target="_blank">Los Angeles</a> para ver mais fotos de nossa segunda passagem por essas cidades.</p>
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		<title>O sonho começou</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2012 16:03:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pré Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[expedição 4x1]]></category>
		<category><![CDATA[Road Trip]]></category>
		<category><![CDATA[viagem de amigos]]></category>
		<category><![CDATA[viagem de carro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Dia 03 de Junho de 2012. Após um período de ansiedade quase que incontrolável, partimos! Finalmente! A Expedição 4&#215;1 ganhava vida no arranque da Tanajura &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/o-sonho-comecou/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 03 de Junho de 2012. Após um período de ansiedade quase que incontrolável, partimos! Finalmente! A Expedição 4&#215;1 ganhava vida no arranque da Tanajura em direção ao nosso primeiro destino. Todo o esforço para chegar até aqui foi traduzido em lágrimas de emoção ao ver que tudo estava realmente acontecendo.  Deixávamos no retrovisor amigos, familiares, nosso porto seguro, para partir em busca de algo que ainda não sabíamos exatamente o que era, mas almejávamos com afinco.</p>
<p>Se já era difícil contar os dias para data de partida, adiá-la era ainda mais. Tivemos que adiar nossa saída por quatro dias. Cada dia de atraso era um a menos de experiência e um a mais de muito trabalho e ansiedade.  Sempre que acreditávamos estar com tudo pronto, algum imprevisto surgia ou um detalhe novo aparecia. E mesmo após o atraso em relação ao nosso planejamento de saída (dia 30 de maio), não podemos dizer que estávamos completamente preparados. E quem está? As coisas nessa vida são tão imprevisíveis que seria uma mentira dizer que estávamos à prova de tudo. É bem verdade que nos precavemos bastante (talvez até demais!) para evitar qualquer tipo de surpresa desagradável no nosso caminho. Mas, sinceramente, nos perguntamos qual seria a graça da viagem se elas não acontecessem. Prontos ou não, domingo era o limite, não aguentávamos mais esperar. Qualquer coisa que, por ventura, tenha ficado para trás, teria que ser resolvida ao longo do trajeto.</p>
<p>O local de partida não poderia ser outro: nossa querida Universidade de São Paulo, onde nos tornamos amigos inseparáveis, nos formamos e ampliamos nossa visão de mundo. A USP foi por anos nossa casa e sempre serviu de inspiração para nossas ideias. Nada mais justo que partir simbolicamente de onde tudo começou.</p>
<p>Muitas lágrimas, muita emoção. A Expedição 4&#215;1 está finalmente na estrada! Felicidade é imensa! Ainda maior é a curiosidade sobre o que vamos conhecer nestes 70 mil km de aventura. Obrigado a todos pela força e nos vemos pela América!</p>
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		<title>O Início &#8211; Sejam Bem Vindos</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 22:35:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Pré Viagem]]></category>
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		<category><![CDATA[expedição 4x1]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>
		<category><![CDATA[viagem de carro]]></category>
		<category><![CDATA[viagem pelas Américas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>É com muita emoção que inciamos os posts no Blog da Expedição 4&#215;1. Aqui vocês vão encontrar um registro de todas as nossas histórias, dicas, &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/inicio/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É com muita emoção que inciamos os posts no Blog da <strong>Expedição 4&#215;1</strong>.</p>
<p>Aqui vocês vão encontrar um registro de todas as nossas histórias, dicas, sugestões e dos nossos aprendizados!</p>
<p>A Expedição 4&#215;1 ainda não começou mas já se tornou algo extremamente presente em nossas vidas. As atividades pré viagem são inúmeras e estão a todo vapor: temos falado com empresas, bancos, consulados, trilheiros experientes e diversos aventureiros. Além disso, estamos montando o roteiro, levantando orçamentos para adaptações do carro, tomando vacinas, matando saudades antecipadas das famílias&#8230;e por aí vai!</p>
<p>Enfim, é trabalho que não acaba mais! Fora a construção desse blog, que é um capítulo a parte ; )</p>
<p>Bom, esse é apenas o primeiro post, em breve postaremos muitas outras coisas e novidades!</p>
<p>Esperamos que tenham gostado do site!!</p>
<p><em>Expedição 4&#215;1</em></p>
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