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	<title>4x1 &#187; sítio arqueológico</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Civilização Milenar, Maior Árvore do Mundo e o Dia em que Comemos Gafanhoto!</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 15:05:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 17/12/2012 à 18/12/2012 Trajeto: Seguimos quase sempre pela México 160 desde Cidade do México até Oaxaca. Saímos da cidade do México e &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/oaxaca/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 17/12/2012 à 18/12/2012</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Cidade do México, D.F. &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 460 km (Santa Maria del Tule e o Monte Albán ficam a menos de 15 km do centro de Oaxaca)</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas. Em um camping abandonado pouco afastado do centro de Oaxaca, chamado Violetas Trailer Park.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> Além de ser uma cidade de culinária e costumes bem tradicionais, Oaxaca também fica bem próxima à cidade arqueológica de Monte Albán e do enorme Árbol del Tule (árvore de Tule).</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Oaxaca, Oaxaca &#8211; México<b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> 8 horas (incluindo paradas para café da manhã e almoço).</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Oaxaca concentra diversos pratos e codimentos muito tradicionais: experimentamos a Tlayuda, o sanduiche Oaxaquense e os ‘<i>chapulines</i>’ = gafanhotos!</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O camping de Oaxaca! Estava abandonado e o preço não era barato pela precária estrutura. Também o chocolate oaxaquense, tão famoso, não nos pareceu tão bom quanto a fama que tinha.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Seguimos quase sempre pela México 160 desde Cidade do México até Oaxaca.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><i>Saímos da cidade do México e seguimos a sudeste pela Serra Madre mexicana onde alcançamos o estado de Oaxaca. Situada no meio dos vales centrais daquele estado, e levando seu mesmo nome, encontra-se a cidade de Oaxaca de Juárez (ou simplesmente conhecida como Oaxaca). Apesar da muito bem preservada estrutura arquitetônica que remonta ao período de dominação espanhola, Oaxaca conserva muitas tradições, costumes e, em especial, uma culinária muito peculiar, resquícios de sua forte herança das civilizações pré-colombianas que ocuparam a região por mais de 2.000 anos.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1-Chegada-Oaxaca.jpg"><img alt="1 Chegada Oaxaca" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1-Chegada-Oaxaca-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As montanhas da Sierra Madre Mexicana nos acompanhavam boa parte do caminho até o estado de Oaxaca.</p>
</div>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Já era quase final de tarde quando chegávamos ao centro de Oaxaca. Caminhamos por suas ruas históricas e apreciamos o final de tarde sentados nos banquinhos da Plaza Alameda de León, anexa à Plaza de la Constiuición, ou Zócalo. O Zócalo é a praça central de Oaxaca e ali, e na Alameda de León, é o ponto de encontro dos oaxaquenhos, ficando cheia mesmo durante os dias de semana: pais e filhos, estudantes que acabaram de sair do colégio, idosos, comerciantes ambulantes&#8230; Inclusive um deputado federal (pouco malandro) aproveitou o clima tranquilo e familiar de final de ano, para promover sua imagem através da distribuição de pipocas gratuitas (independente de onde veio o dinheiro para bancar as pipocas, o ato é, no minimo, estranho). Mas a fila para as pipocas, é claro, era enorme! E embora as praça não mantenham quase nada de seu estilo colonial (quando ainda não tinha pavimentos ou calçadas) ela foi muito bem remodelada e na Alameda de León encontra-se a majestosa Catedral de Oaxaca – a catedral de Nuestra Señora de la Asunción. A igreja que se encontra lá atualmente teve sua construção iniciada em 1702 após ser destruída em duas ocasiões anteriores por dois terremotos. A igreja tem um dos interiores mais bonitos entre todas as igrejas católicas que visitamos! Com um interior em um belíssimo estilo neoclássico, o que mais impressiona é o altar com a imagem de nossa senhora de Assunção em bronze, encomendada na Itália.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/2-Praça-Oaxaca-1.jpg"><img alt="2 Praça Oaxaca 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/2-Praça-Oaxaca-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Reparem na enorme fila em pleno dia de semana para pegar as gratuitas pipocas do malandro Deputado Federal, no Zócalo (praça central) de Oaxaca.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/3-Praça-Oaxaca-2.jpg"><img alt="3 Praça Oaxaca 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/3-Praça-Oaxaca-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A bela fachada da Catedral de Nuestra Señora de la Asunción, próximo ao Zócalo de Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/4-Praça-Oaxaca-3.jpg"><img alt="4 Praça Oaxaca 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/4-Praça-Oaxaca-3-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O belíssimo interior da Catedral Oaxaquenha!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Naquela noite ainda iríamos ter nosso primeiro contato com a culinária Oaxaquenha. Depois de consultar nosso livro-guia (o Ralf) e observar o movimento dos restaurantes, decidimos entrar no restaurante La Terraza para comera a famosa Tlayuda! A Tlayuda em si é uma tortilha bem grande, um pouco mais maciça (sem chegar a ser crocante) e mais saborosa do que as tradicionais. Ela vem recheada com feijões pretos, alface, guacamole, linguiça de porco, molho típico a base de pimentão verde ou vermelho e um generoso bife!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/5-Oaxaca-Culinária-1.jpg"><img alt="5 Oaxaca Culinária 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/5-Oaxaca-Culinária-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">André, Gabriel, Leonardo e Bruno comem a Tlayuda, no restaurante La Terraza. O Gustavo comeu um Tamal &#8211; prato a base de milho que vem embrulhado em uma folha de bananeira (em Oaxaca, Oaxaca &#8211; México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O dia seguinte foi o ponto alto da nossa passagem por Oaxaca! Intenso e cultural, conseguimos visitar a gigantesca e milenar árvore de Tule, a imponente ruína de Monte Albán e deliciar algumas das tradicionais iguarias oaxaquenhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo pela manhã partimos para um passeio pelo charmoso centrinho de Santa Maria del Tule, onde fica localizada a Árbol del Tule (árvore de Tule). Conhecida como Ahuehuete em Nahuátl (a língua predominante no império Asteca que acabou dando nome para diversas coisas no México), a árvore de 2.000 anos é considerada uma das maiores árvores do mundo!!! Mas embora muitos turistas imaginem ver uma árvore alta (como, por exemplo, as Sequóias da América do Norte) no caso da árvore de Tule, não é sua altura de 42m que impressiona. O título que ela recebe, na verdade, consiste grandemente devido a seu volume total. Afinal, seu vultuoso tronco possui 14m de diâmetro e 58m de circunferência (o que corresponderia a pouco mais de 30 pessoas abraçando a árvore!).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/11-Tule-1.jpg"><img alt="11 Tule 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/11-Tule-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Reparem no tamanho e no volume da árvore se comparado à igreja e à sede da prefeitura ao lado da árvore. Santa Maria del Tule, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/12-Tule-2.jpg"><img alt="12 Tule 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/12-Tule-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O imenso tronco del Árbol del Tule &#8211; uma das maiores árvores do mundo! (em Santa Maria del Tule, Oaxaca &#8211; México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá para o sítio arqueológico de Monte Albán, a antiga capital dos Zapotecas. Centro sócio político e econômico dos Zapotecas por mais de 1.000 anos! Os Zapatecas não eram bobos, construíram sua mais importante cidade a a 1,940 m de altitude e  400 metros acima do vale central de Oaxaca! Possuíam, dessa forma, uma incrível e privilegiada vista de todo o vale o que lhes conferia uma grande vantagem defensiva!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/14-Monte-Álban-1-Panorâmica.jpg"><img alt="14 Monte Álban 1 Panorâmica" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/14-Monte-Álban-1-Panorâmica-1024x360.jpg" width="423" height="148" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto Panorâmica do sítio arqueológico de Monte Albán &#8211; Oaxaca, México</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/18-Monte-Álban-5-Vista.jpg"><img alt="18 Monte Álban 5 Vista" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/18-Monte-Álban-5-Vista-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A vista privilegiada dos Zapotecas, de cima do Monte Albán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com o clima bastante seco (principalmente nos meses de inverno – de Nov. a Mar.) e muito calor durante o dia, o sítio é amplo, plano (foi aplanado pelos próprios Zapotecas) e impressiona pelo incrível nível de conservação das diversas construções dessa cidade que chegou a ter 35.000 habitantes e teve seu auge entre 500 a.C. e 800 d.C.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/15-Monte-Álban-2-Exp-4x1.jpg"><img alt="15 Monte Álban 2 Exp 4x1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/15-Monte-Álban-2-Exp-4x1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Expedição no clima quente e seco do magnífico sítio arqueológico de Monte Albán!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/16-Monte-Álban-3-Vista.jpg"><img alt="16 Monte Álban 3 Vista" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/16-Monte-Álban-3-Vista-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A praça principal e os prédios ao redor. Reparem no piso aplanado da antiga capital Zapoteca!</p>
</div>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0528.jpg"><img class="aligncenter" alt="IMG_0528" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0528-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O sítio possui uma praça principal de onde partem dois corredores: um para norte e outro para sul. Ao redor ficam dispostos diversas edificações onde, provavelmente, ficavam a elite Zapoteca, prédios cerimoniais e sagrados. Mas o que mais nos chamou a atenção foi o enorme campo de <i>Juego de pelota</i> (jogo de bola), um dos esportes mais tradicionais jogado em diversas civilizações mesoamericanas desde 1400 a.C. As regras exatas dos ‘<i>juegos de pelota’ </i>são desconhecidas mas, em geral, o objetivo era manter a bola em jogo. Em suas versões mais clássicas, os jogadores deveriam acertar a bola utilizando os quadris, ombros, joelhos ou cotovelos e o mais interessante é que muitos desses jogos tinham significância de rituais. O que isso quer dizer? Os derrotados poderiam ser mortos em oferendas aos deuses! (Agora, imaginem se nosso futebol fosse assim, hein?! Hahahaha)</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/17-Monte-Álban-4-Juego-de-pelota.jpg"><img alt="17 Monte Álban 4 Juego de pelota" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/17-Monte-Álban-4-Juego-de-pelota-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O estádio de Juego de Pelota no Monte Albán, um dos maiores de toda Mesomérica! Gabriel representa um espectador e as paredes inclinadas nas laterais do campo (embora pareçam arquibancadas), serviam para ajudar a manter a bola em jogo!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Diversos indícios como figuras esculpidas nos prédios, algumas peças de cerâmica entre outras decorações arquitetônicas, revelam que o sítio provavelmente sofreu influências do contato entre seus habitantes e as civilizações Olmecas e de Teotihuacan. Muitos dos vestígios foram retirados do sítio e colocados em um museu anexo, onde podem ser encontrados maiores detalhes da vida Zapoteca, das escavações e dos estudos feitos no local ao longo dos últimos anos. Uma curiosidade sobre o sítio é que acredita-se que somente 20% de sua área foi até agora escavada! Realmente incrível!</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/19-Monte-Álban-6.jpg"><img alt="19 Monte Álban 6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/19-Monte-Álban-6-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A figura de um homem supostamente em alguma dança ou ritual &#8211; em Monte Albán, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Monte-Álban-6-Museu.jpg"><img alt="Monte Álban 6 Museu" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Monte-Álban-6-Museu-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Peças de figuras em rituais, feita pelos Zapotecas e encontradas no sítio de Monte Albán, colocadas no museu anexo ao sítio.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá famintos depois de tanto andar e nossa última parada em Oaxaca seria no tradicional Mercado Mercado Benito Juarez, onde comemos o delicioso sanduíche oaxaquenho e experimentamos os tradicionais <em>chapulines</em>! O nome <em>chapuline </em>não é de soar muito estranho para muitos brasileiros, não é mesmo? Alguém conhece lembrar de onde? Pra quem lembrou, é isso mesmo: o personagem mexicano da TV que passava no SBT na década de 90: o Chapolin Colorado! <em>Chapulines</em> são uma espécie de gafanhoto avermelhado e nós nunca havíamos reparado que aquelas anteninhas e aquela caudas alongadas do heroi Chapolin era na verdade para representar que ele era um gafanhoto! hahahaha&#8230; Os <em>chapulines </em>em Oaxaca são fritos e temperados com sal e limão. O gosto é parecido com uma casquinha de camarão fritinha (mas sem a deliciosa carne de camarão dentro, é claro! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> ) e o sal e o limão dão um saborzinho extra. Quem aí iria arriscar?! Bom, o mercado também possui diversas roupas e artigos característicos da região. Saímos dali e seguimos para o Mercado 20 de Noviembre, conhecido como Mercado de la Comida, para apreciar o tão comentado chocolate oaxaquenho. Mas na verdade não gostamos tanto quanto as outras iguarias.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/6-Oaxaca-Culinária-2.jpg"><img alt="6 Oaxaca Culinária 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/6-Oaxaca-Culinária-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sucos acompanham o saboroso sanduíche Oaxaquenho no Mercado Benito Juarez &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/7-Oaxaca-Culinária-3.jpg"><img alt="7 Oaxaca Culinária 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/7-Oaxaca-Culinária-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os pequenos chapulines nas mãos de Bruno, André e Gustavo &#8211; no mercado Benito Juarez &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/8-Oaxaca-Culinária-4.jpg"><img alt="8 Oaxaca Culinária 4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/8-Oaxaca-Culinária-4-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel prestes a devorar mais um Chapuline! (em Oaxaca, Oaxaca &#8211; México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/105-Oaxaca-Tradição.jpg"><img alt="10,5 Oaxaca Tradição" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/105-Oaxaca-Tradição-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Roupas típicas Oaxaquenhas no mercado Benito Juarez &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/10-Oaxaca-Culinária-6.jpg"><img alt="10 Oaxaca Culinária 6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/10-Oaxaca-Culinária-6-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O tradicional molho Mexicano conhecido como &#8216;Mole&#8217; (à base de inúmeras pimentas e pimentões diferentes) expostos no mercado 20 de Noviembre &#8211; Oaxaca, Oaxaca &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Devido a proximidade de Oaxaca ao sítio arqueológico de Monte Albán, e à cidade de Santa Maria del Tule, em apenas dois dias conseguimos explorar a região e “degustar” algumas de suas tradições. Infelizmente nosso prazo é curto e necessitávamos seguir a sudeste do país. Tradições, histórias, culinária, sítios arqueológicos&#8230; toda uma riqueza cultural de outros povos pré-colombianos que ainda se mantém vivos por terras mexicanas nos esperavam. Precisávamos partir e as próximas paradas seriam nada mais, nada menos, do que o independente estado de Chiapas a mística península do Yucatán! Até breve!</p>
<div id="attachment_3925" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0603.jpg"><img class="size-large wp-image-3925" alt="IMG_0603" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_0603-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes e Bruno saindo do Sítio de Monte Albán&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Para conferir mais fotos dessa experiência, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633139818963/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mistérios do deserto El Vizcaíno</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jan 2013 17:50:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 21/11/2012 à 22/11/2012 Trajeto: Seguimos sempre pela Carretera Federal 1 (México 1) sempre nos guiando pelas placas e orientações de locais. Para &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/sierra-de-san-francisco/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 21/11/2012 à 22/11/2012</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Bahía de Los Angeles, Baja Califórnia (BC) &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 300km.</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas dentro do único hotel ali da Serra.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> Poder presenciar mais um parque arqueológico da origem do homem americano em meio a tão vasto deserto, cultivado por um povo humilde e trabalhador.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Sierra de San Franisco, Baja Califórnia Sul (BCS) &#8211; México</p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Aproximadamente 5 horas com paradas, inclusive em San Ignacio.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Foi nossa primeira experiência comendo feijão no café da manhã! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Infelizmente notamos um certo descaso do governo com a atual situação do parque. Faltam alguns caprichos. Necessitariam também melhorias para conservação da entrada, das placas explicativas, incremento nos textos explicativos e um renovo no próprio tour que é oferecido.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto:</b> Seguimos sempre pela Carretera Federal 1 (México 1) sempre nos guiando pelas placas e orientações de locais. Para chegar à Serra pedimos orientação em San Ignácio, onde fica o INAH (Instituto Nacional de Antropología e Historia).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><i>Cercada por dois mares que recortam a península em incontáveis praias e baías, a Baja Califórnia, espantosamente, também abriga em seu estreito interior um deserto seco e de condições extremas. Com baixa pluviosidade e ventos muito fortes, o deserto El Vizcaíno hospeda um abundante número de espécies animais e vegetais que se adaptaram a essas condições e renderam-lhe o título de Reserva da Biosfera pela Unesco. Mas não é só isso! O deserto El Vizcaíno esconde, em seu interior, mistérios da vida humana datados de mais de 3.000 anos!!</i></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Saíamos da bahía de los Angeles após o café da manhã. Íamos atrás de melhores informações sobre a Sierra de San Francisco e das famosas pinturas rupestres escondidas dentro de suas covas. Foram centenas de quilômetros percorridos a sul e entrávamos em nosso segundo estado mexicano – a Baja Califórnia Sur – quando fomos recebidos por uma imensa vegetação seca, solo pedregoso e cactáceo e o trecho mais acidentado da Baja, cercado por altas serras e montanhas.</p>
<div id="attachment_3399" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6717.jpg"><img class="size-large wp-image-3399" alt="IMG_6717" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6717-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O terreno seco e cactáceo do deserto El Vizcaíno, Baja Califórnia Sul &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6697.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3395" alt="IMG_6697" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6697-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira parada era no município de San Ignacio para colhermos mais informações de como fazer a visita ao sítio arqueológico da Sierra de San Francisco. Nossas pesquisas, principalmente do <a title="Blog do 1000 dias" href="http://www.1000dias.com" target="_blank">blog do 1000 dias pelas Américas</a>, nos apontavam que necessitávamos de uma permissão antecipada para visitar as <i>“cuevas” </i>onde estavam as pinturas. Era pouco antes das 16h quando paramos no INAH (Instituto Nacional de Antropología e Historia) para tirarmos nossas dúvidas e comprarmos os ingressos do passeio à um dos mais conhecidos sítios da região: a <i>Cueva del Ratón</i>. Embora esta seja a mais tradicional visita, o INAH nos mostrou que existem outras visitas que podem ser feitas para se ver as pinturas rupestres, alguns destes, até com duração de 3 dias, inclui montagem em uma mula que leva o visitante para dentro da serra num longo trecho de descida e depois acampa-se ali mesmo na natureza do local. Realmente parecia muito interessante! Mas devido a nossa restrição orçamentária e nosso longo roteiro que ainda tínhamos definido pela Baja, optamos somente pela simples visita à <i>Cueva del Ratón</i>.</p>
<div style="width: 348px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6536.jpg"><img alt="IMG_6536" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6536-682x1024.jpg" width="338" height="508" /></a>
<p class="wp-caption-text">A estrada que corta para a Sierra de San Francisco, Baja Califórnia Sul &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Voltamos alguns quilômetros ao norte pela estrada México 1 e entrávamos na estrada asfaltada que leva para dentro das serras do deserto El Vizcaíno. Aquele caminho que conduz pela vastidão plana do solo ressecado e cactáceo, segue em direção ao imponente paredão no qual está situado a <i>Sierra</i> <i>de San Francisco</i>.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6545.jpg"><img alt="IMG_6545" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6545-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rumo a Sierra de San Francisco!! Baja Califórnia Sul &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Percorremos o trecho final de poucos quilômetros muito acidentados e chegávamos no rústico, e único, hotel ali da Sierra. Impecavelmente limpo e muito bem arrumado, o hotel é hoje principalmente mantido pela dona Yandira, quem nos recebeu. Mas devido a nossa constante busca por menores custos decidimos dormir na barraca e somente apreciar a comida feita pela própria Yandira ali na cozinha do pequeno hotel. A temperatura cai bastante durante a noite, mas nada comparado às noites frias do Alasca! Hahaha <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> Fomos dormir cedo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6606.jpg"><img alt="IMG_6606" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6606-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Tanajura aprecia a belíssima vista do alto da Sierra de San Francisco!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6589.jpg"><img alt="IMG_6589" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6589-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Início do trecho final: estrada de chão e esburacada (Sierra de San Francisco, Baja Califórnia Sul &#8211; México)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6704.jpg"><img alt="IMG_6704" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6704-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O rústico e impecável hotel no Rancho San Francisco</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6642.jpg"><img alt="IMG_6642" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6642-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Acordando no friozinho matinal da Sierra de San Francisco</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte por volta das 9h conheceríamos o senhor Jose que seria nosso guia na visita à  <i>cueva del Ratón</i>. A cova recebe este nome devido a uma de suas principais pinturas provavelmente de um veado, no qual os antigos habitantes pensavam ser um grande rato, que lhe renderam a alcunha de ‘ratón’. As pinturas datadas ali foram provavelmente feitas pelos povos Cochimi, provenientes da América do Norte, e são de muito excelente qualidade para os padrões internacionais. Estão datadas entre 1100 e 1300 a.c. e foram encontradas no século XVIII por um jesuíta missionário de nome Francisco Javier, em sua passagem pela região em busca da colonização dos povos dali primitivos. Mistérios e crenças dão um ar de fábula a alguma das pinturas: crenças tradicionais dizem que os desenhos foram feitas por homens gigantes, uma vez que algumas das pessoas representadas tem mais de 2m! Elas também apontam um conteúdo místico-religioso com homens que parecem feiticeiros. Mas a maioria das pinturas apontam cenas de caça e diversos animais da região. Devido a escassez de mais informações no local e a termos restringido nossa visita a somente aquela <i>cueva, </i>em menos de 1 hora já estávamos de volta ao hotel.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6692.jpg"><img alt="IMG_6692" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6692-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O senhor que nos conduziu à Cueva del Ratón</p>
</div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6653.jpg"><img class="aligncenter" alt="IMG_6653" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6653-682x1024.jpg" width="338" height="508" /></a></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6658.jpg"><img alt="IMG_6658" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6658-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O veado (ou ratón &#8211; como creram os primeiros descobridores das pinturas) que deu origem ao nome da Cueva!</p>
</div>
<div style="width: 348px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6674.jpg"><img alt="IMG_6674" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6674-682x1024.jpg" width="338" height="508" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os homens &#8220;gigantes&#8221;</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6677.jpg"><img alt="IMG_6677" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6677-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Típica cena de caça na Cueva del Ratón</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6681.jpg"><img alt="IMG_6681" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6681-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Lendo uma das poucas placas informativas que há no local</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O hotel e a própria <i>cueva del Ratón</i> ficam nos arredores do pequeno povoado do Rancho de San Francisco. Cerca de 100 pessoas vivem por ali e, segundo nos informaram, há ainda outros ranchos menores ali na serra. Alguns de seus moradores trabalham como guias, enquanto outros se dedicam para atividades de subsistência da região. Por volta das 7h30, uma curta caminhada de 5 minutos (ainda antes da visita à <i>Cueva del Ratón</i>) desde a rústica hospedagem até o centrinho do rancho, nos permitiu apreciar mais de perto a rotina daqueles habitantes.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6708.jpg"><img alt="IMG_6708" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6708-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A entrada no Rancho San Francisco</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Uma humilde e colorida igrejinha dá as boas-vindas. Casinhas humildes estão espalhadas ao redor do único colégio ali do povoado. Naquela hora da manhã, há quem esteja regando as coloridas flores de seu pequeno jardim e há quem esteja varrendo a entrada da casa. Pai e filho tocam as cabras pra dentro do cercado enquanto meninos e meninas brincam de bola no pátio do colégio. Nitidamente éramos estranho àquela realidade, mas mesmo assim todos nos saudavam com um sorriso e um ‘<i>buenos dias’</i>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas estranho mesmo foi ver, no regresso daquele curto passeio, uma daquelas cabras muito assustada amarrada no tronco de uma árvore. E quando voltamos da cueva del Ratón, horas depois, só encontrava-se ali a corda que a amarrava, algumas de suas vísceras e o sangue derramado que deixava um rastro até a cozinha da hospedagem. Nosso espanto há algo tão trivial para realidade deles, nos revela o quanto realmente somos garotos urbanos!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6710.jpg"><img alt="IMG_6710" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6710-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Criança corre ao redor do hotel no Rancho San Francisco</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Era mais uma experiência que cumpria seu papel em nossa contínua transformação. <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6559.jpg"><img alt="IMG_6559" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6559-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As inúmeras cabras do rancho vão abrindo o caminho pra Tanajura na saída da Sierra de San Francisco (Baja Califórnia Sul, México)</p>
</div>
<p>Clique <a title="Sierra de San Francisco" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632425864987/" target="_blank">aqui</a> para ver mais fotos da Sierra de San Francisco!</p>
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