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	<title>4x1 &#187; salmão</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Haines – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 21:55:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Haines – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas Ficha 4×1 Data: 04/10/2012 à 07/10/2012 Saímos de: Denali National Park, AK Destino: &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/haines/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Haines – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4×1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>04/10/2012 à 07/10/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Denali National Park, AK</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino:</strong> Haines Borough, AK com parada em Anchorage, AK por 2 noites.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância:</strong> 239 milhas do Denali até Anchorage e 756 milhas de Anchorage até Haines (com uma parada para dormir em Tok).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>Denali – Anchorage: 6:30 horas, incluindo parada para almoço.     Anchorage – Haines: 16:30 horas, divididos em 2 trechos: 1) Anchorage &#8211; Tok: 4:30 horas na estrada; 2) Tok &#8211; Haines: 12 horas, incluindo paradas para almoço e combustível.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> O primeiro trecho foi feito na AK-3 S/George Park Highway, enquanto o segundo trecho foi dividido em diversas estradas, com cenários belíssimos (AK-1 N; Ak-2 E na qual entramos no Candá; Alaska Hayway novamente; e Haines Hayway, que nos leva de volta para os Estados Unidos).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Em Anchorage foram duas noites no hotel Extended Stay, para atualizar pendências. Já no caminho para Haines, na cidade de Tok, dormimos na nossa barraca, no estacionamento de um hotel de beira de estrada, enquanto que em Haines, ficamos as três noites na nossa barraca no camping Camper Park já que a temperatura estava mais sob controle.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente: </strong>Overdose de comida tailandesa. Ainda na Estrada, chegando em Tok, tivemos a primeira refeição tailandesa num trailer de um simpático casal. Se algum dia alguém passer por lá, encontrará um adesivo da expedição 4&#215;1. Já em Haines, almoçamos por 3 vezes no Chilkat Bakery Restaurant, um delicioso restaurante com comida tailandesa, ótimo serviço e melhor custo-benefício de Haines.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio: A convivência entre o homem e o urso. </strong>A pesca no rio Chilkat é uma atividade que é compartilhada, onde homens e ursos são vistos praticamente lado a lado. Além disso, assitimos um divertido musical (que já foi apresentado na Broadway), com atores e produção local!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho: </strong>Nada muito relevante. Sentimos falta de um museu que contasse um pouco da história local, e de mais opções para comer.</p>
<p style="text-align: justify;">HAINES – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Muitas vezes, entitulamos os ursos como feras indomáveis, sempre colocando neles a responsabilidade por algum ataque, quando na verdade muitas vezes somos nós, homens, que não respeitamos o espaço e habitat deles. Em Haines, concluímos que a convivência em harmonia entre homens e ursos é possível, é apenas uma questão de limites. Diferente de tudo o que lemos e escutamos, lá os homens e o ursos dividem o mesmo espaço em busca do mesmo alimento.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Depois da rica e intensa experiência de vida Selvagem no Denali, e antes de chegarmos em Haines, passamos por Anchorage, maior cidade do estado do Alasca, com aproximadamente 300.000 mil habitantes, ou seja amais de 40% de toda população do estado, também conhecido como “A Última Fronteira”. Seu desenvolvimento se deu principalmente em função do setor aéreo, já que possui o terceiro mais movimentado aeroporto de cargas do mundo. Além disso, os Estados Unidos mantém duas importantes bases militares em Anchorage desde a Guerra fria, em função da localização geográfica próxima à antiga União Soviética. Nossa passagem por lá durou 2 dias, e foi bastante útil para colocar pendências em dia como atualização do site, lavagem de roupa e revisão de 20.000km da Tanajura. Como eles não fabricam a Frontier a diesel no EUA, eles não tinham o filtro de óleo correto, então foi a hora de entrar em ação nosso estoque de peças reservas que havíamos comprado no Brasil para situações como essa.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/revisão-2.jpg"><img class="aligncenter" title="revisão (2)" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/revisão-2-1024x764.jpg" alt="" width="423" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pendências deixadas para trás, seguimos rumo a Haines, uma cidadezinha de 2.500 habitantes que possui uma história rica e uma diversidade natural, localizada em uma area que é um importante pólo turístico da região, conhecida como inside passage, uma belíssima rota marítima que terá uma descrição detalhada no próximo post. O nome da cidade surgiu depois de uma missão e uma escola encomendada por um Chilkat (grupo que ocupava a região nos tempos mais remotos), como forma de homenagear a presidente do comite que levantou os fundos para a construção da obra, em 1884. Mas a região sofreu uma mudança mais relevante durante os anos de 1898 e 1899, em função da corrida do ouro <em>(golden rush)</em>. A principal estrada até aquele momento chamada Dalton’s trail permitia que o ouro e suprimentos fossem escoados para a região de Yukon, o que aumentou sua importância na região. Porém, depois da construção da estrada de ferro White Pass e Yukon, que permitia o acesso a diversas outra cidades da região, a competição aumentou e a economia passou por um ligeiro declínio. Atualmente, o turismo é o principal atrativo da cidade. Além de possuir uma das maiores populações de águias do mundo (bald eagles &#8211; aquela águia que é o símbolo dos EUA), a pesca também atrai inúmeros visitantes da região. Além disso, a cidade no verão é também muito procurada pelas atividades ao ar livre, como rafting e trilhas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1592.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2494" title="IMG_1592" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1592-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1661.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1661" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1661-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1378.jpg"><img title="IMG_1378" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1378-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em Haines já bem tarde, numa quinta-feira, por volta das 23:00 horas, cansados , mortos de fome e sem um lugar para dormir. Tratamos logo de alimentar a lombriga, comendo uma pizza num pub, onde colhemos informações sobre os campings da cidade. Procuramos por quase uma hora, sem sucesso, até que resolvemos perguntar para um policial que já devia estar desconfiado de algo, de tantas vezes que passamos na deserta rua da delegacia. Seguimos o carro dele até chegarmos num camping que não permitia acesso a carros. Assim, ele nos levou ao camping Camper Park, onde ficamos por três dias, bem protegidos da friagem e com banheiro um pouco precário.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1585.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1585" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1585-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A cidade estava “cheia” pois na segunda-feira, dia 7/Out seria o feriado de ação de graças dos vizinhos canadenses. Em todo lugar que íamos, saudações de boas vindas eram dadas aos irmãos de fronteira. A primeira coisa que fizemos no dia seguinte foi ir ao visitor center, onde fomos super bem recebidos por uma simpática senhora americana que nos deu dicas interessantes de atividades na cidade. Saímos de lá ansiosos pelo principal atrativo da cidade, o rio Chilkat, que já havia sido indicado por outros amigos expedicionários. Nesse rio, inúmeros pescadores, tanto locais quanto turistas, vão em busca de alimento e lazer. Quando nos aproximamos do rio conseguimos entender o porque da sua popularidade. O cheiro de peixe podia ser sentido de dentro do carro com os vidros fechados tamanha a quantidade de salmões atravessando o rio. Como já falamos no post de Seattle, os salmões sobem de volta para o rio para desovar e morrer, depois de ter passado a maior parte de sua vida no mar. Para pescar, as pessoas vestiam roupas especiais para suportar a água gelada, já que a pesca por lá é tradicionalmente feita de dentro d’água, muitas vezes através da modalidade <em>“fly-fishing”</em>.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1367.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1367" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1367-682x1024.jpg" alt="" width="269" height="406" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Além dos pescadores tradicionais, diversas aves como a águia americana (American Bald Eagle) e gaivotas, enfeitavam a vista para o rio. Mas todo aquele amontoado de carros e turistas estavam ali para ver um terceiro tipo de pescador, “o amigo Urso”, muito mais acostumado com a água fria da região. Eles atravessavam o rio com sorriso na cara, sem se importar com a temperatura, em busca do melhor ponto para capturar suas presas. Ficavam próximos a pedras, usando seus dentes afiados para separar a pele, que curiosamente é a parte que eles mais gostam. Numa outra determinada situção, dirigíamos bem devagar (algo em trono de 20km/h) observando a paisagem, respirando o ar livre com as janelas abertas quando, para nossa surpresa um urso grizzly apareceu na nossa janela, a 2 metros de distância. Não era dos maiores, mas foi o perto que já vimos, sem contar o fator surpresa. Ficamos completamente sem reação, que nem conseguimos tirar fotografia dessa cena. Mas oportunidades não faltaram. Vimos também um urso a 3 metros de distância do carro, farejando e se esfregando numa placa de metal, completamente hipinotizado, o que nos fez pensar que algum pescador pudesse ter limpado salmão por ali. Na verdade, ficar ali da ponte olhando essa enorme fera de olhar dócil, tão dócil que dá vontade de passar a mão, dividindo o espaço com o homem foi uma sensação realmente incrível. Muitas vezes, entitulamos os ursos como feras indomáveis, sempre colocando neles a responsabilidade por algum ataque, quando na verdade muitas vezes somos nós, homens, que não respeitamos o espaço e habitat deles. Em Haines, concluímos que a convivência em harmonia entre homens e ursos é possível, é apenas uma questão de limites. Diferente de tudo o que lemos e escutamos, lá os homens e o ursos dividem o mesmo espaço em busca do mesmo alimento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1419.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2486" title="IMG_1419" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1419-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1396.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2485" title="IMG_1396" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1396-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Durante nossa parada no centro de visitantes, fomos informados que haveria na cidade um evento especial naquele fim de semana. Uma peça de teatro chamada Oklahoma, um musical que um dia for a encenado na Broadway, mas com produção e atores locais. Fomos comprar os ingressos durante a tarde numa livraria, onde descobrimos que a filha da dona da livraria, que estava na loja seria uma das atrizes da peça. Quando eram 19:15, estávamos na porta do teatro, 15 minutos antes de começar a peça. As cadeiras eram espaçosas, tamanho padrão dos americanos e a visão do palco era boa de qualquer lugar do pequeno anfiteatro. Chegamos lá, sem nenhuma pretenção para as três horas de espetáculo que teríamos pela frente. Quando começou a peça, logo se percebia que ninguém era professional ali. Mas o amadorismo trouxe uma graça diferente das piadas prontas, era uma piada natural, onde o ator sorria junto com a platéia. Uma senhora de mais idade, junto com o casal secundário, fizeram da simples peça uma grande surpresa boa. Aos poucos as gargalhadas foram surgindo e contagiando a todos os presentes.  Comparações aparte, o figurino, os cenários e a produção como um todo eram ótimos, dado o porte da cidade. Talvez por uma questão de expectativas ou realmente pela qualidade da peça, o fato é que saímos de lá descontraídos e satisfeitos com o investimento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1615.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1615" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1615-682x1024.jpg" alt="" width="207" height="312" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1474.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1474" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1474-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1458.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1458" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1458-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1439.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2488" title="IMG_1439" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1439-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1436.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2487" title="IMG_1436" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1436-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Além das atrações ao ar livre, Haines possui um museu/oficina onde enormes totens esculpidos em madeira são confeccionados a mão. É uma tentativa de reproduzir a arte indígena, já que a grande maioria das obras originais foi sendo degradada com o tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1299.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1299" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1299-682x1024.jpg" alt="" width="269" height="406" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1309.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2480" title="IMG_1309" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1309-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na noite de sábado, fomos novamente ao mesmo pub que havíamos comido a pizza, logo no primeiro dia. Dessa vez o ambiente estava muito mais cheio e animado. Como brasileiros, amantes de futebol, grudamos na mesa de totó (ou pebolim) quase a noite toda, na qual gargalhadas e gritos foram embalados pela cerveja alaskiana. Como era nossa última noite no Alasca, resolvemos sair em grande estilo. Pedimos uma música e cantamos e dançamos na pista do videokê do pub. Logo que vieram os primeiros versos, outras pessoas se juntaram a nós na pista embalados pelo hit <em>Twist and shout.</em></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/foto.jpg"><img class="aligncenter" title="foto" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/foto-1024x764.jpg" alt="" width="423" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pouco antes de embarcarmos no ferry para Prince Huppert, ainda tivemos tempo de pegar uma estrada de 18km que nos levou a uma vista do Davidson Glacier, mais uma experiência agra1dável nesse formidável lugarejo.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1638.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1638" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1638-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p>Para mais fotos da nossa passagem por Haines, <strong><a title="Galeria de Fotos - Haines" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157631903281203/" target="_blank">clique aqui!</a></strong></p>
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		<title>Um lugar chamado Alasca</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 15:58:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 25/09/2012 Local: Fairbanks, AK (introdução ao Alasca) Onde dormimos: Acampamos no estacionamento do supermercado Safeway em North Pole, ao lado de Fairbanks. &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/alasca-intro/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data:</strong> 25/09/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Local: </strong>Fairbanks, AK (introdução ao Alasca)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Acampamos no estacionamento do supermercado Safeway em North Pole, ao lado de Fairbanks.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de bom:</strong> Um delicioso salmão genuinamente pescado no Alasca!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu Cheio:</strong> A visita ao <em>Museum of the North</em> na Universidade do Alasca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho:</strong> a passagem por Fairbanks foi rápida, então não teve nenhum <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Era no dia 24 de Setembro de 2012 que alcançávamos um dos principais objetivos da Expedição 4&#215;1: o Alasca! </em></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_09591.jpg"><img title="IMG_0959" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_09591-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O sol dá as boas-vindas em um dos parques do Alasca &#8211; Denali National Park!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Após a passagem pela fronteira percorremos os últimos quilômetros daquele mágico 24 de Setembro. Seriam mais 450 km até nossa primeira parada no Alasca: a cidade de <em>North Pole</em>. Tínhamos acabado de jantar em Delta Junction e estávamos bastante cansados. A ideia inicial era ir até Fairbanks (seriam somente mais 20km) mas decidimos parar na simpática cidade onde fica a Casa do Papai Noel! Isso mesmo, aproveitando-se do nome North Pole (ou Pólo Norte, em português), a cidade possui uma casa do Papai Noel com coisas temáticas de Natal, é claro! Uma curiosidade é que, graças a isso tudo, os correios da cidade recebem anualmente centenas de milhares de cartas de crianças americanas que enviam, todo ano, seu pedido ao bom velhinho! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" />  Com todos os acampamentos da região fechados por conta da chegada do inverno, resolvemos montar nossas barracas no estacionamento do supermercado Safeway! E deu tão certo que acabamos repetindo a dose na noite seguinte. (Embora a temperatura já estivesse abaixo dos 5 graus durante a noite)</p>
<div id="attachment_2318" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_07321.jpg"><img class="size-large wp-image-2318" title="IMG_0732" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_07321-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Madalena (nosso GPS) conduz a Tanajura pelos primeiros quilômetros dentro do Alasca!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas o que é realmente o Alasca? O que há de tão especial nesse lugar e porque tantas pessoas acham que é loucura dirigir até lá? E porque inúmeros aventureiros e expedicionários sonham com o dia do encontro com aquele território? (Alguns podem até estar imaginando o Sérgio Chapelin proferindo essas perguntas em alguma chamada do Globo Repórter, né? hehehehe)</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Bem, sonhos e expectativas individuais à parte, o Alasca compreende um dos maiores refúgios de vida selvagem do mundo. Homens, animais e plantas, adaptados ao rigoroso inverno proveniente do Ártico, estabelecem uma incrível e profunda relação de existência. As altas montanhas, os enormes glaciares, o espetáculo da aurora Boreal, Tudo ali se torna algo especial para quem tem o privilégio de conhecê-lo; especialmente para nós, habitantes dos trópicos!</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">O nome <em>Alaska</em> surgiu desde antes da colonização Russa e é derivado da palavra ‘<em>alaxsxaq</em>’, que em Aleúte (língua dos esquimós nativo das ilhas Aleútes – a Sudoeste do estado) significa a terra principal (<em>the mainland</em>); ou em uma interpretação mais literal da palavra original, o significado seria: ‘o objeto ao qual a ação do mar é direcionada’ (em uma tradução livre de ‘<em>the object towards which the action of the sea is directed</em>’). Mas a origem mais aceita atualmente, inclusive pelo Governo do Estado do Alaska, também é de origem Aleúte, sendo proveniente da palavra ‘<em>Aleyska</em>’ que significa ‘grande terra’ (tradução livre de <em>great land</em>). Conhecido atualmente por seus cidadãos como a ‘<em>Last Frontier’</em> (Última Fronteira) é ao mesmo tempo o maior (em área) e o menos povoado estado norte-americano!</p>
<div id="attachment_2321" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_19431.jpg"><img class="size-medium wp-image-2321" title="IMG_1943" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_19431-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a>
<p class="wp-caption-text">Placa de carro comum no Alasca que ressalta o fato do estado ser &#39;A Última Fronteira&#39; (The Last Frontier)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas quem são os Aleútes? São aqueles que conhecemos como esquimós! Dependentes do mar, os Aleútes são os nativos do Alasca que ocuparam e ainda ocupam as ilhas Aleútes e regiões a sudoeste do estado. Foram eles os primeiros a terem contato e serem explorados pelos primeiros europeus a chegarem ao Alasca: os russos! Sim, os russos foram os primeiros a aportarem à região no final do século 17.</p>
<p style="text-align: justify;">Teorias apontam que alguns expedicionários russos independentes, ou interessados em pesquisas, chegaram e habitaram algumas ilhas do Alasca entre 1650 e início dos 1700. Mas foi <strong>em 1728 que os russos fizeram a primeira expedição oficial para descobrirem o que de fato havia a leste da sua Sibéria</strong>. Assim, ‘Peter The Great’ enviou <strong>Vitus Bering</strong> (isso mesmo, o cara que deu origem ao nome do famoso estreito! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> para descobrir se a Ásia e a América do Norte eram um único continente. E como sabemos hoje, Bering provou que não! Algumas expedições posteriores foram feitas e, além de algumas ilhas, descobriram a parte continental do que hoje é o Alaska.</p>
<div id="attachment_2326" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_98961.jpg"><img class="size-large wp-image-2326" title="IMG_9896" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_98961-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Texto remonta a chegada dos povos nativos do Alasca, provenientes da Ásia para a América pelo estreito de Bering; dezenas de milhares de anos antes da chegada dos Russos &#8211; no Museum of the North, em Fairbanks, AK</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Relatos da abundância de animais marinhos como focas e lontras, entre outros animais peludos atraíram muitos comerciantes de pele de animais para a região e, a partir de 1794, algumas colônias russas foram fundadas nas costas sul e oeste do Alasca. Nesse início de exploração, os Russos tratavam os Aleútes de forma brutal! E não parava por ai! Em 1799, com a promessa de lucros para o governo Russo, estabilidade na região e a expansão do cristianismo entre os nativos foi estabelecida a Companhia Russo-Americana que deteve o monopólio do comércio de peles na região. (qualquer semelhança com o início da nossa colonização é mera coincidência <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif" alt=":(" class="wp-smiley" />  )E assim, cidades e povoados foram fundados no sudeste do Alasca que era onde vivia outro povo nativo do Alasca, baseado numa sociedade matriarcal e ainda mais populoso que os Aleútes: os Tlingit.</p>
<p style="text-align: justify;">Insatisfeitos com a ocupação russa, em 1802 os Tlingit destroem a antiga cidade de Sitka, erguida pelos russos para expandir os negócios de pelo. Em 1804 a cidade de New Archangel (atual Sitka) é construída no lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, um drástico declínio na quantidade de lontras e a crescente competição com comerciantes americanos derrubam as receitas da empresa. As perdas financeiras e outros fatores políticos influenciaram a então <strong>venda do Alasca para os Estados Unidos em 1867</strong> por 7,2 milhões de dólares (o equivalente a 120 milhões de dólares de hoje, ajustado pela inflação).</p>
<div id="attachment_2325" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_98951.jpg"><img class="size-large wp-image-2325" title="IMG_9895" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_98951-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Texto retrata a &quot;chegada&quot; dos Americanos ao Alasca &#8211; no Museum of the North</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A transição do controle russo para americano permite também uma mudança no papel dos nativos do Alasca. Alguns daqueles povos passam a cooperar com os americanos na caça e em outras atividades. Mas junto com esse novo papel, os americanos também trouxeram o álcool e a intolerância racial que provocou a diminuição gradual desses povos e de suas culturas. Nos 45 anos seguintes o estado rendeu bons frutos econômicos aos EUA.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a descoberta de minas de ouro e outros minerais no estado, inúmeros investimentos foram feitos, como a construção de estradas de ferro. Com isso milhares de pessoas vinham para o estado e pra região do Yukon (vizinha, no Canadá) em busca do sonho de ficarem ricas com a descoberta de ouro! (Lembram-se da história de Seattle como um trampolim? Não? se quiser, veja <a title="Seattle parte 1" href="http://4x1.com.br/seattle-parte-1/" target="_blank">aqui</a>) Assim, Juneau (a capital do Alasca) e boa parte das cidades do noroeste do Canadá foram fundadas nesse período. Muitas mineradoras funcionaram ali até o inicio do século. Mas a grande depressão (1929) e o início a Segunda Guerra Mundial (provocando a ida de muitos homens para combate) acabaram por prejudicar e encerrar a maioria das operações na região e o seu gradual despovoamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O Alasca vive hoje, basicamente, da exploração de óleo e gás natural (a exploração de petróleo representa 80% da economia do estado) e um pouco da exportação de pescados (especialmente salmão, bacalhau e caranguejo). Mas o descaso do governo central americano com o estado e o distanciamento físico dos principais pólos produtivos dos EUA são alguns dos motivos aos quais muitos cidadãos do Alasca clamam para o desejo de <strong>emancipação do estado e a criação de um novo país indepedente!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">E foi lá em Fairbanks – mais precisamente no <em>Museum of the North</em> – dentro da <em>University of Alaska</em> que pudemos conhecer mais a fundo sobre esse “mundo” tão distante da nossa realidade! Acontece que, na manhã seguinte à noite de North Pole (era nosso segundo dia no Alasca) seguimos para Fairbanks para nos encontrarmos com a Karen (amiga da Rebeca lá de Seattle) e a Shelly – ambas nascidas e criadas no Alasca e que nos pagaram um delicioso almoço com salmão!!! Elas nos deram várias dicas de estradas, lugares e nos recomendaram a visita a esse museu, que pôde nos dar uma BELA introduzida ao que estávamos prestes a enfrentar naquele (até então) estranho desconhecido.</p>
<div id="attachment_2324" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_98591.jpg"><img class="size-large wp-image-2324" title="IMG_9859" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_98591-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição 4&#215;1 com a Karen e a Shelly, em Fairbanks &#8211; Alasca</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com sua magnífica estrutura externa em forma de ângulos, curvas e pontas que chamam a atenção, o design do Museu do Norte busca remeter às formas naturais do Alasca: suas encostas, montanhas e glaciares! E além da história do estado, o museu aborda em detalhes os povos nativos do Alasca (suas tradições e hábitos), animais típicos e estuda as mudanças no clima em escala global e, principalmente, o impacto dessas mudanças na evolução da flora e da fauna! Muito interessante!</p>
<div id="attachment_2328" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_9909.jpg"><img class="size-large wp-image-2328" title="IMG_9909" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_9909-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Museum of the North na Universidade do Alaska, em Fairbanks, AK</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nos sentíamos prontos! Saímos de lá no final de tarde e passamos nossa última noite, mais uma vez, no estacionamento do Safeway (era prático, pois era só acordarmos e irmos comprar pães e frios para o café da manhã!).</p>
<p style="text-align: justify;">Era hora de desbravar o Alasca!!! E a próxima parada era justamente um dos ambientes mais inóspitos da Terra: o Ártico!!!!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EXTRA: <span style="text-decoration: underline;">CURIOSIDADES DO ALASCA</span>!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Clima:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Alasca é conhecido como uma das regiões mais frias do planeta. Mas é legal esclarecer algumas dúvidas:</p>
<p style="text-align: justify;">Preocupado com a percepção dos turistas, o governo do Alasca conduziu uma pesquisa que apontou que mais de um terço dos visitantes do estado afirmam que as temperaturas encontradas foram melhores do que esperavam. (E se estivéssemos participado dessa pesquisa diríamos o mesmo! Mas não pegamos o inverno, né!) Durante os 3 meses do verão, as temperaturas são mais amenas e oscilam na casa dos 20°C nas principais cidades (ao sul do círculo Ártico) e gradualmente se aproximando de 0°C ainda no início do outono.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos perguntam se lá o sol brilha o dia todo no verão. Bom, uma curiosidade é que Barrow, a cidade mais ao norte do Alasca (e consequentemente dos EUA) chega a ficar 85 dias consecutivos sem o sol se por!!! Mas, isso não acontece no estado todo, é claro! No entanto, as regiões dentro do Círculo Polar Ártico recebem ao menos um dia com 24h de sol no ano!</p>
<p style="text-align: justify;">Já no inverno, as temperaturas podem chegar tranquilamente a -50°C no interior e norte do estado, com o sol aparecendo na maioria das regiões, no mínimo, em algumas horas do dia. Apenas no extremo norte o Sol fica sem aparecer por alguns dias. Nessa época, Barrow pode ficar até 2 meses sem ver o sol! Uma coisa que nos chamou a atenção foi saber que a região interior (e não o extremo norte) é onde são registradas as temperaturas mais frias do estado, onde em 1971, foi registrada a temperatura de -62,2°C.</p>
<div id="attachment_2341" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_0307.jpg"><img class="size-large wp-image-2341" title="IMG_0307" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_0307-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Em pleno início de Outuno, a neve dá as caras no Denali &#8211; um dos principais parques do Alasca!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cidades:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de possuir um dos maiores refúgios de vida selvagem do mundo, o Alasca não é composto só de iglus :). O estado possui algumas grandes cidades como, por exemplo, Anchorage, com quase 300.000 habitantes. A cidade contrasta da maioria de cidades do estado, possuindo “ares” das grandes cidades norte-americanas de igual porte, com ônibus modernos, grandes redes de fast-food e infraestrutura de primeiro mundo. Seguindo a ordem das maiores cidades, tem-se Fairbanks – a segunda maior – com quase 98 mil habitantes na região metropolitana, seguida de Juneau (a capital) com 31 mil e as cidades de Sitka e Ketchikan ambas em torno de 8 mil habitantes cada uma. Sendo essas 3 últimas dentro do <em>Inside Passage</em> (a Passagem Interior – mais informações abaixo).</p>
<div id="attachment_2322" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_19531.jpg"><img class="size-large wp-image-2322" title="IMG_1953" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_19531-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao fundo, a pequena cidade de Wrangell, na Passagem interior (Inside Passage), Alasca</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altitude:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Alasca possui também 17 dos 20 maiores picos dos EUA e seu ponto mais alto, o Monte McKinley (ou Denali como também é conhecido) com mais de 6.196 metros é também o ponto mais alto de toda a América do Norte.</p>
<div id="attachment_2320" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_10621.jpg"><img class="size-large wp-image-2320" title="IMG_1062" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_10621-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura e Madalena avistam as altas montanhas em um dos parques do Alasca</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Área:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É o maior estado norte-americano sendo duas vezes maior que o segundo colocado, o Texas. O estado é dividido em 6 regiões: Encosta Norte, Interior, Sudoeste, Centro-Sul, Sudeste – que é mais conhecida como <em>Panhandle</em> (“cabo de panela” – devido ao seu formato com relação ao resto do estado) ou ainda <em>Inside Passage</em> (passagem interior) – e as ilhas Aleútes.  As ilhas Aleútes, que se estendem a oeste a partir do sul do estado, chegam tão próximas da Rússia que a distância do Alasca ao território Russo é de apenas 4,8km!!! A Expedição ficou 15 dias no Alasca e passou por 4 dessas 6 regiões! Acompanhe os próximos posts para saber como foi!!</p>
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		<title>Novas surpresas boas e o Downtown Seattle! (Seattle: parte 2)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 00:31:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>&#8230;CONTINUAÇÃO DO POST ANTERIOR&#8230; ( http://4&#215;1.com.br/seattle-parte-1/ ) &#8230;Manhã seguinte era hora de conhecermos bem o downtown de Seattle! Como explicado anteriormente, Seattle é um istmo. (veja &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/seattle-parte-2/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230;CONTINUAÇÃO DO POST ANTERIOR&#8230; ( <a href="http://4x1.com.br/seattle-parte-1/">http://4&#215;1.com.br/seattle-parte-1/</a> )</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;Manhã seguinte era hora de conhecermos bem o <em>downtown</em> de Seattle! Como explicado anteriormente, Seattle é um istmo. (veja post anterior <a title="Seattle Parte 1" href="http://4x1.com.br/seattle-parte-1/" target="_blank">aqui</a> ) Com a proximidade do estuário do oceano Pacífico (a leste da cidade) aos lagos Washington e Union (a oeste da cidade), no ano de 1911 foi construído no canal que conecta o lago ao oceano, um complexo de eclusas (ou <em>locks</em> em inglês), chamado: “<em>Ballard Locks</em>”.</p>
<div id="attachment_2156" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2.-mapa-Seattle.jpg"><img class=" wp-image-2156" title="2. mapa Seattle" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2.-mapa-Seattle-773x1024.jpg" alt="" width="296" height="392" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mapa de Seattle mostrando o Pacífico (a esquerda) e o Lago Washington (a direita), ligado pelo canal onde está o Ballard Locks</p>
</div>
<div id="attachment_2157" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/31.jpg"><img class="size-large wp-image-2157" title="3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/31-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ponte móvel para a passagem de barcos no Ballard Locks</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Além de evitarem que a água do mar invada a água doce dos lagos, as eclusas também permitem a passagem dos barcos na região. Assim, a fim de as eclusas não impedirem a tradicional rota dos salmões no local (que ao final da vida migram de volta do oceano para a água doce, para desovar) foi construída uma espécie de escada ao lado das eclusas, mantendo, assim, o ciclo natural dos peixes.</p>
<div id="attachment_2158" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/41.jpg"><img class="size-large wp-image-2158" title="4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/41-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Barco passando do oceano para o Lago Washignton, através da eclusa</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É muito legal poder ver os salmões subindo canal acima! Só é estranho pensar que em algumas horas seguintes estaríamos vendo os “parentes” daqueles bichinhos expostos no <em>Pike Place Market</em>, e em seguida sendo deliciosamente servidos em nossos pratos! (desculpem-nos os vegetarianos) <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_2159" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/51.jpg"><img class="size-large wp-image-2159" title="5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/51-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Salmões &quot;subindo&quot; de volta para a água doce no Ballard Locks</p>
</div>
<div id="attachment_2160" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/61.jpg"><img class="size-large wp-image-2160" title="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/61-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Salmões no Pike Place Market (o Public Market de Seattle)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós conhecer o <em>Pike Place Market</em>, o famoso mercado público de Seattle que de longe é a atração turística mais visitada da cidade! (chega a receber 9 milhões de visitantes por ano!). O mercado é o mais antigo mercado público dos EUA e recebeu um reforma mais moderna como consequência da queda da Boeing, no início da década de 1970, como estímulo ao turismo (olha a Boeing aí de novo!). O enorme mercado vende frutas, legumes, flores, carnes, peixes e conta com restaurantes e lojas de antiquário e outras coisas mais “hippies”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/71.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2161" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/71-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lá no Pike almoçamos num tradicional restaurante, o Athenian Inn, com vista para a baía e onde, ao final de comermos, descobrimos que em um dos bancos do restaurante, havia sentado o ator Tom Hanks na gravação do filme Sintonia de Amor (<em>Sleepless in Seatle</em>), com a atriz Meg Ryan! Outra curiosidade da região é que, ali no Pike Place Market, fica o primeiro Starbucks! A cidade que possui a sede de gigantes como Boeing, Microsoft e Amazon, também é a terra natal da famosa rede de cafeterias!</p>
<div id="attachment_2162" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/81.jpg"><img class="size-large wp-image-2162" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/81-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas fazem fila para entrar no 1º Starbucks</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Outra atração do centro de Seattle é o Space Needle. Com a crise do pós-guerra causando enormes perdas para a Boeing (de novo ela) e consequentemente para a cidade, governantes foram em busca de uma nova “revitalização” de seu <em>downtown</em>. Com isso, em 1962 a cidade recebe a Feira Mundial (World Fair) e Seattle, seguindo a tendência futurista da feira, resolve então construir a torre, e atual marco da cidade, chamada Space Needle. Nessa mesma “onda” é lançado no mesmo período o monotrem (isso mesmo, aquele do Levy Fidelix! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> ). Saindo de lá, já à noite, fomos atrás do centro musical da cidade. Seattle possui uma notável história musical, pois é local onde nasceu a lenda do rock Jimi Hendrix e o movimento “grunge”, nos quais surgiram a partir de bandas locais, nada mais nada menos, como Nirvana e Pearl Jam!! É também o local onde fizeram carreira Ray Charles e Quincy Jones!! Nada mal hein?!?! Pudemos notar que o estilo clássico do rock e um pouco do movimento grunge ainda estão presentes em alguns bares no bairro <em>Capitol Hill</em>.</p>
<div id="attachment_2163" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/91.jpg"><img class="size-large wp-image-2163" title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/91-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Space Needle &#8211; cartão postal de Seattle</p>
</div>
<div id="attachment_2164" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/101.jpg"><img class="size-medium wp-image-2164" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/101-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">Monotrilho e a Space Needle ao fundo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É&#8230;tanta história!!! E de pensar que em nosso roteiro inicial Seattle era apenas uma cidade de apoio para dormirmos em nosso caminho rumo ao Alasca&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no dia 17 de Setembro chegava o grande dia! É como diz o ditado popular: “Deus ajuda quem cedo madruga”. E assim foi. Às 5h50 a Rebecca nos acorda para irmos com ela numa corridinha pelo bairro. Depois de muito esforço foram somente o André, Gabriel e Nandes. Quase todas as manhãs a Rebecca levanta logo cedo, mesmo com muito frio e escuro, para uma corrida. Em uma das rotas a Rebecca sempre leva uma maçã para dar a um cavalo de uma chácara próxima, que vem correndo comer a fruta e sai feliz galopando de volta para sua baia.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa foi a nossa rota. Voltamos para casa e as 7h30 levanta o Gustavo com a notícia: “chegou o e-mail do Ronald da EPA! A Tanajura está liberada!” Nos arrumamos de pressa e partimos para a alfândega. Procedimentos daqui, papelada de lá, horas e horas e finalmente o Reencontro! Ela estava perfeita! Nem um pequeno arranhão. Abraçávamos ela como se fosse um parente. Era um pedaço do grupo que retornava! Devolvemos o carro alugado e no final do dia voltávamos para casa e&#8230;</p>
<div id="attachment_2167" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/13.jpg"><img class="size-large wp-image-2167" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/13-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tirando a Tanajura do Porto de Tacoma, WA</p>
</div>
<div id="attachment_2168" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/14.jpg"><img class="size-large wp-image-2168" title="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/14-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada da Tanajura à casa dos Valentine &#8211; Expedição 4&#215;1 e Rebecca!</p>
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<p style="text-align: justify;">Mais uma surpresa: a Rebecca havia nos preparado ‘fish tacos’. Os tradicionais tacos mexicanos, mas ainda mais gostosos pois eram recheados com peixe e camarões dentro! Mas a surpresa não parava por ai&#8230; As 20h00, EM PONTO, (que era 0h00 no Brasil), sem que nem desconfiássemos, o James e a Rebecca aparecem com um bolo e velinhas acesas para comemorar o aniversário do André!!! (afinal no Brasil já era o dia 18)! Nem desconfiávamos que eles sabiam do aniversário do André pois não havíamos comentado nada (eles devem ter visto no Facebook). E além do bolo lhe deram uma camiseta do ‘Seattle Seahwaks’, o time de futebol americano da cidade!! Foir algo realmente incrível!! Terminamos a noite assistindo ao <em>Monday Night Footbal</em> (jogo de futebol americano que é transmitido nacionalmente às segundas-feiras, mais ou menos como os nossos jogos de libertadores às quartas-feiras à noite).</p>
<div id="attachment_2169" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/15.jpg"><img class="size-large wp-image-2169" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/15-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Andre com a Jaimie em seu Aniversário surpresa feito pelos Valentine!</p>
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<div id="attachment_2170" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/16.jpg"><img class="size-large wp-image-2170" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/16-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">James, Rebecca e a pequena Jaimie dando a camisa do Seattle Seahawks ao André</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O dia seguinte foi marcado por check-ups e revisões na Tanajura antes da partida para o Alasca. Freios e óleo trocado, rodízio nos pneus e anti-congelante para o radiador; a Tanajura estava pronta pra iniciar a subida rumo ao norte do continente! E nós também compramos algumas coisas que precisaríamos para enfrentar o frio na incrível loja REI – que é focada em esportes de aventura e tem até um guarda florestal dentro para dar orientações de cada parque nacional americano! Voltamos para casa e o James nos levou para tomar umas cervejas em bares típicos locais para celebrarmos o aniversário do André! As tequilas nos deixaram mais “soltos”. A conversa foi até altas horas, muitas risadas e jogo de dardos.</p>
<div id="attachment_2166" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/121.jpg"><img class="size-large wp-image-2166" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/121-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dos jantares na casa dos Valentine junto com a prima da Rebecca, a Kelli</p>
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<p style="text-align: justify;">Acordamos tarde e o mínimo que poderíamos fazer para retribuir tudo o que eles nos fizeram era tentar reproduzir uma refeição brasileira. O mercado brasileiro em Seattle, como esperávamos, não tinha lá muitas opções. E assim o Gustavo cozinhou um strogonoff acompanhado de batata palha e como sobremesa: o tradicional brigadeiro, paçoca e pé-de-moleque!</p>
<p style="text-align: justify;">Quinta-feira, dia 20. Era nosso último dia antes da partida para o Alasca. Estávamos agitados e ansiosos. Finalmente conseguimos ir visitar a fábrica da Boeing, depois de termos que remarcar por conta da retirada da Tanajura. O Gabriel, apaixonado por aviação comercial, estava muito ansioso pela visita – era um sonho de infância sendo realizado. A Boeing ainda mantém suas principais fábricas em Seattle e a visita acontece dentro da maior delas onde são fabricados os modelos 747, 777 e o novíssimo modelo 787 <em>Dreamliner </em>– o mais novo conceito de jatos comerciais com maior eficiência de combustível e alcance, mas que ainda não foi encomendado por nenhuma companhia brasileira.  A visita é muito detalhada e pudemos até ver um 777 encomendado pela TAM em fase final de construção, mas já com o logo pintado. Infelizmente não temos fotos da fábrica pois era proibido câmeras e celulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá extasiados com tamanha complexidade e grandiosidade da fábrica. Mas era hora de voltar a focar no Alasca. Precisávamos fazer uma cópia extra das chaves da Tanajura que o Gabriel havia perdido em uma das paradas policias na Venezuela. Depois de tentarmos na Nissan (que nos EUA nada poderiam fazer, pois os códigos variam em cada país) fomos em um chaveiro comum que possuía uma van “tecnológica”  e ali mesmo, em sua van, foi capaz de fazer o inesperado! Eles conseguiram reproduzir o código da Tana e voilá: possuíamos uma nova chave reserva! Compramos correntes para os pneus em caso de alguma emergência em nevasca e estávamos finalmente prontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos para casa. Arrumamos as malas, tomamos banho e em silêncio cada um de nós partiu para o último sono confortável que teríamos por um bom tempo. O silêncio de cada um mostrava nossa apreensão e respeito com o que estávamos prestes a vivenciar nos próximos dias. Seria o início de uma nova etapa na Expedição. Estávamos prestes a atingir um de nossos principais objetivos depois de ouvir ao longo de tantos quilômetros (e até ali nos EUA) rostos espantados como que diziam: “Alasca?! Vocês estão indo de carro pro Alasca?! Cara que grande aventura! Vocês são loucos!” E em várias locais em Seattle nos alertavam: “Melhor vocês irem logo pois o frio está chegando e, cara, lá o frio não é brincadeira!”</p>
<p style="text-align: justify;">Acordamos bem cedo e a Rebecca nos havia preparado um reforçado café da manhã. Os Valentine são mesmo pessoas fora de série. Arrumamos as coisas na Tanajura e começava a parte mais difícil do dia: a despedida. Sob choros e fotos, Jaimie, Rebecca e James colaram a bandeira americana na Tanajura. Abraços e mais abraços e chegava a hora da partida&#8230;próxima parada já seria na entrada da Alaska Highway&#8230;</p>
<div id="attachment_2171" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/17.jpg"><img class="size-large wp-image-2171" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/17-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rebecca, James e Jaimie colando a bandeira dos EUA na Tanajura!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E assim foi nossa estada em Seattle, a cidade que hoje reside em nossos corações. Seattle é hoje também nossa casa, pois lá temos pessoas que aprendemos a chamar de família.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/111.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2165" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/111-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Seattle, <strong><a title="Galeria de Fotos - Seattle" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157631794843213/with/8098478109/" target="_blank">clique aqui!</a></strong></p>
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