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	<title>4x1 &#187; PArques Nacionais</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Yellowstone &#8211; De Frente Com O Supervulcão</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 15:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 21/10/2012 à 25/10/2012 Saímos de: Banff, Alberta &#8211; Canadá Destino: Yellowstone National Park, Wyoming -EUA Distância: 1,014 km Tempo de viagem: Fizemos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/yellowstone/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>21/10/2012 à 25/10/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de: </strong>Banff, Alberta &#8211; Canadá</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino:</strong> Yellowstone National Park, Wyoming -EUA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância:</strong> 1,014 km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>Fizemos o trajeto em 3 dias, sem nenhuma pressa para evitar as nevascas no caminho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Banff pela I-15 em direção à Great Falls, já nos EUA, onde passamos a noite. No dia seguinte, seguimos a uma viagem curta até Bozeman, onde esperamos mais um dia antes de pegarmos a estrada novamente até West Yellowstone, junto à entrada oeste do parque.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos: Acomodação aconchegante no Yellowstone Lodge, em West Yellowstone. </strong>Este era o único hotel aberto na entrada oeste do parque nos dias em que estivemos por lá. A partir de meados de outubro, a maioria dos restaurantes e hotéis fecham para o inverno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente: Carne de búfalo: forte e pesada. </strong>Todos os restaurantes da pequena vila de West Yellowstone, próxima à entrada oeste do parque servem esta iguaria das regiões geladas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio: Explosão de Água Quente! </strong>A força dos geisers espalhados pelo parque são realmente impressionantes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho: Tempo Frio + Águas Termais = Vapor D’Água = Visão Encoberta. </strong>Esta simples equação foi um dos motivos de termos ficado poucos dias no parque, já que o vapor d’água que subia constantemente encobria a vista das principais atrações do parque.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yellowstone National Park – De frente com o supervulcão</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Depois de montanhas e geleiras, não víamos a hora de encarar a potência de uma das maiores caldeiras do mundo. Um supervulcão ativo, que guarda uma explosão de belezas naturais aos que tem a oportunidade de conhecê-lo. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Ao noroeste do estado de Wyoming (com direito a territórios em Montana e Idaho) descansa o Yellowstone National Park, o maior, mais velho e mais popular parque nacional dos Estados Unidos. Seus quase 9.000 km2 de paisagens únicas reúnem mais da metade dos recursos geotermais do mundo, abastecidos pela atividade vulcânica ativa de um supervulcão em seu período de descanso. Lagos, cachoeiras, geisers e piscinas termais compõem o cenário do que os americanos clamam ser o primeiro parque nacional do mundo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3264.jpg"><img title="IMG_3264" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3264-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada ao Yellowstone National Park</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A entrada oeste costuma ser a mais popular das quatro que dão acesso ao parque por sua proximidade a algumas das principias atrações, assim como pela infraestrutura de pousadas e restaurantes na cidade vizinha de West Yellowstone. Foi exatamente ali que decidimos estabelecer nossa base para a visitação do Yellowstone.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3277.jpg"><img title="IMG_3277" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3277-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Paisagem junto à entrada oeste do parque</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mas não foi diretamente para West Yellowstone que a Madalena (nosso GPS com sotaque de Portugal) nos levou ao sairmos de Banff. O caminho longo (cerca de 1.000 km) requeria uma parada no meio do caminho. Infelizmente, perdemos o <em>timing </em>para visitar o Glacier National Park em Montana, já que a neve fechou várias estradas dentro do parque. Então seguimos para passar a noite na cidade de Great Falls, Montana.  Uma grande tempestade de neve prevista para o trecho que pretendíamos fazer nos fez optar por fazer mais uma parada no caminho, na cidade de Bozeman, antes de finalmente seguirmos em direção ao parque.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3455.jpg"><img title="IMG_3455" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3455-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Visual da entrada do parque</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">West Yellowstone parecia uma cidade fantasma quando chegamos por lá. A neve cobria todos os cantos e não se via uma alma viva pela cidade. Apenas um dos <em>lodges</em>  da cidade ainda estava aberto pela sua última semana, o Yellowstone Lodge. O inverno é frio e castiga a região nesse período com neve intensa. Enfim, pelo menos o parque seguia aberto e estávamos felizes com a chance de conhecê-lo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3552.jpg"><img title="IMG_3552" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3552-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura sofreu com a nevasca em West Yellowstone</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3559.jpg"><img title="IMG_3559" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3559-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vapor d&#39;água cobre o Yellowstone com o frio</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Um passeio de carro pelas estradas que cortam o parque proporcionam uma série de belas vistas. Bisões, alces e renas dão as caras com frequência, enquanto piscinas termais se espalham ao redor dos rios que correm a água fria do derretimento do gelo das montanhas. As águas dentro de uma piscina termal são incrivelmente quentes em meio ao gelo da paisagem e podem ultrapassar os 100ºC.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3319.jpg"><img title="IMG_3319" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3319-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Azul cristalino em uma das inúmeras piscinas termais do parque</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3327.jpg"><img title="IMG_3327" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3327-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Paisagem comum no Yellowstone</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3461.jpg"><img title="IMG_3461" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3461-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O sol tentou diminuir o frio</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3437.jpg"><img title="IMG_3437" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3437-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Dava vontade de cair nessa piscina!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nosso primeiro dia no parque e decidimos fazer uma trilha no meio da neve antes de partir para as cabeças. Ela nos levaria à bela Fairy Falls, uma das diversas cachoeiras do Yellowstone.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3335.jpg"><img title="IMG_3335" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3335-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fairy Falls, depois de uma hora de trilha</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3372.jpg"><img title="IMG_3372" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3372-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tentativa de foto na neve</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No caminho, bisões se alimentavam da vegetação rala e mal se preocupavam com a nossa passagem. Não se pode dizer o mesmo de nós. No <em>Visitor Center</em>, vimos um vídeo de instruções que recomendavam distância de 24 metros dos animais, e ainda mostrava um outro vídeo em que um bisão literalmente atacava um turista! Era para assustar mesmo. No entanto, eles foram tranquilos e completamente indiferentes quanto a nossa passagem.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3398.jpg"><img title="IMG_3398" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3398-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Olhar simpático do bisão</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3302.jpg"><img title="IMG_3302" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3302-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O bisão e a besta</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não eram só bisões que estavam por ali. Diversas pegadas frescas indicavam que tínhamos um urso nas redondezas. Olhos abertos e spray de pimenta a postos, seguimos até a cachoeira sem maiores problemas, a não ser pelas botas cobertas de neve.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3328.jpg"><img title="IMG_3328" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3328-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Não estávamos sozinhos na trilha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois da trilha, a ideia era passar pelos principais cartões-postais de Yellowstone. Primeiro, a famosa Grand Prismatic Spring. Como os americanos adoram colocar, é a maior piscina termal dos EUA, e a terceira maior do mundo. Há uma estrutura de madeira que circunda a piscina, e possibilita aos turistas chegarem bem perto dela.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3691.jpg"><img title="IMG_3691" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3691-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vapor d&#39;água cobre a piscina</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A piscina oferece uma variedade intensa de cores, resultado dos pigmentos de microrganismos bacterianos que surpreendentemente sobrevivem às altas temperaturas. As fotos que costumamos ver nos cartões postais são tiradas de cima, a partir de uma trilha não-oficial da montanha que se encontra à frente dela. Infelizmente, nem a melhor posição de todas, melhoraria a vista no nosso caso. O frio trouxe consigo o vapor de água ao resfriar o calor das piscinas termais. Dessa maneira, não se via praticamente um palmo da piscina, nem mesmo de perto. Ainda tínhamos a esperança de vê-la em momento melhor do dia, mas não foi dessa vez.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3406.jpg"><img title="IMG_3406" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3406-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminho de madeira leva à Grand Prismatic Spring</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3678.jpg"><img title="IMG_3678" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3678-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Microrganismos sobrevivem às altas temperaturas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Partimos então para os geisers, afinal a água lançada a 30 metros de altura não poderia sair de vista! O Old Faithful (“Velho Fiel”, literalmente traduzido) não nos deixaria na mão. Este é o primeiro gêiser a ter um nome no parque e faz ao juz a ele. É o mais previsível de todos eles, projetando de 15 a 30 mil litros de água quente a cada 91 minutos, durante cerca de 5 minutos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3537.jpg"><img title="IMG_3537" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3537-1024x575.jpg" alt="" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Old Faithful nunca falha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Vimos também a erupção do Grand Geiser, o mais alto entre os geisers previsíveis do Yellowstone. Sua erupção dura de 9 a 12 minutos e acontece no intervalo de 8 a 12 horas. A água quente chega a atingir a incrível marca de 60 metros de altura. Um espetáculo natural, de beleza impressionante.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3491.jpg"><img title="IMG_3491" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3491-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Explosão majestosa no Grand Geiser</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3513.jpg"><img title="IMG_3513" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3513-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Grand Geiser prestes a explodir</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Segundo dia no parque, cruzamos o Yellowstone em direção ao norte, onde encontraríamos a Mamooth Hot Springs, um complexo de piscinas termais cercadas de belas paisagens. No próprio caminho, as montanhas proporcionam belas vistas.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3583.jpg"><img title="IMG_3583" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3583-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bela vista das montanhas seguindo ao norte do parque</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Há uma trilha interessante que contorna as piscinas e dá descrições do processo de formação daquele complexo. A cor da água cristalina é de hipnotizar.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3708.jpg"><img title="IMG_3708" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3708-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Belas piscinas termais em Mamooth Hot Springs</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3731.jpg"><img title="IMG_3731" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3731-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gelo, água quente e pedras de outro mundo</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3667.jpg"><img title="IMG_3667" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3667-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada para foto na Mamooth Hot Springs</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos do parque em direção à Cooke City, onde passaríamos a noite antes de seguirmos viagem para Salt Lake City. Um simpático coiote acompanhou parte do nosso caminho, como um anfitrião acompanha um visitante à porta de saída.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3574.jpg"><img title="IMG_3574" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3574-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um coiote acompanhou nossa saída</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3672.jpg"><img title="IMG_3672" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_3672-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rumo à saida nordeste do parque</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Apesar da neve pesada e do vapor d’água que cobria boa parte do parque, o Yellowstone ainda deixou paisagens marcantes na nossa memória. Sem dúvida, está na lista de “lugares a voltar depois da Expedição”. Se coberto de neve o parque já impressiona, ficamos imaginando como seria com o tempo aberto. Esperamos ter essa oportunidade enquanto o supervulcão descansa, depois de milhões de anos sem grandes explosões.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632136376951/" target="_blank">aqui </a>mais fotos do Yellowstone!</p>
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		<title>Dos lagos mais profundos à Cidade das Rosas</title>
		<link>http://4x1.com.br/portland/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 19:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cidade das Rosas]]></category>
		<category><![CDATA[Cratter Lake]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 06/09/2012 à 11/09/2012 Saímos de: Stanford, CA Destino: Portland, OR passando pelos pelo Lake Tahoe, CA e pelo Crater Lake, OR Distância: &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/portland/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>06/09/2012 à 11/09/2012<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Stanford, CA<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino:</strong> Portland, OR passando pelos pelo Lake Tahoe, CA e pelo Crater Lake, OR</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância:</strong> 1.295 km, sendo que 288km de Stanford à South Lake Tahoe, 628km South Lake Tahoe até o Crater Lake National Park e em seguida 378km até Portland.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>6 horas no primeiro trecho, depois de bastante trânsito na região de Mountain View; mais cerca de 6 horas no segundo e 7 horas no último, sendo que paramos por cerca de 3 horas em um <em>outlet</em> no caminho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto: </strong>Pegamos a I-80 até a altura de Sacramento, onde desvíamos pela US-50 em direção à South Lake Tahoe. De lá, seguimos pela mesma estrada, até Reno, onde desviamos em direção a Klamath Falls pela US-395 seguida pela CA-139. De lá tomamos a estadual OR-39 até Portland.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos: Acomodações relativamente baratas em h(m)óteis beira de estrada. </strong>Ainda sem a Tanajura e nossas barracas automotivas, buscamos opções baratas em termos de hospedagem.  Em South Lake Tahoe e em Klamath Falls, próximo ao Crater Lake, encontramos bom custo-benefício no America’s Best Value Inn. Já em Portland encontramos um Quality Inn localizado na entrada da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente: Frutas e outros alimentos frescos no Farmer’s Market de Portland. </strong>Estar na cidade na semana em que a feira ocupava a principal praça da cidade (Pioneer Courthouse Square) foi uma grata surpresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio: Visual impressionante dos lagos, seguido do conforto aconchegante de Portland. </strong>Este trecho da viagem proporcionou paisagens muito bonitas e românticas (ainda que soe estranho para um grupo de marmanjos!). Tudo coroado pelo conforto gostoso de uma cidade peculiar como Portland.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho: A Tanajura faz falta! </strong>Já fazia cerca de um mês que estávamos sem nossa querida companheira de estrada, enquanto ela seguia cruzando o Pacífico. Saudade bateu forte!<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dos lagos mais profundos à Cidade das Rosas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Era fim de noite quando chegamos à região do gigantesco Lake Tahoe, o maior lago de montanha da América do Norte e o segundo mais profundo dos EUA (501 metros de profundidade). Ele está localizado a cerca de 2000 metros de altura em meio aos montes da Sierra Nevada, exatamente na fronteira entre Califórnia e Nevada, de maneira que se divide entre ambos os estados. O lugar é muito famoso pelos inúmeros resorts para esqui durante o inverno, quando a neve toma conta das montanhas, mas também proporciona visuais de tirar o fôlego fora da temporada.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8431.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8431" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8431-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ficamos hospedados na charmosa cidade de South Lake Tahoe, sul do lago, ainda do lado californiano, de onde tínhamos uma localização privilegiada em relação aos atrativos que gostaríamos de visitar e boas opções de hotéis e restaurantes. A principal atração da cidade é a <em>Heavenly Gondola</em>, um teleférico que dá uma visão panorâmica de parte do lago. Achamos o preço um tanto quanto salgado (cerca de US$35 por pessoa), então acabamos deixando ele para a próxima.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de uma boa noite de descanso, partimos para explorar a região. Pegamos o Besouro e fomos contornando o lago em direção à <em>Emerald Bay</em>, ao mesmo tempo em que apreciávamos as belas paisagens ao longo do caminho. <em>Emerald Bay</em> foi uma recomendação dos locais, que logo se justifica. Tem vistas de brilhar os olhos e abriga alguns dos principais atrativos turísticos da região. Entre eles está a única ilha do Lake Tahoe, a <em>Fannete Island</em>. Ela chama atenção em meio ao azul cristalino da água em sua volta, e ainda guarda o que resta da extravagante <em>Tea House</em> (Casa de chá), construída pelo mesmo dono do <em>Vikingsholm</em>, uma “casa de verão” suntuosa à beira do lago, que hoje é um museu.  Tudo isso dá um toque especial ao que já é muito belo por si só.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8605.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8605" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8605-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8649.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8649" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8649-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma caminhada leve por uma trilha nos levou até o <em>Eagle Lake</em>, um lago menor, paralelo ao Lake Tahoe.  O movimento lento da água cristalina ao sabor do vento chega a hipnotizar, diante da paz que é estar naquele local. Passamos alguns minutos em silêncio, apenas curtindo a tranquilidade. Muito bom o sentimento de estar em contato com a natureza como se realmente fizéssemos parte dela, sentimento esse que muitas vezes se perde diante da rotina estressante que levávamos na cidade.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8511.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8511" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8511-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Dia seguinte, continuamos viagem até a cidade de Klamath Falls, onde passaríamos a noite antes de seguirmos em direção ao Oregon, até o Parque Nacional do Crater Lake, o lago mais profundo dos Estados Unidos. Os americanos que gostam de dar nome a tudo chamam de <em>Rim Drive</em> o trajeto de entorno do lago, com diversas paradas para apreciar a vista e explicações sobre sua formação geológica. O <em>Crater Lake</em> é basicamente o resultado de uma explosão vulcânica, a qual abriu a cratera que mais tarde daria o lugar ao lago. Contornamos parte dele, parando diversas vezes para observar sua beleza.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8793.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8793" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8793-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8759.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8759" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8759-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mais um trecho de estrada nos levou à peculiar cidade de Portland. Infelizmente, tínhamos apenas um dia para passar na cidade, já que precisávamos começar a agilizar a burocracia para liberação da  Tanajura no porto de Tacoma, próximo à Seattle. O pouco tempo que passamos por lá foi o suficiente para termos uma experiência bastante intensa na cidade.</p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8884.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8884" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8884-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Até onde sabemos, Portland injustamente não costuma estar nos roteiros mais tradicionais, a não ser que haja interesse em fazer compras, afinal não se paga impostos sobre a venda de produtos (<em>sales tax</em>) no Oregon. A Cidade das Rosas é famosa pelas condições perfeitas para cultivo da flor, que crescem vistosas por toda a cidade. O <em>International Rose Test Garden</em> é um laboratório de rosas a céu aberto. Com cerca de sete mil rosas de mais de 500 espécies diferentes, o jardim é considerado o maior do seu tipo no mundo. Uma explosão de cores toma conta do lugar e encanta até os menos entusiastas da floricultura. Próximo a ele está também o <em>Japanese Tea Garden, </em>o maior do seu tipo fora do Japão. Infelizmente não conseguimos visitá-lo, porque pelas manhãs de segunda-feira, quando passamos por ele, costuma estar fechado. Ainda no <em>Washington Park</em>, passamos aos fundos da <em>Pittock Mansion</em> para apreciar uma bela vista panorâmica da cidade, incluindo o <em>Mount Hood</em> ao fundo. A mansão por si só, é também bastante interessante e guarda parte da história política da cidade em seus interiores.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8864.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8864" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8864-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a></p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8863.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8863" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8863-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8872.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8872" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8872-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Passando pela principal praça da cidade, a pacata <em>Pioneer Courthouse Square</em>, tivemos uma grata surpresa. Estava estreando na cidade uma feira anual conhecida como <em>Farmer’s Market </em>(mercado dos fazendeiros). Produtores locais de frutas, verduras, carnes e todo tipo de alimentos da fazenda vêm à cidade para expor seus produtos em barraquinhas montadas na praça. Comidas deliciosas e os mais variados tipos de <em>berries </em>alimentam os visitantes, enquanto bandas locais se apresentam em um palco improvisado.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8878.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8878" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8878-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p><span style="text-align: justify;">Nos arredores da praça, outros artistas locais também se apresentavam pelas calçadas. Alguns expunham suas pinturas outros sua música. Ficamos impressionados com a habilidade particular de um deles, que nos fez parar por quase meia hora em uma das esquinas, apenas apreciando a música do seu contrabaixo. A cada mudança no semáforo, novas pessoas se juntavam a nós e outras seguiam seu caminho. Permanecemos ali por um bom tempo. Portland se orgulha de manter essa vivacidade artística na cidade. </span><em style="text-align: justify;">Keep Portland Weird </em><span style="text-align: justify;">(Mantenha Portland Estranha) é um lema que se vê com relativa frequência pichado nas paredes da cidade.</span></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8894.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8894" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8894-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pudemos fazer também uma visita ao <em>Pioneer Courthouse</em>, o tribunal que dá nome à praça. O prédio construído em 1869 é um dos edifícios federais mais antigos da região. A visita conta um pouco da história do tribunal, e dos casos mais famosos que passaram por ele. O interessante é poder visitar o tribunal enquanto os funcionários continuam trabalhando como se nenhum turista passasse por ali. Pudemos até pegar uns docinhos na sala do juiz, gentilmente oferecidos pela sua secretária. Além disso, foi bastante interessante a vista de cima da torre.</p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8922.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8922" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8922-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8913.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8913" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8913-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O fim da tarde terminou com um curry japonês (daqueles bem picantes!) no restaurante <em>Kalé </em>depois de uma caminhada pela cidade (veja mais <a title="aqui" href="http://www.yelp.com/events/portland-kal%C3%A9-japanese-curry" target="_blank">aqui</a> &#8211; ao entrar no restaurante você se sente no Japão, o ambiente é super tradicional e diferenciado. Além disso, a comida é muito boa e o preço é baixo, enfim, vale muito a pena e foi uma ótima descoberta ;)). Depois de uma rápida passada pelos blocos da Universidade de Washington, tomamos um trem gratuito (sim, algumas linhas são gratuitas na cidade), até a margem do rio <em>Willamette</em>. Portland impressiona pela quantidade de árvores espalhadas pela cidade. Aliás, diz-se que é uma das cidades mais “verdes” dos EUA.</p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8946.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8946" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8946-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8977.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8977" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8977-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8970.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8970" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8970-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8966.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_8966" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/IMG_8966-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vistas paradisíacas dos lagos, passeio pelos jardins de rosas e música clássica ao vivo em uma pracinha mais que aconchegante. Só faltaram namoradas para completar o romantismo dessa passagem da nossa expedição. Seguimos adiante, ansiosos para matar a saudade da Tanajura, depois de suas merecidas “férias”.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong></strong></p>
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