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	<title>4x1 &#187; navajo</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Parque Nacional Bryce Canyon –  Inspirador</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2012 18:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 30/10/2012 à 31/10/2012 Depois da calorosa recepção que tivemos na metropolitana Salt Lake city, era hora de partir para a “vida selvagem” &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/bryce-canyon/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Ficha 4×1</strong></h3>
<h4><strong>Data: </strong>30/10/2012 à 31/10/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Salt Lake City, UT – EUA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância total:</strong> 430 km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Dormimos em Panguitch, cidade a 40km da entrada do parquet num hotel simples avenida principal da cidade, que na verdade é a rodovia. Ou seja, num hotel simples de beira de estrada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu Cheio:</strong> A trilha combinada de 3 milhas que mescla a Queens Garden + Navajo Loop Trail. Um percurso considerado moderado, com belíssimas vistas a todo momento, o que exigiu paradas constantes para fotografia.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p style="text-align: justify;"><strong>Destino final:</strong> Parque Nacional do Bryce, UT– EUA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem:</strong> 4,5 horas aprox.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de bom:</strong> Como ficamos apenas um dia, o mais diferente que comemos foi o sanduíche de atum e frango que levamos para trilha ao invés do tradiocinal pão de forma com queijo e presunto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho:</strong> A expulsão logo cedo do hotel, em Panguitch. Chegamos tarde no dia 30, cansados, e era a última noite de funcionamento do hotel antes de ser fechado para inverno. Nos pediram para deixar o quarto às 9:00 da manhã. Em 5 pessoas, e com 1 banheiro, foi tudo bem corrido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong>Tomamos as I-15 S.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;">Depois da calorosa recepção que tivemos na metropolitana Salt Lake city, era hora de partir para a “vida selvagem” novamente. Saímos no dia 30 de outubro de Salt Lake City por volta das 20:00 horas rumo ao Bryce Canyon, um parque nacional, ainda no estado de Utah. Era quase 1 hora manhã quando o termômetro marcava +3<sup>o</sup> C ao chegarmos no hotel que havíamos reservado em Panguitch, cidade que oferece alguma infra estrutura e fica a 40 km da entrada do parque. Divididos em 2 camas de casal e 1 um no chão, dormimos como uma pedra até sermos acordado as 8:30 da manhã pela proprietária do hotel, pois chegamos na última noite de funcionamento antes do hotel ser fechado para o inverno, logo no dia do Halloween.  Apesar do frio que fez durante a noite, o termômetro bateu -2<sup>o </sup>C, o ceú amanheceu claro, sem nuvens e sol tratou de nos fazer colocar os casacos de volta na Tanajura. Por sinal, era o parque dos Estados Unidos mais movimentado que havíamos visitado até aquele momento, em função do clima ainda agradável, já que ficava mais ao sul.</p>
<p style="text-align: justify;">O Parque nacional Bryce Canyon  é parte do Colorado <em>plateau</em> e é tradicionalmente conhecido pelas suas estruturas geológicas únicas, chamadas <em>hodoos</em>. Essas formações geológicas são resultado da erosão causada pelo vento, água e gelo, além da elevação do <em>plateau</em> (a altitude média do parque é  de 2.400m), o que fez com que a maioria dos lagos existentes desaparecessem. Dentre os povos mais antigos que habitaram a região, os que mais deixaram vestígios foram os Paiutes, nativo Americanos que exploravam a região em busca de alimento, não só caçando, mas também através de cultivo de verduras. Foram os Paiutes que criaram a lenda de que os <em>hodoos</em> eram pessoas lendárias que haviam sido transformadas em rochas. Mas foi a partir de 1.850 que começaram a chegar pesquisadores, mórmons em sua grande maioria, em busca de terreno nobre para agricultura e criação de animal. Um dos mórmons enviados era o escocês Ebenezer Bryce, que através de sua habilidade como carpinteiro seria importante para o desenvolvimento da região. E foi de fato o que ocorreu. Junto de sua família, estabeleceu-se à margem direita do anfiteatro, criando uma das fronteiras do parque. Ajudou a estabelecer comunidades, desenvolveu uma estrada para poder transportar lenha e madeira e um canal para irrigar sua plantação e dar de beber a seus animais. Com o tempo, outros colonos começaram a chamar aquela área de Canyon do Bryce, e daí se originou o nome do parque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4474.jpg"><img title="IMG_4474" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4474-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hodoos vistos do Inspiration View</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4258.jpg"><img title="IMG_4258" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4258-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de baixo de um hodoo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegar num parque nacional dos Estados Unidos é algo que sempre impressiona pela organização, limpeza e estrutura para receber os  visitantes. Depois de 10 minutos conversando com os <em>rangers</em> (guardas/guias do parque), tínhamos todas as infos que precisávamos para aproveitar o único dia que teríamos no parque.  Dentre os pontos que visitamos, o destaque  foi a trilha de 3 milhas (4,8 km) de duração, que tinha uma dificulade moderada e mesclava a Queens garden trail e a Navajo Loop trail. A passagem mais “pesada”, era uma íngrime e sinuosa ladeira, com curvas formando uma espécie de zig-zag enquanto caminhávamos. Em função da quantidade de paisagens incríveis, as paradas para fotografia eram constantes, o nos fez levar algo em torno de 3 horas para cumprir o percurso. Era preciso tomar cuidado com o terreno seco e as pedrinhas no chão, que funcionam como uma casca de banana, prontas para te levar para o chão. Nos chamou a atenção o fato de no meio daquele &#8220;deserto&#8221;, ainda existir condição para que brotassem árvores, colorindo mais ainda a paisagem, que na maior parte do tempo era composta pelo ceú azulado, pelo verde das árvores e o vermelho dos canyons.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4230.jpg"><img title="IMG_4230" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4230-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Árvore solitária no meio das rochas</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4501.jpg"><img title="IMG_4501" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4501-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição 4&#215;1 no Inspiration View</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">De acordo com as informções espalhadas ao longo do parque, existe uma explicação para a coloração das formações rochosas. Originalmente, a cor crua dos canyons  é branca, mas com as partículas de ferro depositadas no solo e que oxidaram com o tempo foram surgindo diferentes cores e tons como laranjas, amarelos, marrons, sendo o vermelho o que mais se destaca. Além disso, as frequentes e intensas mudanças de temperature e incidência de luz também afetam a coloração ao longo do tempo. Além disso, o parque também conta com várias grutas, que são resultado de uma concentração de água e neve qe penetram na camada mais profunda e areiosa e que, ao sofrerem pressão para serem eliminadas das rochas, acabam levando areia junto.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4367.jpg"><img title="IMG_4367" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4367-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rochas em equilíbrio instável</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4225.jpg"><img title="IMG_4225" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4225-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Canyons</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4494.jpg"><img title="IMG_4494" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4494-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hodoos e árvores dividindo a paisagem</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Já mais para o meio da tarde, retornamos para a Tanajura, fizemos um lanche rápido e seguimos para a scenic drive, a estrada de 18 milhas que corta o parque e leva até os principais mirantes. Como a estrada é de mão dupla e o parque fica a nossa esquerda, fomos até o ultimo mirante e fizemos todas as paradas no caminho de volta. Passamos por vários deles: Paria View, Rainbow and Yovimpa, Bryce Point, além do Inspiration View, o mais impresionante deles. Ficamos parados lá por quase 30 minutos admirando a paisagem, sentindo o vento soprando em nossos rostos, uma sensação de como se o tempo tivesse parado naquele momento.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4147.jpg"><img title="IMG_4147" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4147-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">André abraçando o vento</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4379.jpg"><img title="IMG_4379" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4379-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ceú azul e as rochas alaranjadas</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4415.jpg"><img title="IMG_4415" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4415-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fim da trilha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois desses momentos relaxantes, nos despedimos da scenic view e seguimos estrada ao nosso próximo destino. Uma passagem rápida e inspiradora pelos “canyons” avermelhados do Bryce.</p>
<p style="text-align: justify;">Para acessar mais fotos, clique <a title="Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632243048907/" target="_blank">aqui</a> !</p>
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