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	<title>4x1 &#187; Guatemala</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>O Lago de Atitlán</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Guatemala]]></category>
		<category><![CDATA[Lago de Atitlan]]></category>
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		<category><![CDATA[Santa Cruz La Laguna]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 22/01/2013 à 23/01/2013 Trajeto: Seguimos a Panamericana à oeste de Guatemala City, e tomamos o desvio na altura da cidade de Patzicia &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/lago-de-atitlan/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></h3>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Data: 22/01/2013 à 23/01/2013</b></h4>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saímos de:</b> Guatemala City &#8211; Guatemala</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Distância total:</b> 110 km</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Onde dormimos: Estação de Bombeiros em Panajachel. </b>Deixaram que armássemos as barracas no estacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu Cheio: A beleza do Atitlán e o contato com a cultura local.</b></p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Destino final:</b> Panajachel &#8211; Guatemala</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tempo de viagem:</b> Aproximadamente 2 horas</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que comemos de bom: Nada diferente </b>do que estávamos comendo nos últimos dias</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Pneu murcho: Visita rapidinha&#8230;</b>com horário marcado com o barco que nos conduzia pelos pueblos, o tempo para visitar as cidades no mesmo dia foi curto</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto: </b>Seguimos a Panamericana à oeste de Guatemala City, e tomamos o desvio na altura da cidade de Patzicia para uma estrada local que leva direto à Panajachel.<b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Lago de Atitlán &#8211; Guatemala</p>
<p style="text-align: justify;"><i>Imagine um dia intenso. Em menos de 24 horas, acordamos de nossas acomodações no corpo de bombeiros, tomamos um barco e visitamos quatro pueblos ao redor do gigantesco e belíssimo Lago de Atitlan. Além da paisagem do lago e os vulcões dos arredores, a cultura local também chama atenção e completa a experiência nesta jóia da Guatemala.</i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4164.jpg"><img alt="IMG_4164" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4164-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Lago de Atitlán</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de Guatemala City no meio da tarde, após o almoço e depois de algumas horas de estrada já estávamos na cidadezinha de Panajachel, principal porta de entrada para os visitantes do Lago Atitlán. Depois de um giro na cidade para procurar onde passar a noite, acabamos caindo em um lugar um tanto quanto inusitado: o Corpo de Bombeiros. Permitiram que dormíssemos no estacionamento sem muito problema, e ainda pudemos usar o banheiro deles, ótimo negócio.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_3952.jpg"><img alt="IMG_3952" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_3952-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminho duro para chegar à Panajachel</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4014.jpg"><img alt="IMG_4014" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4014-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mas belas vistas acompanham a estrada</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Dia seguinte, faríamos um passeio pela ilha. Empresas de turismo oferecem uma volta de lancha, parando em alguns dos <i>pueblos</i> localizados no entorno da ilha. São diversas pequenas cidades que se espalham ao redor dos 126 km² do Atitlán e oferecem um pouco da cultura maia ainda remanescente aos turistas. Em um dia, recomenda-se visitar entre 3 ou 4 dos <i>pueblos,</i> para que se possa curtir um pouco do visual e também conhecer o que as cidades tem a oferecer.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4038.jpg"><img class=" " alt="IMG_4038" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4038-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Vulcão Atitlán descansa à beira da lagoa</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A primeira vista do lago é impressionante. Primeiro, pelo seu tamanho, segundo pela sua beleza. Não é à toa que é considerado um dos lagos mais bonitos do mundo. Três vulcões dão um charme especial à paisagem: o Atitlán, o Tolimán  e o San Pedro. Este último, dizem ter cessado sua atividade vulcânica há milhares de anos, enquanto os outros dois permanecem ativos, ainda que a última erupção do Atitlán tenha acontecido em 1853.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4036.jpg"><img alt="IMG_4036" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4036-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A primeira vista do vulcão</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4165.jpg"><img alt="IMG_4165" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4165-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista da cidade de Santa Cruz la Laguna</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A primeira parada foi na aldeia de Santa Cruz la Laguna. Cidadezinha pequena, que parece estar crescendo rápido nos últimos anos. Tivemos a impressão de que o turismo está tomando conta da região e a aldeia cresce em torno disso. Tomamos um tuc-tuc (tipo aqueles da Índia mesmo!) para subir até o centro. Depois de observar as crianças locais brincando no recreio, e passarmos pela igrejinha na praça central, subimos ao mirador para uma vista mais panorâmica do lago. Belo visual.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4064.jpg"><img alt="IMG_4064" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4064-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Carona no tuc-tuc</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4176.jpg"><img alt="IMG_4176" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4176-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Crianças aproveitam o recreio na praça</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4105.jpg"><img alt="IMG_4105" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4105-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Modelas envergonhadas para a foto</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4068.jpg"><img alt="IMG_4068" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4068-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muitas das crianças ainda usam as roupas típicas no dia-a-dia</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4134.jpg"><img alt="IMG_4134" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4134-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Parada no mirador da cidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A próxima aldeia foi a de San Marcos la Laguna, supostamente  o melhor local para um mergulho no lago. Não foi todo mundo que encarou a água gelada, já que a temperatura fora da água não era das mais convidativas. Quem não nadou, saiu para uma voltinha na cidade. O lugar é bem tranquilo e os turistas aproveitam para relaxar no <i>lodge </i>à beira do lago. Subimos o morro e no caminho encontramos uma mistura de costumes. Algumas senhoras passavam com roupas tradicionais, enquanto os mais jovens já esbanjavam roupas de marca (de autenticidade duvidosa) e smartphones.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4287.jpg"><img alt="IMG_4287" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4287-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rumo à San Marcos</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4407.jpg"><img class=" " alt="IMG_4407" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4407-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A tradição e a modernidade</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Seguimos o passeio com nosso barqueiro, que dessa vez nos deixou em San Juan, nossa parada mais longa e talvez a mais interessante. Novamente, um batalhão de <i>tuc-tucs</i> esperam os viajantes que descem no píer.<i> </i>Decidimos conversar com um deles, que nos ofereceu um <i>tour</i> por toda a cidade. E este foi muito interessante.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4214.jpg"><img alt="IMG_4214" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4214-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os tuc-tucs</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Passamos pela cooperativa de café, onde aprendemos um pouco sobre como esta atividade funciona na região, famosa por exportar este produto para o resto do mundo. Pudemos até provar um cafezinho deles e concluímos que, apesar de bom, somos bem mais o nosso café brasileiro!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4322.jpg"><img alt="IMG_4322" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4322-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel provando o café guatemalteco</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Outra atividade forte na cidade é o artesanato. Pela ruas, espalham-se diversos murais de Juan Francisco Guzman, famoso artista da região. Seus quadros são verdadeiras peças de arte, que retratam as paisagens e realidades locais. Em sua galeria, vimos alguns gringos comprando vários para levar para casa.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4360.jpg"><img alt="IMG_4360" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4360-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Arte nas ruas é comum em San Juan&#8230;</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4343.jpg"><img alt="IMG_4343" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4343-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;e em galerias também</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ainda tivemos a oportunidade de conhecer uma cooperativa de artesanato, onde conversamos com uma simpática senhora, que há anos passa sua experiência aos mais jovens. As cores dos tecidos são extraídas naturalmente, a partir de essências de folhas e frutas. O trabalho é bastante interessante.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4367.jpg"><img alt="IMG_4367" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4367-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Muitas cores no artesanato local</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4370.jpg"><img alt="IMG_4370" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4370-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Todas as cores retiradas da natureza</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4371.jpg"><img alt="IMG_4371" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4371-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Como colorir tecidos em poucos passos</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A última parada na ilha foi em San Pedro. O nosso tempo estava curtíssimo, e não pudemos conhecer mais que o restaurante em frente ao lago aonde almoçamos. A cidade parecia mais turística e badalada, sendo repleta de restaurantes e bares na rua principal. Almoçamos correndo e voltamos ao barco, antes que o barqueiro decidisse nos deixar por lá mesmo (e ele realmente estava prestes a fazer!).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4465.jpg"><img alt="IMG_4465" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4465-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruas de San Pedro</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4457.jpg"><img alt="IMG_4457" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4457-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">San Pedro é cidade grande no lago</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos do Lago de Atitlán encantados com sua beleza e com tudo que absorvemos dos <em>pueblos</em> ao seu redor. Era nosso último dia na Guatemala. Seguimos viagem rumo à desconhecida El Salvador.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4428.jpg"><img alt="IMG_4428" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_4428-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hora de voltar à Tanajura</p>
</div>
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		<title>A majestosa cidade Maia de Tikal e a capital Guatemalteca</title>
		<link>http://4x1.com.br/tikal-ciudaddeguatemala/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 16:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Guatemala]]></category>
		<category><![CDATA[Ciudade de Guatemala]]></category>
		<category><![CDATA[Guatemala City]]></category>
		<category><![CDATA[Maia]]></category>
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		<category><![CDATA[Tikal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 17/01/2013 à 21/01/2013 &#160; Saímos de Belmopan, em Belize, rumo à Tikal, na Guatemala, no dia 17 de janeiro, quinta-feira. Infelizmente, chegamos ao &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/tikal-ciudaddeguatemala/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 17/01/2013 à 21/01/2013</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Belmopan &#8211; Belize</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 170 km de Belmopan, Belize, para Tikal, Guatemala, e 530km de Tikal para Ciudad de Guatemala.</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Dentro do Parque Nacional Tikal, em Tikal, e nos <em>Hostels</em> La Española e La Coperacha, em Ciudad de Guatemala.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A majestosidade das ruínas de Tikal, no meio da selva.</p>
<p><strong>Trajeto:</strong> Saímos de Belmopan rumo a Guatemala passando por San Ignacio, ainda em Belize, e depois de cruzada a fronteira rumamos a Tikal. De Tikal a Ciudad de Guatemala fomos pela rota da estrada que contorna o Lago de Izabal.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Primeiramente as ruínas de Tikal, no norte da Guatemala, depois a capital, Ciudad de Guatemala.<b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Aproximadamente 5h até Tikal, incluindo o tempo que levamos para cruzar a fronteira. 10h de Tikal a Ciudad de Guatemala.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> O café da manhã do Hostel, com ovos, pão caseiro, café com leite e, pasmem, feijão! Tudo muito bem feito e saboroso.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O clima que a capital guatemalteca possui, com seguranças armados até os dentes na porta da maioria dos estabelecimentos.</p>
</div><div class="clear"></div><p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4436" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3352.jpg"><img class="size-large wp-image-4436" alt="IMG_3352" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3352-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A fronteira Belize-Guatemala</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Saímos de Belmopan, em Belize, rumo à Tikal, na Guatemala, no dia 17 de janeiro, quinta-feira. Infelizmente, chegamos ao Parque de Tikal no fim do dia e tínhamos apenas algumas horas para visitar as majestosas ruínas maias. No dia seguinte teríamos que sair cedo em direção a capital guatemalteca, uma viagem que duraria o dia todo, pois o Nandes (Leonardo) tinha um vôo marcado saindo de Ciudad de Guatemala para visitar sua mãe. Passando pela entrada do parque tivemos que pagar a salgada taxa de entrada para estrangeiros, de , que valia para dois dias de permanência no parque, mesmo nós só podendo passar parte de um lá. Estacionamos o carro e já corremos para a floresta, sob uma leve garoa, onde as trilhas (bem sinalizadas, por sinal) levavam às várias ruínas.</p>
<div id="attachment_4437" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3370.jpg"><img class=" wp-image-4437" alt="IMG_3370" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3370-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sinalização no Parque Nacional de Tikal</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Já estava ficando escuro e precisávamos correr para ver o máximo possível. Andamos por 20 minutos entre as trilhas da selva quando, finalmente, chegamos ao primeiro centro de ruínas: a sensação, ao fim da tarde e já sem ninguém lá, foi de que nós tínhamos acabado de descobrir o centro arqueológico.</p>
<div id="attachment_4439" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3388.jpg"><img class="size-large wp-image-4439" alt="IMG_3388" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3388-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Templo I em Tikal</p>
</div>
<div id="attachment_4442" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3406.jpg"><img class="size-large wp-image-4442" alt="IMG_3406" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3406-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ruínas de Tikal</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A selva intocada em volta das construções passa a impressão de que desde de seu abandono as ruínas estão alí, resistindo ao tempo. Subimos nos prédios mais altos para poder ter uma noção melhor da área e pudemos ver,  acima da copa das árvores, as outras altas construções que surgiam em meio à vegetação. Além disso, era possível notar o vapor que subia da vegetação devido à alta umidade da região. Cinematográfico. Fomos pulando de centro em centro até o horário em que o parque fechou e tivemos que voltar pro carro, já de noite.</p>
<div id="attachment_4446" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3473.jpg"><img class="size-large wp-image-4446" alt="IMG_3473" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3473-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vapor subindo em meio à vegetação</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A cidade de Tikal é um dos centros maias mais importantes de sua civilização, com sua construção sendo começada algumas centenas de anos antes de Cristo e seu apogeu sendo atingido entre os anos 500 e 800 depois de Cristo. Nessa época centralizava boa parte da economia e política maia da região e também foram encontrados indícios de interação com outras importantes &#8220;metrópoles&#8221; da América de sua época, como Teotihuacan, no centro do que hoje é o México.</p>
<div id="attachment_4445" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3434.jpg"><img class="size-large wp-image-4445" alt="IMG_3434" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3434-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nós em meio às ruínas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Queríamos acampar ali no estacionamento do parque mesmo, mas os guardas não deixaram. Então fomos atrás dos estacionamentos dos poucos hotéis que existem dentro da área do parque nacional e um deles liberou o espaço para dormirmos! Jantamos no restaurante desse hotel e fomos dormir pois no dia seguinte acordaríamos bem cedo para mais um dia inteiro de viagem. Apesar da região tropical, durante a noite até que fez um friozinho, chegando a 13 graus de temperatura!</p>
<div id="attachment_4448" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3505.jpg"><img class="size-large wp-image-4448" alt="IMG_3505" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3505-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mais um dia de viagem</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, como programado, passamos todo o tempo viajando em direção à capital e chegamos no começo da noite. Como o Nandes teria que pegar o vôo cedinho no outro dia, dormimos no <i>hostel</i> La Española, bem próximo ao aeroporto, que oferecia <i>transfer</i> na hora do seu vôo. Uma coisa boa da Guatemala é que a maioria dos <i>hostels</i> inclui no preço do alojamento um reforçado café-da-manhã, com até feijão! Bom, o Nandes saiu cedo para o aeroporto e nós fomos tomar o saboroso café-da-manhã. Durante o café conhecemos duas senhoras norte-americanas que haviam se conhecido há muito tempo em um voluntariado no Tibet e agora estavam se reencontrando para uma viagem na América Central!</p>
<div id="attachment_4452" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3563.jpg"><img class="size-large wp-image-4452" alt="IMG_3563" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3563-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As duas senhoras que conhecemos no hostel</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O Gustavo há um tempo já não estava se sentindo muito bem, tossindo sempre e com febre. Com isso, logo após o café fomos levá-lo ao hospital para ver o que estava acontecendo. Fomos ao hospital , associado ao seguro de saúde que nós temos, era um dos melhores de Ciudad de Guatemala e logo já começaram alguns exames parar verificar o que ocorria. Após algum tempo veio o resultado: ele estava com pneumonia! Todos ficamos surpresos, inclusive ele, pois não estava se sentindo tão mal. A sugestão do médico era de ele voltar para casa e descansar, tomando o medicamento. Entretanto, depois de 7 meses na estrada a coisa mais próxima a uma casa que nós temos é a Tanajura! Por isso o médico resolveu interná-lo no hospital por 2 noites para ele ficar acomodado melhor e poder se recuperar mais rapidamente.</p>
<div id="attachment_4459" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3939.jpg"><img class="size-large wp-image-4459" alt="IMG_3939" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3939-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hospedagem 1a classe do Gustavo na capital guatemalteca</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Claro que não desejamos isso a ninguém, mas não é exagero dizer que as instalações do hospital foram uma das melhores habitações por qual algum de nós passou na viagem: TV a cabo, internet, menu rico e variado nas refeições, vista para um bem cuidado jardim japonês, bebidas e comidas à vontade fora das refeições e quarto climatizado. Com o Gustavo já instalado e se recuperando, nós que sobramos (Bruno, André e Gabriel) fomos procurar um <i>hostel</i> mais próximo ao centro para ficarmos. Acabamos encontrando o <i>hostel</i> La Coperacha, depois de buscar na internet por referências. O animado Luciano (austríaco que gerencia o <i>hostel</i>) nos recebeu e já fechamos as próximas 3 noites que passaríamos na capital guatemalteca lá. O ambiente era agradável, limpo e, mais uma vez, possuía um café-da-manhã delicioso.</p>
<div id="attachment_4453" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3923.jpg"><img class="size-large wp-image-4453" alt="IMG_3923" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3923-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sala do Hostel La Coperacha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No mesmo <i>hostel</i> estava hospedado o casal Ricardo e Renilza, que também eram viajantes de longo prazo assim como nós, mas no caso deles a viagem era pelo mundo inteiro! Eles já voltaram ao Brasil agora, mas seu blog (<a title="Mundo a Dentro" href="http://rrmundoadentro.blogspot.com/" target="_blank">blog Mundo a Dentro</a>) ainda está no ar com as experiências que tiveram. Passamos o resto da noite conversando com eles, trocando experiências e estórias engraçadas, até a hora de dormir.</p>
<div id="attachment_4456" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3935.jpg"><img class="size-large wp-image-4456" alt="IMG_3935" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3935-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nós na parça central de Ciudad de Guatemala</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na manhã do dia seguinte, voltamos ao hospital para ver como estava o Gustavo, que já estava se sentindo bem mas deveria ficar mais um dia internado para se recuperar melhor. Saímos do hospital e fomos dar uma volta pelo centro da cidade. Tudo sem correria, pois íamos esperar o Nandes voltar alguns dias depois também em Ciudad de Guatemala. Com isso, acabamos usando o tempo para relaxar e descansar um pouco também, diferentemente da correria habitual que temos quase que diariamente na Expedição. Por sorte a estrutura do nosso <i>hostel </i> ajudava bastante, tinha até uma sala com instrumentos musicais!</p>
<div id="attachment_4454" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3930.jpg"><img class="size-large wp-image-4454" alt="IMG_3930" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3930-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Equipe do Hostel La Coperacha</p>
</div>
<p>Depois de 2 noites internado, o Gustavo foi liberado pelo médico e já estava se sentindo bem melhor, só precisava continuar tomando os medicamentos receitados. Ainda faltava um dia para o Nandes voltar, então fomos até a cidade vizinha de Antigua, antiga capital da Guatemala, mas isso já é história pra outro post ;).</p>
<p>Para mais fotos, <a title="Fotos Tikal e Cidade da Guatemala" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633425675587/" target="_blank"><strong>clique aqui!</strong></a></p>
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