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	<title>4x1 &#187; Gran Cenote</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>O Azul Místico dos Cenotes</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 16:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Cuzama]]></category>
		<category><![CDATA[Gran Cenote]]></category>
		<category><![CDATA[Península do Yucatán]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 05/01/2013 e 08/01/2013 Trajeto: Saindo de Tulum ao norte pela 109, durante 10 minutos, chegamos ao Gran Cenote. Para os 3 Cenotes, saímos de &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cenotes/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 05/01/2013 e 08/01/2013</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Tulum (par ao Gran Cenote) e Mérida (para os 3 Cenotes de Cuzamá) &#8211; México</p>
<p><b>Distância total:</b> 5 km para o Gran Cenote (de Tulum) e +- 50 km (de Mérida) para os 3 Cenotes de Cuzamá</p>
<p><b>Onde dormimos: Camping em Tulum e estacionamento de hotel em Mérida.</b></p>
<p><b>Pneu Cheio: Beleza surreal dos cenotes&#8230;</b>a composição das cavernas com o azul da água é de hipnotizar</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Gran Cenote e 3 Cenotes de Cuzamá &#8211; México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> 10 minutos para o Gran Cenote, e quase 1 hora para os 3 Cenotes de Cuzamá</p>
<p><b>O que comemos de bom: Não comemos nada nos cenotes.</b></p>
<p><b>Pneu murcho: Tempo limitado nos 3 Cenotes de Cuzamá&#8230;</b>o guia nos dá apenas cerca de meia hora em cada cenote, antes que parta com o seu cavalinho para a chuva</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto: </b>Saindo de Tulum ao norte pela 109, durante 10 minutos, chegamos ao Gran Cenote. Para os 3 Cenotes,<b> </b>saímos de Mérida em direção a Valladolid, desviamos na YUC 18 até Cuzamá.</p>
<p><b>O Azul Místico dos Cenotes</b></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Quando achamos que o azul do Caribe nas belas praias da Península do Yucatán</i> <i>já impressionavam, encontramos outra beleza singular, típica da região: os cenotes. Poços de água azul cristalina submergem em meio à natureza cercada de mistérios e encantam a todos com suas cores vivas à luz do sol.</i></p>
<p style="text-align: justify;">Importantes elementos da cultura mexicana, os cenotes já representaram a principal fonte de água doce para os maias e hoje são explorados como atividade turística. Cercado de histórias sobre sua formação, esse fenômeno natural está presente em mais de 7.000 pontos espalhados pela Península do Yucatán.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030231.jpg"><img alt="P1030231" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030231-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de cima de um cenote, em Cuzamá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Um cenote pode ser totalmente aberto, como um lago, ou quase completamente fechado, como uma caverna. A água encontrada em seu interior pode ser doce, salgada, ou ambas. Independente de suas características estruturais, todos eles parecem compartilhar de uma beleza mística à luz do sol, compondo uma paisagem daquelas de tirar o fôlego.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1795.jpg"><img alt="IMG_1795" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1795-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O verde e o azul do Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Lendas regionais contam que os cenotes surgiram a partir da queda de meteoros, há milhares de anos. Contudo, as teorias mais aceitas, tratam-nos como depressões constituídas de calcário poroso. Apesar disso, carregam no nome o título de sagrado, originário da palavra do idioma maia “ts&#8217;onot&#8221;. Há quem acredite no seu poder medicinal, fonte curativa do misticismo indígena, ou mesmo que eles sejam portais para comunicação com os deuses.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1760.jpg"><img alt="IMG_1760" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1760-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ótimo ponto para snorkel no Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em todo o México, o turista pode encontrar cenotes, especialmente em cidades com sítios arqueológicos. Apesar de acessíveis ao público, normalmente, estão em locais privados, sendo necessário pagar uma taxa de visitação, em torno de R$ 10. Nos cenotes, geralmente é possível fazer atividades como snorkeling  ou mergulho. Os mais preguiçosos podem simplesmente curtir o visual e se banhar nas águas cristalinas.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1832.jpg"><img alt="IMG_1832" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1832-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André se prepara para o mergulho</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Tivemos  a oportunidade de visitar alguns deles durante as nossas “férias” no Yucatán. O primeiro que conhecemos foi o Gran Cenote, localizado nas redondezas de Tulum. Em meio ao verde da floresta, poços de água levam ao interior de cavernas repletas de água. Mergulhadores certificados, como o nosso amigo André, podem descer nas águas subterrâneas e vagar entre as saídas do Gran Cenote. Há ótimos pontos para simplesmente dar um mergulho sem compromisso e curtir a natureza.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1806.jpg"><img alt="IMG_1806" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1806-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Galera feliz em meio à natureza</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1778.jpg"><img alt="IMG_1778" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1778-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A caverna e os mergulhadores</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Também passamos pelos 3 Cenotes de Cuzamá, cidade localizada a cerca de 45 minutos de Mérida. Em um mesmo passeio, visita-se os cenotes Chelentun (“Saindo pedras”), Chansinic’che (“árvore com formigas”) y Bolonchoojol (“nove gotas de água”). Ao chegar na vila, contratamos um guia para nos levar em meio à mata. O transporte era curioso: burros puxavam uma carroça que andava sobre trilhos. O mesmo trilho é usado para ir e para voltar, de maneira que se encontrássemos outro grupo no caminho inverso, alguém tem que ceder e puxar a carroça para fora dos trilhos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030193.jpg"><img alt="P1030193" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030193-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O burrinho levava todos nós ao cenote</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030262.jpg"><img alt="P1030262" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030262-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Alguém tem que ceder</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030273.jpg"><img alt="P1030273" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030273-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Primeira classe</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O passeio durou praticamente a tarde inteira e foi bastante interessante. A carroça leva à entrada dos cenotes, onde há escadas de madeiras que dão acesso às grutas.  Buracos na superfície permitem a entrada da luz do sol, dando cor ao espetáculo. Um azul inexplicável surge da água iluminada. Não é à toa que há todo um misticismo em torno desses fenômenos.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030239.jpg"><img alt="P1030239" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030239-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes descendo a escada de madeira para o cenote</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030203.jpg"><img alt="P1030203" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030203-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Beleza misteriosa do cenote em Cuzamá</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030215.jpg"><img alt="P1030215" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/P1030215-1024x768.jpg" width="423" height="317" /></a>
<p class="wp-caption-text">Feixe de luz e o azul místico das águas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Vontade não faltou para conhecer os outros milhares de cenotes espalhados pela região. Mesmo alguns dos famosos como o Ik-Kil, nas ruínas de Chichén Itzá (chegamos atrasados!), ou o Dos Ojos, também próximo à Tulum (o qual passamos reto!), vão ter que ficar para a próxima visita, que não poderíamos deixar de fazer depois de conhecer esta impressionante beleza natural.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1782.jpg"><img alt="IMG_1782" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1782-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Natureza no Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"> Para mais fotos dos cenotes, <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157633278154148/">clique aqui</a>!</p>
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		<title>As Férias da Expedição</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[ruínas arqueológicas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>F icha 4×1 Data: 22/12/2012 à 11/01/2012 Trajeto: Cruzamos a Riviera Maya de cima à baixo, e também esticamos de Cancun para a região de Mérida. &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/ferias-da-expedicao/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>F icha 4×1</b></p>
<p><b>Data: 22/12/2012 à 11/01/2012</b></p>
<div class="one_half content_left"><p><b>Saímos de:</b> Bakalar &#8211; México</p>
<p><b>Distância total:</b> +- 1500 km</p>
<p><b>Onde dormimos: </b>Alternamos entre campings, estacionamentos de hotéis e albergues.</p>
<p><b>Pneu Cheio: Tranquilidade e curtição em boa companhia. </b>A presença de amigos fez toda diferença em nosso final de ano.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><b>Destino final:</b> Bakalar &#8211; México</p>
<p><b>Tempo de viagem:</b> Muitas horas de estrada.</p>
<p><b>O que comemos de bom: Ótimos peixes e marquesita de sobremesa.</b></p>
<p><b>Pneu murcho: Furto no hostel PocNa, em Isla Mujeres. </b>Roubaram um dos nossos computadores.</p>
</div><div class="clear"></div><p><b>Trajeto: </b>Cruzamos a Riviera Maya de cima à baixo, e também esticamos de Cancun para a região de Mérida. Saímos de Bakalar para voltar à Bakalar mais de 20 dias depois.</p>
<p><strong>Península do Yucatán I: As Férias da Expedição</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><i>Depois de cruzarmos praticamente todo o território do México, chegamos à sua parte mais badalada: a Península do Yucatán. Um lugar onde a beleza paradisíaca das praias e cenotes se misturam às impressionantes ruínas arqueológicas da civilização maia, como também ao glamour de hotéis luxuosos e festas inacabáveis. Foi no Yucatán, que de certa maneira, tiramos férias da Expedição. Curtimos o lugar tranquilos, na companhia de amigos, durante cerca de vinte dias. Não faltaram histórias para contar. </i></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_1101cassia.jpg"><img alt="IMG_1101cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/IMG_1101cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Relaxando ao pôr-do-sol de Isla Mujeres</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Desde que entramos no México, contávamos os dias para a nossa chegada à Península do Yucatán, à extremo sudeste do país. Apesar de geralmente não sermos muito chegados a regiões muito turísticas, queríamos checar por nós mesmo esta região tão bonita, badalada e altamente conhecida pelos brasileiros. Além disso, era ali que encontraríamos amigos que decidiram nos fazer uma visita no fim do ano. Estava tudo programado há meses e a ansiedade era grande.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1273.jpg"><img alt="IMG_1273" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1273-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma pena que durou pouco, saudades Cass!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Península do Yucatan separa o Mar do Caribe do Golfo do México e compreende os estados de Yucatán, Campeche e Quintana Roo, sendo que o último deles é uma das jóias do turismo mexicano. Nele está localizada nada menos que a famosíssima Cancun, além de outras belíssimas praias da Riviera Maya, que se estendem sobre uma faixa de cerca de 130 km desde a cidade de Puerto Morelos até a paradisíaca Tulum.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088.jpg"><img alt="IMG_1088" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1088-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O azul do Caribe nas praias da Riviera Maya</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Cancun foi o lugar escolhido para ser o nosso QG na região. Era o lugar mais fácil para que as pessoas pudessem voar de onde quer que estivessem para nos visitar. Depois da saga até Bakalar (vide <a href="http://4x1.com.br/fim-do-mundo" target="_blank">link</a>), esticamos direto para a cidade, a fim de estabelecermos nossa base e começar a curtir a nossas férias com os amigos. Estávamos imensamente felizes de termos companhia no Natal, quando a saudade da família e dos amigos bate mais forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em Cancun exatamente no dia 22 de dezembro e só sairíamos dali no dia 11 de janeiro. Como nosso QG, era de lá que saímos e para lá que voltávamos em viagens mais curtas a outras partes da península. Encontramos um camping tanto quanto afastado da badalação, mas que tinha um preço infinitamente mais barato que as opções de albergues mais bem localizados, e isso sem comparar com os hotéis da <i>glamourosa</i> Zona Hoteleira. O Camping era El Meco Loko, próximo à praia Meco e às estações de ferry que partem para a Isla Mujeres. Alguns dias ali e já nos sentíamos em casa, tanto que muitas vezes o jovem que cobrava a gente logo na entrada, já deixava que pagássemos dias depois de voltar. E as idas e vindas foram várias.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping.jpg"><img alt="camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/camping-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Manhã no camping El Meco Loko</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O caminho para o camping e para o aeroporto ainda sabemos de cor, de tantas foram as vezes que os fizemos. Em 20 dias, fomos ao aeroporto umas 6 vezes, duas para cada visita que teríamos. Nossa primeira e super aguardada visita foi a da Cássia, amiga de longa data dos tempos de faculdade e grande apoiadora do nosso projeto. Foi com ela que passamos a noite de Natal, em um jantar nada tradicional, regado a muitas lembranças e risadas; além de outros dias memoráveis, que não foram suficientes para matar a saudade. Depois, tivemos o prazer de receber mais duas amigas que conhecemos ao longo da viagem: a Giulli, uma das nossa queridas anfitriãs em Salt Lake City e a Julia, alemã que conhecemos durante nossa estadia na selva Amazônica. Estas foram nossas companheiras para a festa de Ano Novo e outros dos dias das nossas férias.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia.jpg"><img alt="IMG_1084cassia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1084cassia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As modelos que nos acompanharam em Cancun</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475.jpg"><img alt="IMG_1475" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1475-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Diretamente da Alemanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Nossa rotina sempre muda quando temos companhia. Parece que nos dão uma energia extra, uma vontade de compartilhar toda a alegria que a viagem nos tem proporcionado. Também tem aquele gostinho estranho de casa, de pessoas que conhecemos e de quem gostamos. Nesse sentido, é que esses dias na Península do Yucatán nos pareceu como férias da Expedição. Tudo em ótima companhia!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4.jpg"><img alt="coco4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco4-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ano novo no CocoBongo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Península do Yucatán tem a capacidade de atrair uma variedade interessante de turistas. Desde os mais festeiros, sedentos por balada e dias de curtição na praia, até os mais interessados nos resquícios remanescentes da cultura maia ou da época colonial. Também há aqueles que apenas querem curtir a riqueza natural espalhada em todos os cantos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas férias acabaram sendo uma mistura de momentos. Ora estávamos simplesmente curtindo a bela natureza das praias de água azul cristalina ou mesmo dos cenotes; ora caíamos na gandaia e nos rendíamos às festas, que são marca registrada da região. Ainda tivemos tempo para conhecer mais ruínas da civilização maia e também o clima aconchegante de Mérida.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209.jpg"><img alt="IMG_1209" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1209-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Praia em Isla Mujeres</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida1.jpg"><img alt="merida1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pracinha charmosa em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Foi difícil de escolher um roteiro, uma vez que as opções na Península do Yucatán são inúmeras. Não tivemos opção a não ser deixar algumas coisas para a próxima oportunidade. No fim das contas, os pontos de interesse que fizeram parte da nossa lista de visitação: Cancún, Isla Mujeres, Playa del Carmen, Tulum, Akumal, Mérida, Chichen Itzá, Gran Cenote, 3 Cenotes, Bakalar.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dessa diversidade, condensamos os cinco motivos pelos quais recomendamos fortemente uma viagem pela Península do Yucatán:</p>
<p style="text-align: justify;"><b>1)        </b><b>As Praias: </b>Não é só em Cancun que água azul do Caribe faz brilhar os olhos. Na chamada Riviera Maya, há uma sequencia de praias incríveis, em uma faixa de 130 km ao longo da costa. As cidades podem até ser um pouco elegantes demais e cheia de gringos, com seus hotéis chiques e bares charmosos, mas isso não diminui a beleza natural de suas praias. Entre elas, a que mais gostamos foi a de Tulum, onde ainda se pode encontrar um lugar tranquilo e preservado para relaxar diante do cenário paradisíaco.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1.jpg"><img alt="tulum1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/tulum1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Visual paradisíaco em Tulum</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>2)       </b><b>Os Cenotes:</b> Formações muito características da Península do Yucatán, os cenotes são poços profundos resultantes do colapso de rochas calcárias, permitindo a submersão de água subterrânea. No fundo, são piscinas de água cristalina, geralmente envolvidas por cavernas, e que emanam um azul inexplicável em palavras ao se encontrarem com a luz do sol. Durante as férias, passamos pelo Gran Cenote, próximo a Tulum e também pelos 3 cenotes, localizados na região de Mérida. Há muitos outros espalhados pela Península, igualmente ou até mais impressionantes.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cenote1.jpg"><img alt="cenote1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/cenote1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O azul hipnotizante do Gran Cenote</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>3)       </b><b>As Ruínas Maias: </b>Como em boa parte do México, os resquícios de civilizações antigas estão espalhadas pela Península do Yucatán. A região era lar dos maias e olmecas, sendo que algumas de suas antigas cidades ainda sobreviveram ao tempo. Chichen Itzá é uma das mais conhecidas e bem preservadas, englobando um complexo impressionante de pirâmides e outros edifícios. Em Tulum, as ruínas à beira-mar proporcionam uma vista esplendorosa.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/chichen2.jpg"><img alt="chichen2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/chichen2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pirâmide Kukulcán, em Chichén Itzá</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>4)       </b><b>A Cultura Yucateca: </b>com<b> </b>uma rica mistura da herança maia com os costumes espanhóis, o estado de Yucatán preserva muito bem suas tradições. A cidade de Mérida, por exemplo, é um ótimo lugar para disfrutar da exótica culinária yucateca, como também apreciar seus costumes, arquitetura e música. <b></b></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida3.jpg"><img alt="merida3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/merida3-1024x575.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apresentação de danças típicas, em Mérida</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><b>5)       </b><b>A Vida Noturna: </b>Para quem está buscando aquelas festas que passam os limites da madrugada, opções não faltam no Yucatán. Os que estão em Cancun já têm essa mentalidade de diversão na cabeça e isso anima a maioria das festas. Foi lá que curtimos uma das baladas mais diferentes e animadas da viagem: o CocoBongo. Playa del Carmen também é um centro de bares e baladas mais elegantes e cheias de glamour. Em Isla Mujeres também pode se encontrar um agito interessante. Enfim, para os baladeiros de carteirinha, a região é um paraíso.<b></b></p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1.jpg"><img class=" " alt="coco1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/04/coco1-576x1024.jpg" width="296" height="526" /></a>
<p class="wp-caption-text">CocoBongo, a balada em Cancun</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Enfim, como podem imaginar, passamos esses vinte e poucos dias de &#8220;férias&#8221; numa boa. Mais detalhes das nossas idas e vindas, contos e encontros na Península do Yucatán durante as nossas &#8220;férias&#8221; viram nos próximos posts! Aguardem!</p>
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