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	<title>4x1 &#187; expedição 4&#215;1</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Antígua &#8211; Charme Colonial Cercado por Vulcões</title>
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		<pubDate>Sun, 12 May 2013 14:05:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 21/01/2013 à 23/01/2013 Seguindo estrada, nosso próximo ponto de parada era Antigua, Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1979, e reconhecida &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/antigua/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 21/01/2013 à 23/01/2013</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Cidade da Guatemala</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 40 km.</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas, dentro do pátio da polícia turística de Antigua.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A arquietetura colonial circundada pelos vulcões.</p>
<p><strong>Trajeto:</strong> Panamericana.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Antigua.<b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Aproximadamente 1h.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> As tortas dos cafés ao redor da praça, especialmente o pastel tres leches.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O preço um pouco salgado.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Seguindo estrada, nosso próximo ponto de parada era Antigua, Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1979, e reconhecida pelos seus visitantes por sua charmosa arquitetura renascentista espanhola em meio a um vale cercado por vulcões como o vulcão da água e o vulcão do fogo. </span><span style="text-align: justify;"> Seu valor histórico é enorme para o país, já que na primeira metade do século XVI passou a ser a capital do reino da Guatemala, que compreendia toda a atual América Central continental, com exceção do Panamá. Em pleno desenvolvimento, a cidade foi vítima de um terremoto no ano de 1773, o que gerou uma pausa no seu processo de crescimento. Em função dos graves terremotos que se seguiram, e que destruiram boa parte da cidade, foi tomada a decisão de que a capital precisaria ser reconstruída em um lugar mais seguro. A 40km dali surgiu a cidade da Guatemala, que passou a ser a capital do país, enquanto Antígua foi reconstruída mantendo seu charme colonial apesar de ter perdido sua importância política.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos já era noite, depois de pegar o Gustavo no hospital por volta das 18:30 e passar no Subway para um lanche ainda em Guatemala City. A estrada era boa, mas em função do horário, o trânsito para sair da cidade era intenso, e por isso demorou um pouco mais para fluir. Era uma serra com muitas curvas e ladeiras para baixo bem inclinadas e por isso, havia rampas para caso se perdesse o freio, algo que não havíamos visto antes. Logo na entrada da cidade havia diversos <em>hostels</em>, mas como já estávamos com o MODO POUPADOR acionado, fomos atrás de outras opções e acabamos encontrando no centro de polícia turística um espaço enorme e seguro, onde para nossa surpresa, haviam outros <em>&#8220;campers&#8221;</em>, inclusive um casal que havia ficado no mesmo camping que nós, lá no México (Guanajuato)! Logo depois de montar as barracas, ficamos conversando por horas com os 3 casais americanos, (um era do Alaska e por trabalhar com empresa de óleo, conhecia e admirava profundamente a Petrobras). Foi uma conversa agradável em que falamos das diferenças entre viajar de carro e de mochila (todos eles estavam de carro), sobre roteiro e futuro pós-viagem!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3567.jpg"><img alt="IMG_3567" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3567-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura no pátio da Polícia Turística.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, fomos caminhar pela cidade e logo vimos um McDonalds, numa casa estilo colonial, com um jardim imenso que acabou nos convencendo de comer por lá em uma das noites! Visitamos as ruínas do<em> Convento de los Mercedario</em>s, da igreja <em>Nuestra Señora de las Mercedes</em>, que foi destruída por terremoto no século XVI e reconstruída 50 anos depois.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3586.jpg"><img alt="IMG_3586" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3586-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Mc Donalds mais aconchegante, nem parece fast food!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3736.jpg"><img class=" " alt="IMG_3736" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3736-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igreja Nuestra Señora de las Mercedes</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3603.jpg"><img alt="IMG_3603" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3603-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As ruínas del Convento de los Mercedários</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3662.jpg"><img alt="IMG_3662" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3662-682x1024.jpg" width="423" height="635" /></a>
<p class="wp-caption-text">Por dentro das ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3664.jpg"><img alt="IMG_3664" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3664-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Explorando as ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3616.jpg"><img alt="IMG_3616" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3616-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fonte dentro da ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3776.jpg"><img alt="IMG_3776" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3776-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dos muitos artesanatos de Antígua</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Com uma caminhada de alguns minutos morro acima, chegamos ao <em>Cerro de la Cruz</em>, de onde tivemos uma vista incrível da cidade cercada por montanhas e vulcões!</span></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722f.jpg"><img alt="IMG_3722f" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722f-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do Cerro</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722c.jpg"><img alt="IMG_3722c" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722c-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bruno apreciando a vista</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722g.jpg"><img alt="IMG_3722g" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722g-680x1024.jpg" width="423" height="636" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cruz no alto da montanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da caminhada passamos por um restaurante super tradicional, com músicos que tocavam xilofone (instrumento que os guatemaltecos clamam ser os inventores), e que possuía um jardim impecável. Apesar do lado esquerdo do cardápio ser tentador, o lado direito nos impossibilitava, hahaha!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3836.jpg"><img alt="IMG_3836" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3836-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto no terraço do restaurante</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3817.jpg"><img alt="IMG_3817" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3817-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Carruagem em meio ao jardim</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3840.jpg"><img alt="IMG_3840" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3840-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista superior do jardim</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acabamos comendo num restaurante chamado La cancha, indicado pelo guia. Entramos até o fundo do mercadinho, onde havia uma mesa grande, que dividimos com um casal de senhores turistas e um rapaz que parecia ser local. A comida se chamava &#8220;<em>Pepian de pollo&#8221;</em>, um ensopado com bastante tempero que a simpática senhora nos serviu! Como em diversos lugares ao longo das Américas, não poderia faltar o <em>&#8220;avocado&#8221;</em> (abacate) para acompanhar!!!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3690.jpg"><img alt="IMG_3690" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3690-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rua com o arco ao fundo</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3754.jpg"><img class=" " alt="IMG_3754" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3754-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada pelas ruas com construções de estilo colonial</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com a fome saciada, saímos do restaurante, e na caminhada pelas ruas visitamos uma galeria de fotos super legal nas quais os modelos são pessoas locais! Algumas fotos foram tiradas há quase 20 anos, sendo que hoje algumas das pessoas que trabalham nas lojas estão nas fotografias! Eventualmente pode se reconhecer o rosto dos vendedores nas fotografias, pois algumas fotos são antigas, fruto de uma amizade entre o fotógrafo e alguns locais que dura por mais de 2 gerações! Sentamos na praça central, por quase duas horas, onde ficamos observando os hábitos dos turistas! A grande maioria eram casais, de todas as idades e diferentes lugares do globo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3881.jpg"><img alt="IMG_3881" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3881-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas passeando pela praça central de Antígua</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3855.jpg"><img alt="IMG_3855" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3855-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bruno e Gabriel conversando sobre a arquitetura da cidade</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3863.jpg"><img class=" " alt="IMG_3863" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3863-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André buscando um restaurante para o almoço</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0128.jpg"><img alt="DSC_0128" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0128-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gustavo se divertindo na praça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao lado da praça fica o palácio dos <em>&#8220;Capitanes Generales&#8221;</em>, antiga sede do governo quando Antígua ainda era a capital de toda a América Central, desde Chiapas até Costa Rica! Quando estávamos de saída da praça, encontramos Paulo e Andrea, casal brasileiro mineiro super gente boa, que apesar da elegância, resolveram encarar a América Central por 22 dias de mochila nas costas! Depois de quase 2 horas de conversa, com o sol já tendo se despedido, fomos ao encontro da Tanajura e retornamos para Guatemala city.</p>
<div id="attachment_4523" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3913.jpg"><img class="size-large wp-image-4523" alt="IMG_3913" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3913-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto com o Paulo e Andrea, no por do sol.</p>
</div>
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		<title>Parque Nacional de Zion –  Aventura e Beleza Natural</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 13:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 1/11/2012 à 3/11/2012 Chegamos ao parque por volta das 15:30, e logo na entrada já nos impressionamos com 1 arco e 1 túnel &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/zion/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4×1</strong></h3>
<h4><strong>Data: </strong>1/11/2012 à 3/11/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Panguitch, UT – EUA</p>
<p><strong>Distância total:</strong> 130 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Camping South, dentro do próprio parque. Existem outros campings dentro do parque, como o Watchman, mais indicado para RV&#8217;s e que ficava ao lado do nosso.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A interação com várias pessoas ao longo da trilha.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Parque Nacional Zion, UT– EUA.</p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> 2 horas aprox.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> &#8216;<em>Stew&#8217; </em>feito por um alemão. Preparado com linguiça toscana, pimenta da malásia e massa de tomate comprada na Itália, foi um dos melhores ensopados que já experimentamos.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Não havia chuveiro no acampamento.</p>
<p><strong>Trajeto:</strong> US-89 S e UT-9 W.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;">Chegamos ao parque por volta das 15:30, e logo na entrada já nos impressionamos com 1 arco e 1 túnel formado por pedras! As enormes montanhas avermelhadas dos dois lados da estrada, na qual árvores verdes e amareladas dividem a paisagem, também chamam muito a atenção. Era tão impressionante que logo paramos para fazer um vídeo!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45201.jpg"><img alt="IMG_4520" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45201-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista ainda da entrada do parque</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45421.jpg"><img alt="IMG_4542" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45421-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pausa logo na entrada para fotos e vídeos</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Seguimos ao <em>visitor center</em>, onde pegamos umas dicas com os sempre bem informados guias do parque. Então, iniciamos nossa visita com um vídeo bastante esclarecedor da história do parque, que continha uma série de informações. Dentre as quais, havia o fato do <i>Zion</i> conter uma das maiores montanhas do mundo. Descobrimos também que, assim como o <i>Bryce Canyon</i>, o Zion também integra o <em>Colorado Plateau</em>. Aprendemos que a paisagem vem sendo modificada há mais de 5 milhões de anos, tendo a água como principal agente transformador. Sob o efeito da erosão da água, de vulcões e de temperaturas acima de 43<sup>o</sup>C, os canyons do Zion foram ganhando sua forma atual. Ao longo desses milhares de anos, os rios foram secando e elevando as montanhas do parque em até 300m. Atualmente, o Zion conta com o <i>Virgin River</i> (rio virgem), que contribui para a sobrevivência humana no parque. Além disso, atualmente também há fauna e flora diversificadas, incluindo 75 tipos de mamíferos e 32 tipos de répteis.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4763.jpg"><img alt="IMG_4763" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4763-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Montanhas do Zion</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4795.jpg"><img alt="IMG_4795" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4795-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Verde da mata, o vermelho das rochas e o Azul do céu do Zion</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do tempo, diversos grupos ocuparam o parque, como os <i>freemont</i> – um dos primeiros povos- e os <i>publeons</i>- grupo do qual se encontra vestígios até hoje.  Os <i>southern paioute</i> vieram mais tarde, e ainda hoje é possível encontrar povos dessa civilização, apesar da grande maioria ter migrado em função da seca e escassez de recursos. Porém, a explorção do parque pelo homem branco foi feita em 1858, por um mórmon chamado Nephi Johnson, e contou com a ajuda de um índio <i>Southern Paiute</i>. Com a perseguição religiosa que se dava no período, vários mórmons começaram a migrar para o estado de Utah, que se estabelecia cada vez mas como um reduto de mórmons. Um deles foi <i>Isaac Behunin</i>, o qual nomeou o parque de Zion (Sião, muitas vezes usado na bíblia para se referir à própria terra santa). Além disso, muitas outras montanhas receberam nomes bíblicos. Com o  reconhecimento do estado, o parque recebeu dois títulos em 10 anos – Monumento Nacional em 1909 e Parque Nacional em 1919. Com o início do turismo e a contrução de uma estrada principal de acesso, em 1925, foi construído um <em>lodge</em>. Para isso, foi necessário implodir montanhas e construir túneis que passavam por dentro das pedras, que só foram concluídos em 1930. Com o passar do tempo, o Zion virou um importante pólo turístico para aventureiros em busca de adrelina e contato com a natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois desse vídeo rico em informações, fomos para a trilha conhecida como <em>Emerald Pools</em>. Após uma caminhada curta, de pouco menos de 30 minutos, encontramos um conjunto de três piscinas, que funcionam como um oásis em meio àquele ambiente seco. A paisagem era estonteante. Com uma queda d’água que escorre pelas paredes de pedras, os lagos são formados, enquanto as árvores colorem a vista com seus diferentes tons de laranja, vermelho, amarelo e verde. Ficamos sentados por uns 20 minutos, desfrutando da paisagem de cores vibrantes, do canto dos pássaros e do cheiro de terra das rochas até que a “dona preta” desse sinais de sua chegada.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46401.jpg"><img alt="IMG_4640" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46401-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Subida da <em>Emerald Pools</em></p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46181.jpg"><img alt="IMG_4618" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46181-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vegetação de cores variadas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4676.jpg"><img alt="IMG_4676" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4676-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes e Bruno admirando a queda d&#8217;água</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4703.jpg"><img alt="IMG_4703" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4703-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Poço no fim da trilha</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46711.jpg"><img alt="IMG_4671" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46711-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Água, terra e ceú</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4685.jpg"><img alt="IMG_4685" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4685-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André analisando o mapa da trilha</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4812.jpg"><img alt="IMG_4812" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4812-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista ao longo da trilha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não possuir pinturas rupestres e as formações rochosas serem mais erosadas e pontiagudas, vimos certa semelhança do Zion com a Serra da Capivara.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4864.jpg"><img alt="IMG_4864" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4864-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fendas abertas nas rochas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Encerramos a trilha por volta das 18:40 e fomos em busca de internet, já que no camping não havia. Como muitas vezes nos Estados Unidos, encontramos no restaurante em que jantamos. De volta pro camping, tivemos uma agradável noite de sono com barulho da água correndo pelo <i>Virgin River</i>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã do dia 02/11, acordamos bem dispostos, montamos um saboroso café da manhã e gravamos 2 vídeos (montagem da barraca e café da manhã). Seguimos no sentido da trilha mais recomendada, chamada de <em>Observation Point</em>, de nível avançado, com duração aproximada de 6 horas. Enquanto nos preparávamos para a subida, ainda ao redor do carro, conhecemos Primochz, um esloveno que estava sozinho, mas que em dois minutos de conversa ganhou 5 acompanhantes. Fomos os 6 juntos, conversando sobre trilhas, parques nacionais ao redor, e estradas de acesso, já que iríamos visitar lugares que ele havia passado e vice-versa.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 2 horas num ritmo acelerado de subida, atingimos o topo &#8211; <em>Observation Point</em>, daí o nome da trilha – por volta das 14:30h, onde ficamos por 1 hora, relaxando e curtindo a paisagem, além de matar a fome com os lanches que tínhamos levado. Lá em cima, conhecemos um casal de colombianos, além do Yurgen, um alemão bastante viajado que nos fez companhia na descida também.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4926.jpg"><img alt="IMG_4926" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4926-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O esloveno Primochz junto com a expedição</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4960.jpg"><img alt="IMG_4960" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4960-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de cima do <em>observation point</em></p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4896.jpg"><img alt="IMG_4896" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4896-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do rio e estrada do parque, que caminham lado a lado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4923.jpg"><img alt="IMG_4923" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4923-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Yurgen, Primochz e a expedição com a bandeira do Brasil</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em meio à descida e às belas paisagens, conversamos bastante sobre prós e contras dos EUA, e também sobre a eleição presidencial do país, já que era véspera da mesma.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4973.jpg"><img alt="IMG_4973" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4973-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminho de volta</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4819.jpg"><img alt="IMG_4819" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4819-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de baixo das gigantescas paredes</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4850.jpg"><img alt="IMG_4850" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4850-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um feixe de luz em meio as rochas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4978.jpg"><img alt="IMG_4978" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4978-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pausa para descanso e foto</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No caminho, encontramos ainda com 4 mulheres do estado do Utah, que ouvindo nossa conversa, manifestaram rapidamente que apoiavam Obama, pra nossa surpresa. Uma delas, ao explicar as razões da preferência, nos disse ter trabalhado no governo de Massachussets, onde Romney era gorvernador e deixou uma impressão bastante ruim. Depois da pausa para discussão dos rumos politicos dos EUA, continuamos a descida, até chegar de volta à Tanajura. Ao nos despedirmos, recebemos um convite de Yurgen para passar o fim de tarde na sua área de camping, junto de seu RV (<em>recreational vehicle</em>, uma espécie de <em>trailer</em>, muito comum nos EUA e Canadá). Aceitamos o convite, e fomos junto com Primochz, até seu hotel, que ficava ao lado de um mercado, onde compramos pães e frios para colaborarar no “pique-nique”. Embalados pelas chamas da fogueira, por um delicioso ensopado preparado por Yurgen e pelos 6 litros de vinho tinto e ficamos até as 23:00 reunidos ali. Assim como o espírito aventureiro, o gosto pelo desconhecido era algo em comum entre todos ao redor daquela fogueira e o assunto ficou em torno das experiências de viagem de cada um.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4988.jpg"><img alt="IMG_4988" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4988-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Stew, vinho, fogugueira e histórias</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4992.jpg"><img alt="IMG_4992" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4992-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Aquecendo com a fogueira e vinho tinto</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, acordamos cedo, pois teríamos algumas horas de estrada até Las Vegas, nosso próximo destino. Deixamos para trás toda aquela beleza natural, e levamos conosco a certeza de que, com todas as modificações que essa grande maravilha natural sofre ao longo do tempo, o Zion National Park é uma verdadeira obra de arte ainda em progresso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conferir mais fotos dessa Aventura, visite nosso <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632243127995/" target="_blank">flickr</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Novas surpresas boas e o Downtown Seattle! (Seattle: parte 2)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 00:31:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>&#8230;CONTINUAÇÃO DO POST ANTERIOR&#8230; ( http://4&#215;1.com.br/seattle-parte-1/ ) &#8230;Manhã seguinte era hora de conhecermos bem o downtown de Seattle! Como explicado anteriormente, Seattle é um istmo. (veja &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/seattle-parte-2/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230;CONTINUAÇÃO DO POST ANTERIOR&#8230; ( <a href="http://4x1.com.br/seattle-parte-1/">http://4&#215;1.com.br/seattle-parte-1/</a> )</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;Manhã seguinte era hora de conhecermos bem o <em>downtown</em> de Seattle! Como explicado anteriormente, Seattle é um istmo. (veja post anterior <a title="Seattle Parte 1" href="http://4x1.com.br/seattle-parte-1/" target="_blank">aqui</a> ) Com a proximidade do estuário do oceano Pacífico (a leste da cidade) aos lagos Washington e Union (a oeste da cidade), no ano de 1911 foi construído no canal que conecta o lago ao oceano, um complexo de eclusas (ou <em>locks</em> em inglês), chamado: “<em>Ballard Locks</em>”.</p>
<div id="attachment_2156" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2.-mapa-Seattle.jpg"><img class=" wp-image-2156" title="2. mapa Seattle" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/2.-mapa-Seattle-773x1024.jpg" alt="" width="296" height="392" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mapa de Seattle mostrando o Pacífico (a esquerda) e o Lago Washington (a direita), ligado pelo canal onde está o Ballard Locks</p>
</div>
<div id="attachment_2157" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/31.jpg"><img class="size-large wp-image-2157" title="3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/31-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ponte móvel para a passagem de barcos no Ballard Locks</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Além de evitarem que a água do mar invada a água doce dos lagos, as eclusas também permitem a passagem dos barcos na região. Assim, a fim de as eclusas não impedirem a tradicional rota dos salmões no local (que ao final da vida migram de volta do oceano para a água doce, para desovar) foi construída uma espécie de escada ao lado das eclusas, mantendo, assim, o ciclo natural dos peixes.</p>
<div id="attachment_2158" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/41.jpg"><img class="size-large wp-image-2158" title="4" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/41-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Barco passando do oceano para o Lago Washignton, através da eclusa</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É muito legal poder ver os salmões subindo canal acima! Só é estranho pensar que em algumas horas seguintes estaríamos vendo os “parentes” daqueles bichinhos expostos no <em>Pike Place Market</em>, e em seguida sendo deliciosamente servidos em nossos pratos! (desculpem-nos os vegetarianos) <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_2159" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/51.jpg"><img class="size-large wp-image-2159" title="5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/51-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Salmões &quot;subindo&quot; de volta para a água doce no Ballard Locks</p>
</div>
<div id="attachment_2160" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/61.jpg"><img class="size-large wp-image-2160" title="6" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/61-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Salmões no Pike Place Market (o Public Market de Seattle)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E lá fomos nós conhecer o <em>Pike Place Market</em>, o famoso mercado público de Seattle que de longe é a atração turística mais visitada da cidade! (chega a receber 9 milhões de visitantes por ano!). O mercado é o mais antigo mercado público dos EUA e recebeu um reforma mais moderna como consequência da queda da Boeing, no início da década de 1970, como estímulo ao turismo (olha a Boeing aí de novo!). O enorme mercado vende frutas, legumes, flores, carnes, peixes e conta com restaurantes e lojas de antiquário e outras coisas mais “hippies”.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/71.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2161" title="7" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/71-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lá no Pike almoçamos num tradicional restaurante, o Athenian Inn, com vista para a baía e onde, ao final de comermos, descobrimos que em um dos bancos do restaurante, havia sentado o ator Tom Hanks na gravação do filme Sintonia de Amor (<em>Sleepless in Seatle</em>), com a atriz Meg Ryan! Outra curiosidade da região é que, ali no Pike Place Market, fica o primeiro Starbucks! A cidade que possui a sede de gigantes como Boeing, Microsoft e Amazon, também é a terra natal da famosa rede de cafeterias!</p>
<div id="attachment_2162" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/81.jpg"><img class="size-large wp-image-2162" title="8" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/81-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas fazem fila para entrar no 1º Starbucks</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Outra atração do centro de Seattle é o Space Needle. Com a crise do pós-guerra causando enormes perdas para a Boeing (de novo ela) e consequentemente para a cidade, governantes foram em busca de uma nova “revitalização” de seu <em>downtown</em>. Com isso, em 1962 a cidade recebe a Feira Mundial (World Fair) e Seattle, seguindo a tendência futurista da feira, resolve então construir a torre, e atual marco da cidade, chamada Space Needle. Nessa mesma “onda” é lançado no mesmo período o monotrem (isso mesmo, aquele do Levy Fidelix! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> ). Saindo de lá, já à noite, fomos atrás do centro musical da cidade. Seattle possui uma notável história musical, pois é local onde nasceu a lenda do rock Jimi Hendrix e o movimento “grunge”, nos quais surgiram a partir de bandas locais, nada mais nada menos, como Nirvana e Pearl Jam!! É também o local onde fizeram carreira Ray Charles e Quincy Jones!! Nada mal hein?!?! Pudemos notar que o estilo clássico do rock e um pouco do movimento grunge ainda estão presentes em alguns bares no bairro <em>Capitol Hill</em>.</p>
<div id="attachment_2163" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/91.jpg"><img class="size-large wp-image-2163" title="9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/91-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Space Needle &#8211; cartão postal de Seattle</p>
</div>
<div id="attachment_2164" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/101.jpg"><img class="size-medium wp-image-2164" title="10" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/101-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">Monotrilho e a Space Needle ao fundo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">É&#8230;tanta história!!! E de pensar que em nosso roteiro inicial Seattle era apenas uma cidade de apoio para dormirmos em nosso caminho rumo ao Alasca&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no dia 17 de Setembro chegava o grande dia! É como diz o ditado popular: “Deus ajuda quem cedo madruga”. E assim foi. Às 5h50 a Rebecca nos acorda para irmos com ela numa corridinha pelo bairro. Depois de muito esforço foram somente o André, Gabriel e Nandes. Quase todas as manhãs a Rebecca levanta logo cedo, mesmo com muito frio e escuro, para uma corrida. Em uma das rotas a Rebecca sempre leva uma maçã para dar a um cavalo de uma chácara próxima, que vem correndo comer a fruta e sai feliz galopando de volta para sua baia.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa foi a nossa rota. Voltamos para casa e as 7h30 levanta o Gustavo com a notícia: “chegou o e-mail do Ronald da EPA! A Tanajura está liberada!” Nos arrumamos de pressa e partimos para a alfândega. Procedimentos daqui, papelada de lá, horas e horas e finalmente o Reencontro! Ela estava perfeita! Nem um pequeno arranhão. Abraçávamos ela como se fosse um parente. Era um pedaço do grupo que retornava! Devolvemos o carro alugado e no final do dia voltávamos para casa e&#8230;</p>
<div id="attachment_2167" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/13.jpg"><img class="size-large wp-image-2167" title="13" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/13-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tirando a Tanajura do Porto de Tacoma, WA</p>
</div>
<div id="attachment_2168" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/14.jpg"><img class="size-large wp-image-2168" title="14" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/14-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegada da Tanajura à casa dos Valentine &#8211; Expedição 4&#215;1 e Rebecca!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Mais uma surpresa: a Rebecca havia nos preparado ‘fish tacos’. Os tradicionais tacos mexicanos, mas ainda mais gostosos pois eram recheados com peixe e camarões dentro! Mas a surpresa não parava por ai&#8230; As 20h00, EM PONTO, (que era 0h00 no Brasil), sem que nem desconfiássemos, o James e a Rebecca aparecem com um bolo e velinhas acesas para comemorar o aniversário do André!!! (afinal no Brasil já era o dia 18)! Nem desconfiávamos que eles sabiam do aniversário do André pois não havíamos comentado nada (eles devem ter visto no Facebook). E além do bolo lhe deram uma camiseta do ‘Seattle Seahwaks’, o time de futebol americano da cidade!! Foir algo realmente incrível!! Terminamos a noite assistindo ao <em>Monday Night Footbal</em> (jogo de futebol americano que é transmitido nacionalmente às segundas-feiras, mais ou menos como os nossos jogos de libertadores às quartas-feiras à noite).</p>
<div id="attachment_2169" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/15.jpg"><img class="size-large wp-image-2169" title="15" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/15-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Andre com a Jaimie em seu Aniversário surpresa feito pelos Valentine!</p>
</div>
<div id="attachment_2170" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/16.jpg"><img class="size-large wp-image-2170" title="16" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/16-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">James, Rebecca e a pequena Jaimie dando a camisa do Seattle Seahawks ao André</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">O dia seguinte foi marcado por check-ups e revisões na Tanajura antes da partida para o Alasca. Freios e óleo trocado, rodízio nos pneus e anti-congelante para o radiador; a Tanajura estava pronta pra iniciar a subida rumo ao norte do continente! E nós também compramos algumas coisas que precisaríamos para enfrentar o frio na incrível loja REI – que é focada em esportes de aventura e tem até um guarda florestal dentro para dar orientações de cada parque nacional americano! Voltamos para casa e o James nos levou para tomar umas cervejas em bares típicos locais para celebrarmos o aniversário do André! As tequilas nos deixaram mais “soltos”. A conversa foi até altas horas, muitas risadas e jogo de dardos.</p>
<div id="attachment_2166" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/121.jpg"><img class="size-large wp-image-2166" title="12" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/121-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dos jantares na casa dos Valentine junto com a prima da Rebecca, a Kelli</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acordamos tarde e o mínimo que poderíamos fazer para retribuir tudo o que eles nos fizeram era tentar reproduzir uma refeição brasileira. O mercado brasileiro em Seattle, como esperávamos, não tinha lá muitas opções. E assim o Gustavo cozinhou um strogonoff acompanhado de batata palha e como sobremesa: o tradicional brigadeiro, paçoca e pé-de-moleque!</p>
<p style="text-align: justify;">Quinta-feira, dia 20. Era nosso último dia antes da partida para o Alasca. Estávamos agitados e ansiosos. Finalmente conseguimos ir visitar a fábrica da Boeing, depois de termos que remarcar por conta da retirada da Tanajura. O Gabriel, apaixonado por aviação comercial, estava muito ansioso pela visita – era um sonho de infância sendo realizado. A Boeing ainda mantém suas principais fábricas em Seattle e a visita acontece dentro da maior delas onde são fabricados os modelos 747, 777 e o novíssimo modelo 787 <em>Dreamliner </em>– o mais novo conceito de jatos comerciais com maior eficiência de combustível e alcance, mas que ainda não foi encomendado por nenhuma companhia brasileira.  A visita é muito detalhada e pudemos até ver um 777 encomendado pela TAM em fase final de construção, mas já com o logo pintado. Infelizmente não temos fotos da fábrica pois era proibido câmeras e celulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá extasiados com tamanha complexidade e grandiosidade da fábrica. Mas era hora de voltar a focar no Alasca. Precisávamos fazer uma cópia extra das chaves da Tanajura que o Gabriel havia perdido em uma das paradas policias na Venezuela. Depois de tentarmos na Nissan (que nos EUA nada poderiam fazer, pois os códigos variam em cada país) fomos em um chaveiro comum que possuía uma van “tecnológica”  e ali mesmo, em sua van, foi capaz de fazer o inesperado! Eles conseguiram reproduzir o código da Tana e voilá: possuíamos uma nova chave reserva! Compramos correntes para os pneus em caso de alguma emergência em nevasca e estávamos finalmente prontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos para casa. Arrumamos as malas, tomamos banho e em silêncio cada um de nós partiu para o último sono confortável que teríamos por um bom tempo. O silêncio de cada um mostrava nossa apreensão e respeito com o que estávamos prestes a vivenciar nos próximos dias. Seria o início de uma nova etapa na Expedição. Estávamos prestes a atingir um de nossos principais objetivos depois de ouvir ao longo de tantos quilômetros (e até ali nos EUA) rostos espantados como que diziam: “Alasca?! Vocês estão indo de carro pro Alasca?! Cara que grande aventura! Vocês são loucos!” E em várias locais em Seattle nos alertavam: “Melhor vocês irem logo pois o frio está chegando e, cara, lá o frio não é brincadeira!”</p>
<p style="text-align: justify;">Acordamos bem cedo e a Rebecca nos havia preparado um reforçado café da manhã. Os Valentine são mesmo pessoas fora de série. Arrumamos as coisas na Tanajura e começava a parte mais difícil do dia: a despedida. Sob choros e fotos, Jaimie, Rebecca e James colaram a bandeira americana na Tanajura. Abraços e mais abraços e chegava a hora da partida&#8230;próxima parada já seria na entrada da Alaska Highway&#8230;</p>
<div id="attachment_2171" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/17.jpg"><img class="size-large wp-image-2171" title="17" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/17-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rebecca, James e Jaimie colando a bandeira dos EUA na Tanajura!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E assim foi nossa estada em Seattle, a cidade que hoje reside em nossos corações. Seattle é hoje também nossa casa, pois lá temos pessoas que aprendemos a chamar de família.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/111.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2165" title="11" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/10/111-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Seattle, <strong><a title="Galeria de Fotos - Seattle" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157631794843213/with/8098478109/" target="_blank">clique aqui!</a></strong></p>
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		<title>O sonho começou</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2012 16:03:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pré Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[expedição 4x1]]></category>
		<category><![CDATA[Road Trip]]></category>
		<category><![CDATA[viagem de amigos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Dia 03 de Junho de 2012. Após um período de ansiedade quase que incontrolável, partimos! Finalmente! A Expedição 4&#215;1 ganhava vida no arranque da Tanajura &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/o-sonho-comecou/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 03 de Junho de 2012. Após um período de ansiedade quase que incontrolável, partimos! Finalmente! A Expedição 4&#215;1 ganhava vida no arranque da Tanajura em direção ao nosso primeiro destino. Todo o esforço para chegar até aqui foi traduzido em lágrimas de emoção ao ver que tudo estava realmente acontecendo.  Deixávamos no retrovisor amigos, familiares, nosso porto seguro, para partir em busca de algo que ainda não sabíamos exatamente o que era, mas almejávamos com afinco.</p>
<p>Se já era difícil contar os dias para data de partida, adiá-la era ainda mais. Tivemos que adiar nossa saída por quatro dias. Cada dia de atraso era um a menos de experiência e um a mais de muito trabalho e ansiedade.  Sempre que acreditávamos estar com tudo pronto, algum imprevisto surgia ou um detalhe novo aparecia. E mesmo após o atraso em relação ao nosso planejamento de saída (dia 30 de maio), não podemos dizer que estávamos completamente preparados. E quem está? As coisas nessa vida são tão imprevisíveis que seria uma mentira dizer que estávamos à prova de tudo. É bem verdade que nos precavemos bastante (talvez até demais!) para evitar qualquer tipo de surpresa desagradável no nosso caminho. Mas, sinceramente, nos perguntamos qual seria a graça da viagem se elas não acontecessem. Prontos ou não, domingo era o limite, não aguentávamos mais esperar. Qualquer coisa que, por ventura, tenha ficado para trás, teria que ser resolvida ao longo do trajeto.</p>
<p>O local de partida não poderia ser outro: nossa querida Universidade de São Paulo, onde nos tornamos amigos inseparáveis, nos formamos e ampliamos nossa visão de mundo. A USP foi por anos nossa casa e sempre serviu de inspiração para nossas ideias. Nada mais justo que partir simbolicamente de onde tudo começou.</p>
<p>Muitas lágrimas, muita emoção. A Expedição 4&#215;1 está finalmente na estrada! Felicidade é imensa! Ainda maior é a curiosidade sobre o que vamos conhecer nestes 70 mil km de aventura. Obrigado a todos pela força e nos vemos pela América!</p>
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		<title>O Início &#8211; Sejam Bem Vindos</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 22:35:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Pré Viagem]]></category>
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		<category><![CDATA[expedição 4x1]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>
		<category><![CDATA[viagem de carro]]></category>
		<category><![CDATA[viagem pelas Américas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>É com muita emoção que inciamos os posts no Blog da Expedição 4&#215;1. Aqui vocês vão encontrar um registro de todas as nossas histórias, dicas, &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/inicio/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>É com muita emoção que inciamos os posts no Blog da <strong>Expedição 4&#215;1</strong>.</p>
<p>Aqui vocês vão encontrar um registro de todas as nossas histórias, dicas, sugestões e dos nossos aprendizados!</p>
<p>A Expedição 4&#215;1 ainda não começou mas já se tornou algo extremamente presente em nossas vidas. As atividades pré viagem são inúmeras e estão a todo vapor: temos falado com empresas, bancos, consulados, trilheiros experientes e diversos aventureiros. Além disso, estamos montando o roteiro, levantando orçamentos para adaptações do carro, tomando vacinas, matando saudades antecipadas das famílias&#8230;e por aí vai!</p>
<p>Enfim, é trabalho que não acaba mais! Fora a construção desse blog, que é um capítulo a parte ; )</p>
<p>Bom, esse é apenas o primeiro post, em breve postaremos muitas outras coisas e novidades!</p>
<p>Esperamos que tenham gostado do site!!</p>
<p><em>Expedição 4&#215;1</em></p>
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