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	<title>4x1 &#187; Capital</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>O Misterioso ‘4’ do Relógio Mais Antigo das Américas</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 15:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Honduras]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 30/01/2013 à 01/02/2013 Trajeto: Saímos das termas na região de Gracias, passamos rapidamente por La Esperanza e dormimos em Siguatepeque. Seguimos a &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/comayagua/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><b>Ficha 4×1</b></h3>
<h4 style="text-align: justify;">Data: 30/01/2013 à 01/02/2013</h4>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de: </strong>Gracias &#8211; Honduras</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 410 km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas, “acampando” no estacionamento de Hotéis na beira das estradas próximo as entradas das cidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu Cheio:</strong> A facilidade em conseguir “acampar” nos hotéis de estrada e banhar-se à natureza nas ‘Aguas Termales Presidente’.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino final:</strong> Choluteca &#8211; Honduras<b></b></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem:</strong> Fizemos o trajeto parando bastante,ao longo de dois dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de bom: </strong>Vale destacar as inúmeras vendedoras de frutas típicas e casas de suco ao redor das praças de Comayagua, pois ajudam a refrescar no calor da região.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho:</strong> Tegucigalpa. A capital hondurenha é suja, o trânsito bagunçado e sem muitos atrativos. Devido as recentes crises políticas em Honduras o país encontra-se com seu turismo abandonado.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Saímos das termas na região de Gracias, passamos rapidamente por La Esperanza e dormimos em Siguatepeque. Seguimos a sul pela Carretera del Norte e passamos algumas horas em Comayagua. Seguimos em direção a Tegucigalpa e paramos para dormir em Choluteca – nosso último destino em Honduras. As estradas hondurenhas não são bem sinalizadas e tampouco apresentam boas condições. Muita serra e buracos dificultam a velocidade média.</p>
<p style="text-align: justify;">“<i>Após a surpreendente e tocante passagem por Gracias rumaríamos em direção à Nicarágua. O trajeto a ser seguido até lá continuaria alinhando com nossos principais propósitos dentro de Honduras, e da maioria dos países da América Central: conhecer melhor a história e formação cultural daqueles países e dar uma passada, nem que fossem por algumas horas, em suas capitais.</i>”</p>
<p style="text-align: justify;">Acordamos na pracinha de Gracias e a noite havia sido tranquila: sem riscos e, pela manhã, ainda fomos bem acolhidos pelos vendedores ambulantes e curiosos que olhavam aqueles “seres estranhos” saindo de dentro de duas barracas no meio da praça principal de sua pequena cidade. Café da manhã consumido no comércio ao redor da praça, partimos para a tão recomendada <i>Aguas Termales Presidente</i>, há aproximadamente 4 quilômetros do centro.</p>
<div id="attachment_4687" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5582.jpg"><img class="size-large wp-image-4687" alt="As Aguas Termales Presidente ao redor de Gracias - Honduras" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5582-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As Aguas Termales Presidente ao redor de Gracias &#8211; Honduras</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Cercada de árvores e com uma estrutura muito bem conservada as <i>Aguas Termales Presidente</i> são de nascentes naturais! A área é pública e há uma taxa de entrada para manutenção da estrutura que conta com banheiros limpos. Unimos o útil ao agradável, pois além das águas quentes e relaxantes, aproveitamos o local para tirar nosso “cc” acumulado de alguns dias hahahaha <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /></p>
<div id="attachment_4686" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5580.jpg"><img class="size-large wp-image-4686" alt="Hora do banho nas Aguas Termales Presidente :)  - Gracias, Honduras" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5580-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hora do banho nas Aguas Termales Presidente <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> &#8211; Gracias, Honduras</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"> Seguimos estrada rumo a sul pela <i>Ruta Lenca</i> (vejam mais infos sobre os povos Lenca em nosso outro post <a title="História de vidas Hondurenhas" href="http://4x1.com.br/gracias/" target="_blank"><b>aqui</b></a>). A próxima cidade colonial da Ruta é a cidade de La Esperanza. No entanto, diferentemente de Gracias, a cidade deixa a desejar quanto à manutenção de seus aspectos coloniais. Para se ter algum contato mais próximo com a cultura Lenca (como o que tivemos em Gracias) talvez tivéssemos que nos interiorizar mais pelos arredores da cidade. Já era fim de tarde e alguns hondurenhos se aglomeravam em alguns bares para assistir uma das paixões dos centro-americanos: jogo do Barcelona (ou do Real Madrid &#8211; dado a carência de grandes clubes futebolísticos na região, os dois grandes clubes espanhóis são a paixão em quase toda América Central: por todo lado se vê camisas, bandeiras e adesivos em carros e motos desses times!) Quem diria então o clássico Barcelona X Real Madrid pela semifinal da Copa do Rei! Ué, faz parte da cultura, nós também nos juntamos!!! Sentamos em um bar que transmitiria o jogo enquanto apreciávamos uma Salva Vida! Não, não. Não tinha nenhuma praia ou piscina ali perto&#8230;hehehe&#8230;esse é o nome de uma das mais típicas cervejas hondurenhas!!</p>
<p style="text-align: justify;">Passamos a noite em Siguatepeque conhecido ponto de parada da Ruta Lenca por seu clima muito agradável! E põe agradável nisso. Acontece que naquela noite descolamos uma “estadia” de nossas barracas no vasto estacionamento de um bom hotel da região que tinha até piscina! E lá fomos nós por volta das 21h da noite dar um mergulho pra refrescar! Depois, foi só passar no chuveirão pra tirar o cloro e pular pras barracas pra dormir o ‘sono dos justos’! Essa era uma boa sacada que descobrimos ainda no México. Esses hotéis com grande estrutura dentro de cidades pequenas estavam sempre propensos a oferecer um cantinho pra Tanajura. Era só negociar um precinho de “camping” (as vezes menos de R$5 por pessoa) e poderíamos utilizar toda infraestrutura externa!</p>
<p style="text-align: justify;">Manhã seguinte, partimos rumo nossa última, e muito importante, cidade histórica de Honduras. Por quase 3 séculos, até aproximadamente 1880, Comayagua foi um importante centro histórico e religioso do país. Recheada de praças, igrejinhas e sua catedral, por todo lado se nota o aspecto colonial da cidade &#8211; de forte influência hispânica. Suas ruas são movimentadas: senhoras com grandes cestos de frutas, senhores de chapéu jogando papo furado nos bancos das praças e pessoas de várias idades entrando e saindo dos comércios locais.</p>
<div id="attachment_4684" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5635.jpg"><img class="size-large wp-image-4684" alt="A vida pacata em Comayagua - Honduras" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5635-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A vida pacata em Comayagua &#8211; Honduras</p>
</div>
<div id="attachment_4683" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5621.jpg"><img class="size-large wp-image-4683" alt="Ver senhoras hondurenhas equilibrando cestas de frutas na cabeça é algo comum em Comayagua - Honduras" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5621-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ver senhoras hondurenhas equilibrando cestas de frutas na cabeça é algo comum em Comayagua &#8211; Honduras</p>
</div>
<div id="attachment_4689" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5604.jpg"><img class="size-large wp-image-4689" alt="Uma das praças de Comayagua" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5604-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Uma das praças de Comayagua &#8211; Honduras</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto alto da visita à Comayagua foi observar o que os hondurenhos clamam ser o mais antigo relógio das Américas! Situado na Catedral de Comayagua &#8211; localizada na praça principal – o relógio é de fato um dos mais antigos do mundo! Trata-se de um relógio árabe construído por volta de 1100 a 1350 e colocado pelos Mouros no palácio de Alhambra, em Granada – Espanha. Por volta de 1600 (não se sabe por quem: se pelo rei Felipe III ou pelo Duque de Consentaina) o relógio é doado ao Frei Jerónimo de Corella, quando nomeado bispo de Comayagua. Interessante é reparar no estilo ainda arcaico do algarismo romano ‘4’ que conhecemos hoje em dia como ‘IV’, e que no relógio está assinalado como ‘IIII’ – uma representação antiga muito comum a relógios antigos, cujo uso pode ter diversas causas: desde estética até místico-religiosa!</p>
<h3></h3>
<div id="attachment_4688" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5600.jpg"><img class="size-large wp-image-4688" alt="A catedral de Comayagua onde fica o relógio mais antigo do mundo - para quem está se perguntando onde está o relógio: na torre ao lado esquedo da catedral, o relógio é circular de cores branco e preto." src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5600-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A catedral de Comayagua onde fica o relógio mais antigo do mundo &#8211; para quem está se perguntando onde está o relógio: na torre ao lado esquedo da catedral, o relógio é circular de cores branco e preto.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4682" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5607.jpg"><img class="size-large wp-image-4682" alt="O altar da Catedral de Comayagua folheado a ouro - Honduras" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/11/IMG_5607-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O altar da Catedral de Comayagua folheado a ouro &#8211; Honduras</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E de Comayagua nos despedíamos de Honduras. Seguindo pelas belas e verdes serras do país! Mas antes, resolvemos dar nossa tradicional passada por Tegucigalpa, a agitada capital Hondurenha. Trânsito bagunçado, muito lixo nas ruas, e o fato dos hondurenhos que conhecemos não nos chamarem muito a atenção para algum atrativo turístico/cultural em especial, resolvemos apenas rodar algumas horas pela cidade, parar pra trocar o óleo da Tana e seguimos estrada. (com certeza deveríamos ter dedicado um tempo maior à cidade para um melhor julgamento &#8211; mas vale destacar que algumas outras cidades nos foram muito recomendadas à visitar por sua importância socioeconômica e caracterísiticas turísticas do país, mas que infelizmente ficarão para uma próxima, como: Trujillo, San Pedro Sula e La Ceiba.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi assim que nos despedimos de Honduras e um novo capítulo sobre a herança e orgulho da cultura centro-americana se abriria dias à frente: na Nicarágua!</p>
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		<title>Brasília (DF) &#8211; Passagem Rápida pela Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 21:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Capital]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 05/06/2012 à 07/06/2012 Origem: Patrocínio-MG Destino: Brasília-DF Distância: 505 km Tempo de viagem: 11 horas (incluindo paradas para banheiro, fotos, além de &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/brasilia-df/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>05/06/2012 à 07/06/2012<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Origem:</strong> Patrocínio-MG<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino:</strong> Brasília-DF</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância:</strong> 505 km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem:</strong> 11 horas (incluindo paradas para banheiro, fotos, além de parada de aproximadamente 3 horas para almoço e instalação de um rastreador exigido pelo seguro em Patos de Minas-MG)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> BR-365 de Patrocínio a Patos de Minas-MG; BR-354 até Presidente Olegário-MG, onde pegamos a MG-410 até João Pinheiro-MG, para finalmente entrar na BR-040 até Brasília-DF</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Casa dos tios do Bruno</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente:</strong> Picanha na chapa do seu Aloísio</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio: A arquitetura da cidade ainda impressiona! </strong>Impossível não apreciar a beleza e sofisticação dos desenhos de Niemeyer nas principais construções de Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho: Apenas de passagem. </strong>Apesar de ficarmos um dia mais que planejado na cidade, tivemos diversas pendências da viagem a resolver e o tempo foi curto para explorarmos Brasília em sua plenitude.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasília (DF) &#8211; Passagem Rápida Pela Capital </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quilômetros de estrada e finalmente chegamos. O verde e amarelo da Ponte JK nos dava boas-vindas na capital do Brasil. A ideia inicial era passarmos a noite em Brasília antes de seguirmos em direção a Chapada dos Veadeiros, assim que acordássemos no dia seguinte. Mas não resistimos. A beleza arquitetônica da cidade nos seduziu a ficar pelo menos algumas horas a mais para poder fotografar a Tanajura desfilando em meio à capital nacional. No fim passamos um dia inteiro e ainda aproveitamos para resolver algumas pendências que nos restavam.</p>
<p style="text-align: justify;">Fomos muito bem recebidos por dona Eliana e seu Aloísio, tios do Bruno, além de seu filho, Gabriel. Pedimos abrigo na noite anterior e nos atenderam mesmo em meio à correria dos acertos de sua mudança à São Paulo, que estava prestes a acontecer. A casa era tão aconchegante que a vontade era de ficarmos por lá mesmo. Papo de um lado e do outro e picanha na chapa, especialidade do seu Aloísio, para o jantar. Era tudo o que queríamos depois de horas na estrada.<a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5843.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-1195" title="IMG_5843" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5843-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, fomos aos principais pontos turísticos da cidade. Começamos pelo Pontão, onde há uma bela vista de um dos famosos lagos de Brasília. O lugar é muito bonito e conta com diversos restaurantes ao redor. Vale a visita! Depois, seguimos à Catedral Nacional, uma construção única, restaurada há poucos anos e que abriga belas esculturas em seu interior. O próximo destino foi a Praça dos Três Poderes, passando pelos ministérios. A arquitetura da cidade realmente impressiona. Ver construções simbólicas, como o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto, de perto, nos trouxeram uma sensação diferente.Mas só nos demos conta que estávamos em Brasília mesmo quando nos deparamos com a efervescência de um protesto de uma comunidade de pescadores em frente ao Congresso, reivindicando maior apoio à sua atividade. Conversando com locais, nos disseram que este tipo de manifestação acontecia toda semana. E não é de se estranhar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5876.jpg"><img title="IMG_5876" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/06/IMG_5876-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao cair a noite, presenciamos a troca da guarda e a retirada das bandeiras em frente ao Palácio da Alvorada, onde habita nossa excelentíssima presidenta. As bandeiras do Brasil e do Mercosul são retiradas todos os dias às 18 horas da noite e são recolocadas às 8 da manhã do dia seguinte. A bandeira da República foi mantida hasteada, indicando que a presidenta estava em casa. Até tentamos dar um alô à nossa amiga Dilma, sem muito sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Estávamos apenas de passagem por Brasília e não ficamos tempo suficiente na cidade para aproveitá-la melhor. Como alguns de nós já a conheciam e nosso timing para chegar ao Alasca antes que o clima comece a castigar (por volta de setembro) está apertado, seguimos viagem. Além disso, a Tanajura estava cansada do asfalto e não via a hora de usar o 4&#215;4 na Chapada dos Veadeiros.</p>
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