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	<title>4x1 &#187; canyon</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Parque Nacional de Zion –  Aventura e Beleza Natural</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 13:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[expedição 4x1]]></category>
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		<category><![CDATA[parque nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Zion]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 1/11/2012 à 3/11/2012 Chegamos ao parque por volta das 15:30, e logo na entrada já nos impressionamos com 1 arco e 1 túnel &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/zion/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4×1</strong></h3>
<h4><strong>Data: </strong>1/11/2012 à 3/11/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Panguitch, UT – EUA</p>
<p><strong>Distância total:</strong> 130 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Camping South, dentro do próprio parque. Existem outros campings dentro do parque, como o Watchman, mais indicado para RV&#8217;s e que ficava ao lado do nosso.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A interação com várias pessoas ao longo da trilha.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Parque Nacional Zion, UT– EUA.</p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> 2 horas aprox.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> &#8216;<em>Stew&#8217; </em>feito por um alemão. Preparado com linguiça toscana, pimenta da malásia e massa de tomate comprada na Itália, foi um dos melhores ensopados que já experimentamos.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Não havia chuveiro no acampamento.</p>
<p><strong>Trajeto:</strong> US-89 S e UT-9 W.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;">Chegamos ao parque por volta das 15:30, e logo na entrada já nos impressionamos com 1 arco e 1 túnel formado por pedras! As enormes montanhas avermelhadas dos dois lados da estrada, na qual árvores verdes e amareladas dividem a paisagem, também chamam muito a atenção. Era tão impressionante que logo paramos para fazer um vídeo!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45201.jpg"><img alt="IMG_4520" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45201-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista ainda da entrada do parque</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45421.jpg"><img alt="IMG_4542" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_45421-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pausa logo na entrada para fotos e vídeos</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Seguimos ao <em>visitor center</em>, onde pegamos umas dicas com os sempre bem informados guias do parque. Então, iniciamos nossa visita com um vídeo bastante esclarecedor da história do parque, que continha uma série de informações. Dentre as quais, havia o fato do <i>Zion</i> conter uma das maiores montanhas do mundo. Descobrimos também que, assim como o <i>Bryce Canyon</i>, o Zion também integra o <em>Colorado Plateau</em>. Aprendemos que a paisagem vem sendo modificada há mais de 5 milhões de anos, tendo a água como principal agente transformador. Sob o efeito da erosão da água, de vulcões e de temperaturas acima de 43<sup>o</sup>C, os canyons do Zion foram ganhando sua forma atual. Ao longo desses milhares de anos, os rios foram secando e elevando as montanhas do parque em até 300m. Atualmente, o Zion conta com o <i>Virgin River</i> (rio virgem), que contribui para a sobrevivência humana no parque. Além disso, atualmente também há fauna e flora diversificadas, incluindo 75 tipos de mamíferos e 32 tipos de répteis.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4763.jpg"><img alt="IMG_4763" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4763-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Montanhas do Zion</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4795.jpg"><img alt="IMG_4795" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4795-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Verde da mata, o vermelho das rochas e o Azul do céu do Zion</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do tempo, diversos grupos ocuparam o parque, como os <i>freemont</i> – um dos primeiros povos- e os <i>publeons</i>- grupo do qual se encontra vestígios até hoje.  Os <i>southern paioute</i> vieram mais tarde, e ainda hoje é possível encontrar povos dessa civilização, apesar da grande maioria ter migrado em função da seca e escassez de recursos. Porém, a explorção do parque pelo homem branco foi feita em 1858, por um mórmon chamado Nephi Johnson, e contou com a ajuda de um índio <i>Southern Paiute</i>. Com a perseguição religiosa que se dava no período, vários mórmons começaram a migrar para o estado de Utah, que se estabelecia cada vez mas como um reduto de mórmons. Um deles foi <i>Isaac Behunin</i>, o qual nomeou o parque de Zion (Sião, muitas vezes usado na bíblia para se referir à própria terra santa). Além disso, muitas outras montanhas receberam nomes bíblicos. Com o  reconhecimento do estado, o parque recebeu dois títulos em 10 anos – Monumento Nacional em 1909 e Parque Nacional em 1919. Com o início do turismo e a contrução de uma estrada principal de acesso, em 1925, foi construído um <em>lodge</em>. Para isso, foi necessário implodir montanhas e construir túneis que passavam por dentro das pedras, que só foram concluídos em 1930. Com o passar do tempo, o Zion virou um importante pólo turístico para aventureiros em busca de adrelina e contato com a natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois desse vídeo rico em informações, fomos para a trilha conhecida como <em>Emerald Pools</em>. Após uma caminhada curta, de pouco menos de 30 minutos, encontramos um conjunto de três piscinas, que funcionam como um oásis em meio àquele ambiente seco. A paisagem era estonteante. Com uma queda d’água que escorre pelas paredes de pedras, os lagos são formados, enquanto as árvores colorem a vista com seus diferentes tons de laranja, vermelho, amarelo e verde. Ficamos sentados por uns 20 minutos, desfrutando da paisagem de cores vibrantes, do canto dos pássaros e do cheiro de terra das rochas até que a “dona preta” desse sinais de sua chegada.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46401.jpg"><img alt="IMG_4640" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46401-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Subida da <em>Emerald Pools</em></p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46181.jpg"><img alt="IMG_4618" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46181-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vegetação de cores variadas</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4676.jpg"><img alt="IMG_4676" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4676-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nandes e Bruno admirando a queda d&#8217;água</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4703.jpg"><img alt="IMG_4703" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4703-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Poço no fim da trilha</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46711.jpg"><img alt="IMG_4671" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_46711-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Água, terra e ceú</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4685.jpg"><img alt="IMG_4685" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4685-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André analisando o mapa da trilha</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4812.jpg"><img alt="IMG_4812" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4812-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista ao longo da trilha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não possuir pinturas rupestres e as formações rochosas serem mais erosadas e pontiagudas, vimos certa semelhança do Zion com a Serra da Capivara.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4864.jpg"><img alt="IMG_4864" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4864-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fendas abertas nas rochas</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Encerramos a trilha por volta das 18:40 e fomos em busca de internet, já que no camping não havia. Como muitas vezes nos Estados Unidos, encontramos no restaurante em que jantamos. De volta pro camping, tivemos uma agradável noite de sono com barulho da água correndo pelo <i>Virgin River</i>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na manhã do dia 02/11, acordamos bem dispostos, montamos um saboroso café da manhã e gravamos 2 vídeos (montagem da barraca e café da manhã). Seguimos no sentido da trilha mais recomendada, chamada de <em>Observation Point</em>, de nível avançado, com duração aproximada de 6 horas. Enquanto nos preparávamos para a subida, ainda ao redor do carro, conhecemos Primochz, um esloveno que estava sozinho, mas que em dois minutos de conversa ganhou 5 acompanhantes. Fomos os 6 juntos, conversando sobre trilhas, parques nacionais ao redor, e estradas de acesso, já que iríamos visitar lugares que ele havia passado e vice-versa.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 2 horas num ritmo acelerado de subida, atingimos o topo &#8211; <em>Observation Point</em>, daí o nome da trilha – por volta das 14:30h, onde ficamos por 1 hora, relaxando e curtindo a paisagem, além de matar a fome com os lanches que tínhamos levado. Lá em cima, conhecemos um casal de colombianos, além do Yurgen, um alemão bastante viajado que nos fez companhia na descida também.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4926.jpg"><img alt="IMG_4926" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4926-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O esloveno Primochz junto com a expedição</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4960.jpg"><img alt="IMG_4960" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4960-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de cima do <em>observation point</em></p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4896.jpg"><img alt="IMG_4896" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4896-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do rio e estrada do parque, que caminham lado a lado</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4923.jpg"><img alt="IMG_4923" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4923-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Yurgen, Primochz e a expedição com a bandeira do Brasil</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Em meio à descida e às belas paisagens, conversamos bastante sobre prós e contras dos EUA, e também sobre a eleição presidencial do país, já que era véspera da mesma.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4973.jpg"><img alt="IMG_4973" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4973-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminho de volta</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4819.jpg"><img alt="IMG_4819" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4819-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de baixo das gigantescas paredes</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4850.jpg"><img alt="IMG_4850" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4850-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um feixe de luz em meio as rochas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4978.jpg"><img alt="IMG_4978" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4978-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Pausa para descanso e foto</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No caminho, encontramos ainda com 4 mulheres do estado do Utah, que ouvindo nossa conversa, manifestaram rapidamente que apoiavam Obama, pra nossa surpresa. Uma delas, ao explicar as razões da preferência, nos disse ter trabalhado no governo de Massachussets, onde Romney era gorvernador e deixou uma impressão bastante ruim. Depois da pausa para discussão dos rumos politicos dos EUA, continuamos a descida, até chegar de volta à Tanajura. Ao nos despedirmos, recebemos um convite de Yurgen para passar o fim de tarde na sua área de camping, junto de seu RV (<em>recreational vehicle</em>, uma espécie de <em>trailer</em>, muito comum nos EUA e Canadá). Aceitamos o convite, e fomos junto com Primochz, até seu hotel, que ficava ao lado de um mercado, onde compramos pães e frios para colaborarar no “pique-nique”. Embalados pelas chamas da fogueira, por um delicioso ensopado preparado por Yurgen e pelos 6 litros de vinho tinto e ficamos até as 23:00 reunidos ali. Assim como o espírito aventureiro, o gosto pelo desconhecido era algo em comum entre todos ao redor daquela fogueira e o assunto ficou em torno das experiências de viagem de cada um.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4988.jpg"><img alt="IMG_4988" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4988-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Stew, vinho, fogugueira e histórias</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4992.jpg"><img alt="IMG_4992" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4992-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Aquecendo com a fogueira e vinho tinto</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, acordamos cedo, pois teríamos algumas horas de estrada até Las Vegas, nosso próximo destino. Deixamos para trás toda aquela beleza natural, e levamos conosco a certeza de que, com todas as modificações que essa grande maravilha natural sofre ao longo do tempo, o Zion National Park é uma verdadeira obra de arte ainda em progresso.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conferir mais fotos dessa Aventura, visite nosso <a href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632243127995/" target="_blank">flickr</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Parque Nacional Bryce Canyon –  Inspirador</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2012 18:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[canyon]]></category>
		<category><![CDATA[navajo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 30/10/2012 à 31/10/2012 Depois da calorosa recepção que tivemos na metropolitana Salt Lake city, era hora de partir para a “vida selvagem” &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/bryce-canyon/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Ficha 4×1</strong></h3>
<h4><strong>Data: </strong>30/10/2012 à 31/10/2012</h4>
<div class="one_half content_left"><p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Salt Lake City, UT – EUA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância total:</strong> 430 km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Dormimos em Panguitch, cidade a 40km da entrada do parquet num hotel simples avenida principal da cidade, que na verdade é a rodovia. Ou seja, num hotel simples de beira de estrada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu Cheio:</strong> A trilha combinada de 3 milhas que mescla a Queens Garden + Navajo Loop Trail. Um percurso considerado moderado, com belíssimas vistas a todo momento, o que exigiu paradas constantes para fotografia.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p style="text-align: justify;"><strong>Destino final:</strong> Parque Nacional do Bryce, UT– EUA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem:</strong> 4,5 horas aprox.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de bom:</strong> Como ficamos apenas um dia, o mais diferente que comemos foi o sanduíche de atum e frango que levamos para trilha ao invés do tradiocinal pão de forma com queijo e presunto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho:</strong> A expulsão logo cedo do hotel, em Panguitch. Chegamos tarde no dia 30, cansados, e era a última noite de funcionamento do hotel antes de ser fechado para inverno. Nos pediram para deixar o quarto às 9:00 da manhã. Em 5 pessoas, e com 1 banheiro, foi tudo bem corrido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong>Tomamos as I-15 S.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;">Depois da calorosa recepção que tivemos na metropolitana Salt Lake city, era hora de partir para a “vida selvagem” novamente. Saímos no dia 30 de outubro de Salt Lake City por volta das 20:00 horas rumo ao Bryce Canyon, um parque nacional, ainda no estado de Utah. Era quase 1 hora manhã quando o termômetro marcava +3<sup>o</sup> C ao chegarmos no hotel que havíamos reservado em Panguitch, cidade que oferece alguma infra estrutura e fica a 40 km da entrada do parque. Divididos em 2 camas de casal e 1 um no chão, dormimos como uma pedra até sermos acordado as 8:30 da manhã pela proprietária do hotel, pois chegamos na última noite de funcionamento antes do hotel ser fechado para o inverno, logo no dia do Halloween.  Apesar do frio que fez durante a noite, o termômetro bateu -2<sup>o </sup>C, o ceú amanheceu claro, sem nuvens e sol tratou de nos fazer colocar os casacos de volta na Tanajura. Por sinal, era o parque dos Estados Unidos mais movimentado que havíamos visitado até aquele momento, em função do clima ainda agradável, já que ficava mais ao sul.</p>
<p style="text-align: justify;">O Parque nacional Bryce Canyon  é parte do Colorado <em>plateau</em> e é tradicionalmente conhecido pelas suas estruturas geológicas únicas, chamadas <em>hodoos</em>. Essas formações geológicas são resultado da erosão causada pelo vento, água e gelo, além da elevação do <em>plateau</em> (a altitude média do parque é  de 2.400m), o que fez com que a maioria dos lagos existentes desaparecessem. Dentre os povos mais antigos que habitaram a região, os que mais deixaram vestígios foram os Paiutes, nativo Americanos que exploravam a região em busca de alimento, não só caçando, mas também através de cultivo de verduras. Foram os Paiutes que criaram a lenda de que os <em>hodoos</em> eram pessoas lendárias que haviam sido transformadas em rochas. Mas foi a partir de 1.850 que começaram a chegar pesquisadores, mórmons em sua grande maioria, em busca de terreno nobre para agricultura e criação de animal. Um dos mórmons enviados era o escocês Ebenezer Bryce, que através de sua habilidade como carpinteiro seria importante para o desenvolvimento da região. E foi de fato o que ocorreu. Junto de sua família, estabeleceu-se à margem direita do anfiteatro, criando uma das fronteiras do parque. Ajudou a estabelecer comunidades, desenvolveu uma estrada para poder transportar lenha e madeira e um canal para irrigar sua plantação e dar de beber a seus animais. Com o tempo, outros colonos começaram a chamar aquela área de Canyon do Bryce, e daí se originou o nome do parque.</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4474.jpg"><img title="IMG_4474" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4474-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hodoos vistos do Inspiration View</p>
</div>
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<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4258.jpg"><img title="IMG_4258" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4258-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista de baixo de um hodoo</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegar num parque nacional dos Estados Unidos é algo que sempre impressiona pela organização, limpeza e estrutura para receber os  visitantes. Depois de 10 minutos conversando com os <em>rangers</em> (guardas/guias do parque), tínhamos todas as infos que precisávamos para aproveitar o único dia que teríamos no parque.  Dentre os pontos que visitamos, o destaque  foi a trilha de 3 milhas (4,8 km) de duração, que tinha uma dificulade moderada e mesclava a Queens garden trail e a Navajo Loop trail. A passagem mais “pesada”, era uma íngrime e sinuosa ladeira, com curvas formando uma espécie de zig-zag enquanto caminhávamos. Em função da quantidade de paisagens incríveis, as paradas para fotografia eram constantes, o nos fez levar algo em torno de 3 horas para cumprir o percurso. Era preciso tomar cuidado com o terreno seco e as pedrinhas no chão, que funcionam como uma casca de banana, prontas para te levar para o chão. Nos chamou a atenção o fato de no meio daquele &#8220;deserto&#8221;, ainda existir condição para que brotassem árvores, colorindo mais ainda a paisagem, que na maior parte do tempo era composta pelo ceú azulado, pelo verde das árvores e o vermelho dos canyons.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4230.jpg"><img title="IMG_4230" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4230-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Árvore solitária no meio das rochas</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4501.jpg"><img title="IMG_4501" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4501-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição 4&#215;1 no Inspiration View</p>
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<p style="text-align: justify;">De acordo com as informções espalhadas ao longo do parque, existe uma explicação para a coloração das formações rochosas. Originalmente, a cor crua dos canyons  é branca, mas com as partículas de ferro depositadas no solo e que oxidaram com o tempo foram surgindo diferentes cores e tons como laranjas, amarelos, marrons, sendo o vermelho o que mais se destaca. Além disso, as frequentes e intensas mudanças de temperature e incidência de luz também afetam a coloração ao longo do tempo. Além disso, o parque também conta com várias grutas, que são resultado de uma concentração de água e neve qe penetram na camada mais profunda e areiosa e que, ao sofrerem pressão para serem eliminadas das rochas, acabam levando areia junto.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4367.jpg"><img title="IMG_4367" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4367-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rochas em equilíbrio instável</p>
</div>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4225.jpg"><img title="IMG_4225" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4225-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Canyons</p>
</div>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4494.jpg"><img title="IMG_4494" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4494-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Hodoos e árvores dividindo a paisagem</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Já mais para o meio da tarde, retornamos para a Tanajura, fizemos um lanche rápido e seguimos para a scenic drive, a estrada de 18 milhas que corta o parque e leva até os principais mirantes. Como a estrada é de mão dupla e o parque fica a nossa esquerda, fomos até o ultimo mirante e fizemos todas as paradas no caminho de volta. Passamos por vários deles: Paria View, Rainbow and Yovimpa, Bryce Point, além do Inspiration View, o mais impresionante deles. Ficamos parados lá por quase 30 minutos admirando a paisagem, sentindo o vento soprando em nossos rostos, uma sensação de como se o tempo tivesse parado naquele momento.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4147.jpg"><img title="IMG_4147" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4147-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">André abraçando o vento</p>
</div>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4379.jpg"><img title="IMG_4379" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4379-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ceú azul e as rochas alaranjadas</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4415.jpg"><img title="IMG_4415" alt="" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/12/IMG_4415-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fim da trilha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois desses momentos relaxantes, nos despedimos da scenic view e seguimos estrada ao nosso próximo destino. Uma passagem rápida e inspiradora pelos “canyons” avermelhados do Bryce.</p>
<p style="text-align: justify;">Para acessar mais fotos, clique <a title="Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632243048907/" target="_blank">aqui</a> !</p>
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