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	<title>4x1 &#187; camping</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Antígua &#8211; Charme Colonial Cercado por Vulcões</title>
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		<pubDate>Sun, 12 May 2013 14:05:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 21/01/2013 à 23/01/2013 Seguindo estrada, nosso próximo ponto de parada era Antigua, Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1979, e reconhecida &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/antigua/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 21/01/2013 à 23/01/2013</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Cidade da Guatemala</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 40 km.</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas, dentro do pátio da polícia turística de Antigua.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A arquietetura colonial circundada pelos vulcões.</p>
<p><strong>Trajeto:</strong> Panamericana.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Antigua.<b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Aproximadamente 1h.</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> As tortas dos cafés ao redor da praça, especialmente o pastel tres leches.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O preço um pouco salgado.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Seguindo estrada, nosso próximo ponto de parada era Antigua, Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1979, e reconhecida pelos seus visitantes por sua charmosa arquitetura renascentista espanhola em meio a um vale cercado por vulcões como o vulcão da água e o vulcão do fogo. </span><span style="text-align: justify;"> Seu valor histórico é enorme para o país, já que na primeira metade do século XVI passou a ser a capital do reino da Guatemala, que compreendia toda a atual América Central continental, com exceção do Panamá. Em pleno desenvolvimento, a cidade foi vítima de um terremoto no ano de 1773, o que gerou uma pausa no seu processo de crescimento. Em função dos graves terremotos que se seguiram, e que destruiram boa parte da cidade, foi tomada a decisão de que a capital precisaria ser reconstruída em um lugar mais seguro. A 40km dali surgiu a cidade da Guatemala, que passou a ser a capital do país, enquanto Antígua foi reconstruída mantendo seu charme colonial apesar de ter perdido sua importância política.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos já era noite, depois de pegar o Gustavo no hospital por volta das 18:30 e passar no Subway para um lanche ainda em Guatemala City. A estrada era boa, mas em função do horário, o trânsito para sair da cidade era intenso, e por isso demorou um pouco mais para fluir. Era uma serra com muitas curvas e ladeiras para baixo bem inclinadas e por isso, havia rampas para caso se perdesse o freio, algo que não havíamos visto antes. Logo na entrada da cidade havia diversos <em>hostels</em>, mas como já estávamos com o MODO POUPADOR acionado, fomos atrás de outras opções e acabamos encontrando no centro de polícia turística um espaço enorme e seguro, onde para nossa surpresa, haviam outros <em>&#8220;campers&#8221;</em>, inclusive um casal que havia ficado no mesmo camping que nós, lá no México (Guanajuato)! Logo depois de montar as barracas, ficamos conversando por horas com os 3 casais americanos, (um era do Alaska e por trabalhar com empresa de óleo, conhecia e admirava profundamente a Petrobras). Foi uma conversa agradável em que falamos das diferenças entre viajar de carro e de mochila (todos eles estavam de carro), sobre roteiro e futuro pós-viagem!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3567.jpg"><img alt="IMG_3567" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3567-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura no pátio da Polícia Turística.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, fomos caminhar pela cidade e logo vimos um McDonalds, numa casa estilo colonial, com um jardim imenso que acabou nos convencendo de comer por lá em uma das noites! Visitamos as ruínas do<em> Convento de los Mercedario</em>s, da igreja <em>Nuestra Señora de las Mercedes</em>, que foi destruída por terremoto no século XVI e reconstruída 50 anos depois.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3586.jpg"><img alt="IMG_3586" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3586-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Mc Donalds mais aconchegante, nem parece fast food!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3736.jpg"><img class=" " alt="IMG_3736" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3736-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igreja Nuestra Señora de las Mercedes</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3603.jpg"><img alt="IMG_3603" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3603-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As ruínas del Convento de los Mercedários</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3662.jpg"><img alt="IMG_3662" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3662-682x1024.jpg" width="423" height="635" /></a>
<p class="wp-caption-text">Por dentro das ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3664.jpg"><img alt="IMG_3664" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3664-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Explorando as ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3616.jpg"><img alt="IMG_3616" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3616-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Fonte dentro da ruínas</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3776.jpg"><img alt="IMG_3776" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3776-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dos muitos artesanatos de Antígua</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Com uma caminhada de alguns minutos morro acima, chegamos ao <em>Cerro de la Cruz</em>, de onde tivemos uma vista incrível da cidade cercada por montanhas e vulcões!</span></p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722f.jpg"><img alt="IMG_3722f" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722f-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista do Cerro</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722c.jpg"><img alt="IMG_3722c" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722c-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bruno apreciando a vista</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722g.jpg"><img alt="IMG_3722g" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3722g-680x1024.jpg" width="423" height="636" /></a>
<p class="wp-caption-text">A cruz no alto da montanha</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da caminhada passamos por um restaurante super tradicional, com músicos que tocavam xilofone (instrumento que os guatemaltecos clamam ser os inventores), e que possuía um jardim impecável. Apesar do lado esquerdo do cardápio ser tentador, o lado direito nos impossibilitava, hahaha!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3836.jpg"><img alt="IMG_3836" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3836-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto no terraço do restaurante</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3817.jpg"><img alt="IMG_3817" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3817-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Carruagem em meio ao jardim</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3840.jpg"><img alt="IMG_3840" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3840-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista superior do jardim</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Acabamos comendo num restaurante chamado La cancha, indicado pelo guia. Entramos até o fundo do mercadinho, onde havia uma mesa grande, que dividimos com um casal de senhores turistas e um rapaz que parecia ser local. A comida se chamava &#8220;<em>Pepian de pollo&#8221;</em>, um ensopado com bastante tempero que a simpática senhora nos serviu! Como em diversos lugares ao longo das Américas, não poderia faltar o <em>&#8220;avocado&#8221;</em> (abacate) para acompanhar!!!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3690.jpg"><img alt="IMG_3690" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3690-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Rua com o arco ao fundo</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3754.jpg"><img class=" " alt="IMG_3754" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3754-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhada pelas ruas com construções de estilo colonial</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com a fome saciada, saímos do restaurante, e na caminhada pelas ruas visitamos uma galeria de fotos super legal nas quais os modelos são pessoas locais! Algumas fotos foram tiradas há quase 20 anos, sendo que hoje algumas das pessoas que trabalham nas lojas estão nas fotografias! Eventualmente pode se reconhecer o rosto dos vendedores nas fotografias, pois algumas fotos são antigas, fruto de uma amizade entre o fotógrafo e alguns locais que dura por mais de 2 gerações! Sentamos na praça central, por quase duas horas, onde ficamos observando os hábitos dos turistas! A grande maioria eram casais, de todas as idades e diferentes lugares do globo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3881.jpg"><img alt="IMG_3881" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3881-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas passeando pela praça central de Antígua</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3855.jpg"><img alt="IMG_3855" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3855-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bruno e Gabriel conversando sobre a arquitetura da cidade</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3863.jpg"><img class=" " alt="IMG_3863" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3863-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">André buscando um restaurante para o almoço</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0128.jpg"><img alt="DSC_0128" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0128-1024x680.jpg" width="423" height="280" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gustavo se divertindo na praça</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Ao lado da praça fica o palácio dos <em>&#8220;Capitanes Generales&#8221;</em>, antiga sede do governo quando Antígua ainda era a capital de toda a América Central, desde Chiapas até Costa Rica! Quando estávamos de saída da praça, encontramos Paulo e Andrea, casal brasileiro mineiro super gente boa, que apesar da elegância, resolveram encarar a América Central por 22 dias de mochila nas costas! Depois de quase 2 horas de conversa, com o sol já tendo se despedido, fomos ao encontro da Tanajura e retornamos para Guatemala city.</p>
<div id="attachment_4523" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3913.jpg"><img class="size-large wp-image-4523" alt="IMG_3913" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/05/IMG_3913-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Foto com o Paulo e Andrea, no por do sol.</p>
</div>
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		<title>Das Montanhas Emanaram Prata e Cultura!</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 00:24:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[México]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 09/12/2012 à 12/12/2012 Trajeto: Saímos de Guadalajara pela estrada México 80, em certa altura seguimos em direção a Aguascalientes onde tomamos as &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/guanajuato/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Ficha 4×1</b></p>
<p>Data: 09/12/2012 à 12/12/2012</p>
<div class="one_half content_left"><p><strong>Saímos de:</strong> Guadalajara, Jalisco &#8211; México</p>
<p><strong>Distância total:</strong> Aproximadamente 275 km</p>
<p><strong>Onde dormimos:</strong> Nas barracas. Em um camping em Guanajuato com o nome de Morrill Van Camp.</p>
<p><strong>Pneu Cheio:</strong> A cidade de Guanajuato é o próprio pneu cheio! Suas praças, vielas, lendas e museus. Além de não ser dominada pelos &#8216;gringos&#8217;.</p>
</div><div class="one_half_last content_left"><p><strong>Destino final:</strong> Guanajuato, Guanajuato &#8211; México (passamos também em San Miguel de Allende) <b></b></p>
<p><strong>Tempo de viagem:</strong> Pouco mais de 3 horas (até San Miguel de Allende é 1 hora a mais)</p>
<p><strong>O que comemos de bom:</strong> Doces de leite, goiaba, abóbora, geléias, frutas cristalizadas&#8230; numa doceria ao caminho do povoado de Valenciana (que não é a famosa La Catrina).</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> Difícil esse! Talvez a pouca opção de camping. Na verdade só havia o qual ficamos e quase não conseguimos ficar, pois havia sido reservado para um grande grupo de viajantes.</p>
</div><div class="clear"></div><p style="text-align: justify;"><b>Trajeto:</b> Saímos de Guadalajara pela estrada México 80, em certa altura seguimos em direção a Aguascalientes onde tomamos as estradas México 45 e, em seguida, México 110 até a zona central de Guanajuato. Estrada em boas condições.</p>
<blockquote><p><i>“A população da formosa cidade não cresce, mas ela é visitada por turistas que contemplam o exuberante esplendor dos velhos tempos, passeiam pelas ruazinha de nomes românticos, ricas de lendas, e se horrorizam com as 100 múmias que os sais da terra conservaram intatas.”</i> (GALEANO, Eduardo – As veias abertas da América Latina. L&amp;PM, 2011 – tradução de ‘<i>Las venas abiertas de América Latina’</i>, de 1978)</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Das montanhas de Valenciana, no estado de Guanajuato, sangraram uma das maiores quantidades de prata que já se teve conhecimento na história da humanidade. Milhares de indígenas e mestiços perderam suas vida nas minas da região sob exploração espanhola, para financiar o desenvolvimento industrial europeu. Ainda segundo o livro de Galeano, na segunda metade do século 19, o padre Lucio Marmolejo comparava os jardins suspensos de Semíramis, na Babilônia, aos da cidade de Guanajuato. Marmolejo destacava, entre outros, os teatros, praças, torres e cúpulas nas encostas das verdes montanhas que cercavam a cidade.</p>
<div id="attachment_3769" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/vista-aerea.jpg"><img class="size-large wp-image-3769" alt="vista aerea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/vista-aerea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista aérea do centro histórico de Guanajuato, com destaque para a Basílica, e o Jardín Unión (triângulo verde ao centro) &#8211; México</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Localizada no meio de um vale, Guanajuato é formada por estreitas vielas, muitas ruas sem acesso a carros e longas escadarias que permitem o ir e vir de seus cidadãos pelo centro histórico. Suas estreitas e curvas ruas ainda de pedra, a ausência de grandes letreiros ou semáforos e suas inúmeras praças e construções de mais de 2 séculos, ajudam a conservar o aspecto colonial do que restou dos tempos “áureos” do ciclo da prata.  Além disso, a cidade também foi palco do primeiro levante que prenunciava a Guerra de Independência Mexicana que teria sua primeira batalha ali próximo, no próprio estado de Guanajuato. É, também, local onde nasceu um dos mais ilustres pintores mexicanos: Diego Rivera – marido de Frida Kahlo. Somando-se tudo isso aos inúmeros eventos culturais que a cidade hospeda anualmente, a UNESCO, em 1988, conferiu a este pequeno charme do interior mexicano, o título de Patrimônio Mundial da Humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, não bastando sua relevância histórica e cultural para a América Latina, Guanajuato também é conhecida por suas incríveis lendas. E era assim que começava nossa visita&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Logo pela manhã, seguimos com a Tanajura direto para o centro histórico. Estacionamos e logo fomos abordados por um dos inúmeros guias credenciados que existem na cidade. A curiosidade que nos despertou naquele curto caminho até ali, principalmente devido aos longos túneis e pela quantidade de construções coloniais, foram suficientes para não pensarmos duas vezes em contratar um guia para nos apresentar a cidade. Introduções iniciais feitas, caminhamos até o ‘<i>Callejón del Beso</i>’ (o beco do beijo).</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Camping.jpg"><img alt="Camping" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Camping-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Nosso camping em Guanajuato. Hospedados junto com os estadunidenses que iriam começar um rally até a península do Yucatán.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Guia.jpg"><img alt="Guia" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Guia-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O nosso simpático e paciente guia dando as introduções iniciais logo pela manhã!</p>
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<p style="text-align: justify;">Reza a lenda que um mineiro – trabalhador das minas de Valenciana, e não o cidadão natural do Estado onde nasceu Tiradentes <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> – de nome Carlos era apaixonado pela espanhola Doña Ana. De família nobre, o pai de Ana queria que ela se casasse com um espanhol rico e parasse de dar atenção ao pobre Carlos. No entanto, o mineiro apaixonado não desistiu. Ele descobriu quem era o dono da casa em frente a de Ana, na qual suas sacadas quase que se tocavam, de tão estreita que era a viela (ou beco, que em espanhol significa <i>callejón</i>). Carlos gastava todo seu salário pagando aquele aluguel para poder vê-la da sacada e trocar beijos apaixonados. Numa noite, no entanto, o casal foi flagrado pelo pai de Ana que jurou a moça de morte caso voltasse a vê-los juntos. Mas o amor de ambos era mais forte e eles ignoraram o pedido do pai. A tragédia foi consumada quando, mais uma vez, o pai encontrou ambos juntos na sacada. Num impulso irracional o pai empunhou uma faca nas costas da própria filha enquanto o mineiro dava a ela um último beijo de despedida. Hoje em dia, dezenas de casais apaixonados diariamente seguem a tradição de darem um beijo no terceiro degrau da escada embaixo da sacada onde ocorreu o último beijo de Carlos e Ana. (Mas nós não seguimos a tradição&#8230;hahaha)</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Callejon-del-Beso.jpg"><img alt="Callejon del Beso" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Callejon-del-Beso-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Turistas curiosos observam as famosas sacadas do <em>Callejón del Beso </em>eternizada pela lenda!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">E assim, saímos de lá apreciando aquelas casas do século XVIII nas ruazinhas estreitas com menos de 1,70m. Ao redor da Plaza de la Paz é de chamar a atenção o nível de conservação das inúmeras casas e mansões da antiga elite Guanajuatense, bem como o Palácio Legislativo e a Basílica de Nuestra Señora de Guanajuato, construída em estilo barroco por volta de 1765. Outra construção impressionante de Guanajuato é o Teatro Juaréz, que teve seu início no final do século 19 e foi inaugurado pelo ex-presidente e ditador, Porfírio Diaz, com a ópera Aida, de Verdi. O Teatro Juaréz, hoje, recebe diversos eventos de música e dança.</p>
<div id="attachment_3770" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_8844.jpg"><img class="size-large wp-image-3770" alt="IMG_8844" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_8844-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Chegando à Plaza de la Paz, com a Basílica de Nuestra Señora de Guanajuato ao fundo.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-1.jpg"><img alt="Cidade 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Ao redor da Plaza de la Paz, é possível avistar os belíssimos prédios coloniais como o Palácio Legislativo e a casa onde morou o conde Rul, da Espanha.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Teatro-Juarez.jpg"><img alt="Teatro Juarez" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Teatro-Juarez-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O imponente Teatro Juaréz!</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-2.jpg"><img alt="Catedral 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O esplendor do interior da basílica de Nuestra Señora de Guanajuato</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Também, chamam muita atenção na cidade suas inúmeras praças. Seja com estátuas em bronze de poetas, músicos ou diversos outros artistas; seja por suas flores coloridas e a semelhança com as praças Venezianas. Fato é que toda a vida de Guanajuato se passa em torno delas. A que mais encanta, no entanto, é o Jardín de la Unión. Ponto de encontro de muitos Guanajuatuenses, a magnífica praça contém um coreto em seu centro e está cercada por árvores baixas, todas alinhadas, e com suas copas aparadas em formato de uma fatia de queijo! E foi numa terça-feira, em nosso último dia na cidade, que presenciamos um evento tradicional que acontece semanalmente no Jardín de la Unión. Uma banda local, composta de 10 músicos, tocava uma animada música latina. Casais de senhores e senhoras com mais de 65 anos e com vestimentas que denunciavam a disparidade de suas classes sociais, dançavam ali, juntos! Uma mesma música, numa mesma praça, sem que a diferença econômica os distanciasse. Aplaudidos e observados pelos mais jovens, casais curiosos, locais e turistas que se espalhavam na praça para apreciarem o concerto, numa noite verdadeiramente mágica!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-3.jpg"><img alt="Pracinha 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A estátua em homenagem a Miguel de Cervantes &#8211; uma das inúmeras estátuas de Guanajuato!</p>
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<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-2.jpg"><img class="aligncenter" alt="Pracinha 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-1.jpg"><img class="aligncenter" alt="Pracinha 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Pracinha-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a></p>
<div id="attachment_3785" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/WP_20121211_005.jpg"><img class=" wp-image-3785" alt="WP_20121211_005" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/WP_20121211_005-1024x576.jpg" width="423" height="237" /></a>
<p class="wp-caption-text">Os ilustres casais de senhores que dançavam ao som de música Latina numa noite mágica! :)</p>
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<p style="text-align: justify;">Ainda nas cercanias do Teatro Juarez observa-se uma espécie de buraco na calçada cercada de vidro, onde era possível avistar uma Guanajuato soterrada. Soterrada?! Isso mesmo. Devido as suas íngremes encostas, a cidade sofreu por muitos anos com o problema das enchentes. Em 1760 e 1780 duas enormes inundações quase acabaram com a cidade por completo. Dessa forma, em meados do  século seguinte, e após mais uma reconstrução da cidade, iniciou-se a construção de uma série de canais e túneis subterrâneos para escoarem o volume de água. Mas em 1960, a construção de uma barragem no principal rio ao redor da cidade, controlou de vez o problema das inundações. Dessa forma, a maioria daqueles túneis e canais construídos tornaram-se rodovias subterrâneas de até poucos quilômetros, por onde hoje passam carros, ônibus e dão mais um encanto e misticismo à cidade!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Inundação-1.jpg"><img alt="Inundação 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Inundação-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A Guanajuato &#8220;soterrada&#8221; o lado do Teatro Juaréz</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-3.jpg"><img alt="Tunel 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A entrada de um dos vários túneis e canais que cortam a cidade&#8230;</p>
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<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-1.jpg"><img alt="Tunel 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tunel-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">&#8230;reparem na parte de baixo do poste as marcações com as cores correspondentes ao nível de água possível, ou não, de se passar com o carro.</p>
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<p style="text-align: justify;">No início daquela tarde nos dirigimos para o povoado de Valenciana, onde ficavam as principais minas da cidade. Mas, antes&#8230; (uma dica para aqueles que gostam de doces e guloseimas! <img src="http://4x1.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif" alt=":)" class="wp-smiley" /> )&#8230;passamos numa deliciosa doceria recomendada pelo nosso guia, para comermos alguma coisa (não nos lembramos o nome da doceria, mas não era a La Catrina – muito famosa na região, mas que não nos encantou tanto quanto essa outra). Retomando&#8230;Lá em Valenciana conhecemos a igreja de San Cayetano (também conhecida como igreja de La Valenciana), que fica na entrada da de uma das mais importantes minas de prata da região: La Bocamina de San Cayetano. Suas primeiras extrações ocorreram de 1557 a 1760 e era feita basicamente por índios. A segunda etapa, entre 1761 a 1810, foi a época de bonança do ciclo da prata. Com o quase completo extermínio dos indígenas da região pelos &#8220;gentis&#8221; espanhóis, o trabalho era feito basicamente por mestiços com técnicas já um pouco mais apuradas. A visita surpreende pela profundidade da mina e por poder conhecer um dos rústicos métodos de quebra das pedras utilizando-se um simples pedaço de madeira.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral.jpg"><img alt="Catedral" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Catedral-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A igreja de San Cayetano, ao lado das minas de prata de Valenciana.</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-1.jpg"><img alt="Minas 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-1-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Maquetes ilustram as diversas minas que foram abertas no &#8220;auge&#8221; da exploração de prata da região de Guanajuato</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-2.jpg"><img alt="Minas 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Entrando na Bocamina de San Cayetano em Valenciana &#8211; Guanajuato</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-3.jpg"><img alt="Minas 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Minas-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O fundo da mina de San Cayetano &#8211; Guanajuato</p>
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<p style="text-align: justify;">Ao redor de La Valenciana ficava também o divertido museu de Tortura. Com guias vestidos como na época da Inquisição, o museu mostra as diversas ferramentas e artimanhas usadas para torturarem aqueles que eram opositores ao reinado, ou à fé católica. Apesar do ambiente mórbido e pesado, os guias conseguem transformar o clima em leve e descontraído, com piadas e brincadeiras que ironizam a situação daqueles que ali foram condenados a pagaram suas “dívidas sociais&#8221;.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-1.jpg"><img alt="Museu da Tortura 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Gabriel foi pego para uma demonstraçãozinha básica no Museo da Tortura! Aproveitou pra pagar suas dívidas ali alguns minutinhos! hahaha :)</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-2.jpg"><img alt="Museu da Tortura 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-da-Tortura-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As máscaras figuram entre os diversos, e tristes, artefatos de tortura.</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-Tortura-3.jpg"><img alt="Museu Tortura 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Museu-Tortura-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">As temíveis forcas&#8230;</p>
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<p style="text-align: justify;">Corremos dali para pegar ainda aberto um dos principais pontos turísticos da cidade. Longe de ser uma lenda, o curioso Museu das Múmias, não é necessariamente o mais legal atrativo de Guanajuato, mas o excelente estado de suas múmias enterradas provavelmente entre 1830 e 1950, somado ao ainda incerto motivo do porquê, e como, ficaram daquele jeito, são realmente de impressionar! (um pena que não podíamos tirar fotos lá dentro)</p>
<p style="text-align: justify;">O dia chegava perto de seu fim e, para terminar como começou, fomos visitar a estátua em homenagem a uma das principais lendas da cidade: El Pipila!!! A história da Independência Mexicana conta que, após o grito de Independência feito pelo Padre Miguel Hidalgo em 1810, as tropas insurgentes (comandadas pelo próprio padre) marcharam da cidade de Dolores, até a capital do estado: a cidade de Guanajuato. O intuito dos rebeldes era desafiar o governo colonial espanhol. Em resposta, as tropas reais e a elite da região entraram no maior armazém da cidade – <i>Alhondiga de Granaditas</i> – para se protegerem e, assim, começaram a disparar contra os insurgentes. Imponente, o prédio só possuía uma porta de acesso o que dificultava a entrada dos rebeldes que eram constantemente atacados pelos espanhóis. Esse episódio ficou conhecido como a primeira batalha da Independência Mexicana! É  aí que entra na história a lenda de um valente mineiro: Juan José de los Reyes Martínez Amaro, apelidado de El Pipila! Apoiando uma grande pedra plana nas costas como escudo, resolveu aproximar-se da imensa porta de madeira do prédio. Carregando nas mãos uma tocha e alcatrão ele ateou fogo à porta. Isso permitiu com que os insurgentes entrassem e tomassem o prédio. Em sua homenagem, foi construída uma colossal estátua num monte ao redor da cidade com uma bela vista de Guanajuato. De lá vimos o pôr do sol e tiramos belas fotos da encantadora cidade.</p>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/El-Pipila.jpg"><img alt="El Pipila" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/El-Pipila-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A monumental estátua ao Pipila! O lendário heroi Guanajuatuense!</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1.-Vista-aérea.jpg"><img alt="1. Vista aérea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/1.-Vista-aérea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">A vista aérea da cidade, vista do monumento El Pipila &#8211; Guanajuato, México</p>
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<p style="text-align: justify;">Dedicamos o dia seguinte para passear pela cidade com mais calma e sentir a rotina de seus habitantes. Passeamos por suas principais ruas e praças e caminhamos pelo enorme mercado Hidalgo. Visitamos o muito bem cuidado museu Diego Rivera na casa onde o mais ilustre pintor mexicano viveu os primeiros 6 anos de sua vida e nos encantamos por suas obras que nos fizeram entender a importância desse pintor – que até foi aclamado por ninguém menos que Albert Einstein – para a história do país!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-2.jpg"><img alt="Cidade 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cidade-2-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Um dia comum em Guanajuato</p>
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<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Mercado-Hildalgo.jpg"><img alt="Mercado Hildalgo" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Mercado-Hildalgo-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">O Mercado Hidalgo &#8211; em homenagem ao Padre Insurgente.</p>
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<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-1.jpg"><img alt="Diego Rivera 1" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-1-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A entrada do museu Casa Diego Rivera, em homenagem ao ilustre pintor Mexicano</p>
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<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-3.jpg"><img alt="Diego Rivera 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">André observa o interessante quadro que relata os principais momentos de Rivera. Incluindo a trecho da carta de Einstein ao pintor e suas passagens de indas e vindas com sua amada: a também artista Frida Kahlo!</p>
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<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-2.jpg"><img alt="Diego Rivera 2" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Diego-Rivera-2-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Frida Kahlo, Diego Rivera e Gabriel &#8211; de intruso.</p>
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<p style="text-align: justify;">Mas a Guanajuato de hoje impressiona não só pela conservação e manutenção de suas lendas e histórias. Comércio, serviços, turismo e o funcionamento da importante Universidade de Guanajuato, mantém a cidade viva e ativa! Contando com 30 mil estudantes, a universidade também entra no “clima” da relevância histórica da cidade imortalizando uma importante tradição das universidades espanholas. Há mais de 5 décadas seus estudantes realizam todas as noites as <i>Callejoneadas</i>, que partem todos os dias de frente ao Teatro Juárez para uma caminhada pelo centro da cidade. Vestidos como os antigos universitários espanhóis, os jovens tocam trovas para o público que, acompanhados de um cálice de vinho em suas mãos, cantam e batem palmas no ritmo da cantoria. E é no pequeno bar ‘Los Lobos’ que o passado encontra o presente. Movimentado, barulhento e com uma mesa de pebolim (ou totó, para alguns) na parte de cima, o bar toca os famosos &#8216;rocks&#8217; das décadas de 60 a 90, como Jimi Hendrix, Pretenders, Beatles, Elvis, The Doors&#8230; mantendo vivo um espírito universitário, jovem e questionador.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/28.-Vista-aérea.jpg"><img alt="28. Vista aérea" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/28.-Vista-aérea-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">De longe pacata, mas em seu coração, pulsa uma cidade boêmia com atividades culturais, gastronômicas e alguns poucos bares para os jovens universitários!</p>
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<p style="text-align: justify;">Em Outubro, a cidade ainda hospeda o Festival Cervantino. Criado em 1972 pelos estudantes da Universidade de Guanajuato, o festival iniciou com interpretações de peças do famoso escritor Miguel de Cervantes, interpretadas pelos próprios estudantes. Além de peças teatrais, o festival hoje conta com óperas, mostras de cinema, exibições de arte, conversas e conferências acadêmicas, música e recital de dança.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cervantina.jpg"><img alt="Cervantina" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Cervantina-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">O belíssimo monumento ao Festival Cervantino, com a cabeça de Cervantes ao centro.</p>
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<p style="text-align: justify;">É muita cultura!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Na saída da cidade uma enorme estátua faz alusão aos mineradores que foram a força motriz do surgimento de Guanajuato. Em tom de brincadeira, nosso guia disse que ao lado daqueles mineiros, deveria ser colocado o monumento de um homem com uma prancheta em uma mão, e um mapa na outra. Este homem representaria os guias turísticos, símbolo da atividade econômica que hoje sustenta a cidade&#8230; Mas lendas, múmias, túneis, pintores, estudantes, cultura e uma enorme relevância histórica marcam a cidade! E fato é que, das montanhas que um dia transbordaram toneladas de prata das mãos daqueles sofridos homens, nasceu também um das maiores heranças culturais que a humanidade tem registrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, imaginem se fosse construído um monumento para cada um daqueles homens e mulheres que marcaram a história da região?! E em cada canto do nosso Brasil? Faltam heróis, ou sobra desconhecimento de nossa própria história?</p>
<p style="text-align: justify;">Guanajuato é sem dúvida uma das cidades mais surpreendente que já visitamos!</p>
<p style="text-align: justify;">Saímos de lá rumando para o sul. Mas antes, passamos rapidamente por um outro tesouro histórico do estado de Guanajuato: a cidade de San Miguel de Allende. Diferente da &#8220;vizinha&#8221; Guanajuato, San Miguel atrai um turismo orientado mais para &#8216;los gringos&#8217; (americanos) e canadenses, além de boa parte da elite Mexicana que viaja, principalmente, da capital para lá. A cidade tem uma relevância histórica ao lado de Guanajuato por também ter sido palco de importantes batalhas da independência mexicana, além de ser terra natal do general Ignacio de Allende, um dos herois mexicanos que lutaram ao lado do padre Miguel Hidalgo. A cidade possui excelentes restaurantes, uma belíssima praça e uma riquíssima herança artística e arquitetônica, devida a sua <em>Escuela de Bellas Artes</em>, que hoje expõe quadros e murais tradicionais da cultura mexicana!</p>
<div id="attachment_3752" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-9.jpg"><img class=" wp-image-3752" alt="San Miguel de Allende 9" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-9-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">A belíssima Paróquia de San Miguel &#8211; San Miguel de Allende, México.</p>
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<div id="attachment_3749" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-5.jpg"><img class="size-large wp-image-3749" alt="San Miguel de Allende 5" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-5-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mural em homenagem aos patriotas da Independência Mexicana com o padre Miguel Hidalgo e Ignacio Allende, na Escuela de Bellas Artes &#8211; San Miguel de Allende, México</p>
</div>
<div id="attachment_3747" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-3.jpg"><img class="size-large wp-image-3747" alt="San Miguel de Allende 3" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/03/San-Miguel-de-Allende-3-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura passando na &#8220;rua&#8221; mais estreita até hoje na Expedição! Teve até que recolher as orelhas! hahaha (em San Miguel de Allende, México)</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Quem quiser ver mais fotos dessa incrível passagem, clique <a title="Guanajuato" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632804774926/" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>El Coyote &#8211; Tranquilidade em Boa Companhia</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 19:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Baja California]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulegé]]></category>
		<category><![CDATA[Pacífico]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 22/11/2012 à 25/11/2012 Trajeto: Descida da serra + Carretera Federal 1 Desde que havíamos entrado no México, passamos a ter diversas oportunidades &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/elcoyote/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4×1</strong></h3>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>22/11/2012 à 25/11/2012</h4>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de: </strong>Sierra de San Francisco, BC – México.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância total: </strong>230km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Ficamos acampados na nossa barraca na areia da praia por três noites.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu Cheio:</strong> A interação com as pessoas e com a natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="one_half_last content_left"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><strong>Destino:</strong> </strong>Mulegé, Baja Califórnia – México.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>3,5 horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de bom:</strong> Um arroz com legumes e um marshmallow aquecido no fogão!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho:</strong> Dificuldade para tomar banho.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="clear"></div></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> Descida da serra + Carretera Federal 1</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que havíamos entrado no México, passamos a ter diversas oportunidades de acampar e aproveitamos a grande maioria. Além de ajudar a reduzir custos, com o passar do tempo, passamos a nos sentir cada vez mais à vontade na nossa barraca. Ficamos mais ágeis para montá-la e desmontá-la, observamos que muitas vezes os colchões dos hotéis não são tão confortáveis quanto os nossos e a barraca sempre nos dava a oportunidade de desfrutar das noites estreladas e do nascer do sol sem precisar sair dela. E afinal, é sempre bom deitar a cabeça no próprio travesseiro, não é mesmo? Pois foi exatamente o que fizemos em “<i>El Coyote”</i>, um paraíso perdido cercado por montanhas repleta de cactus, de águas calmas e pássaros que, com bastante frequência, cruzavam o céu ensolarado para nos dar bom dia.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6862.jpg"><img alt="IMG_6862" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6862-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Tanajura apreciando a paisagem</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6734.jpg"><img alt="IMG_6734" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6734-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Vista da Estrada ao redor de Mulegé</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Descobrimos “<i>El Coyote”</i> por acaso. Estávamos vindo da Serra de São Francisco, rumo a Mulegé, cidadezinha com um pouco mais de 3.000 habitantes, com importância histórica para região em função da Compagnie de Boleo, uma empresa canadense de mineração que ajudou no desenvolvimento da região, além da missão de Santa Rosalía de Mulegé, a terceira de toda Baja California. O lugar em que dormiríamos seria a <i>“Playa Requesón”</i>, recomendada pelos amigos viajantes do <a title="1000dias" href="http://www.1000dias.com" target="_blank"><i>1.000 dias</i></a>, em função de sua beleza e tranquilidade. Para nossa infelicidade (ou felicidade), o acesso à praia estava um complicado e a praia uma pouco suja, com pedras e madeiras espalhados em função de um recente furacão que havia passado por ali. Assim surgiu El Coyote, lugar em que tivemos uma das mais agradáveis experiências de camping e vamos contar pra vocês agora.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6754.jpg"><img alt="IMG_6754" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6754-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Trem da Compagnie du Boleo fora de operação.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6765.jpg"><img alt="IMG_6765" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6765-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Igreja feita de chapas de metal em Mulegé &#8211; Desenhada por Gustave Eiffel, sim, o mesmo da Torre Eiffel!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6791.jpg"><img alt="IMG_6791" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6791-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Entrada da Playa Requesón</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chegamos lá num fim de tarde, depois de algumas horas dentro do carro. Ao entrar na praia, cujo acesso era feito direto da rodovia, avistamos alguns outros veículos, algo entre 8 e 10. Cada uma deles, tinha ao lado uma estrutura de palha, um cubo de aprox. 3mx3m que era utilizado para diferentes finalidades, sendo uma deles, muito criativa e que descreveremos logo mais. Com essa palafita e levando em conta o fato que já havíamos ficado boa parte do dia no carro, resolvemos usar nossos mantimentos e “conhecimentos” culinários para preparar o nosso próprio jantar. No cardápio, macarronada ao molho de tomate e queijo parmesão, enquanto para sobremesa, comemos marshmallow aquecido no próprio fogãozinho que levamos conosco, já que as madeiras que encontramos por lá estavam molhadas e não tivemos sucesso em “fazer” fogo. Uma refeição simples, prática e saborosa, que ao som da água do mar e com a vista para um céu limpo e repleto de estrelas se tornou ainda mais especial.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6816.jpg"><img alt="IMG_6816" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6816-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Macarronada na primeira noite!!!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6821.jpg"><img alt="IMG_6821" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6821-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Marshmallow de sobremesa!!!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, após uma caminhada na curta extensão da praia (800m), já conhecíamos um terço dos nossos vizinhos. Primeiro, em uma das extremidades da praia, um casal de senhores canadenses muito simpáticos que estavam sentados em cadeiras, próximo ao seu trailer, observando os pássaros tomando água num recipiente que a senhora encontrou jogado no lixo. Ela estava super contente em ver que a ideia de reutilizá-lo deu certo. Alguns passos de volta, na direção da Tanajura, e fomos abordados por um casal de viajantes de Oregon, que estavam na estrada há algumas semanas em um carro pequeno, conhecendo e explorando a Baja Califórnia, no México. Trocamos algumas dicas sobre campings e lugares interessantes para se conhecer, como sempre fazemos com os inúmeros aventureiros que encontramos pela estrada. Um pouco depois do nosso reforçado café da manhã, com frutas, yougurte, cereais, e sanduíche, conhecemos Sandra e Pe, um casal de holandeses, que viajavam num dos maiores e mais robustos veículos que vimos ao longo da expedição. Era grande como um caminhão e preparado para off-road como um carro de rally. Com sua cor meio bege, com pneus enormes, às vezes lembrava um tanque de guerra. Vão ficar 1 ano na estrada até retornar para Holanda,, mas deverá ser um retorno rápido, pois o plano é vender a casa, levantar mais grana e continuar na estrada!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6859.jpg"><img alt="IMG_6859" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6859-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caminhão-tanque dos holandeses!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois dessas interessantes interações com outros viajantes que muitas vezes servem de inspiração para nós, fomos explorar uma das montanhas que cercam a praia. Sem um caminho bem definido, fomos formando ali na hora, nossa trilha em meio aos cactos gigantes, até conseguirmos atingir uma parte mais alta da montanha, de onde conseguimos avistar o sol que custava a atravessar as grandes paredes de terra. Mais uma vista privilegiada de <i>“El Coyote”</i>, dessa vez com o Sol como protagonista. O dia foi passando e tudo que fizemos foi ler, curtir o visual e bater uma bolinha ao lado da palafita numa área com terra batida. Enquanto brincávamos por ali, fomos abordados por um senhor de aparência distinta. Gary era super em forma para sua idade, (descobrimos que tinha 72 anos), usava cabelo até os ombros e uma faixa na cabeça. Nos contou que já morou no Brasil, (Rio de Janeiro e Brasília) por alguns meses nos anos 70 e é super fã do nosso país. Hoje Gary é pesquisador de aves, mais especificamente corvos e frequenta <i>“El Coyote”</i> há quase 30 anos, pois ali existem espécies em observação. Em outras épocas, ao invés de dirigir sua pick up, Gary pedalava por 4.000km para chegar até a praia. Fez isso durante anos até que a idade deixasse a tarefa um pouquinho mais complicada. Sua alegria e emoção em falar do Brasil ficou ainda mais intensa ao darmos a ele um chaveiro com a bandeira do Brasil. Ver a sua empolgação com nossa expedição nos tocou profundamente e nos deu mais motivação ainda para aproveitar essa oportunidade única que estamos tendo.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6845.jpg"><img alt="IMG_6845" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6845-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Momento de leitura!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6832.jpg"><img alt="IMG_6832" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6832-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">E mais leitura&#8230;</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois de dar um pulo na cidade para jantar, voltamos para nossa barraca de onde pudemos mais uma vez curtir um céu recheado de estrelas. Na manhã seguinte, enquanto andávamos na beira d’agua conhecemos nosso vizinho imediato, que logo nos ofereceu seu caiaque. Precisávamos de mais de 1, mas como muitos dos viajantes acampados ali tinham e já conhecíamos a metade deles, não foi tarefa difícil conseguir mais caiaque. Mais de uma hora remando, com parada para snorkel por 20 minutos, onde vimos poucos peixes, várias estrelas do mar, e até uma concha fechada com marisco dentro.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6884.jpg"><img alt="IMG_6884" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6884-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caiaque dos holandeses usado por nós!!!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6826.jpg"><img alt="IMG_6826" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6826-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Caiaque dos vizinhos também utilizado por nós!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">No começo da tarde, fomos convidados por Gary para conhecer seu museu de vida marinha. O que seria isso??? Quando chegamos lá, ficamos surpresos em ver a transformação que ele havia feito em sua palafita. Haviam prateleira de ponta a ponta com diversas recordações de fósseis, conchas, ouriços&#8230; Enfim, tudo que ele já via encontrado ao longo dos 30 anos de visitação a El Coyote. Lá ele deu 2 conchas para cada um de nós, conchas iguais as que ele tinha na “faixa de cabeça” que ele usava naquele dia”.</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6894.jpg"><img alt="IMG_6894" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6894-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Peixe tigre e outros achados do mar!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6896.jpg"><img alt="IMG_6896" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6896-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Cabeça de um tubarão (shovelnose)</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6923.jpg"><img alt="IMG_6923" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6923-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Bate papo com Gary!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6936.jpg"><img alt="IMG_6936" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6936-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Observação de pássaros.</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6931.jpg"><img alt="IMG_6931" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6931-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Mais pássaros ao redor.</p>
</div>
<div style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6957.jpg"><img alt="IMG_6957" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6957-682x1024.jpg" width="296" height="445" /></a>
<p class="wp-caption-text">Apreciando a vista!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6954.jpg"><img alt="IMG_6954" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6954-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Trailer do Gary!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6949.jpg"><img alt="IMG_6949" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6949-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Despedida!!!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Depois da surpresa que tivemos com Gary, demos um pulo no mercado para comprar gelo, açúcar e limão. Adivinhem por quê? Estávamos levando conosco uma garrafa de cachaça desde os Estados Unidos e vimos ali o lugar ideal para apreciar uma boa caipirinha. Em pouco tempo, o futebol estava mais divertido e leve.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegava a hora do sol de despedir e dar espaço as outras estrelas que cobriam a noite, iluminando nosso jantar. Resolvemos mais uma vez cozinhar e dessa vez um prato um pouquinho mais elaborado: Arroz com legumes, purê de batata e salsichas. Delicioso!!!</p>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6971.jpg"><img alt="IMG_6971" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6971-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Jantar de despedida!</p>
</div>
<div style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6981.jpg"><img alt="IMG_6981" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2013/01/IMG_6981-1024x682.jpg" width="423" height="281" /></a>
<p class="wp-caption-text">Expedição 4&#215;1 esteve aqui!</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Logo que acordamos na manhã seguinte, tomamos um café rápido, nos despedimos de todos ali e demos um último adeus à “El Coyote”, mas com a esperança de um dia voltar para aquele paraíso em terras mexicanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se quiser ver mais fotos da nossa passagem por El Coyote e arredores, <a title="El Coyote e Mulege" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157632426597441/" target="_blank">clique aqui</a>!</p>
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		<title>Haines – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 21:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Haines – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas Ficha 4×1 Data: 04/10/2012 à 07/10/2012 Saímos de: Denali National Park, AK Destino: &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/haines/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Haines – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4×1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>04/10/2012 à 07/10/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Denali National Park, AK</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino:</strong> Haines Borough, AK com parada em Anchorage, AK por 2 noites.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância:</strong> 239 milhas do Denali até Anchorage e 756 milhas de Anchorage até Haines (com uma parada para dormir em Tok).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem: </strong>Denali – Anchorage: 6:30 horas, incluindo parada para almoço.     Anchorage – Haines: 16:30 horas, divididos em 2 trechos: 1) Anchorage &#8211; Tok: 4:30 horas na estrada; 2) Tok &#8211; Haines: 12 horas, incluindo paradas para almoço e combustível.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> O primeiro trecho foi feito na AK-3 S/George Park Highway, enquanto o segundo trecho foi dividido em diversas estradas, com cenários belíssimos (AK-1 N; Ak-2 E na qual entramos no Candá; Alaska Hayway novamente; e Haines Hayway, que nos leva de volta para os Estados Unidos).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos:</strong> Em Anchorage foram duas noites no hotel Extended Stay, para atualizar pendências. Já no caminho para Haines, na cidade de Tok, dormimos na nossa barraca, no estacionamento de um hotel de beira de estrada, enquanto que em Haines, ficamos as três noites na nossa barraca no camping Camper Park já que a temperatura estava mais sob controle.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente: </strong>Overdose de comida tailandesa. Ainda na Estrada, chegando em Tok, tivemos a primeira refeição tailandesa num trailer de um simpático casal. Se algum dia alguém passer por lá, encontrará um adesivo da expedição 4&#215;1. Já em Haines, almoçamos por 3 vezes no Chilkat Bakery Restaurant, um delicioso restaurante com comida tailandesa, ótimo serviço e melhor custo-benefício de Haines.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio: A convivência entre o homem e o urso. </strong>A pesca no rio Chilkat é uma atividade que é compartilhada, onde homens e ursos são vistos praticamente lado a lado. Além disso, assitimos um divertido musical (que já foi apresentado na Broadway), com atores e produção local!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho: </strong>Nada muito relevante. Sentimos falta de um museu que contasse um pouco da história local, e de mais opções para comer.</p>
<p style="text-align: justify;">HAINES – Um Lugarzinho no Meio do Nada, Cheio de Surpresas Boas</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Muitas vezes, entitulamos os ursos como feras indomáveis, sempre colocando neles a responsabilidade por algum ataque, quando na verdade muitas vezes somos nós, homens, que não respeitamos o espaço e habitat deles. Em Haines, concluímos que a convivência em harmonia entre homens e ursos é possível, é apenas uma questão de limites. Diferente de tudo o que lemos e escutamos, lá os homens e o ursos dividem o mesmo espaço em busca do mesmo alimento.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Depois da rica e intensa experiência de vida Selvagem no Denali, e antes de chegarmos em Haines, passamos por Anchorage, maior cidade do estado do Alasca, com aproximadamente 300.000 mil habitantes, ou seja amais de 40% de toda população do estado, também conhecido como “A Última Fronteira”. Seu desenvolvimento se deu principalmente em função do setor aéreo, já que possui o terceiro mais movimentado aeroporto de cargas do mundo. Além disso, os Estados Unidos mantém duas importantes bases militares em Anchorage desde a Guerra fria, em função da localização geográfica próxima à antiga União Soviética. Nossa passagem por lá durou 2 dias, e foi bastante útil para colocar pendências em dia como atualização do site, lavagem de roupa e revisão de 20.000km da Tanajura. Como eles não fabricam a Frontier a diesel no EUA, eles não tinham o filtro de óleo correto, então foi a hora de entrar em ação nosso estoque de peças reservas que havíamos comprado no Brasil para situações como essa.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/revisão-2.jpg"><img class="aligncenter" title="revisão (2)" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/revisão-2-1024x764.jpg" alt="" width="423" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pendências deixadas para trás, seguimos rumo a Haines, uma cidadezinha de 2.500 habitantes que possui uma história rica e uma diversidade natural, localizada em uma area que é um importante pólo turístico da região, conhecida como inside passage, uma belíssima rota marítima que terá uma descrição detalhada no próximo post. O nome da cidade surgiu depois de uma missão e uma escola encomendada por um Chilkat (grupo que ocupava a região nos tempos mais remotos), como forma de homenagear a presidente do comite que levantou os fundos para a construção da obra, em 1884. Mas a região sofreu uma mudança mais relevante durante os anos de 1898 e 1899, em função da corrida do ouro <em>(golden rush)</em>. A principal estrada até aquele momento chamada Dalton’s trail permitia que o ouro e suprimentos fossem escoados para a região de Yukon, o que aumentou sua importância na região. Porém, depois da construção da estrada de ferro White Pass e Yukon, que permitia o acesso a diversas outra cidades da região, a competição aumentou e a economia passou por um ligeiro declínio. Atualmente, o turismo é o principal atrativo da cidade. Além de possuir uma das maiores populações de águias do mundo (bald eagles &#8211; aquela águia que é o símbolo dos EUA), a pesca também atrai inúmeros visitantes da região. Além disso, a cidade no verão é também muito procurada pelas atividades ao ar livre, como rafting e trilhas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1592.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2494" title="IMG_1592" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1592-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1661.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1661" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1661-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1378.jpg"><img title="IMG_1378" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1378-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em Haines já bem tarde, numa quinta-feira, por volta das 23:00 horas, cansados , mortos de fome e sem um lugar para dormir. Tratamos logo de alimentar a lombriga, comendo uma pizza num pub, onde colhemos informações sobre os campings da cidade. Procuramos por quase uma hora, sem sucesso, até que resolvemos perguntar para um policial que já devia estar desconfiado de algo, de tantas vezes que passamos na deserta rua da delegacia. Seguimos o carro dele até chegarmos num camping que não permitia acesso a carros. Assim, ele nos levou ao camping Camper Park, onde ficamos por três dias, bem protegidos da friagem e com banheiro um pouco precário.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1585.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1585" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1585-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A cidade estava “cheia” pois na segunda-feira, dia 7/Out seria o feriado de ação de graças dos vizinhos canadenses. Em todo lugar que íamos, saudações de boas vindas eram dadas aos irmãos de fronteira. A primeira coisa que fizemos no dia seguinte foi ir ao visitor center, onde fomos super bem recebidos por uma simpática senhora americana que nos deu dicas interessantes de atividades na cidade. Saímos de lá ansiosos pelo principal atrativo da cidade, o rio Chilkat, que já havia sido indicado por outros amigos expedicionários. Nesse rio, inúmeros pescadores, tanto locais quanto turistas, vão em busca de alimento e lazer. Quando nos aproximamos do rio conseguimos entender o porque da sua popularidade. O cheiro de peixe podia ser sentido de dentro do carro com os vidros fechados tamanha a quantidade de salmões atravessando o rio. Como já falamos no post de Seattle, os salmões sobem de volta para o rio para desovar e morrer, depois de ter passado a maior parte de sua vida no mar. Para pescar, as pessoas vestiam roupas especiais para suportar a água gelada, já que a pesca por lá é tradicionalmente feita de dentro d’água, muitas vezes através da modalidade <em>“fly-fishing”</em>.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1367.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1367" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1367-682x1024.jpg" alt="" width="269" height="406" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Além dos pescadores tradicionais, diversas aves como a águia americana (American Bald Eagle) e gaivotas, enfeitavam a vista para o rio. Mas todo aquele amontoado de carros e turistas estavam ali para ver um terceiro tipo de pescador, “o amigo Urso”, muito mais acostumado com a água fria da região. Eles atravessavam o rio com sorriso na cara, sem se importar com a temperatura, em busca do melhor ponto para capturar suas presas. Ficavam próximos a pedras, usando seus dentes afiados para separar a pele, que curiosamente é a parte que eles mais gostam. Numa outra determinada situção, dirigíamos bem devagar (algo em trono de 20km/h) observando a paisagem, respirando o ar livre com as janelas abertas quando, para nossa surpresa um urso grizzly apareceu na nossa janela, a 2 metros de distância. Não era dos maiores, mas foi o perto que já vimos, sem contar o fator surpresa. Ficamos completamente sem reação, que nem conseguimos tirar fotografia dessa cena. Mas oportunidades não faltaram. Vimos também um urso a 3 metros de distância do carro, farejando e se esfregando numa placa de metal, completamente hipinotizado, o que nos fez pensar que algum pescador pudesse ter limpado salmão por ali. Na verdade, ficar ali da ponte olhando essa enorme fera de olhar dócil, tão dócil que dá vontade de passar a mão, dividindo o espaço com o homem foi uma sensação realmente incrível. Muitas vezes, entitulamos os ursos como feras indomáveis, sempre colocando neles a responsabilidade por algum ataque, quando na verdade muitas vezes somos nós, homens, que não respeitamos o espaço e habitat deles. Em Haines, concluímos que a convivência em harmonia entre homens e ursos é possível, é apenas uma questão de limites. Diferente de tudo o que lemos e escutamos, lá os homens e o ursos dividem o mesmo espaço em busca do mesmo alimento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1419.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2486" title="IMG_1419" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1419-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1396.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2485" title="IMG_1396" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1396-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Durante nossa parada no centro de visitantes, fomos informados que haveria na cidade um evento especial naquele fim de semana. Uma peça de teatro chamada Oklahoma, um musical que um dia for a encenado na Broadway, mas com produção e atores locais. Fomos comprar os ingressos durante a tarde numa livraria, onde descobrimos que a filha da dona da livraria, que estava na loja seria uma das atrizes da peça. Quando eram 19:15, estávamos na porta do teatro, 15 minutos antes de começar a peça. As cadeiras eram espaçosas, tamanho padrão dos americanos e a visão do palco era boa de qualquer lugar do pequeno anfiteatro. Chegamos lá, sem nenhuma pretenção para as três horas de espetáculo que teríamos pela frente. Quando começou a peça, logo se percebia que ninguém era professional ali. Mas o amadorismo trouxe uma graça diferente das piadas prontas, era uma piada natural, onde o ator sorria junto com a platéia. Uma senhora de mais idade, junto com o casal secundário, fizeram da simples peça uma grande surpresa boa. Aos poucos as gargalhadas foram surgindo e contagiando a todos os presentes.  Comparações aparte, o figurino, os cenários e a produção como um todo eram ótimos, dado o porte da cidade. Talvez por uma questão de expectativas ou realmente pela qualidade da peça, o fato é que saímos de lá descontraídos e satisfeitos com o investimento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1615.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1615" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1615-682x1024.jpg" alt="" width="207" height="312" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1474.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1474" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1474-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1458.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1458" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1458-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1439.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2488" title="IMG_1439" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1439-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1436.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2487" title="IMG_1436" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1436-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Além das atrações ao ar livre, Haines possui um museu/oficina onde enormes totens esculpidos em madeira são confeccionados a mão. É uma tentativa de reproduzir a arte indígena, já que a grande maioria das obras originais foi sendo degradada com o tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1299.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1299" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1299-682x1024.jpg" alt="" width="269" height="406" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1309.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2480" title="IMG_1309" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1309-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na noite de sábado, fomos novamente ao mesmo pub que havíamos comido a pizza, logo no primeiro dia. Dessa vez o ambiente estava muito mais cheio e animado. Como brasileiros, amantes de futebol, grudamos na mesa de totó (ou pebolim) quase a noite toda, na qual gargalhadas e gritos foram embalados pela cerveja alaskiana. Como era nossa última noite no Alasca, resolvemos sair em grande estilo. Pedimos uma música e cantamos e dançamos na pista do videokê do pub. Logo que vieram os primeiros versos, outras pessoas se juntaram a nós na pista embalados pelo hit <em>Twist and shout.</em></p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/foto.jpg"><img class="aligncenter" title="foto" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/foto-1024x764.jpg" alt="" width="423" height="315" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pouco antes de embarcarmos no ferry para Prince Huppert, ainda tivemos tempo de pegar uma estrada de 18km que nos levou a uma vista do Davidson Glacier, mais uma experiência agra1dável nesse formidável lugarejo.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1638.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_1638" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1638-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p>Para mais fotos da nossa passagem por Haines, <strong><a title="Galeria de Fotos - Haines" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157631903281203/" target="_blank">clique aqui!</a></strong></p>
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