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	<title>4x1 &#187; Colômbia</title>
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	<description>4 Rodas por 1 Continente</description>
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		<title>Tanajura e Sua Jornada Marítima até os EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 23:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 11/08/2012 à 13/08/2012 Onde estávamos: Cartagena de Índias – Colômbia Por quê? Exportação temporária da Tanajura para os EUA Tempo dedicado aos &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/exportacao-tanajura-eua/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Data: 11/08/2012 à 13/08/2012</p>
<p style="text-align: justify;">Onde estávamos: Cartagena de Índias – Colômbia</p>
<p style="text-align: justify;">Por quê? Exportação temporária da Tanajura para os EUA</p>
<p style="text-align: justify;">Tempo dedicado aos processos burocráticos e preparações: 3 dias, somando tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pneu Cheio: tratamento dos Colombianos. Todas as pessoas com quem interagimos foram bastante solícitas e simpáticas, sempre se preocuparam em nos ajudar e em nos fazer gastar o mínimo de tempo possível com todos os procedimentos. Vale mencionar que até os guardas que vistoriaram o carro foram simpáticos!</p>
<p style="text-align: justify;">Pneu Murcho: ter ido até o porto (que era longe de onde estávamos) a toa, às 8h da manhã, por causa de uma informação errada dada por uma funcionária.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tanajura e Sua Jornada Marítima até os EUA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de termos muito pesquisado, ponderado e discutido sobre qual seria a melhor maneira de enviar a Tanajura, acabamos decidindo enviá-la, via navio, de Cartagena (Colômbia) para Seattle (Estados Unidos) – mais informações sobre essa nossa difícil decisão você pode encontrar aqui, no nosso <strong><a title="Envio da Tana de navio" href="http://4x1.com.br/tana-no-navio/">post</a> </strong>sobre tudo isso!</p>
<p style="text-align: justify;">Como esse processo todo é bastante burocrático e cheio de detalhes, vamos tentar contar aqui o passo-a-passo para que todos possam saber como ele funciona!</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, o nosso primeiro dia de trabalho foi bastante intenso. Acordamos cedo e fomos até a empresa Naves Colômbia, que trabalha com transportes marítimos e seria quem iria cuidar do embarque da Tanajura. Chegando lá fomos muito bem atendidos pela Luz Elena que, apesar de não ter sido muito bem informada sobre o nosso caso pelo nosso agente, foi simpática e paciente. Nos explicou como seriam todos os procedimentos e nos deu um documento de duas páginas que continha todas as instruções para os próximos passos, parecia uma gincana!! Saímos de lá e&#8230;..estava dada a largada!!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4430.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1818" title="IMG_4430" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4430-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tarefa 1 – Objetivo: Solicitar autorização de exportação do veículo. Duração: 1h30 </strong>(os tempos de duração incluem os deslocamentos de um lugar para o outro). Entramos na Tanajura e nos dirigimos até um lugar que tirava xerox, pois precisaríamos de alguns documentos. Em seguida fomos ao DIAN (aduana colombiana) munidos das cópias de: carteira de motorista, documento de entrada da Tana na Colômbia, documento do carro e passaporte. Essa tarefa foi fácil, apenas demoraram um pouco para nos atender, mas nada mais justo, entramos no prédio e estava todo mundo comemorando a conquista da primeira medalha de outro da colômbia nas olimpíadas de Londres (Mariana Pajon, ciclismo BMX)!!</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4311.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_4311" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4311-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tarefa 2 – Objetivo: Registrar um de nós no porto. Duração: 3h. </strong>Tínhamos que pedir uma pré-autorização na <em>Sociedad Portuaria</em> (empresa que administra o porto) para que, no dia em que o carro fosse entregue, uma pessoa pudesse entrar dirigindo o carro. Dado que o porto é uma área controlada, essa pessoa tem que ter um registro. Outra coisa importante é o seguro de vida, todo visitante que entra no porto tem que ter um seguro de vida válido e deve apresentá-lo nesse momento em que faz o registro. No nosso caso não precisamos comprar pois o nosso seguro de viagem (que é <strong><em><a title="World Nomads" href="http://www.worldnomads.com/?gclid=CIiT09WlvLICFSiCQgodqx8A5Q" target="_blank">World Nomads</a></em></strong>) já foi suficiente para o que o porto exigia. Como chegamos perto da hora do almoço tivemos que esperar um pouco a mais do que o normal, mas correu tudo bem e pudemos até degustar um bom café colombiano durante a espera.</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4306.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_4306" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4306-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tarefa 3 – Objetivo: Entregar a Tanajura limpa e vazia. Duração: 6h. </strong>Na noite anterior tivemos que tirar todos os nossos pertences de valor e roupas que usaríamos durante os quase 30 dias sem a Tanajura. Dado que ela é a nossa casa, gastamos um tempinho razoável fazendo isso. Afinal, além de tirarmos as nossas coisas tivemos que reorganizar muitas outras, para ter certeza de que nada ficaria na parte de dentro do carro (onde as pessoas que lidariam com o carro teriam acesso). Fora isso, levamos ela para um banho, dado que tinha que ser entregue limpa. No dia seguinte então nos dirigimos até o terminal para entregar a Tana! Chegando lá tudo correu bem e ela ficou em um pátio, aguardando algumas vistorias e o embarque. Logo depois disso fomos até o departamento da polícia antinarcóticos, que também fica dentro do terminal e lá entregamos uns documentos para solicitar uma data de vistoria. A tal vistoria é obrigatória para todos os carros que são exportados da Colômbia. Quando chegamos lá descobrimos que teríamos que ter escrito uma carta de responsabilidade sobre o carro e que, dado que não a tínhamos em mãos, teríamos que voltar no dia seguinte para solicitar a vistoria. Conversa vai, conversa vem, conseguimos convencer a policial a nos deixar usar um computador deles mesmo, para escrever e imprimir a carta! No fim deu tudo certo e ainda acabamos usando o computador do chefe de polícia!!</p>
<p><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4317.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_4317" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4317-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tarefa 4 – Objetivo: acerto final de burocracias e pagamentos. Duração 2h. </strong>Voltamos para a <em>Sociedad Portuaria</em> para efetuar o pagamento da fatura referente aos documentos e alguns procedimentos portuários. Além disso, informamos para eles o horário que os policias haviam combinado conosco para a nossa vistoria da antinarcóticos. Eles confirmaram o horário, que seria às 8h do dia seguinte, e nos deram um documento para entregar aos policiais.<a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4313.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1814" title="IMG_4313" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4313-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tarefa 5 – Objetivo: Realizar a famosa vistoria antinarcóticos. Duração 4h. </strong>Chegamos ao porto às 7h30, com uma certa antecedência para evitar qualquer imprevisto! Que surpresa! Depois de tudo ter dado tão certo algo tinha que dar errado, estava tudo indo bem demais!! Ocorre que quando chegamos lá os policiais disseram que a policial do dia anterior (que havia me informado o horário em que seria realizada a vistoria) havia se enganado, a vistoria não poderia ser feita às 8h da manhã, seria apenas às 14h. Depois de muita insistência sem sucesso, voltamos para o hotel! Finalmente, às 13h40, estávamos lá de volta para a vistoria e aí sim deu certo, o Gustavo entrou no porto (só pode entrar uma pessoa por carro) e foi em direção à Tanajura para começar a retirar TODAS as coisas de dentro do carro, da caçamba, das barracas e dos armários! Sim, essa vistoria é famosa justamente por causa disso, os policias te fazem tirar absolutamente tudo do carro e tem fama de serem bastante implicantes! Bom, no nosso caso não tivemos problema nenhum, muito pelo contrário, os guardas eram fãs do Brasil e nem me fizeram tirar tudo do carro! Os armários, por exemplo, nem foi preciso esvaziar. Disse que eram roupas e que iriam ficar todas sujas se tivesse que colocá-las no chão! Eles concordaram, analisaram para ver se não havia nenhum fundo ou parede falsa nos armários e liberaram para trancá-los. Vale dizer que eles são bastante rígidos no que diz respeito a vistoria, alguns exemplos: levaram a geladeira para passar em um scanner, experimentaram um dos remédios para ver se não era droga, examinaram até a tampinha do vidro de azeite para ver se não tinha nada escondido dentro, etc. Feita a vistoria eles entregaram um papel de liberação e estava tudo certo.</p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4414.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_4414" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4414-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tarefa 6 – Objetivo: Finalizar os procedimentos. Duração 1h. </strong>Depois de estacionar novamente a Tana no pátio (após a inspeção) e entregar as chaves dela para o pessoal do porto, nos dirigimos até a Naves Colômbia novamente, entregamos toda a papelada que acumulamos com esses procedimentos e pronto, tínhamos cumprido todas as tarefas, a gincana havia terminado!! Agora era só esperar a Tanajura embarcar no navio!!</p>
<p style="text-align: justify;">Procedimentos finalizados, Tana no porto, pronta para embarcar e nós ansiosos para começarmos a desbravar o fim do verão nos Estados Unidos!!</p>
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		<title>Cartagena de Indias &#8211; Viagem ao Túnel do Tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 12:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colômbia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4&#215;1 Data: 09/08/2012 a 18/08/2012 Saímos de: Santa Marta &#8211; Colômbia Destino: Cartagena de Indias – Colômbia Distância: 254km Tempo de viagem: 4h Trajeto: &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/cartagena/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha 4&#215;1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data</strong>: 09/08/2012 a 18/08/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de</strong>: Santa Marta &#8211; Colômbia</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino</strong>: Cartagena de Indias – Colômbia</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância</strong>: 254km</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tempo de viagem</strong>: 4h</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto</strong>: Saímos do Parque Nacional de Tayrona em direção à Cartagena, passando por Santa Marta e Barranquilla.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos</strong>: <a title="Hotel Marlin" href="http://www.hotelmarlincartagena.com/index.htm" target="_blank">Hotel Marlin</a>, localizado na movimentada Calle de la Media Luna, coração do bairro histórico de Getsemani, onde se hospedam a maioria dos mochileiros que buscam uma boa relação custo-benefício.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de diferente</strong>: <strong>PF ao estilo colombiano com sopa de entrada</strong>. Não que o prato seja diferente, mas o fato de em todos os lugares encontrarmos essa combinação de uma saborosa sopa de frango, com limão expremido, junto ao PF, nos fez elegê-la como a principal cara da nossa estadia em Cartagena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu cheio</strong>: <strong>A simpatia do povo Colombiano e a beleza da cidade antiga, ou cidade murada.</strong> Andando pelas ruas da cidade murada podemos nos sentir em outra época, com as casas todas restauradas e conservadas. Isso junto à simpatia e receptividade dos colombianos são os pontos altos da nossa estadia em Cartagena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu murcho</strong>:  <strong>Correria e tempo fechado no passeio à Playa Blanca</strong>. A Playa Blanca em si é sensacional, mas o passeio de um dia que fizemos não vale a pena pelo tempo que se leva no transporte de Cartagena à praia (cerca de 5 horas). Além disso, tivemos a &#8220;sorte&#8221; de fecharmos o passeio em um dia de chuva e tempo fechado. Se formos para lá ém uma próxima oportunidade o faremos com mais dias para aproveitar melhor o passeio.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Capa-do-Post.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1836" title="Capa do Post" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Capa-do-Post-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cartagena de Indias &#8211; Viagem ao Túnel do Tempo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saímos do Parque Nacional de Tayrona, próximo a Santa Marta, na manhã do dia 9 de agosto em direção a Cartagena, passando por Barranquilla. Barranquilla é a cidade da Shakira, mas não a achamos por lá em nossa breve passagem. Até perguntamos a algumas pessoas nas ruas onde estava a cantora, mas parece que não gostam muito dela por lá! Ou não gostam da gente, viravam a cara todas as vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegamos em Cartagena no início da noite e fomos direto ao bairro de Getsemani, onde está localizada a maior parte das hospedagens mais baratas (incluindo os albergues para jovens turistas) para procurar algo com bom custo-benefício. Afinal, seria de Cartagena que embarcaríamos a Tanajura e por isso não contaríamos com nossas barracas automotivas para dormir. A cidade estava cheia, mas conseguimos achar uma vaga de última hora em um hotel na Rua Media Luna. Exaustos depois de um dia inteiro viajando (e da noite anterior mal dormida), comemos algo rápido e já fomos dormir.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte (sexta-feira, 10 de agosto), tivemos que nos dividir para conseguir fazer tudo o que queríamos: dois de nós foram ver a papelada que seria necessária para o processo de envio da Tana, enquanto os outros três foram procurar por um novo hotel, dado que o primeiro não teria mais vaga para os outros dias que ficamos em Cartagena. Surpreendentemente, o processo no porto correu extremamente bem, sem atrasos ou perdas de tempo com burocracias desnecessárias, ao contrário do que esperávamos baseado nos relatos de outros viajantes. Com isso, acabamos o dia razoavelmente cedo e já fomos para o hotel em que passamos o resto dos dias em Cartagena: o <a title="Hotel Marlin" href="http://www.hotelmarlincartagena.com/index.htm" target="_blank">Hotel Marlin</a>, cujo dono nos recebeu pessoalmente e ficou bem empolgado com nosso projeto. O hotel ficava na mesma rua do outro em que estávamos, assim continuamos próximos ao centro antigo da cidade, que fica cercado por uma grande muralha.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ficamos 9 dias em Cartagena, dividimos o tempo lá entre conhecer a região e trabalhar em assuntos pendentes que tínhamos, como planejar detalhes da rota até o Alaska, escrever, atualizar o site e coisas do gênero. E também descansar um pouco. Vínhamos numa rotina de corrida até chegar a Cartagena, pois tínhamos uma data limite para estar na cidade, devido ao envio do carro!</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, falando do envio da Tana, foi tudo tranquilo, como tínhamos visto no primeiro dia em que fomos ao porto já. Demos um belo banho nela, agendamos a vistoria de narcóticos no porto e nos despedimos, com o coração apertado, da nossa companheira. No horário combinado a entregamos à companhia que realizaria o transporte: agora, só a veremos de novo em Seattle – EUA !</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4326.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1837" title="IMG_4326" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4326-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Sem a Tana para nos levar de um canto ao outro, estarmos localizados próximo às atrações da cidade foi crucial. Para completar, achamos um pequeno e simpático restaurante familiar próximo ao hotel chamado <em>Aquí es el punto</em>, que servia pratos-feitos, com direito a uma sopa de entrada e bebida, por algo equivalente a 7 reais. Ótimo custo-benefício! Almoçamos lá quase todos os dias em que estivemos em Cartagena.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4437.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1838" title="IMG_4437" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4437-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outro restaurante que frequentamos bastante foi a pizzaria do Ciudad Movil, um centro cultural que oferece oficinas de fotografia, malabares e afins, e que de noite funciona uma pizzaria. A pizza era incrivelmente boa!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_48001.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1832" title="IMG_4800" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_48001-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como estávamos próximos à cidade murada, ou centro antigo, de Cartagena, também andamos por lá quase todos os dias, apreciando a bela arquitetura local, restaurada, e a vista do mar de cima da muralha. Uma pena que o cuidado que se teve em recuperar e manter esse centro histórico de Cartagena não seja visto em muitos lugares do lado de fora da muralha. Andando poucos quarteirões para fora podem-se ver casas muito parecidas às encontadas dentro da muralha, mas muito pouco conservadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4607.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1845" title="IMG_4607" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4607-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4655.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1846" title="IMG_4655" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4655-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4678.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1847" title="IMG_4678" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4678-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto caminhávamos pela cidade antiga nos sentíamos como se estivéssemos em outra época, pela riqueza de detalhes nas estruturas e pela perfeição na manutenção dos edifícios. Junto a isso, o povo alegre nas ruas e a abundância de cores nas roupas e objetos transformam uma simples caminhada pelo local em uma incrível viagem no tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4517.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1841" title="IMG_4517" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4517-689x1024.jpg" alt="" width="296" height="440" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4530.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1842" title="IMG_4530" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4530-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Museu do Ouro, em Cartagena, fica localizado dentro da cidade murada e é bastante interessante. Não é muito grande mas é bastante rico em cultura com informações valiosas. A estrutura e a didática impressionam.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4491.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1840" title="IMG_4491" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4491-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Procuramos bastante pelo famoso café colombiano, mas não foi tão fácil encontrá-lo. Em muitos lugares achamos café, mas um café normal, até meio aguado. Conseguimos finalmente achar algo que podemos chamar de café de verdade no Juan Valdez, apesar de não ser muito indicado para uma verdadeira experiência por ser tipo um Starbucks colombiano. De qualquer forma, era melhor que as outras amostras que tivemos: um café encorpado, expresso, bastante saboroso!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4553.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1843" title="IMG_4553" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4553-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Decidimos tirar um dos dias que tínhamos em Cartagena para ir à Playa Blanca, num passeio de um dia indo e voltando de barco. A praia é incrível, a água azul clara com a areia bem branca, mesmo num dia nublado, faz o cenário parecer coisa de filme. Entretanto, infelizmente essa foi uma das maiores furadas da nossa estadia em Cartagena. O barco saiu, atrasado, às 8h40min, numa viagem de 5 horas até a Playa Blanca, com 45min de parada em um caro aquário em uma ilha no caminho, que resolvemos não entrar e esperamos à beira da praia. Várias pessoas que entraram saíram dizendo que não valia o preço que cobravam. Chegamos à Playa Blanca pouco antes das duas horas da tarde e fomos direto ao almoço, que estava incluso no pacote. Comemos rápido e fomos aproveitar ao máximo a praia. Eram duas horas da tarde e nesse momento fomos informados de que deveríamos voltar ao barco às 15h30min, para partir às 16h. Seriam apenas 1h30min de praia! Isso mesmo, levamos 5 horas de barco para aproveitar menos de 2 horas de praia! Pontualmente, com todos já no barco, partimos às 16h para chegar em Cartagena às 18h. Conclusão: para se chegar ao aquário, que paramos na ida, fizemos um desvio de 1h para ir e mais 1h para voltar à rota. Uma beleza! E o pior é que o passeio é vendido como se fosse um dia de Playa Blanca, com uma “pequena” parada no aquário. Furada total. O ideal seria termos fechado um pacote de mais de um dia na Playa Blanca, pois se pode dormir lá. Aí mesmo levando todo esse tempo de trajeto teria valido mais a pena. Bom, como tudo vale a pena se a alma não é pequena, ficamos com o aprendizado e com a bela paisagem da praia na memória.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_48211.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1833" title="IMG_4821" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_48211-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">De Cartagena pegamos o vôo para Los Angeles, com paradas em Bogotá e Miami. Apesar de termos ficado bastante tempo em Cartagena e um pouco em Santa Marta, ainda existem muitas coisas e lugares que não pudermos conhecer na Colômbia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_48521.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1834" title="IMG_4852" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_48521-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não sabemos ainda se poderemos passar por aqui na volta, mas com certeza o povo hospitaleiro desse país será lembrado com intensidade nos nossos Retratos das Américas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos de Cartagena, acesse nosso Flickr <a title="Fotos Cartagena" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157631552747813/" target="_blank">aqui</a>!</p>
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		<title>Fronteira Venezuela &#8211; Colômbia e Santa Marta</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 15:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ficha 4×1 Data: 06/08/2012 a 08/08/2012 Saímos de: Mérida – Venezuela Paramos em: Ciudad Ojeda -Venezuela Destino final: Santa Marta – Colômbia Distância total: Pouco &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/santa-marta/">Read more &#187;</a></p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Ficha 4×1</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data:</strong> 06/08/2012 a 08/08/2012</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saímos de:</strong> Mérida – Venezuela</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paramos em</strong>: Ciudad Ojeda -Venezuela</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destino final:</strong> Santa Marta – Colômbia</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Distância total: </strong>Pouco mais de 750 km (em 2 dias)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trajeto:</strong> De Mérida seguimos em direção Ciudad Ojeda passando por Valera e Agua Viva. Passamos por Maracaibo, San Rafael de el Mojan, Paraguachón já na Colômbia, ate chegar em Santa Marta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde dormimos: </strong>Ciudad Ojeda (barracas dentro de um motel), Santa Marta (Hostel La Brisa Loca na primeira noite e barracas alugadas em Cabo San Juan, dentro do parque Tayrona).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que comemos de bom:</strong> Bolinhos de batata fritos, recheados com carne moída. Bom custo benefício.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pneu Cheio:</strong> O campinho de futebol em Cabo San Juan, dentro do parque Tayrona, que permitiu que tivéssemos nossa segunda partida de futebol, integrando pessoas de diferentes paises com uma mesma paixão.</p>
<p><strong>Pneu murcho:</strong> O preço cobrado para turistas de outros de países entrarem no Parque Nacional Tayrona, quase três vezes mais caro que o cobrado para colombianos.</p>
<p><strong><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4213.jpg"><img class="aligncenter" title="IMG_4213" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4213-682x1024.jpg" alt="" width="296" height="445" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fronteira Venezuela &#8211; Colômbia e Santa Marta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saímos de Mérida numa tarde com objetivo de cruzar a fronteira com a Colômbia no dia seguinte. Passamos a noite em Ciudad Ojeda, num motel de beira de estrada depois de termos tentado ficar de graça no estacionamento de um hospital e de um clube, sem sucesso. Acordamos na manha seguinte, às 7:00 da manhã e em 30 minutos estávamos todos prontos, dentro do carro, rumo a nossa segunda fronteira. No meio do caminho, passamos por 2 situações que valem a pena relatar. A primeira delas ocorreu na cidade de Maracaibo, segunda maior cidade na Venezuela, muito conhecida por suas reuniões de negócios relacionadas ao vasto petróleo da região. Na nossa parada para café da manhã, fomos atendidos pela Brenda, uma simpática senhora que nos serviu um pão recheado com queijo e um suco de maçã. Ela nos fez lembrar de uma prática que estamos realizando ao longo da viagem: pedir para uma pessoa local, que de alguma forma tenha colaborado ou ao menos passado um momento agradável com a expedição, colar a bandeira do país na Tanajura.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_41771.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1873" title="IMG_4177" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_41771-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com a fome saciada e a bandeira colada, seguimos em direção a fronteira. Em San Rafael, já quase na divisa, fomos forçados a parar o carro, já que a pista principal estava fechada. Havia ônibus e carros atravessados na pista, fogo em alguns pneus e várias pessoas juntas gritando para um outro grupo mais afastado que não conseguíamos ver. Resolvemos retornar e seguir por um caminho alternativo, a primeira rua paralela a aquela da manifestação. Para nossa surpresa, haviam várias pessoas com cordas atravessando a rua, cobrando uma espécie de pedágio. Em função do clima que estava nas redondezas, não hesitamos em pagar os 10 bolívares (R$ 2,50 aprox.) sugeridos por um motoboy que havia indicado o caminho. Pior que pagar um pedágio que não existe, foi ter que pagar 4 vezes, já que a cada 10, 15 metros havia uma corda dessas. Na última barreira o que não faltava era motoqueiro, cercando a rua. Foi um momento de tensão que durou pouco tempo. Logo que nos abordaram na janela do carro, perguntaram de onde éramos, e ao falar Brasil e fazer brincadeiras sobre futebol, logo fomos liberados para seguir nosso caminho. Alguns metros a frente, e nos deparamos com o outro grupo, que não tínhamos visto antes. Eram policiais que estavam tentando conter a manifestação. No nosso entendimento o motivo estava relacionado ao tráfico de combustível que existe ao redor da fronteira. Na verdade, os locais estavam incomodados com a fiscalização que é feita pelos policiais e eventualmente impede o comércio ilegal. Ainda do lado venezuelano, próximo a fronteira, fomos surpreendidos com uma taxa de saída do país no valor de 90 bolívares por pessoa, equivalente a R$ 20,00. Ao pagar essa taxa, nós recebemos um cartão que garantiria o carimbo de saída no passaporte alguns quilômetros mais a frente. Já para liberar a saída do carro, não foi necessário pagar nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Com toda a burocracia resolvida do lado venezuelano, chegamos em solo colombiano, mais especificamente em Paraguachón, às 13:00, horário local. Essa é a principal fronteira terrestre, tanto em tráfego de pessoas quanto em termos de transporte de carga. O processo de entrada foi simples e barato, tanto para nós quanto para o carro. Ao todo, gastamos pouco mais de 12.000 pesos colombianos, equivalente a R$ 13,00 aproximadamente, usados para tirar algumas xerox e pagar um rapaz que “registrou num plástico” o número do chassi do carro. De lá seguimos direto para Santa Marta, nosso primeiro destino na Colômbia. Com a ajuda do guia, encontramos o Hostel La Brisa Loca, que possuía uma ótima localização e era super bem recomendado.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4256.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1866" title="IMG_4256" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4256-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de apresentarmos o projeto para os dois proprietários, que são irmãos, conseguimos uma noite de graça. O Hostel foi montado numa espécie de mansão antiga. Eram três andares, com inúmeros quartos e um vão central que terminava numa piscina logo no primeiro andar. Na cobertura, haviam alguns aparelhos de ginástica, onde se podia ter uma boa vista da cidade enquanto queimávamos um pouco de caloria adquiridas com as arepas. Do pouco que visitamos na área urbana de Santa Marta, o que mais chamou nossa atenção foi a Catedral Basílica de Santa Marta, uma das mais antigas da américa do Sul e onde foi enterrado Símon Bolívar.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4233.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1865" title="IMG_4233" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4233-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de sairmos do hostel, fomos para o parque nacional Tayrona, conhecido por suas belas praias e trilhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4270.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1867" title="IMG_4270" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4270-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes de falar da nossa experiência dentro do parque, vale relatar a discriminação que existe entre locais e estrangeiros. É fato que em alguns lugares se cobram preços diferenciados na entrada das atrações turísticas. Porém, para um estrangeiro entrar no parque o valor a ser pago é aproximadamente o triplo daquele pago por um local. O valor que nos foi cobrado por pessoas foi de 36.500 pesos colombianos, equivalente a aproximadamente R$ 40,00. Além disso, se cobra 10.500 pesos colombianos para o carro entrar no parque e mais 7.000 pesos colombianos por noite que carro fica estacionado lá dentro. Essa situação nos deixou bastante insatisfeitos pois, apesar de ser um local caro e ainda existir essa diferenciação entre os turistas, o serviço não é lá essas coisas dentro do parque. Pegamos uma fila de mais de 1 hora para entrar, as trilhas nem sempre tem sinalização e o restaurante que comemos não aceitava cartão de crédito em determinadas situações, como no café da manhã por exemplo. O parque é enorme, com vegetação fechada, lembrando em alguns momentos nossa mata atlântica.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4278.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1869" title="IMG_4278" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4278-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de quase duas horas de caminhada, chegamos em Cabo San Juan, a última praia do parque. Havia uns 4 metros de areia, entre o camping e a cristalina água do mar. A extensão da praia não chegava a 500m. O visual era realmente fantástico.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4274.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1868" title="IMG_4274" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4274-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Passamos a noite acampados em uma barraca, aluagada lá mesmo, já que a opção mais barata que era dormir em rede, já estava esgotada. Um diferencial do camping para nós brasileiros e sul americanos como um todo, amantes de futebol, era o campinho de terra batida de frente para o mar.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4280.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1870" title="IMG_4280" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4280-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Num fim de tarde, logo depois de algumas embaixadinhas e chutes pro gol entre nós, apareceram peladeiros de todos os lugares: argentinos, colombianos, venezuelanos, alem de espanhóis, australianos e búlgaros. O entrosamento do time 4&#215;1 e seus agregados, nos ajudou no placar.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4284.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-1871" title="IMG_4284" src="http://4x1.com.br/wp-content/uploads/2012/09/IMG_4284-1024x682.jpg" alt="" width="423" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Antes do nos despedirmos do parque e de Santa Marta, da beleza do lugar e dos agradáveis momentos que passamos, não deixamos de registrar nossa insatisfação no livro do parque em função do que chamamos de abuso e exploração aos turistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais fotos sobre Santa Marta, <strong><a title="Fotos de Santa Marta - Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/4x1/sets/72157631553005528/" target="_blank">clique aqui</a></strong>!</p>
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		<title>Mudança de planos: Enviando a Tana para os EUA</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 22:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[4x1]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Mudança de planos: Enviando a Tana para os EUA Desde o início do planejamento da nossa viagem, um dos pontos mais críticos seria a travessia da &#8230; <a class="more-btn" href="http://4x1.com.br/tana-no-navio/">Read more &#187;</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mudança de planos: Enviando a Tana para os EUA</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o início do planejamento da nossa viagem, um dos pontos mais críticos seria a travessia da América do Sul para a América Central. Esta foi a primeira questão que levantamos quando surgiu a ideia maluca de dirigir até o Alasca. Seria possível dirigir o caminho inteiro até o extremo norte do continente? Atravessar o Darién Gap, parque nacional que liga Colômbia e Panamá por terra não é uma opção viável. Não há uma estrada que atravesse o parque e a região é bastante perigosa, já que é utilizada como esconderijo de traficantes de drogas e das FARC. Dessa maneira, as opções hoje se resumem a enviar o carro por mar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como fazer isso? Em nosso roteiro inicial, contávamos com o funcionamento de um <em>ferry </em>entre Cartagena de Índias (Colômbia) e Colón (Panamá). Os governos dos dois países lançaram notas oficiais ressaltando a importância deste projeto, que estava previsto para inaugurar no dia 10 de maio de 2012. Assim, a travessia entre os dois países demoraria cerca de 12 horas e custaria algo em torno de US$350 para o carro e US$99 por pessoa (ida e volta). Era uma solução perfeita, considerando que o processo de exportação do carro, que seria a única alternativa, é algo extremamente burocrático, caro e lento. O mesmo trajeto que pelo <em>ferry</em> seria feito em questão de horas, teria a previsão de chegada em cerca de duas semanas quando o assunto é exportação temporária. E ainda há de se contar com possíveis atrasos do navio cargueiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Já se passaram mais de dois meses desde a nossa partida e o <em>ferry</em> não se sabe o porquê, mas ainda não funciona. Sendo assim, teríamos que continuar do jeito mais difícil, exportando o carro de navio &#8211; na ideia inicial, de Cartagena pro Panamá e, assim, cruzar a América Central.  No entanto, sem a agilidade do ferry, perderíamos de 15 a 20 dias em relação ao que havíamos planejado anteriormente entre resolver todas burocracias, esperar a chegada do navio e ainda cruzar a América Central. Considerando que nosso calendário para cruzar o Alasca antes do gelo impedir nossa passagem (fim de setembro/meados de outubro) estava bastante apertado, tínhamos que pensar em alternativas o quanto antes. Ainda no Brasil, começamos a analisar as opções. Contatamos diversos agentes que trabalham com este tipo de exportação, cotamos preços e levantamos todas as informações que precisávamos para tomar a decisão de onde e como enviaríamos nosso carro para além do Darién Gap. Tínhamos uma série de pontos a serem levados em consideração;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1) De onde mandar o carro?</strong> Dado que o <em>ferry</em> em Cartagena não era uma opção, por que não enviarmos o carro diretamente da Venezuela? De Maracaibo, por exemplo? A resposta era simples, enviar de Maracaibo sairia bem mais caro por questões logísticas. Uma outra opção que encontramos seria tentar embarcar a Tanajura em pequenos navios de carga que partem regularmente carregando café e outros produtos agrícolas de Santa Marta, cidade colombiana a 230 km de Cartagena, até o Panamá. Como não é o <em>core business</em> dessas empresas foi difícil encontrar alguma que tivesse as informações corretas de datas e custo. Não conseguiríamos ter certeza de nada antes de chegarmos lá, o que já seria relativamente tarde. Então também descartamos esta opção. A Tanajura sairia de barco de Cartagena mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2) Para onde?</strong> Este foi o ponto de discussão mais crítico. Dependendo do roteiro da viagem, alguns  aventureiros costumam fazer este envio para o porto de Colón, no Panamá de onde seguem pela América Central e México, até os Estados Unidos; outros enviam diretamente para os EUA, normalmente para a cidade de Miami, Flórida. Tínhamos diversos fatores a serem levados em conta, mas de modo geral, podemos resumi-los em dois grupos: custo (Quanto gastaríamos para enviar o carro até o Panamá e seguir dirigindo para os EUA? Quanto custaria enviar diretamente para os EUA?) e tempo (Quando partiria o navio? Quanto tempo demoraria para chegar? Chegaríamos ao Alasca com as estradas abertas?).</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de algumas pesquisas e análises preliminares concentramos nossos esforços em duas opções de envio, todos eles partindo de Cartagena. A primeira consistia no que a maioria dos viajantes sobre rodas faz: enviar o carro para Colón no Panamá e seguir viagem pela América Central e México. A segunda seria enviar diretamente aos Estados Unidos. Nesta opção, levantamos os possíveis portos de destino: Miami-FL e Houston-TX (mais usuais), além de Los Angeles-CA ou Seattle-WA (sobre os quais não limos nenhum relato de viajantes). Pensamos no nosso trajeto e no <em>timing</em> em relação a poder dirigir até o Alasca. Como estamos bastante sensíveis a tempo, pensamos que a melhor solução, no caso de enviar diretamente aos EUA, seria exportar o carro diretamente para a costa oeste, onde estão concentrados nossos pontos de interesse no roteiro. Dessa maneira ganharíamos alguns dias e não só poderíamos chegar ao Alasca em tempo hábil, como também poderíamos aproveitar o fim de verão na Califórnia.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando a Costa Oeste, Los Angeles ou Seattle seria a melhor saída? Com as datas de partida e chegada dos navios, além dos custos de envio em mãos, estreitamos ainda mais nossas opções. A ideia de enviar para a costa leste dos EUA consistia em exportar a Tanajura de navio, e enquanto ela estivesse a caminho (algo em torno de 20 dias, sendo que em 10 deles o navio estaria parado no Canal do Panamá), alugaríamos um veículo alternativo para fazer a costa oeste até que a Tanajura voltasse para nosso colo. Em termos de logística, Seattle fazia mais sentido, uma vez que poderíamos voar para o sul da Califórnia e seguir viagem em carro alugado até lá, enquanto que em Los Angeles teríamos que voltar parte do caminho. Dessa maneira, como a diferença de custo não justificava a perda de tempo, excluímos Los Angeles dos planos.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora, Panamá ou Seattle? Em termos de custo, enviar para o Panamá sairia bem mais barato no fim das contas. Gastaríamos cerca de US$890 para enviar o carro, enquanto enviando para Seattle sairia US$2.200. Além disso, no segundo caso teríamos custos adicionais com passagens aéreas mais caras e aluguel de um outro carro. Já em termos de tempo, enviar para os EUA direto faz bem mais sentido. O tempo que levaríamos para cruzar América Central e México (estimamos entre 12-15 dias, os quais passaríamos basicamente dormindo, dirigindo e cruzando fronteiras), mais o tempo que teríamos para conhecer a costa oeste, além de corrido, comprometeria nossa chegada ao Alasca. Enquanto que na outra opção, por mais que o navio demorasse bastante para chegar à Seattle, poderíamos aproveitar este tempo livre para conhecermos a costa oeste dos EUA. Sempre há o risco de o navio atrasar, mas este estaria presente em ambos os casos.</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira geral, o custo nos apontava para um lado enquanto o ganho de tempo e seus benefícios nos apontavam para outro. Fizemos as contas e preferimos não comprometer nossa passagem pelo Alasca e ainda aproveitar o verão na Califórnia, ainda que a um pagando um preço alto por isso. Vamos mandar a Tanajura para Seattle.<em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> 3) Como?</strong> Finalmente, com ponto de partida e destino definidos, tínhamos apenas que decidir se enviaríamos nosso carro por RoRo ou dentro de um container. Pelo RoRo o carro viaja em campo aberto sujeito a todo tipo de influência externa, enquanto que dentro do container, aparentemente estaria mais seguro. Acontece que a diferença de custo é bastante significante entre as duas opções (+- US$1.000). Pelo que conversamos com agentes de exportação, geralmente o RoRo não traz problemas ou sérias avarias ao veículo. Decidimos então economizar e assumir este risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudamos os planos e seguimos viagem, a Expedição não pode parar. Vamos enviar a Tanajura de navio de Cartagena até Seattle, em uma viagem que deve durar 20 dias. Enquanto isso, voaremos para Los Angeles, onde alugaremos substituto temporário para a Tana, e seguiremos pela estrada até Seattle aproveitando o verão da costa oeste dos EUA. O México e a América Central ficarão para a volta, quando passaremos por lá fora do período de chuvas!!! O que faz ainda mais sentido!</p>
<p style="text-align: justify;">Sentiremos falta da Tanajura nestes dias sem ela e temos certeza que do lado dela o sentimento é o mesmo. Mas tudo pelo bem da viagem, afinal, temos que aproveitar ao máximo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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